Dimukândya

Dimukopera

KE KE ISTO ... ?

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É triste mas é verdade! Longo vai o tempo da pressão de tipo mafiosa, à sucapa, que me vem sendo feita, desde o tempo que frequentei a casa de uma sra da região centro. Desde o "se náo é para casar vai embora", num vozear soprado para dentro de canos ou pelas chaminés da casa, alguns anos atrás, para distorcer a voz e torná-la irreconhecível, até às "bocas" indirectas lançadas aqui e acolá actualmente. A evolução destas tentativas de pressão foi montar uma operação gigantesca, do tipo 'cercar o lobo' e fazer intervir nela, a pretexto de curar o homem, uma logística equipada com meios humanos e equipamentos sofisticados, tais como emissão de sons subaudíveis, (http://doradioamad.dominiotemporario.com/doc/Manual_IC-2820H_portugues.pdf - ver pag 48), exposição a feixes electromagnéticos e outros, coordenada a partir de um local próximo e/ou viaturas móveis nas proximidades...

Falhadas que foram as tentativas de me fazer regressar à anterior relação (que ajudaram a romper com essas práticas) com uma nacional e, nada satisfeitos com a relação que se seguiu com uma estrangeira, intensificaram-se os 'choques' e as tentativas de a fazer terminar também. Sob o pretexto de curar o medo que hipoteticamente me haviam provocado e pensando ter sido o único motivo que me afastou da relação com a sra MDA (portuguesa), visam a todo custo devassar a minha vida e a minha intimidade, com ameaças veladas, desculpando-se com a necessidade de me serem aplicadas terapias várias.

A pretensa terapia que devia visar curar traumas e 'abrir' para o contacto ou maior familiaridade com as gentes locais, não resultou nem vai resultar, por não ser isso o que está em causa. Não faz parte do meu 'modus vivendi' encetar relacões por via de pressões e sob ameaças. A acontecer, elas surgem natural e expontaneamente. Sempre fui sociável em meios saudáveis e muitas vezes criticado por fazer amigos de modo não selectivo. A questão de fundo é que sabendo o que se pretende como fim último, estou apostado em resistir até ao fim. As desculpas usadas para viabilizar a continuidade das acções de perseguição e tramóias de que estou sendo vítima, além de prejudicar a minha vida e reputação sob todos os aspectos é de tal forma hedionda e falsa que instintivamente são repelidas por mim. Os possíveis sinais de 'alteração do sistema nervoso' são resultado dessas práticas e não do meu estado normal. Essa situação deve-se ao facto de a sra MDA ter transmitido aos meus filhos que eu estaria esquizofrénico!!!. Um grupo de pessoas resolveu por sua conta iniciar uma pretensa 'cura' por métodos ilegais e à revelia da minha pessoa.

Propagarem aos quatro ventos que não regresso à anterior relação com a sra MDA por medo do que quer que seja, não colhe em mim absolutamente nada. Antes, depois de pesados prós e contras, simplesmente desisti de manter uma relação que por si só já pouco sentido fazia por lhe faltar o seu tónus principal.

Após o intervalo que se seguiu e o início da minha nova relação, (desta feita com uma estrangeira) continuarem a tentar 'induzir-me' acções e a perseguir-me por meios humanos e 'tecnicos', não vai levar a parte alguma e só piorarão a imagem e lembranças que guardava. Essas técnicas agressivas e maquiavélicas apenas têm o condão de me incutirem um estado permanente de revolta e acentuar em mim ódio que se vai acumulando contra aqueles que as originaram e os que delas vão fazendo parte ou colaborando.

O pretexto da 'protecção' contra possíveis interesseiras estrangeiras que se propõem aproveitar das 'fraquezas' de sexagenários para lhes extorquir dinheiro, há muito foi ultrapassado. Há que admitir que se existem 'estúpidos' e tão parvos assim, também há excepções. Melhor seria pensar que hoje em dia, santos na terra não existem e de um ou outro modo, todas e todos são interesseiros num determinado aspecto. Medidos que são os riscos e atingidos os limites permitidos, as relações continuam se, para qualquer dos lados houver algum ganho ou interesse. Acrescente-se ainda a possibilidade de um dos parceiros querer seriamente 'modificar' possíveis comportamentos tradicionalmente menos aceites, propiciar um ambiente favorável a uma mudança de conceitos e atitudes, conducentes a uma verdadeira e estável relação a dois. Se oferecidas essas possibilidades, dado o tempo suposto razoável, se verifica a impraticabilidade da relação, ninguém é ingénuo a ponto de aceitar o que não é aceitável no seu conceito. Outrossim, poderá haver interesse em situar essa relação num plano diferente, caso se verifiquem situações incompatíveis com o tipo de relação inicialmente pretendida.

A problemática assenta no contexto geral percebido e no que se espera de uma relação honesta, livre e fiel. Os limites da liberdade individual desejada por cada um assentam na assumpção da relação, da fidelidade por parte do outro e do desejo de uma vida comum. A insegurança porventura vivida numa relação de pessoas de culturas e hábitos diferentes acaba por ser natural,até que seja assumida integralmente por ambas as partes. No caso presente, porque surge num contexto de pretenso "tratamento mental" com interferências de vária ordem e intensidade, visando o seu fim, e tanto mais que as partes carregam consigo um passado de relacionamentos.

Do que me tem sido feito, não resulta tentar incutir , seja por que meios forem, no meu cérebro, para não gostar de quem desejo e quero ! De nada serve perguntar-me sistematica e diariamente "o que é que a miúda fez" ou que "desculpa tens tu para a teres deixado" referindo-se à MDA. Isso já foi explicado milhares de vezes e já faz parte do passado!

Não resulta espiar a minha intimidade para depois difamar, ( A minha casa não é nenhum BIGBROTHER!) nem intimidar-me por meios mafiosos para inibir, ou forçar relações sexuais para obter qualquer tipo de provas! Felizmente elas acontecem naturalmente quando eu e a mulher que me acompanha o entendemos! Não preciso de provar nada a ninguém excepto a ela e isso já o fiz! Não adianta chamar 'corno' se não apresentam provas concretas e verdadeiras! Não adianta chamar 'chulo' porque vivo a minha custa com a mulher que amo e me diz amar! A minha e dela felicidade só a nós diz respeito! Não adianta tentar infundir medo e terror, sob o pretexto de verificar se é por medo que não regresso ao passado, quando é isso exactamente que determinado grupo de pressão, sob o disfarce de benfeitores, pretende! Não adianta forçar-me a ir aqui ou ali para ser sujeitar-me ao ridículo, ser submetido a testes "para ratos de laboratório" porque só vou onde me sinto bem, só falo a quem quero e quando quero, tal como qualquer outro! Sou dono de mim próprio!

Em nada se aproveita gerar uma imagem extremamente negativa de alguém ou provocar situações de tal modo maldosas, a ponto de a outra parte não se sentir publicamente bem e optar por terminar um relacionamento, como estão fazendo! As opções de cada um sobre a sua vida pessoal e íntima, só aos próprios dizem respeito. Nada justifica lançar em 'valas' públicas a imagem de alguém, denegrindo-a sob todos os aspectos, sob pretexto de supostas 'terapias'. "Picanços" e constantes "injecções" nocturnas e diurnas, visando alterar o sitema nervoso de alguém para dar visibilidade pública e justificar a continuidade e a perseguição até ser conseguido o fim a que se propõem, não parece ético e, ao que sei, havendo necessidade disso, elas são feitas em locais próprios(supostamente clínicas e/ou hospitais), por psiquiatras e sob o suposto conceito deontológico do segredo profissional tão propalado, em que eu deixei de acreditar. O que me está a ser feito é desumano, ignóbil, inadmissível, e atentório da liberdade e dignidade humanas!

'ELES' induzem-me enquanto durmo a diversos comportamentos quando sou confrontado com determinadas situações ou estou presente em determinados meios/locais, etc., como que criando uma espécie de "alergia" mental, que propicia as alterações nervosas que eles pretendem e que deve ser notória quando activada pelos estímulos que eles provocam sempre que querem. Eu resisto quando e até onde posso. Houve momentos em que me eram "atiradas" frases do tipo: "Andas a brincar com as nossas meninas e mulheres", como se alguma vez eu tivesse sido mal intencionado ao iniciar os meus relacionamentos ou me relacionasse com menores. Quando as relações não vingam soe dizer-se que a culpa não é de um só, mas comigo, desde a última experiencia, parece haver, além da outra parte, mais gente interessada em participar...!

Mas sobre isso já narrei anteriormente que baste!

Para que conste e fique esclarecido junto daqueles a quem foi transmitida a situação, para tentar justificar o que me estão fazendo, deixo este esclarecimento. Aos meus particulares amigos a quem não tive ainda o ensejo e/ou oportunidade de falar sobre o assunto ( e que possivelmente terão já ouvido algo relacionado) aqui fica a minha versão dos acontecimentos.

Aproveito para desejar um Bom Natal e feliz 2010 !

Dimuka-NeokubeA vovò Lola !

Comments

Salam Babatunde AdebayoBabaoau2007 Saturday, December 26, 2009 9:51:04 AM

I would have liked this site/blog to be written in english for better understanding especially to those who do not understand this language

Vicente ValleDimuka Sunday, December 27, 2009 7:22:19 PM

Yes, at first it was my idea, but I am not an english speaker, so I thank that what I was writing here coudn't be exactly the same. However you have translators on line, like http://google.com/translator
Any doubt I'll be pleasure to try explain it.

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