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Espaço Cibernético

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O debate: como e por que Alckmin venceu

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O debate: como e por que Alckmin venceu

Querem uma síntese do que foi o debate? Alckmin chamou Lula de “mentiroso” e sinônimos mais de uma vez. E o petista não conseguiu reagir. Ao contrário, admitiu ter falado no rádio a mentira que seu oponente denunciava. E Alckmin fez a pergunta fatal: “Qual a origem do dinheiro?” E se dirigindo aos telespectadores: “Por que ele [Lula] não pergunta a seu churrasqueiro [Jorge Lorenzetti]? O tucano venceu o debate? É claro que sim. É isso o que as pesquisas vão dizer? Bem, aí é outro problema. Mas vamos com calma e por partes. E também pretendo provar, no penúltimo bloco deste texto, o mal que Marilena Chaui fez a Lula.

Vocês sabem que voto contra Lula. E, pois, voto em Alckmin. Conhecem também o que penso a respeito da importância de derrotar o PT — partido que, seguida estritamente a lei, tem de ser extinto por infração a todos os códigos de conduta que regem a vida social: da Constituição à legislação eleitoral. Mas sei separar as coisas. Fui um crítico muito duro das primeiras semanas da campanha de Alckmin na TV, que estava errada. O primeiro texto afirmando que aquilo não levaria a nada foi publicado aqui. Podem procurar. Depois, as circunstâncias impuseram a mudança de tom, começou a haver um lento, mas contínuo, crescimento nas urnas. Ainda assim, parecia que não haveria tempo. Mas chegaram os magos do PT com a sua idéia “genial” de um dossiê fajuto. O resultado está aí.

Faço essa observação para lembrar que sei a diferença entre o que é fato e o que é minha torcida. E o fato é que Alckmin nocauteou, sim, Lula nos argumentos. Uma pesquisa de opinião a respeito tende a reproduzir o quadro da preferência eleitoral. Por enquanto, pode até ser que se registre a “vitória de Lula” no confronto. E, no entanto, Lula, Alckmin, eu e qualquer um que tenha visto o debate sabemos que o petista foi esmagado. A cara desenxabida de Marta Suplicy numa entrevista ao fim do programa denunciava tudo. O comportamento, ainda estupefato, de Maro Aurélio Garcia numa entrevista ao programa Canal Livre era o retrato da noite. Lula acabara de ter uma das piores performances de sua vida em encontros dessa natureza.

Fator surpresa

O que desorientou Lula e seus assessores foi o tom surpreendentemente duro de Alckmin. À queima-roupa, o tucano lascou a pergunta sobre a origem do dinheiro sujo que pagou o “dossiê fajuto” (nossa expressão pegou, leitores) logo de cara. Lula titubeou. Não esperava. Disse que também queria saber... E tentou ensaiar ali uma teoria conspiratória: a negociata o teria prejudicado; logo, ele não seria responsável por ela. Não adiantou. Alckmin não desistiu da questão. Na sua vez de atacar, o petista afirmou que os sanguessugas começaram com Barjas Negri, nomeado depois secretário do governo de São Paulo. E o ex-governador disparou uma frase que era um sinal claro que a noite estava perdida para Lula: “Não me meça pela sua régua”.

E não deu um minuto de descanso ao petista. O presidente-candidato se atrapalhou já na largada. Esqueceu de cumprimentar os telespectadores, os promotores do evento, e saiu se defendendo. Lula é bom palanqueiro. Costuma ser mais afinado em debate do que estava neste domingo, mas nunca foi um bom satirista, não consegue fazer ironias, ser sutil, engraçado. Tentou colar em Alckmin a pecha de “candidato ensaiado”. Não adiantou. O outro, mostrado em metade da tela, conservava no rosto um sorriso frio e sereno. Lula estava com olhos injetados, mais inchados do que de hábito e com o raciocínio mais confuso do que o normal.

À sugestão de que estava ensaiado, Alckmin responde que seu adversário ficava olhando para as suas fichas, lendo o que lhe prepararam. E ironizava: “Você (sic) está mal informado. O que o pessoal escreveu aí está errado”. Lula então anunciou que iria fazer as perguntas sem as fichas. Não deu. Parou de disfarçar. Pôs os óculos e passou a ler um verdadeiro relatório de assessoria. Do ponto de vista do espetáculo dos antagonistas, um desastre para o petista.

Ditão, Diogo e Reinaldo

Numa noite em que o Ditão de Pinda baixou em Alckmin, que seguiu rigorosamente as orientações deste blog e do Podcast do Diogo (neste ponto, petralha aciona a tecla SAP para piadas), Lula teve de se confrontar com a notável capacidade do ex-governador de São Paulo de decorar números, dados, comparações etc. O que lhe permitiu falar com fluência, mantendo o outro o tempo inteiro nas cordas, como um boxeador que protege a cara com as luvas e começa a tomar soco no fígado. Beijou a lona a primeira vez quando o tucano falou sobre os gastos com cartões corporativos. Dedo em riste, pediu a Alckmin que não fosse leviano. Na seqüência, ouviu a palavra “mentiroso”. Solicitou direito de resposta. Alckmin mandou bala: então também iria pedir porque foi chamado de “leviano”. A produção decidiu que não houve ofensas. Lula soçobrava.

E Alckmin não parava de bater. Numa das perguntas, Lula tentou interrompê-lo, e ele não teve dúvida: “Candidato, respeito!” Num debate, jamais se deve dar ao adversário a vantagem de nos passar um pito por infração das regras. Em 1982, Franco Montoro, que disputava o governo de São Paulo, respondia a uma questão, e Reynaldo de Barros, homem de Maluf, tentou falar junto. Ganhou um “Cala a boca!”. Com autoridade. E ele se calou. O pito do “Dr. Alckmin” foi a segunda beijada na lona dada por Lula. Voltou a ver o chão do ringue de perto quando afirmou, depois de ter acusado Alckmin de ser o responsável pelo PCC em São Paulo, que ninguém era culpado pela violência, nem ele, presidente, nem os governadores...

Privatizações

Uma esperteza do petismo acabou custando caro. Lula andou dizendo em comícios que Alckmin, se vencer, vai privatizar a Petrobras, o Banco do Brasil e os Correios. Infelizmente, é mentira. Não vai. Aqui, uma observação a meus amiguinhos conservadores: privatizar pode ser o correto, e é. Mas debater o tema é entregar o poder ao Apedeuta de bandeja. Como o PSDB não fará isso mesmo que vença, precisa, sim, desmentir a coisa. E Alckmin conseguiu fazê-lo sem satanizar as privatizações.

Foi nesse ponto, já no fim do debate, que o tucano chamou Lula de mentiroso. E o petista, que não tinha como se defender, teve de admitir que fizera mesmo a acusação. Alckmin estava com o seu programa ali: “Eu o desafio a mostrar onde é que está escrito isso aqui”. E disse, outra vez, a palavra "mentira". A Lula restou balbuciar que os tucanos gostam de vender estatais. De novo, as pernas estavam bambas.

Fator Marilena Chaui

O PT tem um especialista em ética: Marilena Chaui. Acredito que foi o nosso Platão de calças (o original usava túnica, rá, rá, rá) da USP quem soprou ao seu Tiranete de Siracusa que “ética não é saber antes das irregularidades, mas punir depois que se fica sabendo”. Ele repetiu isso ao longo do programa umas três vezes. Bem, nem Franklin Martins agüentou. Foi obrigado a perguntar-lhe que garantia haveria, então, de que novas irregularidades não aconteceriam sem que o chefe ficasse sabendo. Sim, a definição do Apedeuta de ética é formidável. Poderia ser redigida de uma outra forma: “Ética é igual ignorância”. Ora, se, neste momento, houver algum aliado de Lula fazendo alguma sacanagem, onde está a ética? No fato de Lula não saber de nada. Não é magnífico?

Não, não, Lula. Ética, na coisa pública, é criar um conjunto de procedimentos que elimine o máximo possível as possibilidades de alguém transgredir o que está socialmente pactuado. Por exemplo: aparelhar o Estado, nomear 30 mil companheiros, receber em palácio tesoureiro e presidente do partido, tudo isso estimula os atos aéticos, que não são aceitos como valores pelo Estado democrático.

Se..., os efeitos e a conclusão

Se alguém realmente indeciso assistiu ao debate e se este ajuda a definir o voto, é claro que Alckmin faturou. Lula não conseguiu fazer, desta vez, nem mesmo aquele discurso populista, coalhado de metáforas. Num momento de grande inspiração, respondendo sobre política externa, imaginem só, mandou bala: “Minha mãe dizia: ‘Cada macaco no seu galho’”. Por que ele disse isso? Sei lá eu. Duvido que ele saiba. O debate serviu também para evidenciar as suas fragilidades técnicas, políticas e intelectuais, agora que ele já não é mais o santo intocável de 2002, incensado pelo jornalismo político, que gritava “preconceito!” à simples sugestão de que ele pudesse ser despreparado. Delúbio Soares, Marcos Valério, Jorge Lorenzetti, Ricardo Berzoniev e congêneres “humanizaram” Lula. E como!!!

O debate também é importante como antecipação de como será a campanha de segundo turno. Se Lula esperava se manter naquela linha do ineditismo-triunfalista, pode tirar o cavalo da chuva. O encontro deste domingo marca, definitivamente, o ponto de inflexão do PSDB. Finalmente, é possível ligar Lula à sua obra. Assim, o PT também vai mudar a sua estratégia. Agora que o dossiê fajuto fracassou e que a linguagem propositiva, paz e amor, não foi o bastante para garantir a vitória no primeiro turno, vem pauleira por aí. Mas atenção: programa de televisão e debates não substituem o trabalho dos líderes tucanos nos Estados.

A performance de Alckmin não teve um único erro. O Ditão sabia das coisas: “Bate nele, doutor! Bate nele!”

fonte: blog do Reinaldo Azevedo

Alckmin venceu o debate

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Blog do Reinaldo Azevedo: "Alckmin venceu o debate"
09 de Outubro de 2006

A reação ao debate continua divertidíssima. A coleção de tolices ou de malandragens que se lê é pantagruélica. Vamos ver:

a) O debate foi ruim porque não se debateram propostas – É mesmo? E desde quando um debate é para ficar recitando itens de programa de governo? “Não, veja bem, candidato, o superávit primário, considerando as variáveis...” Ora, vão plantar batatas. Debate é um confronto de estilos, de personalidades, de questões gerais mesmo. É assim em qualquer lugar do mundo. Alguém cobrou de John Kerry como ele faria para organizar a retirada dos EUA do Iraque? No máximo, ele disse que sua proposta era diferente da de Bush e censurou a guerra — a favor da qual votou, diga-se. Se Lula tivesse massacrado Alckmin, a questão não estaria sendo colocada. Como foi o contrário, então há esse clima de consternação geral.

b) Os petistas estão decepcionados com a agressividade de Alckmin – Oh, Deus do céu! Decepcionados, é? Quer dizer que o candidato tucano deveria ter ido ao debate cordato e ledo com as flores, demonstrando para os brasileiros o bem que fez em reduzir o ICMS da farinha de trigo e do biscoito? Como Alckmin não fez o que dele esperavam os petistas, então houve certa deslealdade. Tanto os petistas como certos setores à direita botaram na cabeça que este era um jogo combinado, de cartas marcadas. Como a realidade desautoriza a interpretação, então se buscam teorias fantasiosas que expliquem, ex post, a realidade.

c) Alckmin fugiu ao seu natural – O máximo que se pode dizer é que seguiu uma linha de intervenção distinta daquele que vinha seguindo até então. Ora, no debate da Globo, sem a presença de Lula, o natural é que se comportasse mesmo de outra maneira. Lula não estava presente para ser confrontado. Aliás, se o petista tomou ontem uma surra de um, imaginem como seria uma surra de três.

d) Alckmin pode perder votos com sua agressividade – O argumento merece uma gargalhada. A chance de Alckmin está em colar Lula à sua obra. E foi o que o tucano fez ontem.
A verdade é que o establishment político não estava preparado para uma confrontação muito dura e, ao mesmo tempo, muito serena, como fez Alckmin. Se a sua intervenção mimetizasse aquela glossolalia heloíso-helunática, é claro que Lula nadaria de braçada. O petista só se atrapalhou todo porque não está acostumado a prestar contas dos seus atos. Como o candidato do PSDB não é jornalista, não precisa pegar leve com o presidente. E pode, enfim, fazer o que raramente se faz quando Lula solta uma das suas: chamar a “mentira” de “mentira”. O que deixou boa parte dos “analistas” chocados é que nem a isso Lula conseguiu reagir. Alckmin afirmou que ele mentiu ao dizer que o PSDB, se governo, pretende privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil. E o candidato do PT não só teve de engolir a pecha de “mentiroso” como de admitir que, de fato, houvera mentido.



fonte: Veja Online

"Externei em debate indignação do povo brasileiro", diz Alckmin

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SÃO PAULO - O candidato da coligação PSDB-PFL à Presidência da República, Geraldo Alckmin, justificou o tom que adotou domingo no debate na TV Bandeirantes com o adversário do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sob o argumento de que externou a indignação do povo brasileiro. "Acho que externei o sentimento de indignação do povo brasileiro. Isso estava parado na garganta de todo o mundo. Fui um instrumento do povo", reiterou o tucano, em entrevista coletiva, concedida nesta segunda-feira na sede de seu escritório de campanha em São Paulo.

Ainda nas críticas ao petista, Alckmin afirmou que o adversário mente, ao dizer que seu programa inclui a privatização de algumas estatais. "Tem essa mentirada do Lula pelas costas, de dizer que eu vou privatizar a Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, a Petrobras, os Correios e que vou acabar com o Bolsa-Família e com a Zona Franca de Manaus. É tudo mentira."

O ex-governador paulista cobrou também a origem dos recursos que seriam utilizados na compra do suposto dossiê Vedoin. "Depois de duas horas de debate, o Lula não respondeu de onde veio o dinheiro. Ficou fugindo da explicação." E voltou a ironizar: "Não precisa torturar ninguém não (para saber). É só chamar seus amigos do PT."

Alckmin disse que o tom adotado no debate foi muito bem aceito pela população. "Eu estive na rua hoje cedo e quase não consegui andar", comentou.

O candidato tucano afirmou que não estava com raiva, mas "simplesmente indignado com a falta de explicações" (do presidente da República) para o que vem ocorrendo no Brasil. "Não podemos achar que tudo isso é normal, não é."



fonte: agestado

PSDB faz ato por ética e com pesadas críticas a Lula

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Agência Estado




Em meio à crise do dossiê Vedoin, o PSDB fez hoje em São Paulo um ato pela ética na política. Recheado de críticas ao presidente e candidato à reeleição pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva, o evento, que ganhou o nome "Por um Brasil decente", foi resposta contundente à declaração do petista de que a eleição de domingo está ganha.

Diante da euforia da subida do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, nas pesquisas de intenção de voto e de um possível segundo turno entre Lula e Alckmin, tucanos e pefelistas foram unânimes ao afirmar que houve "um despertar da população" e que a eleição não será resolvida no domingo.

Presidente nacional do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE), disse esperar que os eleitores levam Lula a um "impeachment nas urnas". "A sensação é de que o País acordou de repente. Estou torcendo para ter um impeachment pela voto", afirmou ao chegar ao Clube Espéria lotado por militantes tucanos.

Segundo Tasso, se o eleitorado reeleger Lula há risco de o Brasil "ter um presidente sob judice"."Esse governo está apodrecendo a República brasileira na sua alma. É uma vocação irresistível para a criminalidade que esse partido (PT) tem", discursou Tasso.

Prefeito do Rio de Janeiro e até aqui um dos críticos da campanha de Alckmin, César Maia (PFL), foi um dos que demonstrou maior indignação com o mais recente escândalo envolvendo o governo Lula, a quem chamou "de idiota". "Se o presidente sabe (dos escândalos) tem de ir para a cadeia", discursou. Pouco antes, chamou o petista de "dedo-duro" e o acusou de não ter caráter. "É um governo de bandidos. O Ministro da Justiça (Márcio Thomaz Bastos) faz a defesa de todos os gangsters", anotou.

"Não há nenhuma novidade. Ele (Lula) fez isso com o Silvinho (Pereira), Delúbio (Soares) e José Dirceu (ex-ministro da Casa Civil). O Lula entrega mesmo. Não é solidário com seus companheiros, é falha de caráter", continuou Maia. A afirmação foi uma resposta à atitude de Lula, que ontem responsabilizou o presidente do PT, Ricardo Berzoini, por todo o escândalo do dossiê Vedoin.

Na mesma linha, o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC), disse que Lula é "o chefe dos aloprados". Pela manhã, em entrevista a uma rádio de São Paulo, o presidente disse que os petistas envolvidos na compra do dossiê Vedoin são "aloprados". "Ele é chefe dos aloprados. E quem anda com aloprado, aloprado é."

Sobre as declarações de Lula um dia antes, que em comício em Sorocaba disse que estava "louco para a onça beber água", Bornhausen foi taxativo. "Nós também queremos beber água. Só que queremos a água da decência. Chega de golpe sujo, queremos caráter."

O ato de também serviu para pacificar o PSDB, que desde o início da campanha mostrou-se um partido desunido, sobretudo em torno da candidatura de Alckmin. Em sinal de unidade, Alckmin chegou ao clube Espéria, na zona Norte, acompanhado do candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, e do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ao som de jingles das campanhas e gritos de militantes "Brasil urgente, Geraldo Presidente" e "O povo não erra, governador é Serra", os tucanos demonstram empolgação na reta final da campanha. O ato de ontem também contou com a participação do candidato a vice de Alckmin, senador José Jorge (PFL-PE), e do presidente do PPS, deputado Roberto Freire (PE).

José Jorge disse que Lula não deveria ter sido sequer candidato porque para entrar em uma disputa o pré-requisito é ser honesto. "Vamos mandar ele de volta, mas não para Pernambuco. Ele que venha para São Paulo e vocês que o agüentem", brincou o pernambucano, assim como Lula, Jorge.



Yahoo! Brasil Notícias

Brasil com Alckmin

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Muito suspeito isto... "pesquisa do IBOPE"

Recebi hoje por e-mail. Um suposto fax contendo um retrato das intenções de voto captado no dia 26 p.p. A letra "G" indica o candidato Geraldo Alckmim. Já a letra "L" refere-se ao atual presidente da república.

Os números apresentandos garantiriam a realização de um segundo turno das eleições. E neste segundo turno o candidato Alckmin seria eleito o novo presidente.

Quem pode garantir a veracidade disso? Mas que vai de encontro (contra) às pesquisas que vêm sendo divulgadas, e que em geral dão a vitória ao candidato situacionista, isto vai mesmo.

Segundo costa, quem vazou estes dados foi sumariamente demitido... uahauahuuah

Tirem tuas conclusões.






Obrigado Cássio.



Governo federal com a imagem ainda mais desgastada

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Crise do caseiro desgasta Lula e favorece Alckmin, indica pesquisa
Na CNT/Sensus, ele mantém dianteira, com 37,5%, mas caiu 4,7 pontos; tucano tem 20,6% – cresceu 3,2 pontos


veja imagem ampliada


Matéria completa contida no arquivo seguite: A12.pdf

fonte: jornal O Estado de São Paulo, edição de 12/02/2006.

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