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Blog do Matt.

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Guerra dos Elementos Capítulo 30 e 31

Capítulo 30 e 31: Noventa e Nove Por Cento

Opening 2 – Ganimata Girl – Nico Touches The Walls



Eu gostaria de dizer que aquilo não havia acontecido, mas havia. Kioshi estava morto. O torneio tinha que seguir, e assim foi. Mas antes alguém precisava receber uma notícia.

- Eu não sei Júlia... Isso é tão injusto!
- Eu te entendo. Você tem toda razão.
- Como... Você sabe, como alguém faz isso com a própria irmã?

Júlia iria argumentar quando um estrondo gigantesco pairou o lugar. Ambas se lembraram da luta que estava acontecendo e precisavam correr o mais rápido possível. Longe da forma em que estavam para conseguirem escutar esse barulho algo realmente havia acontecido.

- Vamos.

Andaram o mais rápido possível na direção da arena, mas repetindo, estavam longe demais. Quando chegaram viram Roney, Renato e Taco. Pararam por um tempo, tentaram raciocinar. A usuária de água levou as mãos à boca enquanto a de ar caiu de joelhos.

- Não... Isso não...
- Ele se recusou a desistir. Até o último minuto. – Renato manteve o sério semblante.

Sejamos sinceros, os presentes mal conheciam Kioshi, todavia era um colega e essa amizade parecia ser levada para fora do torneio. Não só isso, como sabiam que o orgulho do jovem com certeza havia sido quebrado o orgulho do rapaz ao ser derrotado por aquele monstro, e o orgulho de uma boa pessoa não deve ser quebrado.

Laís cerrou os punhos. Viu que seu problema era relativamente pequeno ao que realmente estava acontecendo, e se culpou ainda mais por não estar presente durante a luta devido às próprias adversidades. Diferente de Júlia não deixou nenhuma lágrima derramar, pois achava aquilo sinônimo de maturidade e que nada iria melhorar com aquilo.

Se levantou.
- Renato, Taco... Prestem bem atenção.

Os citados moveram os olhares à amiga.

- Aproveitem bem essa luta de vocês. Nem fiquem animados por lutarem contra Ramiro, porque a última a lutar com ele serei eu.

Renato deu um sorriso, enquanto seus olhos eram tampados pela franja. A confiança da amiga o encorajara.
- Ei, ei. Não se esqueça da final. Vou te enfrentar por lá e vamos decidir quem é mais forte.

A usuária de ar fez que sim com a cabeça, a franja também cobrindo os olhos.

- Sua espada. – O usuário de fogo entregou a lâmina negra em mãos. – Deixou-a aqui quando foi embora.
Laís a colocou de volta num banco ao lado do amigo.
- Não a quero. Um presente de alguém que eu realmente desgosto... Além do que, se não conseguir vencer Ramiro com as minhas próprias forças significa que eu sou mais fraca do que ele. E eu nem quero deixar isso passar pela minha cabeça.
- Laís. – Chamou Júlia. – Tem certeza? Contra aquele monstro qualquer ajuda é necessária.
Calligher fechou os olhos por alguns segundos. Quando voltaram a se abrir estavam determinados como nunca.
- Júlia... – Suspirou. – Após tudo isso, não faz meu estilo dizer que “era para acontecer”... Mas a dor que eu tive que sentir me ensinou uma coisa. Eu tenho pelo o que lutar. Para que coisas como essas não voltem a acontecer... Vou lutar pra defender meus amigos. Até o dia em que eu morrer.
- Falou bonito. – Taco forçou um sorriso.
- Só não ficarei para trás. – Renato riu de boca fechada.

Aquele momento bonitinho de toda obra fora interrompido quando de repente todos os telões anunciaram uma explosão e a voz do narrador soou com pavor. Talvez estivesse alto demais, algumas pessoas até tamparam os ouvidos. A voz do narrador anunciou:

- Atenção, senhoras e senhores! Neste momento a cidade de Carrey está sofrendo uma espécie de ataque terrorista! O famoso Masked Hatter está presente e parece o resultado de todo a confusão! Centenas de pessoas já foram mortas, ele diz que quer falar com o rei!

De onde estava Matt se levantou. Foi seguido por Hatsu e Azami (aqueles que haviam argumentado sobre a primeira missão dos usuários), Mario, Gohu e mais três pessoas, todas de terno: Uma mulher de cabeço liso negro e preso num coque. Tinha óculos atrás dos olhos verdes e, erhm... Belas curvas. O outro era um homem negro com um bigode loiro, devia medir 1,91 e era muito musculoso.

Por último, aquele que mais assustou: um jovem de quatorze anos e 1,65 de altura. Parecia meio perdido, ou era só o efeito daquele cabelo rebelde negro com diversas mechas vinho que ia até um pouco abaixo do ombro. O misterioso olho também era vinho. Bom, em geral, só parecia uma criança revoltada com a vida.
Não aparentava alguém da elite do ar ou quem sabe mais.

- Nossa Matt, parece que não pode mais ficar. – Disse o rei da areia. Um homem moreno com um cabelo curto e muito ondulado, até onde parecia. Os olhos cor de mel enormes assustavam.
- Pois é, foi mal ai. A gente se vê um dia desses.

O rei da areia rangeu os dentes pela forma com que Matt falara.

- Matt. – Chamou o adolescente. – Matt. Matt. Matt. Matt. Matt.
- Oi. – O rei pareceu mais irritado que nunca. – O que foi Nan?
- Depois de batermos no cara da mascara podemos ir à um parque de diversões?
- Parque de diversões? Após parar um ataque terrorista? É estranho! E espera você não é meio velho pra isso?
- Parque de diversões!
- Velho! – Matt pareceu tão maduro quanto o garoto.

O garoto pareceu rosnar.

- Certo, certo. E, aliás, Nan, você não vai com a gente hoje.
- Não é justo! Mas por quê?- O garoto um biquinho enquanto sorria de lado e apontava para o homem que o batera. – Deixa o Yuuk aqui, ele é velho.

“Yuuk” fingiu não ouvir.

- Não, não. Não é por idade. É que... – Cochichou no ouvido do garoto. – Você quer ir à um parque de diversões, não é mesmo?
- SIM!
- O que acha de... Esperar, assim, bem próximo da área de espera dos lutadores... E quando acontecer alguma coisa ruim você interfere e ajuda uma amiga minha?
- Ei Matt... Eu odeio quando você fala em enigmas – Fez bico de novo – Eu nunca sei quando é a hora de agir...
- Parque de diversões
- Fechado! – Apertou a mão do rei e mais uma vez fez bico. – Foi bom fazer negócio com você.
- Mas vai lá garoto!
- Ok! – Virou de costa, mas girou um pouco a cabeça, cerrando os olhos. – Me dê uma dica.
- Hummm... Não deixe ninguém morrer.
- Isso serve! – Saiu correndo.

Os outros andaram em direção à saída do estádio.

- Por que mandou o garoto ficar? – Perguntou Hatsu.
- Se encaixa perfeitamente nos meus planos. Eu quero que ele conheça uma pessoa, não quero que essa pessoa morra... Todavia está tudo tranquilo agora.
- Erhm... Rei... – A mulher de terno começou. – Carrey é a cidade para onde foi aquele participante, não é?
- Exatamente. E como eles não ligaram até agora... Acredito que estejam mortos.

A mulher se espantou. Pessoas que ainda estavam no torneio Heikin Heishi não poderiam se locomover a essa velocidade, era impossível que fosse o tal Ramiro. Enquanto andavam rapidamente, Mario se manteve sério e frio como gelo. Não parecia que ele era o responsável por Ramiro ainda estar solto e Kioshi morto.

Ao chegar à porta do estádio todos seguiram andando, exceto Mario e Gohu.

- Pode voltar Gohu. Você nem é da elite... Não está pronto para esse tipo de missão. Volte.
- C-Certo.

Quando eles desapareceram de vista, Gohu se perguntou algo intrigante.

- Depois de andar tanto... Por que não disseram que eu estava liberado enquanto estávamos dentro do
estádio?! Tá, tá... De qualquer forma... Acho que irei ver a Laís... É, acho que sim.

Dentro do estádio a luta de Taco e Renato tinha acabado de começar. O usuário de fogo fez duas esferas de chamas em suas mãos e se posicionou de forma estranha. A perna esquerda na frente, a direita atrás.

Taco avançou com as duas lanças de gelo e desviou de duas esferas de fogo, tendo a segunda não exigido esforço algum para ser esquivada. Renato deu alguns passos para trás enquanto o adversário avançava, mas nenhuma de suas esferas fora efetiva.

Quando John se aproximou demais e o usuário de fogo já não tinha mais escolhas, o mesmo projetou um escudo redondo feito de chama, derretendo assim a ponta da lança do usuário de água, que reagiu com a ama da esquerda, também derretida por outro escudo idêntico.

Ambos permaneceram quietos enquanto o som da flama queimando ecoava pelo lugar. Os escudos desapareceram e ao mesmo tempo Taco formou novamente a ponta das lanças feitas de gelo, mas havia algo estranho. As defesas do usuário de fogo não haviam sido destruídas... Estava mais para “evaporadas”.

Quando o usuário de água percebeu tentou olhar para cima, o que foi de fato um erro grave. Nesse meio tempo fora surpreendido por um soco no rosto; Renato de fato não estava brincando. Por sorte o usuário de água havia refeito as pontas das lanças e as fincou no chão enquanto caia. Segurando em ambas, girou todo seu corpo em 360 graus resultando em um chute na cabeça do adversário e uma breve visão do que havia em cima da luta: uma grande esfera de fogo.

- Agora eu entendi. – Disse John. – Suas esferas não estavam me acertando porque é assim que você queria. Essa gigantesca bola de fogo aqui em cima é a junção dos golpes que deveriam ser falhados.
- Exato. – Renato sentou-se no chão e sorriu. –Você é esperto, né.
- [...] Os usuários de água são geralmente divididos em dois grupos: aqueles que usam mais a água em estado líquido e os que usam em sólido. O primeiro grupo costuma quase nunca conseguir usar, mesmo que um pouco o gelo, sendo que o segundo consegue obviamente usa o básico da água líquida, caso contrário nem teriam conseguido ser tornar usuários. [...] Normalmente se eu jogasse uma quantidade superior de água eu poderei apagar seu fogo, mas se por acaso você se opusesse a mim e vencesse, o meu golpe seria evaporado. Todavia eu também posso usar gelo, embora nesse caso seja preferível o líquido.
- Faz todo o sentido, mas onde vai arrumar toda essa quantidade de água? É uma gigantesca esfera.
- Como você com certeza sabe, os usuários de fogo são teoricamente os únicos capazes de criar seus elementos do nada. Terra, areia, água e mesmo ar teriam que retirar de algum lugar que tivesse aquilo que procuram. Confere?
- Confere.
- Mas como a Júlia, existem usuários de água que conseguem retirar a água do próprio ar, deixando assim a água quase tão fácil de se usar quanto o fogo. Além disso, existem usuários especializados no gelo como eu que conseguem retirar a água e formar gelo, o que levaria muito tempo, exceto com treinamento.
- Você não esteve preguiçoso durante esse tempo, haha.
- Ah, é ai onde eu queria chegar. Durante o tempo em que treinei desde a derrota de Yoshihiro, meu mestre disse que eu era o usuário de água com o maior talento que ele conheceu. – Enquanto as palavras não faziam o mínimo sentido para Renato, ambos foram emergidos em fumaça, tendo o usuário de fogo perdido o oponente de vista – Eu posso não ser um herdeiro como você e a Laís, mas tenho técnicas legais também.

Renato tinha que quase o corpo inteiro estava coberto pela fria fumaça quando percebeu a realidade: aquilo em que estava emerso era água em estado gasoso, ou seja, estava ferrado.

- Um terceiro grupo! – Gritou Renato. – Eu ouvi falar em um terceiro grupo de usuários de água... Aqueles que conseguem dominar também o estado gasoso! Isso é incrível, mas mesmo assim Taco, não acredito que seja uma arma muito ofensiva!

- De fato. – Ouviu a voz, mas não conseguiu saber de onde vinha. – Em geral, empregar o estado gasoso não melhoraria tanta coisa assim, mas existem dois fatores importes e você irá senti-los na pele. Combinado?
- Bom... A culpa é minha por ser um pouco ignorante, né?
- Primeiro...

O usuário de fogo viu brevemente uma silhueta em sua frente, mas não foi tão rápido: Foi acertado fortemente por uma espécie de bastão. Parecia ser a lâmina do adversário, mas o mesmo deveria ter retirado a lamina para não causar ferimentos letais. Eram amigos, apesar de tudo.

- O gás me proporciona capacidade de me camuflar por ele e te atacar sem que você veja. – Continuou John.
- Isso é interessante, mas não significa que você também está imune? – Correu para frente sem a mínima noção do que estava fazendo, somente jogando na sorte.
- Errado. – Acertou Renato na nuca com o bastão gelado.

O usuário de fogo caiu e demorou para se levantar, ao mesmo tempo em que Taco começou:

- Você está dentro de um campo de fumaça que eu mesmo fiz. Eu sinto o gás, sei de tudo que se passa aqui dentro. Se você der um passo, eu saberei. É assim que funciona.
- Ei, você está apelando.
- Segundo e último. Esse é o que sem dúvidas o fará perder.

Na área de espera, Júlia e Laís assistiam apreensivas a luta.

Surgiu um garoto de cabelo liso até o ombro. Eu diria que era bastante feminino, pois era escorrido sem estar repicado, o que não era a moda do momento. Sobrancelhas grossas e negras assim como o cabelo. A pele era pálida, o que fazia um belo contraste.

- Ei, esse Renato é amigo de vocês?
- É-É – Respondeu Júlia – Ele e Taco.
- Quem?
- D-Digo... John.
- Ah, entendo. Isso é bom, pelo menos sabem que ele não morrerá.

Ambas olharam friamente para o recém-chegado.

- Ah, desculpe-me. Meu nome é Kenichi, muito prazer.
- Oi. – Disseram em uníssono, muito friamente.
- Ei, você! – Apontou para Roney. – Você já foi eliminado, não deveria ir embora?
- Fazer o que né? – O usuário de areia não soube o que fazer, portanto deu umas risadas.
- Aaaaaaaaaah – Júlia parecia tensa – Por que eles se trancaram numa cúpula de fumaça? Eu quero saber o que está acontecendo lá dentro!
- Eu não diria que é uma cúpula. Ei Júlia... Isso é gás, não é? Um campo de gás que o Taco criou.
- O Taco já sabe fazer gás? Ah meu deus, fui ultrapassada de novo!
- Ei, ei. Parece que o campo se desfez.

Na luta, toda a fumaça era empurrada para longe de Taco em todas as direções. Em questão de segundos todo o gás que estava sendo empurrado se transformou em gelo, não só formando um campo disso como congelando Renato até o pescoço.

- Eu posso transformar qualquer estado em qualquer estado. Assim posso congelar qualquer coisa que esteja envolvida em água ou gás. É a arma perfeita.

Renato forçava para sair de onde estava, mas parecia impossível. O jogo estava perdido.

- Bom, por favor desista. Não há mais jeitos de você me vencer, considerando que eu congelei aquela sua esfera de fogo que estava no ar. Eu não diria que é uma esfera, já que ela se estilhaçou em muitos pedaços quando caiu no chão.
- Ah, entendi porque não pude usar.

John se aproximou com as duas lanças e sorriu. Um sorriso verdadeiro.

- Foi uma boa luta. Mas está na hora, Renato. Parece que eu fui o melhor candidato à ir para a final.
- Erhm... – Começou o narrador. – Devido às condições do lutador Renato, iniciaremos a contagem.
- Não. – Renato sorriu de cabeça baixa. – Eu prometi que não iria usar esse poder, mas observe cara... É o que eu vou usar contra a Laís na final!

Das costas do usuário surgiram duas asas de anjo, porém feitas de fogo. A partir dessas o gelo que envolvia Durward derreteu e de seus pés tudo aquilo que estava congelado foi incendiado. O usuário de água olhou em volta, estava realmente encurralado.

Como última alternativa, Taco tentou mais uma vez criar gás, mas foi envolvido por uma espécie de tufão de chama muito próximo ao seu corpo que levou todo o gás. O usuário de fogo fez seu elemento em mãos e apontou para o oponente:

- Por favor, desista.

John se acalmou.

- É, parece que eu perdi. Eu desisto. – Sorriu.
- E A VITÓRIA É DE RENATO!

O público aplaudiu de pé a luta dos dois, enquanto Renato desfez sua asa.

- Estou impressionado, Taco. Controlar o gás... Você é realmente talentoso.
- Obrigado!

Enquanto isso, o rei e aqueles que o acompanhavam acabavam de pousar em Carrey. Assim que as hélices pararam o telefone de Mario tocou, quando o mesmo atendeu foi obrigado a passar para Matt.

- Matt falando. [...] Certo, certo. Faremos isso. – Desligou. – Era um dos nossos homens daqui de Carrey. Eles identificaram três corpos próximos a um furgão destruído, tendo esse furgão a marca do reino do ar.
- Você acha que... – Mario não precisou de se esforçar para ser falso.
- Eu tenho certeza, afinal eles pararam de fazer contato faz um tempo. Clare, volte ao torneio. Ramiro será preso.
- Sim senhor. – A mulher entrou no helicóptero e após um tempo voou em direção ao torneio.

Enquanto isso, Adgons – que apareceu misteriosamente – nocauteou Kenichi em poucos minutos. Voltou à área de espera e pareceu não querer conversa. A razão de continuar no torneio era óbvia para os usuários: Vingança. Se Laís ganhasse a próxima luta, ele provavelmente desistiria.

O tempo passou e com ele o intervalo para as semifinais. Laís, Ramiro, Renato e Adgons eram os semifinalistas e a primeira luta foi a mais esperada para Gohu – já presente –, Júlia, Taco e Renato.
Laís se levantou determinada.

- Ei. – Chamou o amigo usuário de fogo. – Tem certeza de que não quer usar a espada?
- Absoluta. Não faz meu estilo.
- Eu posso fazer uma de gelo, se quiser. – John sorriu e Laís também.
- Não, obrigada. Eu vou sem armas desta vez. – Virou-se.
- Ei, Laís.

A garota olhou novamente para os amigos.

- Boa sorte.

Em Carrey, Matt, Mario e Yuuk derrotavam pessoas mascaradas uma por uma, mas nenhuma delas era o verdadeiro Masked Hatter. Com o passar do tempo e muitos assassinatos silenciosos acontecendo, o assistente resolveu começar o assunto:

- E no fim Nan sequer foi necessário naquele lugar, não é?
- Na verdade não. Eu calculei bem cada parte do que vai acontecer hoje. Não posso deixar que Laís morra.
- Ah, eu imaginei. Mas só a Clare por lá irá dar conta, não é?
- Acredito que ela não chegue a tempo.
- E a propósito, que desconfiança nessa sua futura aluna, hein?
- Não é desconfiança. Eu preciso mesmo que ela conheça Nan, mas... Eu calculei bem, e caso Laís não use sua espada...

Laís e Ramiro estavam um de frente para o outro, a jovem séria e o outro sorridente. O juiz anunciou a luta e a usuária fez duas esferas de ar na sua mão, por outro lado o usuário de fogo não pareceu muito preparado.

- Então existem noventa e nove por cento de chances de que ela morra nessa luta. – Matt continuou.

Com a derrota de Laís quase declarada antes da luta começar, quais segredos aguardam a batalha mais esperada do torneio? Clare chegará à tempo de interromper o torneio? Nan irá interromper a luta? E por último, a usuária de ar terá proveito de um por cento? Conclusões nos próximos capítulos!

Ending 2 –One Ok Rock – No Scared


Fim do Capítulo 30 e 31.


Capítulo 32: Lutando à sério!
Como um feixe de luz, as chances de Laís parecem aumentar.