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Espaço Cibernético

Espaço livre contra a babaquice geral que permeia nossa sociedade contemporânea.

Posts tagged with "pensamentos"

Xenófobos torcem o nariz...

O sucesso do evento "Motomix Art Music 2006" deve provocar coceiras incontroláveis nas bundas (nádegas) dos xenófobos adoradores da condição terceiro-mundista na qual nos querem para todo o sempre, e assim manterem seu domínio sobre as "cabecinhas pensantes" desta pseudo-nação.

Franz Ferdinand, Peter Hook, etc? Nãoooo""" Afinal eles não tocam com côcos, além de outros "instrumentos musicais" exóticos. E ainda falam "inglês". São uns "porcos capitalistas", a serviço do imperialismo global. Difundindo a "cultura da dominação".

Fico intrigado, com o desejo insano dessa gente em nos manter nas trevas, longes do primeiro mundo. Eles nos querem escravos do "puritanismo" do proletariado. Ao invés de promoverem a formação de uma nação, fazem este país retroceder a passos largos.

Essa gente odeia qualquer coisa que tenha "cheiro" de primeiro mundo. Mas eles não abrem mão do melhor que o primeiro mundo tem para oferecer. Mas para a plebe querem as trevas mesmo, querem nos manter no esgoto do terceiro mundo. Sim, terceiro mundo dos populistas, dos fisiológicos, dos "salvadores da pátria", e nem sei mais o quê...

Se você comprou teu "carro mil" em 48 prestações, aquele computador em 24 meses, o forno de microondas, etc. Então tome cuidado. Esse pessoal te odeia, pois você faz parte da burguesia, ok? Profissionais liberais, professores, militares de média patente, gente normal, sabe? Esses devem ser destruídos, pois são os inimigos do "proletariado". Sim, o proletariado tocado pelos "sociólogos de boteco", "antropólogos delirantes", "artistas que vivem as custas das benécies oficiais", e seus asseclas.

Quem eu sou? (todos deveriam se perguntar isto)

"Eu sou vários, porém, um tem que prevalecer".
...por mim mesmo



Interessante aprendizado decorrente de uma longa conversa sobre comportamento humano: concluir que há certas pessoas que extrapolam o entendimento que podemos fazer delas.

Vejam que a existência de mais de um “eu” parece ser coisa comum, tendo em vista que o ser humano é influenciado pelos diferentes ambientes que freqüenta. Ocorre que, porém, sempre há traços comuns que se manifestam independentemente do ambiente no qual o indivíduo está inserido naquele momento. Então, apesar dessas variações de comportamento, conseguimos reconhecer em uma pessoa seus traços de personalidade independente de estar no ambiente A ou B.

Eu, particularmente, defini como “liga” esses traços comuns que se manifestam no indivíduo, que caracterizam seu “eu”. Assim é possível reconhecer que a pessoa é ela mesmo, estando onde esteja, influenciada por cada situação.

A vida, no entanto, no apresenta experiências interessantes, e uma delas é quando deparamo-nos com alguém que, aparentemente, não apresenta essa tal “liga”. Ou seja, as variações da personalidade entre diferentes ambientes ou situações ocorre como é de se esperar que ocorram. Mas ao analisarmos a personalidade que “surge” em cada novo momento, notamos que não há realmente nada que nos faça associar esta personalidade com qualquer outra da mesma pessoa. Não reconhecemos aqueles traços comuns entre diferentes comportamentos que o indivíduo em particular apresenta.

Confesso que esta “característica” particular encontrada em algumas pessoas é terrivelmente complicada de se compreender, e torna o relacionamento com o indivíduo assaz complexo, para não se dizer quase que impossível.

A dificuldade resulta no fato de que relacionamentos são baseados em um reconhecimento do outro, de seus traços marcantes. Esse reconhecimento do outro é essencial para que possamos adotar uma linha de conduta coerente em relação ao indivíduo. Porém, a falta dessa “liga” não nos permite traçar uma linha de conduta única. A falta do traço comum no leva também a criar uma série de “subentendimentos” da pessoa, e que devem ser aplicados dependendo de quem se apresenta naquele determinado instante. Sim, pois parece que “pessoas diferentes” habitam um mesmo corpo. E se não temos sensibilidade suficiente para detectarmos quem está a se manifestar em determinado momento, corremos o risco de estar a tratar de maneira inadequada uma pessoa. Mesmo que essa pessoa continue sendo ela mesmo (e obviamente o é, fisicamente falando), o comportamento que se apresenta é totalmente contraditório em relação ao que pensávamos conhecer desse indivíduo.

Isso é real, porém poderia ser encarado como algo baseado em um movimento surrealista. É uma das experiências mais estressantes que o ser humano pode ter na vida.

Todos apresentamos múltiplas facetas que se manifestam em diferentes ambietes e/ou situações. Isso é próprio da personalidade humana, ao que me parece. Porém, entre essas múltiplas facetas, há traços comuns entre todas elas, e esses traços são as características de nossa personalidade, que a pessoa que nos conhece sabe reconhecer em nós mesmos. Isso nos torna únicos, esses traços característicos que unem diferentes personalidades nossas.

Quando uma pessoa demonstra ausência dessa “impressão digital” da personalidade, aí então é problema grave. Porque não temos como lidar com isso sem dividirmo-nos da mesma maneira para atender à demanda das necessidades em relação a essa pessoa. Ocorre que, fracionar nossa personalidade talvez não seja o problema, mas sim fracionar e deixar de ser quem somos em função de atender à realidades diferentes que habitam em outro ser humano. Tudo favor de um relacionamento que não pode existir se aquele que não apresenta os traços centrais marcantes nega-se a reconhecer essa característica particular, e simplesmente impõe aos outros sua existência, suas atitudes, sua incoerência, sua indecisão, e por aí vai.

O que fazer para manter uma relação se uma das partes parece nunca reconhecer a si própria? O que fazer se uma das partes nunca parece responder a uma questão básica a si própria: quem eu sou?

Por mais que queiramos bem uma pessoa, é complicado manter algo se não podemos reconhecer traços únicos que nos ligam a essa pessoa. Pior ainda, se essa pessoa parece pouco se importar com essa questão, e simplesmente passa pela vida como uma brisa, ou mesmo como um Tufão furioso. Furioso não pela violência com que se movimenta, mas pelas atitudes estranhamente mansas, porém destruidoras.

Galvão Bueno e seu ufanismo barato

Ontem, assistindo ao sonolento treino para o GP da França, o sr. Galvão Bueno nos presenteou mais uma vez com seu ufanismo terceiro mundista, e o menosprezo pelos "estrangeiros". Esse é bem o caráter da sociedade brasileira, com seu xenofobismo arraigado, e sua falsa idéia de que aqui tudo é o melhor do mundo. Talvez o dia que esta sociedade se conscientizar de que não é melhor em nada do que outras, então aí poderemos pensar seriamente em um futuro. Enquanto tipos como o sr. Galvão Bueno vendem a idéia barata do "verde e amarelo", etc, nós continuamos a afundar na lama do cotidiando patrocinado pelo camarilha do PT e associados. Isso tudo com a benção da "cocaína dos pobres" (rede globo) e figuras como o sr. Galvão Bueno.

Talvez, segundo ouvi dizer em algum canto, o Oscar Wilde estivesse certo quando afirmou algo como: "o patriotismo é a virtude dos idiotas".


Se não gosta do que lê, então morda o dedo e agüente, porque vou continuar escrevendo isso mesmo..

:up:

Ainda há espaço para o verdadeiro amor


"Em um mundo tão superficial e materialista, acredite que ainda há espaço para o verdadeiro amor. O verdadeiro amor que se recusa a terminar, que clama por uma chance de viver, como uma criança que acaba de nascer, e ele chora quando sente que não consegue respirar. Aí ele respira, aí ele vive, aí ele quer estar perto de quem lhe dá segurança, calor. O verdadeiro amor é isso, uma criança que precisa dos cuidados de dois corações únicos. Neste caso, o meu e o teu.

de minha autoria como um presente pra você"


Curta este texto ao som de "A song for you", contido no álbum "Simplified" do Simply Red.

Meu mais sincero obrigado à pessoa maravilhosa que me enviou esta música tão linda.

Sou teu anjo


Boa noite!
Estou em ti.
Adormecerei em tua alma.
Velarei teu sono
Pois sou teu anjo Estou em tua alma.
Boa noite!
Levarei as estrelas ao sabor do vento
E as colocarei em teus sonhos.
Estou em ti.
E o que há por vir
Não te machucará.
Sou teu anjo
É teu todo o meu carinho! Estou contigo,
Trarei-te rosas sem espinhos
Pois a eles minha vida se entregou.
Te darei pétalas e carinho
Sou teu anjo e por ti morro de amor! Boa noite!
Posso ao menos ser teu grande amigo
Dar-te proteção.
Sou teu anjo e você não sabe ao menos que eu existo
Não me vê.
Não sente meu cheiro.
Nem consegue sentir o meu toque
Ele não tem calor.
Sou teu anjo,
E em minhas asas te conforto.
O meu coração é um invólucro
Ele te dá luz, ele tem calor.
Teu sorriso é meu elo umbilical
Amar-te é quase um mal.
Eu sou teu anjo
A ti pertenço.
Vou com o vento
Em teus braços me entregar.
E por ser anjo não posso amar.
Estou contigo todas as noites
Estou bem junto a ti.
Posso sentir tua respiração dentro de mim.
O teu choro é a minha dor.
Teu sorriso é uma flor que já cultivo
O meu jardim e o meu coração precisam dela.
Das estrelas em que o meu corpo pertencia,
Apenas uma veio adormecer em meus olhos.
E neles trouxe lágrimas
Apenas uma veio consolar-me.
E já me levou a calma,
E já me tirou a vida!
Boa noite!

Espero estar contigo,
Adentrar em teu íntimo
Perceber o que fazes de mim.
Boa noite!
Porque sou o mar e o infinito.
Porque a solidão range fingindo
Pois não existem mares tão revoltos,
Quanto os que trago no coração.
E esse é o meu destino,
Crer que sozinho posso fincar teus doces espinhos
Em meu coração.
Boa noite!
Para sempre...
Pois esta noite entregarei meu corpo ao vento
E desaparecerei entre as ondas revoltas,
Inconstantes e negras do teu coração.
Boa noite!
Porque te amo.

(desconheço o autor)
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