Saga Bíblica e deus de Papiro
Saturday, November 22, 2008 4:37:18 AM
Parte I
A bíblia é uma coleção de escritos antigos conhecidas durante longo tempo como velho testamento ou como bíblia hebraica com algumas passagens num dialeto variante do semítico. É uma coleção de lendas, contos, leis e poesias.
Também é um livro que enaltece seus heróis. Enaltece o suficiente para não se importar com constrangimento em beirar quase sempre o absurdo.
Uma criança da tribo de Levi foi colocada à deriva num cesta foi adotada por uma filha do faraó e recebeu o nome de moisés. Moisés é um grande mito do cristianismo.
São levantadas hipóteses as quais insinuam que moisés não sabia falar hebraico. Moisés seria adepto do monoteísta Akhenatón. Como um homem educado no Egito, aproximou-se dos trabalhadores escravos na casa de José para oferecer-lhes liberdade caso aceitem a doutrina monoteísta. O próprio nome ‘Moisés’se taduz pela palavra ‘criança’. Da mesma forma, Ramsés signfica Ra-mose, o filho ou a criança de Rá.
Abraão por isso não deve ter feito somente axiliar na formulação escrita das leis mas também como um intérprete. Os trabalhadores escravos a imensa maioria era politeísta, ou da mistura de divindades fenícias, egípcias e acádias. Pela liberdade, se promete qualquer coisa, vale tudo. Até a renúncia da sua fé para sair do regime de escravidão. Os homens liderados por moisés não agiam inspirados pelo deus de moisés nem de abraão. Agiam por interesse. É bem diferente.
O menino moisés foi educado, alimentado, crescido com conforto. Já crescido viu um capaz açoitando um escravao hebreu. Moisés mata o capataz e esconde o corpo na areia. Com medo foge para o deserto de Madiã e passa a levar outra vida. Por certo, recebendo muito sol na cabeça, se faz como “salvador do povo de israel” e um nome “misterioso” YHWH (javé), é revelado a ele. Assim defino moisés: Louco, assassino, covarde, ingrato.
O assassinato de crianças recém nascidas tida como um ato bárbaro, era um meio de controlar a população de hebreus no egito. Modo cruel. Inaceitável nos tempos modernos. Mas não tinha como motivo principal o ódio para com os hebreus mesmo porque os hebreus para os faraós egípcios não representavam ameaça nenhuma ao seu império. O único império capaz de confrontar o Egípcio era o império Assírio.
Qualquer ameaça dos hebreus ao império Egípcio ou Assírio, seria piada. Os hebreus serviam ao faraó tão somente como mão de obra escrava.
A construção de contrafortes e muralhas pelo império Egípcio se estendia ao mediterrâneo e ao mar vermelho e o império mantinha um poderoso exército em todas as fronteiras de seu domínio.
Um bando de refugiados esfarrapados, famintos, ignorantes que seguiam qualquer um que lhes fosse prometido salvação e atingir a suposta terra prometida por um provável portador de esquizofrenia como Abraão que ouvia vozes cujos filhos “lutavam com anjos”, é patética. A abertura do mar morto para que os refugiados possam atravessar, só revela esta absurdidade de se fazer heróis a todo custo.
Josué é um grande herói e outro mito. O que se sabe de josué é que foi um general de talento para “surpresas táticas”. O infalível josué! Os israelitas com a arca da aliança, movidos por seus deus e por seu general, avançam sobre jericó para inspiradamente matar e trucidar seus reis espalhando terror em volta de outras cidades incluido pedradas dadas por deus em forma de chuva de granizo aos reis de Canaã. Isto está no livro de josué.
Já Vimos chuvas de granizo em muitas partes do Brasil, mas ninguém morre por isso. Não há por este motivo um morticínio de gente pelas pedras de granizo. Mas nesta batalha épica as chuvas de granizo são mais eficazes do que as catapultas, bestas, lanças e flechas em chamas.
Josué aprisionou os filhos e as filhas de Acam, seu gado e ovelhas e os apedrejou até a morte e enterrou seus corpos. Nada indica que os filhos e filhas cometeram qualquer crime. as ovelhas e gados não mereciam ser trucidados para pagar os crimes de seu dono. Acam foi apedrejado por ter escondido o tesouro oculto mas josué foi ainda mais oportunista e sórdido em tomar todo o espólio para jeová. Esta é a justiça e a piedade de jeová! Após cometer esses crimes, com a ajuda de Jeová, ele capturou a cidade de Ai.
A HISTÓRIA DE ELIAS
A história bíblica relata ainda um josué que age por vontade de seu deus YHWH pedindo para que o sol parasse para massacrar os arameus e os filisteus fazendo disto uma espécie de epopéia bíblia de mesma importância para a suposta grandiosidade do reinado de salomão e davi. Se isso de fato ocorreu, não vejo como mérito aniquilar, assassinar, destruir propriedades, mantimentos e armazéns de comida e declarar que assim foi da vontade de um deus. Isto não passa de um sórdido cinismo.
Daniel é outro personagem muito exaltado pelo povo cristão. Daniel foi exaltado pelo rei dario. Aqueles que tiveram ciúmes induziram o rei a assinar um decreto para efeito de que, qualquer homem que fizesse qualquer petição a qualquer deus ou homem, com exceção do rei Dario, por trinta dias, seria atirado ao covil dos leões.
Depois esses homens descobriram que Daniel, com toda sua dedicação canina voltado para o deus de jerusalém, rezava três vezes ao dia para jeová. Então Daniel foi atirado ao covil dos leões; uma pedra foi colocada na entrada do covil e selada com o selo real.
Na manhã seguinte ele foi ao covil e chamou Daniel. Daniel respondeu e disse ao rei que Deus mandou seus anjos e fechara as bocas dos leões. Daniel foi liberado vivo e o rei se converteu ao Deus de Daniel.
Dario, que acreditava num deus verdadeiro, mandou os homens que acusaram Daniel, junto com suas esposas e filhos para o covil dos leões.
"E os leões os dominaram e quebraram todos os seus ossos em pedaços e os reuniram no fundo do fosso." Daniel não levantou sua voz para defender as mulheres e crianças deste ato bárbaro. Não moveu sequer uma expressão de ojeriza por aquilo tudo. Não fez nada. Foi um covarde.
Davi e salomáo são tidos como ícones do judaísmo e o cristianismo.
Os relatos da fabulosa riqueza de samolão e de seu lendário harém são extremamente exagerados e talvez nem existissem. Nem Davi nem Salomão são mencionados em nenhum texto conhecido do Egito ou da Mesopotâmia. E não existe nenhuma evidência arqueológica dos famosos projetos de construção de salomão em Jerusalém.
Escavações do século XIX e começo do século XX não encontraram nada, nenhum vestígio em volta do monte do templo de salomão (HANDY,L. “the age of solomon” ed. Leiden) ou do complexo do palácio.
Enquanto certos níveis de estruturas em sítios de outras regiões do país forma devidamente associados à era da monarquia unificada, o estabelecimento de suas datas está longe de ser evidente.
Inscrição de Hazael, rei de Damasco a respeito dos seus inimigos:
“Eu matei jorão filho de acab, rei de israel, e matei Acaz filho do rei jorão da casa de Davi. E eu coloquei suas cidades em ruínas e transformei sua terra em desolação.” Onde estava Javé para salvá-los?