deve ser quem a polícia não dá geral na rua, deve ser quem a polícia não encosta o cano na cara gratuitamente. Quem não leva flagrante plantado. Quem nunca vai morrer em chacina ou em rebelião de presidio. Quem tem direito à prisão especial. Quem tem o ministro do supremo como amigo canino. Quem não leva tiro por causa da cor e do lugar onde mora. Quem não é suspeito e condenado-executado simultaneamente. Quem não está sob jurisdição da pena de morte que existe SIM no país.
E quem não é privilegiado assim, melhor ficar fora do caminho do anjo exterminador de pobres/pretos que é a policia no Brasil.
Powaqqatsi, s. (Hopi, idioma da tribo indígena Hopi da América do Norte, powaq = feiticeiro + qatsi = vida). entidade; estilo de vida; que consome as forças da vida de outros seres para progredir sua própria vida. Ko.yaa.nis.qatsi (da língua Hopi), n. 1. Vida louca. 2. Vida tumultuada. 3. Vida em desintegração. 4. Vida desequilibrada. 5. Um estado de existência que exige outro modo de viver.
Na-qoy-qatsi: (nah koy' kahtsee) N. From the Hopi Language. 1. A life of killing each other 2. War as a way of life. 3. (Interpreted) Civilized violence.
AS PROFECIAS HOPI Se escavarmos coisas preciosas da terra, Estaremos chamando o desastre. Perto do dia da Purificação, haverá teias de aranha Prolongando-se de um lado para outro do céu Um recipiente de cinzas poderá um dia cair do céu e poderá queimar a terra E agitar os oceanos.
Pois é... Andei comentado ultimamente (e discordaram de mim, claro) que a mulher está hoje mais submissa do que nunca. Justamente porque ela trabalha, tem grana, tem informação, costuma ser inteligente a ainda assim, gasta a maior parte da sua energia para se transformar fisicamente, se retalhar, para segurar o "seu homem" em casa, admitindo que "homem é assim mesmo" e se submetendo à isso, numa ilusão total que são mulheres com atitude (porque lutam por seus machos: transformando-se em bonecas de plastico ou se prestando ao papel de cães de guarda dos mesmos). Continuamos na mesma sina de viver em função deles, com ou sem grana. Temos a ilusão de que ter um carro do ano e um trabalho de status masculino, nos emancipa, nos moderniza. Apenas nos colocamos no tal MERCADO, para quem damos o maior lucro. O dia em que aprendermos a ser individualistas, a nos livrarmos da obrigação da maternidade e dedicação a uma familia como forma unica e obrigatória de realização feminina, da demonização do aborto, e outras bobagens que inventaram pra nos manter sob controle, aí sim, talvez, nós sejamos mulheres modernas e possamos, com razão botar aquela banca (frescura) de exigentes, porque por enquanto, somos apenas mulherzinhas.
Por que algumas drogas são legais e outras não? Por que o trafico de drogas rende 600 bilhoes anuais ao redor do mundo? Pra onde vai esse dinheiro? Será que legalizadas, elas valeriam tanto? Haveria tanta guerra? Por onde todo esse dinheiro estará sendo lavado? Em algum clube europeu que contratou todas as caríssimas estrelas do futebol recente? Será? Por que algumas drogas são caso de policia e não de saude publica? Alcoolismo é caso de policia? Hipocondria é caso de policia? Vejam só, hipocrisia sem limites, estupidez juramentada não são exclusividades nossa. A Gloriosa e descolada Inglaterra também dá seu exemplo de imbecilidade legal e moralismo sem comentários...
Patricia Tabram defende uso medicinal da maconha
Uma avó britânica que faz campanha pelo uso medicinal da maconha foi condenada nesta quarta-feira por cultivo e posse da droga.
Patricia Tabram, de 68 anos, defendeu a si mesma durante o julgamento no tribunal de Carlisle, no nordeste da Grã-Bretanha, e acabou condenada a prestar 250 horas de serviço comunitário.
A avó afirma que utilizava a droga para melhorar os sintomas de depressão e as dores causadas por dois acidentes de carro.
Tabram foi presa depois que a polícia recebeu uma denúncia e encontrou quatro plantas de cannabis crescendo no armário dela, na cidade de Humshaugh.
A polícia também encontrou pó feito de maconha em um pote na cozinha. Tabram disse que utilizava o pó para cozinhar e confessou que seu freezer estava lotado de comidas e sorvetes contendo a droga.
Legalização
O caso tem sido citado como exemplo em campanhas pela legalização da maconha na Grã-Bretanha.
Em abril de 2005, Tabram recebeu uma sentença de prisão de seis meses, que acabou sendo suspensa por dois anos. Segundo a decisão, a avó poderia ser presa caso cometesse uma nova infração durante esse período.
Antes do anúncio da sentença, a juíza Bárbara Forrester chegou a dizer que não poderia descartar a possibilidade de mandar Tabram para a prisão porque a ré havia violado a sentença suspensa.
"Eu sou velha e estou cansada", disse Tabram. "Estou decepcionada com a atitude do tribunal para com alguém da minha idade, meus problemas de saúde e a forma como lido com eles. Eu quero apenas ir para casa e descansar", disse.
Para quem torce o nariz para Direitos Humanos, para quem defende a pena de morte... Bom observar, que essa noticia era uma notinha no portal do IG. Na Folha On Line e no UOL, NADA. Bom lembrar, que observando o absurdo da situação, é fácil perceber, que coisas parecidas com essa podem acontecer com qq um de nós. Aí, com a água batendo em nossa bunda, lembraríamos daquela história do Onus (sem trocadilhos) da Prova (é de quem acusa). Que todo mundo é inocente até que se prove ao contrário, e "onde está Anistia Internacional, enquanto apanho aqui???" Como é que a gente foi ficar assim tão sanguinária? Como a gente pode ter certeza que as "coisas" só acontecem com os outros e que eles são feios, sujos e mavados, só nós somos bons, temos moral, sentimentos e equilíbrio? Será que ninguem percebe que todo mundo está no mesmo barco, a não ser aqueles que estão nos iates de luxo?
Maristela
Mamadeira de bebê morto não tinha cocaína, mostra laudo
Agência Estado
20:26 04/12
O laudo definitivo do Instituto de Criminalística de São Paulo detectou ausência de cocaína na mamadeira tomada pela menina de 1 ano e 3 meses, que morreu vítima de convulsões e três paradas cardíacas em 29 de outubro, em Taubaté, no Vale do Paraíba. A presença da substância entorpecente foi levantada pelos médicos que atenderam a menina, no Pronto Socorro Municipal de Taubaté. Um exame provisório, feito pela polícia civil na língua da criança, havia dado positivo para cocaína.
Leia abaixo o texto
A mãe da criança, Daniele Toledo do Prado, de 21 anos, foi presa em flagrante e foi denunciada pelo Ministério Público à Justiça, que aceitou a denúncia. No dia em que foi presa, Daniele foi espancada na cadeia feminina de Pindamonhangaba e teve uma caneta enfiada em seu ouvido. Depois foi transferida para uma cela separada do presídio feminino de Tremembé, onde está até agora.
Hoje, depois da divulgação do laudo pela Justiça, a advogada de Daniele, Gladiwa de Almeida Ribeiro, protocolou um pedido de habeas corpus no Ministério Publico pedindo a libertação da mãe da criança. "Hoje ela voltou a sorrir, conseguiu provar o que sempre negou, que não deu cocaína para a criança". A polícia civil agora aguarda laudos do sangue, das vísceras e da urina da criança para determinar a causa da morte. "A criança, há quatro meses, apresentava o mesmo sintoma, tinha convulsões e sempre era internada. Também queremos saber o que aconteceu", disse a advogada.
Sem se identificar, uma mulher da família de Daniele, disse que os parentes sempre acreditaram que ela não teria feito nada para a filha. "Ela não usava droga e era a primeira a socorrer a menina. Queremos descobrir também o que aconteceu e que seja feita justiça. Daniele está com depressão depois que a filha morreu e ainda perdeu boa parte da visão e do ouvido, depois de ter sido espancada na cadeia". A Justiça deve decidir amanhã sobre o habeas-corpus solicitado pela advogada.