Skip navigation.

Espaço Cibernético

Espaço livre contra a babaquice geral que permeia nossa sociedade contemporânea.

Diferença entre "profissional" e "Profissional"

Bem, vamos aqui aproveitar esta nosso espaço que a Opera Software nos destina para falar um pouco sobre os profissionalismo na área de desenvolvimento de sites internet, Web Design, ou seja lá qual denominação aplicar neste caso. Mas isto não é o tema central de nosso artigo. O me chama a atenção como observador e usuário da Internet é que o advento de aplicativos dotados de qualidade, como é o caso do Opera, nos abrem uma nova perspectiva crítica em torno da estruturação das páginas Web. Hoje vou procurar me concentrar no aspecto estrutural mesmo, não vou entrar no campo do conteúdo sendo que este ficará para uma outra oportunidade.

Atualmente, segundo um levantamento que fiz, há um roll de browsers utilizados, a saber: Opera 7, Mozilla, Safari, Netscape4, Explorer 5 for Mac, Explorer 5 for Windows e Explorer 6 for Windows.

Então, desta maneira temos um grupo “dominante” composto por 7 browsers. Me estranha o fato do Netscape 4 ainda ser levado em conta, mas ao que parece ele ainda possui uma pequena, mas relativamente importante parcela de usuários.
http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/opera/journal/algemas.png
Por que, neste artigo nos referimos aos profissionais e aos Profissionais. Bem... Neste caso, como sou eu que estou a expressar minhas opiniões, penso da seguinte maneira: se você pega um desses softwares que gera quase que automaticamente conteúdo para ser publicado online, sem se preocupar em saber o que está sendo colocado pela aplicação como componente da estrutura do que se está montando, ou seja, se você está pouco se lixando se o que você vai disponibilizar online para si mesmo ou prestando serviço para algum cliente, então você é um profissional. Isto mesmo, com a letra “p” em minúsculo.

Infelizmente, uma boa parte dos “profissionais”, têm uma certa dificuldade em realizar aqueles exercícios mentais que nos levam a viajar um pouco pelo que estamos fazendo no sentido de ter uma noção do alcance, da dimensão daquilo que estamos produzindo. Para quem se destina, qual o público-alvo e como este público alvo acessará o conteúdo que estou a disponibilizar, são algumas das perguntas que todo “Profissional” deve procurar fazer.

O “Profissional se preocupa tanto com a qualidade do seu trabalho, assim como em se colocar na pele dos usuários da Internet. Sendo assim ele tem consciência de que vivemos em um mundo online diversificado(o qual é uma extensão de toda uma sociedade também diversificada), onde cada um pode escolher a maneira como quer entrar e atuar neste mundo online. Tendo isto claro em sua mente, aí então o “Profissional” se preocupa em procurar cercar todas as possibilidades para que seu trabalho seja acessado online de maneira discreta. Discreta no sentido de que o usuário, independentemente de sua plataforma computacional, possa ter aquele conteúdo de maneira transparente. Não importa se usando o Opera ou outro navegador qualquer. Claro que estou falando aqui em relação ao aspecto técnico que está no “backend” em cada página online publicada. Isto se aplica também, por outro lado, àqueles que se voltam mais para a área responsável pela apresentação do conteúdo visual, ou o que podemos chamar aqui de “frontend”. No fundo, são elementros intrínsicos, isto é, codificação e resultado visual. Seria mais ou menos como em Biologia, onde temos o conteúdo genérico e “invisível” expresso pelo genótipo e aquilo que somos, o nosso visual, expresso pelo fenótipo. Vamos assim chamar toda a codificação que, em geral, é invisível ao usuário, como sendo o genótipo do conteúdo online e sua aparência, seu desenho, como sendo o fenótipo deste mesmo conteúdo online.

Recentemente em nosso fórum, chequei o relato de um de nossos colegas a respeito de um site de uma grande empresa da área de comunicações, jornalismo, entretenimento, e sei lá mais o quê. Este nosso colega é assinante do portal desta empresa e também é um usuário do Opera. Ele abriu um tópico no fórum perguntando se haveria algum problema do Opera com aquele site, porque conteúdo multimídia online não estava (não está ainda) sendo exibido. Eu, que não sou nenhum expert mas estou me aprofundando no assunto, fui dar uma olhada, mesmo que superficial, e fiquei meio zonzo com o backend de algumas páginas deste portal (das que eu vi, pelo menos). Fiquei pensando cá com os meus botões: “uma grande empresa como esta tem, com certeza, condição de ter pessoal de altíssimo nível em seu quadro de colaboradores, cuidando para que o conteúdo online seja o mais perfeito tanto no nível do código como na estética do site”. Esteticamente falando, até que o portal tem seus atrativos (apesar de que sou a favor do minimalismo na internet atual, sendo que nem todo s, aliás a maioria, não têm condições de bancar conexões em banda larga), agora no nível do código o que se nota superficialmente é uma total despreocupação em verificar se aquilo que está ali presente é algo que permita a qualquer usuário, utilizando-se de qualquer sistema operacional, e também de qualquer browser de Internet, possa desfrutar do conteúdo oferecido. Em suma, o que está ali presente não é condizente, teoricamente, com o porte e a penetração de uma empresa como esta. Alusões a ActiveX, por exemplo, estão ali presentes. Bem... ActiveX é uma tecnologia da Microsoft e que não se difundiu tanto quanto esta empresa pretendia. Além do que, como estamos sempre martelando no fórum e aqui no Jornal, vários furos de segurança do MS-Internet Explorer estão associados ao uso desta tecnologia. O “Profissional de verdade”, deveria saber disto porque ele, como “Profissional” deve estar antenado em seu ramo de atividade. Vi também trechos chamando scripts em “Vbscript”. Este também é uma tecnologia da Microsoft, qual também não consegui atingir a visibilidade que a Softwarehouse desejava e que também, apesar da menor escala, pode levantar questionamentos em relação a segurança, na medida que o navegador tenha que estar com o interpretador ativado. O mais comum, e que vem sendo padronizado pelo W3C é o “Javascript” (linguagem desenvolvida pela Netscape e que não tem nada a ver com o Java, este último uma tecnologia da empresa Sun Microsystems). Chamadas para plugins são também um componente importante, principalmente no caso de um portal que forneça conteúdo multimídia online. Em geral temos conteúdo em formatos de aúdio e vídeo utilizando-se de tecnologia da RealNetworks cujo cliente, isto é, o software que é instalado na máquina do usuário, é o RealPlayer, e temos o conteúdo de áudio e vídeo baseado em tecnologia da Microsoft, sendo o cliente chamado Windows Media Player. É comum, e creio que correto, ter no mínimo suporte para estas duas tecnologias. Como a tecnologia Windows Media é da Microsoft, temos também que levar em conta que esta não privilegia plataformas “não-Windows” e sendo assim, em geral, a maioria daqueles que se utiliza de outros sistemas como o Linux, Solaris, MacOSX (apesar de que esta plataforma tem suporte pela Microsoft), etc, se voltam mais para a utilização da tecnologia da RealNetworks, embora bons avanços estejam sendo obtidos em portar a tecnologia da Microsoft para plataformas “não-Windows”. Nem todos os browsers fazem uso dos mesmos esquemas para tratarem os plugins (componentes que fazem a interação entre o browser e uma outra aplicação). Sendo assim, os desenvolvedores de conteúdo online deveriam (isto se quiserem ser “Profissionais, obviamente) produzir módulos exclusivos para testar qual browser o cliente está utilizando e oferecer uma interação compatível com aquele browser, para que o usuário posso assim assistir a um vídeo, por exemplo. Mas, no caso do portal analisado, não é nada disto que acontece. O que acontece é produção de código que privilegia, em geral, apenas uma plataforma (Windows) e apenas uma empresa (Microsoft).

Sendo a Internet um campo vasto e, teoricamente, livre, trata-se de uma aberração uma empresa de porte não ter gente que se preocupe em auditar o conteúdo online, em abrir canais de comunicação para usuários (assinantes ou não), para assim receber feedback das mais diferentes origens. Mesmo que se, em cada 100 contatos, apenas 1 for realmente válido, a empresa ainda sairá ganhando, pois terá a oportunidade de estar tornando seu serviço mais amplo, mais refinado, mais acessível e mais próximo do usuário.

Uma empresa da qual sou assinante e que faço justiça citando aqui é o Portal Terra. O canal com o usuário é aberto e a empresa disponibiliza vários meios para permitir este contato: e-mail, telefone, e atendimento online. Quando entramos em contato temos a impressão clara, nas respostas enviadas, de que levam a sério nossos comentários. Agora, em contra-partida, empresas como UOL (esta tem um canal de comunicação especializado em respostas padrão, o usuário tem a impressão que sua comunicação foi para a lata do lixo), Globo.com (esta aqui tem um dos canais de comunicação com os usuários mais fechado entre todas: não ouve, não vê, não dá oportunidade), outra empresa também, que respeito muito mas cujo canal de comunicação é falho (nunca há uma resposta ou atitude concreta) é o grupo “O Estado de São Paulo”. Tenho registrado problemas crônicos com certos serviços destas empresas citadas, que são fruto de falha ou mesmo inoperância nos canais de comunicação entre usuários e antendimento e entre atendimento e áreas técnicas. Parecem existir dentro de redomas, e não levam muito a sério as sugestões e reclamações dos usuários.

Estas questões dos canais de comunicação, da falta de atitude, de não levar a sério as sugestões e reclamações dos usuários (independe se assinantes ou não, porque aquilo que acontece com quem não é assinante sem dúvida acontecerá com quem é assinante), também caracterizam a diferença entre “profissinal” e “Profissional”. Eu considero o Terra uma organização “Profissional” e, por enquanto, classifico “UOL”, “Globo.com” e o “Estadão de São Paulo” como empresas “profissionais”, isto mesmo, com “p” em minúsculo.

Falei aqui de assuntos como abordagem do lado “Profissional” na desenvolvimento de conteúdo e também no relacionamento de “provedores de conteúdo” e usuários. São componentes fundamentais para a construção de uma Internet de qualidade.

Se os responsáveis pelos “provedores de conteúdo” não se preocuparem em abrir os canais de comunicação e promover a atualização de seus profissionais de desenvolvimento para disponibilizar um conteúdo acessível e operante independente de plataformas computacionais, então estes responsáveis também vão para a categoria de “profissionais”, ou seja, a turma do “p” minúsculo.

Estou apenas tocando em dois pontos: um técnico e outro de política empresarial. Não sei necessariamente se a ordem é esta, minha visão crê que tudo, neste caso, é de cima para baixo e, talvez, por isto mesmo estas empresas que citei tenham atitudes tão discrepantes.

Isto ainda dará muito pano para a manga, mas ficarei por aqui pois, caso contrário, acho que todo espaço do servidor da Opera Software seria sugado por mim tratando disto.


Até mais...:worried:

RedPingüim


http://my.opera.com/graphics/promote/simplythebest.gif

O que tem que dar errado, dá errado

Hoje quero especificar um assunto que apesar de ser muito noticiado parece não ser levado tão a sério quanto deveria, tanto por organizações como por indivíduos. É um assunto que há um tempo relativamente longo (dentro do universo da informática, claro) vem atormentando todos que se utilizam de computadores e ganhou mais força com a popularização da Web: as pragas vituais (mais especificamente vírus e worms). Lembro que nos primórdios da computação pessoal (época dos velhos IBM-XTs da vida), o perigo de infecção por vírus ficava mais concentrado na troca de arquivos por disquetes pois as redes de computadores ainda não estavam tão difundidas quanto hoje. Apesar deste perigo da infecção por disquetes ou outros meios de armazenamento ser uma realidade ainda bem concreta nos dias de hoje, é na grande rede Internet que estas pragas virtuais (porém bem reais) encontraram ambiente propício para a sua rápida e ampla disseminação.

http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/jornal/cadeado.png
Vejam que não vou procurar entrar em detalhes técnicos sobre o assunto, mesmo porque não sou competente para discutir de maneira profunda estes detalhes. Mas posso, certamente, basear-me em dados que tenho compilado quase que diariamente em nosso fórum e que são preocupantes em quantidade, velocidade e valores dos prejuízos causados em função das mais variadas pragas virtuais, as quais cada vez mais colocam-se como componentes críticos que devem ocupar a mente e os esforços para combatê-las, por parte de usuários (domésticos e corporativos) e profissionais da área de Tecnologia da Informação.

Propositalmente, e creio que com razão, não estou adicionando neste artigo a questão que abrange os “spams”. Estes que, em uma avaliação superficial, englobam aquele conteúdo não solicitado que teima em forrar as caixas de entradas de correio eletrônico, em proporção dantesca, de utilizadores da internet. Esta questão dos “spams” pretendo abordar também em um futuro próximo, baseado em excelentes artigos como os do professor da URFJ, Michael Stanton, sendo que estes podem ser acessados na página de Tecnologia da Agestado, seção Sociedade Virtual: <http://www.estadao.com.br/tecnologia/coluna/stanton/indice.htm>
Mesmo não relacionando aqui, diretamente, spams e pragas virtuais, há sim pontos convergentes entre estes flagelos da era online, como pode ser verificado neste link: <http://informatica.terra.com.br/interna/0,,OI237596-EI559,00.html>

Voltando aqui ao tema deste nosso artigo e baseando-se em alguns relatos colecionados dos anos de 2003 e início de 2004, temos que a situação da abordagem do assunto “pragas virtuais” analisando-se os valores dos prejuízos globais causados por incidentes relacionados com “infecções por pragas digitais” em ambiente corporativos apresentados pela empresa Trend Micro, classificada como a terceira maior produtora de software antivírus do mundo, é algo que beira o surreal. Segundo a TrendMicro, os prejuízos acumulados no ano que passou chegam a casa dos US$ 55 bilhões (cinqüenta e cinco bilhões de dólares estado-unidenses): <http://informatica.terra.com.br/interna/0,,OI255217-EI559,00.html>

Vejam que tal quantia é algo realmente astronômico se comparado, por exemplo, ao nosso contexto latino-americano e, por que não, até mesmo quando inserido no contexto do primeiro mundo. Um montante que poderia ser usado em investimentos em tecnologia, geração de novos empregos, aplicações em áreas sociais, etc, sendo escoado pelo esgoto dá falta de informação, da falta de investimento em recursos humanos, da má administração da infra-estrutura de informática em muitas corporações, da incompetência, além claro, das intenções terceiras daqueles que se preocupam em criar e difundir pragas digitais explorando fraquezas de redes de computadores, sistemas operacionais e aplicações, e principalmente, um certo nível de ignorância e preguiça de se atualizar de utilizadores e profissionais da área de Informática.

Desde que comecei a me interessar por informática, tenho ouvido falar das vulnerabilidades existentes em sistemas operacionais. Um em particular, o MS Windows – independente de suas versões, reconhecendo que aquelas baseadas na plataforma NT são realmente mais confiáveis , e que acaba transferindo estas vulnerabilidades peculiares (como é o caso da tecnologia ActiveX), por extensão, para muitas de suas aplicações. O fato de você, por exemplo, ter o ícone de uma aplicação padrão instalada em tua tela pelo Windows, não necessariamente quer dizer que você tenha que utilizá-la. Aliás, há maneiras embutidas atualmente no próprio Windows de sacar estes ícones (infelizmente apenas os ícones por enquanto) de aplicações “não gratas” de maneira indolor. Mas tal assunto foge ao escopo de nosso artigo.

Vamos dar uma olhada em relação ao navegador padrão da Microsoft, o Internet Explorer, que é tido como uma das aplicações mais inseguras do mundo online. Na minha garimpagem quase que diária tenho encontrado artigos que reforçam mais ainda minha posição de adota o Opera como browswer e cliente de -mail padrão. A seguir vou colocar o link para alguns destes artigos ao qual fiz referência:

1.Novas pragas digitais invadem a Internet: <http://www.estadao.com.br/tecnologia/internet/2003/dez/15/76.htm>

2.Novo vírus se multiplica a cada cinco minutos: <http://www.sophos.com/virusinfo/analyses/w32jituxa.html>

3.Cavalo-de-tróia se passa por alerta da MS: <http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/012004/13012004-3.shl>

Os três exemplos anteriores trazem conteúdo sobre pragas virtuais que se aproveitam de características de aplicações da Microsoft, como o Internet Explorer e o Outlook Express, por exemplo. Agora, como usuários comuns que somos, podemos em nossas cabeças começar a fazer uma série de conjecturas, sendo que uma das que mais me parece lógica é a de que, tomando como base a quantidade de utilizadores destas aplicações citadas e relacionando com apenas estes três artigos cujos links coloquei aqui, podemos ter uma idéia mais clara do porquê a questão das “infestações digitais” cada dia mais tomam conta das seções de informática de jornais, revistas, sites de internet ou qualquer outro meio de comunicação que trate do assunto.

Apenas três exemplos básicos podem começar a trazer a tona o porquê de prejuízos tão elevados como os divulgados pela TrendMicro no ano de 2003, os quais são maiores que aqueles registrados no ano de 2002. O mais patético nesta história toda é que, para os analistas especializados nesta área em particular, os prejuízos para o ano de 2004 tendem a ser mais acentuados ainda.

Claro que somentes estas aplicações não são em si mesmas as únicas responsáveis pela proliferação das pragas virtuais. Mas que são componentes-chave nesta promiscuidade digital, parece não restar dúvida alguma

No nível dos usuários domésticos, com certeza, muitos terão que destinar uma parte de suas economias para prover técnicos de informática no trabalho de desinfecção de suas máquinas, isto quando não na reinstalação completa de sistemas e, em muitos casos, a perda completa de dados.

E pensar que se você tivesse baixado e instalado o Opera, configurado teu mail pelo M2 e aberto aquele bendito mail cheio de promiscuidades digitais, então nada disto teria acontecido. É a famosa lei de Murphy: “ se algo tem que dar errado, com certeza dará”.

Claro que, se você no caso usa sistema operacional Windows, a utilização de um bom software antivírus além de um bom firewall (worms modernos utilizam-se de portas de comunicação para se instalarem nas máquinas de suas vítimas, e só um bom firewall pode evitar o escaneamento destas portas de comunicação), não pode ser dispensada. Mas lembre que estes tipos de aplicativos, mal configurados ou desatualizados são a mesma coisa que nada.


Até a próxima....:cool:

RedPingüim


http://my.opera.com/graphics/promote/simplythebest.gif

Navegando rapidamente e sem o teclado (Gestos com o mouse)

Pra quem usa o Opera 7.xx, há um recurso embutido que é muito bacana! Através de certos movimentos do mouse, pode atribuir-se certas funções facilmente, permitindo navegar de forma mais rápida! Ao invés de clicar em Back ou Forward, usa-se gestos do mouse para atribuir estas funções.

Vejam exemplos:

Mouse Gestures para navegação

Voltar à página prévia no histórico
Mantenha pressionado o botão direito do mouse e mova-o para a esquerda, ou então mantenha o botão direito e clique no botão esquerdo:http://www.opera.com/graphics/mouse/previous.gif

Próxima página no histórico
Mantenha o botão esquerdo do mouse pressionado enquanto vai clicando sobre o botão direito, ou então mantenha o botão direito e mova o mouse para a direita:http://www.opera.com/graphics/mouse/next.gif

Ir direto para a Home Page
Dê um duplo clique com os dois botões do mouse em uma janela vazia. Para configurar a página inicial, tecle ALT+P e vá até o ítem “Start and Exit”:http://www.opera.com/graphics/mouse/home.gif

Mouse Gestures para controlar janelas no Opera

Para usar os gestos do mouse para controlar as janelas do navegador siga as instruções:
1)Mantenha o botão direito do mouse pressionado;
2)Mova o mouse nas direções mostradas;
3)Solte o botão direito.

Abrir nova janela
Mova o mouse para baixo:http://www.opera.com/graphics/mouse/open_new.gif

Recarregar página (Reload)
Mova o seu mouse para cima e então, para baixo:http://www.opera.com/graphics/mouse/reload.gif

Restaurar ou Maximizar a janela
Mova o mouse para cima, e então para a direita:http://www.opera.com/graphics/mouse/maximize.gif

Minimizar janela
Mova o mouse para baixo e então para a esquerda:http://www.opera.com/graphics/mouse/minimize.gif

Duplicar janela
Mova o mouse para baixo e então para cima:http://www.opera.com/graphics/mouse/duplicate.gif

Fechar janela
Mova o mouse para baixo, ou então para direita-esquerda-direita:http://www.opera.com/graphics/mouse/close.gif

Mouse Gestures para controlar Links

Para usar os Mouses Gestures para controlar links no Opera, siga as instruções:
1)Aponte teu mouse para o link;
2)Clique e mantenha pressionado o botão direito do mouse;
3)Mova o mouse para a direção desejada;
4)Solte o botão do mouse.

Abrir link em uma nova janela em primeiro plano
Mova o mouse para baixo:http://www.opera.com/graphics/mouse/open_new.gif

Abrir link em uma nova janela em plano de fundo
Mova o mouse para baixo e para cima:http://www.opera.com/graphics/mouse/open_background.gif

Gestos para a rodinha do seu mouse(Wheel Mouse)

Mover página para cima e para baixo
Báaasico,é só girar a rodinha!(Uhhhh):http://www.opera.com/graphics/mouse/scroll.gif

Pular de uma janela para a outra
Mantenha o botão direito do mouse pressionado e gire a rodinha:http://www.opera.com/graphics/mouse/jump.gif

Zoom na página
Mantenha a tecla Ctrl pressionada e gire a rodinha:http://www.opera.com/graphics/mouse/zoom.gif

Mover para a frente e para trás na página de Histórico
Mantenha a tecla Shift pressionada e gire a rodinha do mouse:http://www.opera.com/graphics/mouse/history.gif



Você pode também editar conforme as suas necessidades, em File>>Preferences>>Mouse and Keyboard.


Quero aqui fazer justiça de dar todo crédito desta apresentação ao nosso colega Claudio Hideki, o qual é moderador no Fórum GDH (<http://www.forumgdh.net> e participante de nosso fórum Opera. Sempre quis colocar no fórum estas dicas (apesar de que temos o link para as dicas do Claudio que estão no GDH) mas como no fórum não há atualmente a opção de linkar imagens, estou aproveitando agora para poder colocar este assunto aqui no jornal.

Até mais...:cool:

RedPingüim


Opera e a Segurança

O Opera tem se notabilizado por ser um browser extremamente seguro, e por boas razões. Ele suporta nativamente uma vasta gama de protocolos de segurança e métodos; de fato, o Opera está freqüentemente na vanguarda tecnológica. Diferentemente do Internet Explorer e do Netscape, cujos furos de segurança são relatados periodicamente, o Opera foi pensado desde o início objetivando a segurança e a privacidade.

Encriptação Forte

Encriptação é um método utilizado para garantir que dados particulares sejam resguardados, e para evitar que usuários legítimos tenham suas identidades utilizadas indevidamente. Os dados encriptados são embaralhados de maneira que possam ser lidos apenas por aqueles que tenham a chave correta. A segurança dos métodos de encriptação aumenta quanto maior for a chave. O tamanho da chave é mensurado em bits, sendo que cada bit dobra o tempo necessário para quebrar uma mensagem encriptada se cada combinação possível é tentada (método conhecido como "força bruta"). Nos anos 90 chaves de encriptação relativamente curtas foram utilizadas (“encriptação fraca”). Isto foi intensificado pelas normas de exportação do Estado Unidos, as quais limitavam a 40 bits as chaves para companhias estado-unidenses. Encriptação com apenas 40bits continua ainda a ser considerada suficiente para muitos propósitos, mas não é mais considerada verdadeiramente segura. Opera disponibilizava encriptação forte já naquela época, e desde então tem sido assim.

http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/opera/security/opera_sec_001_a.jpg

O Opera mostra o nível real de encriptação do servidor. Enquanto outros browsers informam o usuário de que a conexão é “segura”, o Opera diz o quão segura a encriptação é naquele momento. O ícone do cadeado pode ser visto fechado quando se está em uma conexão segura (este ícone assume uma representação diferente em função de cada nível de encriptação) e se a ferramenta “show tool tip” estiver habilitada em “preferences” será mostrado o nível da encriptação atual adotada no servidor em questão (ao se passar o mouse sobre o ícone do cadeado um texto ressaltado será apresentado com os dados de encriptação do servidor específico).

http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/opera/security/opera_sec_002_a1.jpg
Lista completa de especificações Web suportadas pelo Opera: http://www.opera.com/docs/specs/

SSL e TLS

Desde sua versão 3.0 o Opera suporta Secure Socket Layer (SSL) versões 2 e 3. Estes protocolos são ativados por padrão, e podem ser alterados acessando a opção Security no menu de preferências. De qualquer maneira a intensidade da encriptação presente em um site é é determinada pelo site em si e não pelo browser, o Opera oferece encriptação automática de 128 bits – o mais alto nível de segurança disponível entre qualquer browser.

O TLS (Transport Layer Security) é baseado no SSL (Secure Sockets Layer) versão 3. Este protocolo, desenvolvido pelo “Internet Engineering Task Force” (IETF), acentuou a segurança sobre o SSL devido ao uso de melhores fórmulas criptográficas e melhores métodos para geração de chaves de encriptação. O Opera 3.50 foi o primeiro browser comercial a suportar TLS. Não apenas o browser em si, mas também o cliente de e-mail e notícias, suportam o protocolo TLS.

Ainda há servidores Web que não suportam TLS. O TLS mantém compatibilidade com SSL (o nível de segunrança será então, obviamente, ditado pelo SSL, não pelo TLS neste caso), sendo que isto não será problema, a menos que o suporte SSL seja também deficiente. Em casos conhecidos o Opera automaticamente irá cambiar para o SSL. Em casos raros o próprio usuário talvez tenha que desativar o suporte TLS manualmente. Se isto acontecer, a Opera Software pede que seja enviado um relatório de bug, para que o servidor específico possa ser marcado em futuras versões.

http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/opera/security/opera_sec_003_a1.jpg

Autenticação

Uma aplicação Web freqüentemente necessitará saber que a pessoa é exatamente quem afirma ser. O Opera suporta ambos os métodos de autenticação Básica (basic) e por Assimilação (digest) , mas o primeiro tipo deveria ser usado somente em ambiente que demanda baixo nível de segurança, onde as senhas são em texto plano e legíveis por qualquer um entre o Opera e o Servidor. Autenticação Básica dentro de uma conexão TLS ou SSL pode disponibilizar segurança aceitável. Autenticação por Assimilação, por outro lado, é um método a salvo de vazamentos pois as senhas nunca são transmitidas. É de fácil implementação, e pode substituir o tradicional uso de cookies.

Certificados

Uma maneira mais geral de se identificar usuários e servidores é através do uso de certificados. Estes usam duas chaves, uma particular (secreta) e uma pública, e são normalmente comparadas direta ou indiretamente por um terceiro confiável, uma Autoridade Certificadora. O Opera pode gerar chaves particulares de até 3072 bits. Para uma lista completa de certificados e Autoridades Certificadoras que o Opera suporta, veja as especificações: http://www.opera.com/docs/specs/

Senha de Segurança

O usuário pode definir uma senha de segurança para prevenir-se de que outros usuários que compartilhem sua máquina usem seus certificados. Isto pode ser configurado na guia Security em Preferences.

http://img1.photobucket.com/albums/0903/RedPinguim/opera/security/opera_sec_004_a1.jpg

Cookies

O Opera suporta RFC2965, a mais recente versão do protocolo de cookie IETF e atualiza o RFC2109, o qual é uma versão melhorada do Netscape cookies. O RFC2965 (e o Opera) mantém compatibilidade retroativa, mas usar RFC2965 no lado do servidor é extremamente recomendado. Aparte das especificações a seguir, há algumas outras orientações. Dados privativos (senhas, identificação pessoal como CPF, RG, endereço de e-mail, e similares) não devem nunca estar contidos em cookies. Há bons tutoriais de como desenvolver Web sites com cookies que são convenientes e seguros, tanto para o Web site quanto para os usuários (em uma próxima oportunidade trataremos de aprofundar um pouco mais este assunto).

Servidores Proxy

Um servidor proxy é uma máquina entre o Opera e o servidore Web (ou outro servidor proxy). Isto pode dar ao usuário uma camada diferente de segurança. (em uma próxima oportunidade trataremos da questão de como o Opera lida com servidores proxy).

Atenção a Segurança e a Privacidade

Há um número de técnicas que Web designers nada éticos podem usar para fazer o usuário de bobo. Eles podem tentar fazer com que o usuário acredite que está em um Web site diferente daquele em que está atualmente, ou tentar roubar dados particulares sem conhecimento do usuário. O Opera é capaz de detectar muitos destes métodos, e avisará o usuário (este link trás um exemplo claro em nosso fórum: <http://my.opera.com/forums/showthread.php?s=&threadid=39144>).

Arquitetura de Plug-in

O ActiveX é uma técnica componente do sistema operacional Windows usada para executar código arbitrário em outro programa (mesmo um browser). Enquanto por um lado trata-se de uma poderosa técnica de programação, trata-se também de um potencial pesadelo para a segurança dando acesso ao sistema operacional assim como o browser em si. Mesmo com o modelo de segurança da Microsoft, um grande número de furos de segurança do Internet Explorer tem sido relacionado ao ActiveX. O Opera não suporta ActiveX e conseqüentemente evita estes problemas. Ele suporta plug-ins do tipo Netscape (NP4). Este é um risco muito menor, embora não seja totalmente negligenciável. Enquanto o dado que o plug-in Netscape pode acessar a partir do Opera é extremamente limitado, ainda é possível que este faça interação com o sistema operacional. Sendo assim, qualquer restrição para download e instalação de programas no sistema do usuário deve também ser aplicada aos plug-ins.

Segurança de E-mail

Vírus e worms

Clientes de e-mail da Microsoft para Windows permitem que e-mail recebidos executem scripts do sistema operacional. Esta é uma falha de segurança crônica. Netscape permite que e-mails recebidos executem JavaScript, o que se trata de um risco de segurança menor. Já o Opera não permite nenhum. Isto significa que o Opera é invulnerável a vírus e worms vindos por e-mail. Mas mesmo assim o Opera dá um passo a frente. Por padrão o acesso a imagens, folhas de estilo e outros arquivos externos é desabilitado. Enquanto nenhuma imagem nem folha de estilo representam riscos de segurança, spammers podem usá-las como método para recenseamento ou, no pior dos casos, identificar recipientes de e-mail.

Em em nosso fórum temos um tópico atualizado freqüentemente com notícias sobre pragas virtuais. Agora também estamos anexando análises dos vírus para um melhor entendimento de cada um: <http://my.opera.com/forums/showthread.php?s=&threadid=31403>

Arquivos anexados em E-mail

O usuário deve sempre tentar evitar abrir conteúdo suspeito proveniente de estranhos (ou mesmo conhecidos). Abrindo arquivos dentro do Opera é seguro, enquanto arquivos direcionados ao sistema operacional podem ser seguros ou não. Qualquer programa que pode acessar o sistema operacional é inseguro (exemplo no Windows são os arquivos .exe, .vbs e muitas outra estensões), como o são os arquivos para o MS-Office e outros programas com capacidades similares. Você pode abrir de maneira segura um arquivo do MS-Office se você não tem o pacote instalado, por exemplo se você usa o Wordpad ou qualquer outro programa que possa ler aqueles arquivos.


Traduzido com base no original “ Opera and Security”: <http://my.opera.com/community/openweb/security/>

Você pode acessar dentro do nosso fórum em Português um tópico que procura centralizar todas as discussões que abrangem segurança (vírus, golpes contra internet banking, etc): <http://my.opera.com/forums/showthread.php?s=&threadid=36289>

Até mais...:cool:

RedPingüim

http://my.opera.com/graphics/promote/simplythebest.gif
December 2009
M T W T F S S
November 2009January 2010
1 2 3 4 5 6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17 18 19 20
21 22 23 24 25 26 27
28 29 30 31