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Espaço Cibernético

Espaço livre contra a babaquice geral que permeia nossa sociedade contemporânea.

Posts tagged with "java"

Jajuk: music player baseado em Java

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Navegando no site Java.com me deparei com este Jajuk , que é um music player desenvolvido em Java e com licenciamento GPL. Assim, a primeira vista me pareceu bem completo. Fiquei surpreso ao reproduzir músicas que extrai para ogg-vorbis (*) de um CD do Renato Russo em italiano que ganhei de presente. O software buscou a capinha na internet, algumas imagens relacionadas ao encarte do CD também foram apresentadas. Como este tipo de detalhe mostram preocupação com uma aplicação refinada, isto já me deixou motivado.



Bem completo. Como nada é perfeito, ocorre que consegui executar usando o Java SE 5, porém não obtive êxito ao tentar executar na plataforma Java SE 6. Não se pode querer tudo, certo. Afinal o Java SE 6 ainda se trata de plataforma beta.

O Jajuk é multiplataforma. Ou seja, tem versões para Linux, Mac OS X, e Windows, basicamente. Há varias opções de instalação dependendo de cada plafatorma. No meu caso optei pela possibilidade de instalar no Ubuntu Dapper pelo JavaWS (Java Web Start) que faz parte do pacote Java da Sun. Mas há binários para instalação local também. Para o Windows o velho "executável".

É necessário ter a plataforma Java instalada em tua máquina.

Ainda não deu para explorar o potencial deste aplicativo, mas minha impressão inicial é muito boa. Então fica aí a dica.


(*) usuários do Windows podem reproduzir arquivos vorbis (sufixo .ogg) usando o Winamp, o Quitessential, o Foobar 2000, entre outros music players. Há também a possibilidade de utilizar decoder baseado em Windows DirectShow fornecido pela Illiminable (mais informações). Assim se pode reproduzir arquivos vorbis no Windows Media Player (arghh) e outros tocadores baseados também em Windows DirectShow. A maioria dos bons tocadores para Linux e demais sistemas livres oferece suporte ao vorbis.

Java Platform, Standard Edition 6" no Ubuntu Dapper Beta

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Objetivo deste "howto"

Este breve roteiro visa auxiliar aqueles que desejam conhecer e usar a "Java Platform, Standard Edition 6" no Ubuntu Dapper Beta. Para tanto, basta seguir o roteiro que descrevo a seguir para que o Java SE 6 seja definido como plataforma Java default do teu sistema.

Em verdade o Dapper incorpora por default uma implementação do Java baseada em projeto de software livre. Ocorre que não obtive sucesso em rodar aplicações Java que me interessam no dia-a-dia através dessa implementação pré-instalada (mais especificamente: Avira Gui para Linux, Sancho :: MLDonkey GUI, Mercury MSN e Azureus). Em assim sendo, optei pela plataforma em desenvolvimento (Java SE 6) disponibilizada pela Sun Microsystems.

Eu, particularmente, prefiro o Java SE 6. Este, na minha humilde avaliação, tem se mostrado mais rápido, e a compatibilidade com temas do kit de desenvolvimento GTK+2 (o Gnome, baseado emGTK+2,é o ambiente de desktop padrão no Ubuntu, assim como XFCE4, este também baseado em GTK+2, é o ambiente de desktop padrão no Xubuntu) é muito melhor do que nas versões anteriores.

Notem que este roteiro não é exclusivo para a plataforma Java SE 6, mas para a plataforma Java SE 5 (atual estável) também (e talvez anteriores). Sendo assim, é possível ter instalado, por exemplo, o Java SE 6 e o Java SE 5 no sistema, porém apenas um poderá ser a plataforma padrão. Cabe ao usuário estabelecer o que lhe interessa.

Um exemplo da necessidade que tive em também habilitar a plataforma Java SE 5 foi quando da instalação do último programa do Imposto de Renda para Pessoa Física (exercício de 2006) baseado em Java. Esta versão do software desenvolvido pela Receita Federal do Brasil, simplesmente não encontrava o Java SE 6, mesmo indicando o respectivo caminho para o instalador. Outro item que vale a pena apontar é que o ícone no Mercury que minimiza e mostra o status do usuário no systray não funciona com a versão em desenvolvimento do Java SE 6 (pelo menos até a última que testei (build 82)). Porém, nada que, a primeira vista, interfira no funcionamento geral do Mercury. Aliás, pelo contrário, parece que este se comporta muito melhor, além do visual da aplicação ficar mais atraente, principalmente no meu caso que defino o visual baseado em GTK+2.

O procedimento

Preparação para instalar o Java SE 6

A primeira coisa a ser feita é o download do mais recente snapshot do Java SE 6. Este é disponibilizado através do site do projeto Mustang (codinome de desenvolvimento da plataforma Java SE 6) da empresa Sun Microsystems. Cabe ressaltar aqui que o binário de instalação disponibilizado semanalmente não inclui apenas o JRE (Java Runtime Environment), mas o kit completo embutido no JDK (Java Development Kit). O arquivo que engloba o JDK (contém, além do JRE, também ferramentas de desenvolvimento para linguagem Java) é bem maior do que o JRE, porém, infelizmente, no caso aqui teremos que baixar o JDK mesmo. Note que estou colocando como exemplo neste roteiro o arquivo que se refere à plataforma Java SE 6 com data de 27-abr-2006 (build 82). Pode ser que, quando você vá fazer o download, esta versão já esteja ultrapassada, e os links para os arquivos disponibilizados no site do projeto Mustang apontem para versão mais recente do Java SE 6.

Meu sistema roda Ubuntu Dapper Beta em arquitetura de 32 bits (i386), ok? Sendo assim, vou baixar o arquivo que casa com esta minha configuração. Obviamente, caso você use outra arquitetura (ex.: AMD64), então opte pela arquivo que está apontando para esta configuração de sistema.

Para iniciar o download, se deve clicar com o botão direito do mouse sobre o link correspondente ao arquivo "jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586-27_apr_2006.bin, 50.18 MB" (Linux self-extracting JDK file), seleciona-se a opção "save target as" (salvar como, ou coisa do gênero, pois depende de cada browser, e eu uso o Opera 9 em inglês). Aponto para o diretório onde quero salvar o arquivo e clico em "ok". Em uma conexão de 1Mb (tipo Speedy, Virtua, etc) apesar do arquivo ter por volta de 50MB isto não demora muito. Mas tenha em mente que se tua conexão é muito lenta, então isto demora um "bom" tempo.

Feito o download do arquivo correspondente ao Java SE 6 para o teu sistema, renomeie-o retirando a porção do nome onde se lê a data de geração do arquivo. Isto é necessário devido à padronização do nome adotada no script que vai gerar o pacote ".deb" a partir do ".bin" (procedimento que será apresentado logo a seguir). Baseie-se no exemplo seguinte:
% mv jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586-27_apr_2006.bin jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin

* O símbolo % não faz parte do comando.

Após efetivado o camando acima descrito, teremos como resultado uma nova nomenclatura para o arquivo. Algo como "jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin".

Agora devemos partir para outra tarefa, ou seja, instalar os arquivos necessários para gerar um pacote ".deb" a partir do ".bin" baixado. Sendo assim, precisamos instalar os pacotes "fakeroot" e "java-package". O pacote "java-package" pelo que pude constatar não estará presente nos repositórios listados no sources.list instalado com o Dapper. Para instalar o "java-package", é necessário editar (faça backup antes de editar qualquer arquivo) o arquivo "/etc/apt/sources.list" e acrescentar as linhas seguintes ao final do arquivo:


deb http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse
deb-src http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse


Atualize o cache do Apt usando o seguinte comando:
% sudo apt-get update

Agora os arquivos necessários para gerar o arquivo ".deb" poderão ser instalados. Para isto digite o seguinte comando:
% sudo apt-get install fakeroot java-package

Isto feito, seguiremos à próxima etapa.

Geração do pacote ".deb", instalação do Java SE 6 e configuração final

Gerar o pacote ".deb" a partir do ".bin" foi realmente um processo indolor. Para executar o procedimento, siga ao diretório onde encontra-se o arquivo de instalação do Java SE 6 e use o comando seguinte:
% fakeroot make-jpkg jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin (adapte para o build que você está a usar)

No terminal serão apresentados dados como os que seguem abaixo:
Detected product:
    Java(TM) Software Development Kit (J2SDK)
    Standard Edition, Version 1.6.0+beta82
    Sun Microsystems(TM), Inc.
Is this correct [Y/n]:

Pressione a tecla Y para confirmar. Logo em seguida você será informado de que é necessário aceitar os termos de utilização do Java SE 6. Para tanto, simplesmente pressione a tecla "Enter". Continue a pressionar a tecla "Enter" até que a opção de "Do you agree to the above license terms? [yes or no]". Simplesmente digite "yes" e tecle novamente "Enter". Feito isto, o pacote binário será descompactado e, em seguida o novo pacote ".deb" será criado automaticamente. Ao ser terminado o processo, no diretório onde havia o arquivo jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin há também agora o arquivo "sun-j2sdk1.6_1.6.0+beta82_i386.deb". E este último arquivo citado será aquele que utilizaremos para instalar o Java SE 6 no sistema.

Para instalar, simplesmente utilize o seguinte comando:

% sudo dpkg -i sun-j2sdk1.6_1.6.0+beta82_i386.deb



A partir do instante que a instalação é efetivada. Precisaremos apenas configurar o Java SE 6 como a plataforma Java padrão no sistema, para que assim possa ser reconhecido pelas aplicações baseadas em Java.

% sudo update-alternatives --config java


Selecione o número associado na linha onde se lê "/usr/lib/j2sdk1.6-sun/bin/java" e pressione "Enter". Para confirmar que o Java SE 6 está corretamente configurado no sistema, simplesmente use o seguinte comando:

% java -version


Um conjunto de mensagens como o que coloco abaixo deve ser apresentado no terminal:

java version "1.6.0-beta2"
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.6.0-beta2-b82)
Java HotSpot(TM) Client VM (build 1.6.0-beta2-b82, mixed mode, sharing)


Estando tudo "ok", o Java SE 6 está devidamente instalado e configurado como plataforma Java padrão no sistema.

Nota: caso queira fazer o mesmo com jar, javac, javadoc, javah, javap e javaws:

% sudo update-alternatives --config jar


Para fazer com que aplicações java comuns (instaladas usando pacotes .deb) rodem sob a JVM de tua escolha, certifique-se de editar o respctivo arquivo de configuração:

% sudo -b gedit /etc/jvm


e adicione a seguinte linha (coloque como a primeira linha entre as JVMs listadas):

/usr/lib/j2sdk1.6-sun


Certos pacotes acionam a primeira JVM listada nesse arquivo. Sendo assim, eu coloco a linha referente ao Java SE 6 como a primeira linha entre as JVMs listadas. Veja o exemplo a seguir:

carlos@ubuntu:~$ cat /etc/jvm
# This file defines the default system JVM search order. Each
# JVM should list their JAVA_HOME compatible directory in this file.
# The default system JVM is the first one available from top to
# bottom.

/usr/lib/j2sdk1.6-sun
/usr/lib/jvm/java-gcj
/usr/lib/jvm/ia32-java-1.5.0-sun
/usr/lib/jvm/java-1.5.0-sun
/usr


Links relacionados:




Licenciamento:

Licenciamento da obra sob Creative Commons.


Última atualização: em 13-mai-2006

Mercury Messenger: ótima alternativa ao MSN Messenger (usa Java)

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[ captura de tela ] (link externo)

Creio que há um bom tempo atrás tentei usar o dMSN (antiga denominação do Mercury), mas não fiquei muito empolgado. Porém um dia destes, vagando por alguns fórums de informática internacionais, me deparei com boas referência ao Mercury (atual denominação ao que antes era conhecido como dMSN). Como a curiosidade é infinita, então baixei o software para testar. E vou a seguir deixar algumas (boas) impressões sobre este cliente MSN (e brevemente também Jabber - protocolo aberto usado, por exemplo, pelo Google Talk entre outros).

Exigências para se rodar o software

Em primeiro lugar, para se rodar o Mercury é necessário ter instalado o Java (linguagem de programação da Sun Microsystems), como é usual para softwares desenvolvidos para esta plataforma. Sendo assim, o primeira providência é verificar se o ambiente Java está instalado em tua máquina. Este link é muito útil para isto. Tanto faz se você está a rodar o sistema operacional livre Linux, ou então o sistema operacional proprietário MS-Windows. A Java Virtual Machine está disponível para ambos os sistemas, além do Solaris da Sun. Basta escolher a versão apropriada ao sistema que se está a usar. Vale lembrar que, mesmo estando o ambiente Java instalado, verifique se está devidamente atualizado, pois é sempre aconselhável ter instalada a versão mais recente do software da Sun (como de qualquer software, diga-se de passagem).

Tendo o ambiente Java devidamente instalado e/ou atualizado, então pode-se seguir adiante na instalação do Mercury.

Instalação

Vejam, seguindo as características das aplicações escritas em Java, este software de comunicação está disponível para as plataformas Linux, Mac OS X e MS-Windows. Sendo assim, atende à uma vasta gama de utilizadores. Basta aqui, novamente, selecionar a versão indicada para o sistema operacional em uso e baixar o arquivo de instalação.

Cabe aqui ressaltar que esta é uma das vantagens de se optar por aplicações que rodam em diversas plataformas, pois permite que utilizadores possam se comunicar sem impedimentos e com virtualmente a utilização de todos os recursos que o software disponibiliza (no caso aqui, já testei a recepção de webcam e ficou ótimo), independente de qual sistema operacional se esteja a usar.

A questão da versão vai do usuário. Quem se cadastra no fórum do Mercury tem acesso à área de testes de softwares beta (em desenvolvimento). A versão mais atual em desenvolvimento é a 1710RC3b. Esta versão está bem estável e, em minha opinião, vale a pena optar por ela. A menos, claro, que você não esteja a fim de se cadastrar no fórum, etc. As versões 1710 trazem funcionalidade que detecta a existência de versões mais atuais e cuidam de baixar e instalar o novo software automaticamente. Mas a atual versão estável 1709 não incorpora esta funcionalidade. Porém está bem usável também, garantindo que se possa conversar com outros usuários do MSN utilizando-se dos recursos mais atuais existentes no software disponibilizado pela Microsoft. De qualquer forma, é questão de pouquíssimo tempo até a liberação da versão final 1710.

A instalação segue o padrão de cada sistema operacional. No caso do MS-Windows, basta apenas baixar o executável e instalar normalmente. O usuário cadastra sua conta rotineira do MSN e utiliza o Mercury.

Funcionalidades do Mercury

Uma das vantagens que se nota logo de cara é o fato de você poder manter diversas contas do MSN que você tenha cadastradas, abertas ao mesmo tempo. Outro detalhe é que o Mercury traz incorporado um leitor RSS, permitindo que se cadastre sites que disponibilizem feeds. Há também possibilidade de se configurar tabs com informações baseadas no protocolo XMPP para uso com o Jabber.

Os emoticons animados e winks também funcionam normalmente. Os emoticons, em particular, podem ser todos visualizados (aqueles que já acompanham o MSN messenger e aqueles que você vai acrescentando - inclusive animados, apesar de que é bom manter a animação dos emoticons desabilitada nesta janela adicional, isto rouba recursos do sistema, em especial se o usuário tem emoticons animados em excesso) em uma área específica anexa a janela de mensagens. Isto facilita a utilização dos emoticos e a área estendida pode ser recolhida ou não, de acordo com a vontade de cada usuário.

No caso do Linux, como não há integração do sistema com o cliente flash da Adobe Macromedia, então deve-se apontar um software que possa reproduzir o conteúdo em flash (aqui me refiro aos winks). Apesar de a animação não ser executada na janela de mensagens, sempre que se envia ou recebe um wink, este é devidamente assinalado na tela de mensagens.

É possível também a utilização de recursos como backgrounds personalizados. No caso aqui, você pode definir backgrounds individuais para cada contato (apesar de que isto rouba recursos do sistema).

Outro detalhe interessante é que o usuário pode definir nicks personalizados em função de cada contato de sua lista. Por exemplo, pode definir um nome "x" para ser visualizado por um contato em particular, outro nome "y" para outro contato, e assim por diante. Ou seja, você não é obrigado a manter uma única denominação para ser vista por todos os contatos de sua lista.

Ainda não explorei todos os recursos. Mas há também possibilidade de exportar e importar listas de contatos de uma conta para outra, assim como configurações feitas no Mercury, as quais podem ser salvas para posterior recuperações ou aplicadas em outras contas.

Enfim, o Mercury é altamente personalizável. Esta personalização pode ser feita a nível de uma conta em particular, ou então para todas as contas. Existem as opções de configurações para uma conta e configurações globais. Pode-se, por exemplo, emular que se está a utilizar uma webcam (isto é, fazer o outro crer que você tenha uma webcam, mesmo que isto não seja fato..heeheh). Pode-se também emular que se está a usar a versão web do MSN Messenger, mesmo estando a utilizar-se o cliente Mercury localmente. Não dá para ficar listando aqui todas as possibilidades. Sendo assim, é questão de cada um se aprofundar no software na medida das necessidades, ou mesmo por curiosidade.

Destaque

Um recurso que muito me impressionou foi a possibilidade de conversar com uma pessoa utilizando web no software MSN messenger da Microsoft. Ou seja, o recurso de webcam, mesmo eu estando no Linux e a outra pessoa no MS-Windows, funcionou perfeitamente. Não testei ainda no Windows como se dá a configuração para utilização da webcam pelo Mercury. No caso do Linux, apenas baixei e instalei um pacote oferecido pelo desenvolvedor do Mercury contendo bibliotecas específicas e também o pacote JMF da Sun Microsystems. Este JMF é uma camada multimídia para o Java.

[ webcam ] [ video conference ] [ jmf ]

Conclusão

Eu utilizo o Mercury no Slackware Linux e estou muito satisfeito. O único apontamente "negativo" é o fato de tratar-se "apenas" de cliente MSN. Neste caso, o Gaim, apesar de não ter todas as funcionalidades apresentadas pelo Mercury (a versão 2.0 do Gaim está para sair, e espero que traga muitas novidades), é uma escolha mais adequada, pois permite conectar-se com usuários do Yahoo, ICQ, MSN, AIM, Jabber, entre outros. Mas para quem utiliza apenas o MSN, então o Mercury é mais recomendado pois pode-se aproveitar de todos os recursos das versões mais recentes do cliente da Microsoft.

Avaliação da versão 1710RC3b: :up::up::up::up:
December 2009
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