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Espaço Cibernético

Espaço livre contra a babaquice geral que permeia nossa sociedade contemporânea.

Posts tagged with "ubuntu"

Qual pacote ".deb" para instalar o Opera no Ubuntu Dapper beta ?

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Esta é uma questão interessante, e ainda não sei como isto vai ser tratado pelos desenvolvedores da Opera Software. Ocorre que, segundo eu pude constatar superficialmente ao pesquisar em fórums sobre o assunto, os desenvolvedores do Ubuntu fizeram modificações na maneira como a biblioteca Qt (plataforma de desenvolvimento C++ desenvolvida pela empresa sueca Trolltech)é distribuída a partir de seus repositórios. Isto acaba por gerar problemas com o Opera 9 beta e o gerenciador de pacotes do Dapper beta.

Fica praticamente impossível instalar outros pacotes sem resolver esta questão de dependência. Por motivos óbvios (as dependências de bibliotecas explicitadas no pacote .deb da Opera Software não encontram coincidência no cache de pacotes do Dapper), o gerenciador de pacotes acusa "pacote quebrado" e te indica que resolva o caso antes que qualquer outra tarefa que dependa do gerenciador de pacotes do Dapper possa ser realizada.

Eu não vou entrar em detalhes porque não sei ao certo o que foi feito. O fato é que existe uma versão específica do Opera para o Ubuntu Dapper. Esta versão tem sua biblioteca Qt estaticamente linkada, ou seja, não precisa da biblioteca disponível no sistema (atualmente o Opera 9 beta está usando a versão 3.3.5 do Qt, enquanto a biblioteca instalada no sistema refere-se à versão 3.3.6 da plataforma de desenvolvimento da Trolltech).

Componentes do menu do Opera para Linux (e creio que que outras versões Unix) utilizam-se da biblioteca Qt. Sem ela, simplesmente o Opera não "funciona".

Então, quando for baixar o Opera para Ubuntu Dapper, escolha o arquivo que traz explicitamente a denominação "dapper" em sua nomenclatura.

Visualmente falando, você vai notar que ao usar esta opção específica para o Dapper, e em geral isto ocorre com as opções que trazem a biblioteca Qt compilada estaticamente, os menus não ficam com o efeito de suavização do serrilhado na apresentação das fontes. Aparentemente só isto que "fica meio estranho", mas de resto a utilização é normal. Espero que esta questão possa ser sanada brevemente.

Na imagem que segue, fica evidenciado o que tento retratar no que escrevi logo acima:



[ amplie ] :: :: img jpg 1280x1024 262KB

Como exemplo vou citar aqui o arquivo referente ao build 256 do Opera para Linux (para verificar qual o build mais recente disponível para o Opera 9 acesse o blog do Desktop Team). No caso deste build temos que o arquivo disponível no servidor da Opera Software é aquele nomeado como: opera-static_9.0-20060502.1-qt_en_dapper_i386.deb

Basta fazer o download deste arquivo e instalar no sistema usando o comando (lembre-se que o % não faz parte do comando, mas é uma convenção do status do bash,etc):

% sudo dpkg -i opera-static_9.0-20060502.1-qt_en_dapper_i386.deb 


Qualquer novidade ou dica em relação à instalação do Opera 9 beta no Ubuntu Dapper beta , eu colocarei aqui no blog. Obviamente, quem tiver alguma dica interessante, sinta-se a vontade para comentar ou me escrever.

:up:

Vírtua no Ubuntu Dapper

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Hoje técnicos da Net foram em casa para instalar o cabeamento do Vírtua (internet via cabo - opção de 2Mb para download). Até aí tudo bem, até o momento em que o danado do micro não ligava. Quem mexe com computadores sabe que estes são "entidades sentimentais", que resolvem sempre ter algum chilique nos momentos de mudança. Sendo assim, nada que um pouco de carinho e alguns assoprões não resolvam, correto? Pois bem, só que os técnicos da Net não poderiam ficar a esperar a boa vontade daquele "ser sentimental". Então me deram as dicas e se foram.

Achei engraçadas as dicas:

1. Espere por volta de uma hora até que a luzinha do cable modem onde se lê "cable" pare de piscar.
2. Se quiser instalar os softwares no Windows (????) então saiba que deixei o CD.

Só isto?

Bom, a luzinha parar de piscar tudo bem, certo? Agora... Windows eu não tenho..

O olhar de interrogação surgiu logo na face do rapaz, e ele logo soltou algo como: "tudo bem então, não precisa de nada mesmo, só deixar para que as configurações de ip, etc, sejam recebidas automaticamente, e pronto.

Que fazer, além de aceitar o que ele me falou? Afinal o "ser sentimental" continuava deitado sobre a tábua de passar roupas, sem a mínima vontade de dar sinal de vida. Os caras se foram, e lá fiquei eu a olhar para a "bela adormecida". Desconectei os cabos da fonte de alimentação interna e fui religando um a um. Nada de funcionar. Chequei as conexões que ligam o painel dianteiro do micro (onde está o botão liga/desliga, leds, etc). Peguei o manual da motherboard (abit nf7 v2.0) e verifiquei se os encaixes estavam ok. Aparentemente tudo ok. Como nada parecia estar fora do normal, simplesmente assoprei por sob o conjunto de plugs da placa dianteira conectados à motherboard e prontinho. A "bela adormecida" acordou.. :smile:

Levei o micro de volta ao local onde estavam (e continuam) os cabos, modem, etc. Pluguei o cabo de rede na placa de rede, mouse, keyboard, monitor e acionei tudo. A "luzinha" do cable ainda continuava a piscar. Nada de net.

configuração do Vírtua no Ubuntu Dapper (usando placa de rede)

Em primeiro lugar, é sabido que não tem Windows nesta máquina, mas o Ubuntu Dapper Beta. Ok. Eu mantenho o ícone de tráfego da rede na barra superior da tela porque gosto de acompanhar se está ativa a internet quando algo de estranho acontece. Simplesmente cliquei no ícone com o botão direito do mouse e selecionei a opção "propriedades", e depois "configurar".


[amplie]

Na tela de configuração da rede, havia duas opções: "modem" e "ethernet". No caso, selecionei "ethernet" e cliquei em "propriedades". Marquei a opção "habilitar esta conexão" e depois em "configuração" selecionei "dhcp". Finalmente confirmei com um "ok" e o configurador retornou para a janela de configuração de rede. Para finalizar mesmo, cliquei sobre o botão "ativar esta conexão" (estando a conexão ethernet destacada) e novamente confirmei com ok.

A partir deste instante começou aquele louco movimento de entrada e saída de dados e a "luzinha" do cable finalmente ficou estabilizada. A janela do Opera que até então apresentava "network error" finalmente renderizou a página deste meu blog.

Quer coisa mais simples do que configuar o Vírtua no Ubuntu Dapper?

Não me venham falar da opção de plugar o cabo usb e usar a rede através deste dispotivo. Sei que aconselham no caso do Linux que se use a opção de cabo rj-45 se houver. Este cable-modem webstar (modelo dpc-2100) pode ser tanto conectado via rj-45 como por usb. E eu prefiro, de qualquer modo, utilizar a opção via placa de rede mesmo, ou seja, plugando o cabo rj-45.

Se você quer complicar, sinta-se a vontade.. :smile:

Quero aqui agradecer pelo serviço prestado pela Net, pois o cabeamento foi feito rapidamente, a internet está funcionando a contento, e finalmente: adeuzinho à Telefônica e ao seu Speedy. Tudo de bom, certinho?

Java Platform, Standard Edition 6" no Ubuntu Dapper Beta

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Objetivo deste "howto"

Este breve roteiro visa auxiliar aqueles que desejam conhecer e usar a "Java Platform, Standard Edition 6" no Ubuntu Dapper Beta. Para tanto, basta seguir o roteiro que descrevo a seguir para que o Java SE 6 seja definido como plataforma Java default do teu sistema.

Em verdade o Dapper incorpora por default uma implementação do Java baseada em projeto de software livre. Ocorre que não obtive sucesso em rodar aplicações Java que me interessam no dia-a-dia através dessa implementação pré-instalada (mais especificamente: Avira Gui para Linux, Sancho :: MLDonkey GUI, Mercury MSN e Azureus). Em assim sendo, optei pela plataforma em desenvolvimento (Java SE 6) disponibilizada pela Sun Microsystems.

Eu, particularmente, prefiro o Java SE 6. Este, na minha humilde avaliação, tem se mostrado mais rápido, e a compatibilidade com temas do kit de desenvolvimento GTK+2 (o Gnome, baseado emGTK+2,é o ambiente de desktop padrão no Ubuntu, assim como XFCE4, este também baseado em GTK+2, é o ambiente de desktop padrão no Xubuntu) é muito melhor do que nas versões anteriores.

Notem que este roteiro não é exclusivo para a plataforma Java SE 6, mas para a plataforma Java SE 5 (atual estável) também (e talvez anteriores). Sendo assim, é possível ter instalado, por exemplo, o Java SE 6 e o Java SE 5 no sistema, porém apenas um poderá ser a plataforma padrão. Cabe ao usuário estabelecer o que lhe interessa.

Um exemplo da necessidade que tive em também habilitar a plataforma Java SE 5 foi quando da instalação do último programa do Imposto de Renda para Pessoa Física (exercício de 2006) baseado em Java. Esta versão do software desenvolvido pela Receita Federal do Brasil, simplesmente não encontrava o Java SE 6, mesmo indicando o respectivo caminho para o instalador. Outro item que vale a pena apontar é que o ícone no Mercury que minimiza e mostra o status do usuário no systray não funciona com a versão em desenvolvimento do Java SE 6 (pelo menos até a última que testei (build 82)). Porém, nada que, a primeira vista, interfira no funcionamento geral do Mercury. Aliás, pelo contrário, parece que este se comporta muito melhor, além do visual da aplicação ficar mais atraente, principalmente no meu caso que defino o visual baseado em GTK+2.

O procedimento

Preparação para instalar o Java SE 6

A primeira coisa a ser feita é o download do mais recente snapshot do Java SE 6. Este é disponibilizado através do site do projeto Mustang (codinome de desenvolvimento da plataforma Java SE 6) da empresa Sun Microsystems. Cabe ressaltar aqui que o binário de instalação disponibilizado semanalmente não inclui apenas o JRE (Java Runtime Environment), mas o kit completo embutido no JDK (Java Development Kit). O arquivo que engloba o JDK (contém, além do JRE, também ferramentas de desenvolvimento para linguagem Java) é bem maior do que o JRE, porém, infelizmente, no caso aqui teremos que baixar o JDK mesmo. Note que estou colocando como exemplo neste roteiro o arquivo que se refere à plataforma Java SE 6 com data de 27-abr-2006 (build 82). Pode ser que, quando você vá fazer o download, esta versão já esteja ultrapassada, e os links para os arquivos disponibilizados no site do projeto Mustang apontem para versão mais recente do Java SE 6.

Meu sistema roda Ubuntu Dapper Beta em arquitetura de 32 bits (i386), ok? Sendo assim, vou baixar o arquivo que casa com esta minha configuração. Obviamente, caso você use outra arquitetura (ex.: AMD64), então opte pela arquivo que está apontando para esta configuração de sistema.

Para iniciar o download, se deve clicar com o botão direito do mouse sobre o link correspondente ao arquivo "jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586-27_apr_2006.bin, 50.18 MB" (Linux self-extracting JDK file), seleciona-se a opção "save target as" (salvar como, ou coisa do gênero, pois depende de cada browser, e eu uso o Opera 9 em inglês). Aponto para o diretório onde quero salvar o arquivo e clico em "ok". Em uma conexão de 1Mb (tipo Speedy, Virtua, etc) apesar do arquivo ter por volta de 50MB isto não demora muito. Mas tenha em mente que se tua conexão é muito lenta, então isto demora um "bom" tempo.

Feito o download do arquivo correspondente ao Java SE 6 para o teu sistema, renomeie-o retirando a porção do nome onde se lê a data de geração do arquivo. Isto é necessário devido à padronização do nome adotada no script que vai gerar o pacote ".deb" a partir do ".bin" (procedimento que será apresentado logo a seguir). Baseie-se no exemplo seguinte:
% mv jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586-27_apr_2006.bin jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin

* O símbolo % não faz parte do comando.

Após efetivado o camando acima descrito, teremos como resultado uma nova nomenclatura para o arquivo. Algo como "jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin".

Agora devemos partir para outra tarefa, ou seja, instalar os arquivos necessários para gerar um pacote ".deb" a partir do ".bin" baixado. Sendo assim, precisamos instalar os pacotes "fakeroot" e "java-package". O pacote "java-package" pelo que pude constatar não estará presente nos repositórios listados no sources.list instalado com o Dapper. Para instalar o "java-package", é necessário editar (faça backup antes de editar qualquer arquivo) o arquivo "/etc/apt/sources.list" e acrescentar as linhas seguintes ao final do arquivo:


deb http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse
deb-src http://us.archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse


Atualize o cache do Apt usando o seguinte comando:
% sudo apt-get update

Agora os arquivos necessários para gerar o arquivo ".deb" poderão ser instalados. Para isto digite o seguinte comando:
% sudo apt-get install fakeroot java-package

Isto feito, seguiremos à próxima etapa.

Geração do pacote ".deb", instalação do Java SE 6 e configuração final

Gerar o pacote ".deb" a partir do ".bin" foi realmente um processo indolor. Para executar o procedimento, siga ao diretório onde encontra-se o arquivo de instalação do Java SE 6 e use o comando seguinte:
% fakeroot make-jpkg jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin (adapte para o build que você está a usar)

No terminal serão apresentados dados como os que seguem abaixo:
Detected product:
    Java(TM) Software Development Kit (J2SDK)
    Standard Edition, Version 1.6.0+beta82
    Sun Microsystems(TM), Inc.
Is this correct [Y/n]:

Pressione a tecla Y para confirmar. Logo em seguida você será informado de que é necessário aceitar os termos de utilização do Java SE 6. Para tanto, simplesmente pressione a tecla "Enter". Continue a pressionar a tecla "Enter" até que a opção de "Do you agree to the above license terms? [yes or no]". Simplesmente digite "yes" e tecle novamente "Enter". Feito isto, o pacote binário será descompactado e, em seguida o novo pacote ".deb" será criado automaticamente. Ao ser terminado o processo, no diretório onde havia o arquivo jdk-6-beta2-bin-b82-linux-i586.bin há também agora o arquivo "sun-j2sdk1.6_1.6.0+beta82_i386.deb". E este último arquivo citado será aquele que utilizaremos para instalar o Java SE 6 no sistema.

Para instalar, simplesmente utilize o seguinte comando:

% sudo dpkg -i sun-j2sdk1.6_1.6.0+beta82_i386.deb



A partir do instante que a instalação é efetivada. Precisaremos apenas configurar o Java SE 6 como a plataforma Java padrão no sistema, para que assim possa ser reconhecido pelas aplicações baseadas em Java.

% sudo update-alternatives --config java


Selecione o número associado na linha onde se lê "/usr/lib/j2sdk1.6-sun/bin/java" e pressione "Enter". Para confirmar que o Java SE 6 está corretamente configurado no sistema, simplesmente use o seguinte comando:

% java -version


Um conjunto de mensagens como o que coloco abaixo deve ser apresentado no terminal:

java version "1.6.0-beta2"
Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.6.0-beta2-b82)
Java HotSpot(TM) Client VM (build 1.6.0-beta2-b82, mixed mode, sharing)


Estando tudo "ok", o Java SE 6 está devidamente instalado e configurado como plataforma Java padrão no sistema.

Nota: caso queira fazer o mesmo com jar, javac, javadoc, javah, javap e javaws:

% sudo update-alternatives --config jar


Para fazer com que aplicações java comuns (instaladas usando pacotes .deb) rodem sob a JVM de tua escolha, certifique-se de editar o respctivo arquivo de configuração:

% sudo -b gedit /etc/jvm


e adicione a seguinte linha (coloque como a primeira linha entre as JVMs listadas):

/usr/lib/j2sdk1.6-sun


Certos pacotes acionam a primeira JVM listada nesse arquivo. Sendo assim, eu coloco a linha referente ao Java SE 6 como a primeira linha entre as JVMs listadas. Veja o exemplo a seguir:

carlos@ubuntu:~$ cat /etc/jvm
# This file defines the default system JVM search order. Each
# JVM should list their JAVA_HOME compatible directory in this file.
# The default system JVM is the first one available from top to
# bottom.

/usr/lib/j2sdk1.6-sun
/usr/lib/jvm/java-gcj
/usr/lib/jvm/ia32-java-1.5.0-sun
/usr/lib/jvm/java-1.5.0-sun
/usr


Links relacionados:




Licenciamento:

Licenciamento da obra sob Creative Commons.


Última atualização: em 13-mai-2006

Ubuntu Linux 6.06 Beta para download

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Tenho que tirar o chapéu. Esta versão do Ubuntu está muito boa, ainda mais por se tratar de um beta. Um trabalho gráfico muito polido e que vai, com certeza, ser aprimorado para o próximo release que já está sendo planejado. A continuar neste ritmo o Ubuntu será mesmo campeão. E olha que eu não me dou muito com distros baseadas em Debian. Realmente ótimo. Funcionalidades, como atualização do sistema, detecção de dispositivos USB, gerenciamento de sistemas, etc. Vale a pena já usar como distro do dia-a-dia, na minha opinião.


[ anúncio do lançamento ] [ página do Dapper beta ]

Downloads: Ubuntu :: Kubuntu

Screenshots: Ubuntu :: Kubuntu


fonte: DistroWatch

Inacreditável: "Estadão dedica três páginas do Link ao Linux"

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Esta merece ser manchete de capa de revista especializada em software livre. Logo o "Estado de São Paulo", jornal não muito afeto às "alternativas" ao status quo informático, dedica três das preciosas páginas de seu suplemento de informática conhecido como "Link" ao sistema operacional e aplicações livres (eu citei o "Estadão", mas isto é geral...).

Vejam que - o repórter deve ter tomado um chazinho de cogumelo - cometeram até "blasfêmia" contra os malacos adoradores do software proprietário (o famoso "janelas"):

(...)Muitos leitores vão pensar que eu fiquei maluco. Mas ao experimentar o Ubuntu durante pouco mais de dois meses, tive a sensação de que Bill Gates não tem de se preocupar apenas com as peripécias do Google. Embora o sistema operacional de código aberto ainda tenha muito o que avançar, ele está cada vez mais próximo de oferecer a principal vantagem do Windows: facilidade no uso e compatibilidade com outros equipamentos eletrônicos.(...)

Trecho retirado do caderno Link (suplemento do jornal Estado de São Paulo que circula toda segunda-feira), página 6.


Nossa, fiquei de boca aberta. Jamais pensei, nem em meus mais loucos delírios, que leria algo parecido em algum dos veículos da nossa "querida" grande imprensa. Neste caso, impressa mesmo (apesar de que estou lendo a edição online em pdf).

Como isto é algo "histórico", vou me atrever a disponibilizar a primeira página desta edição do caderno Link, além das outras três onde o tema Linux é tratado integralmente.

Logo abaixo estão os quatro arquivos em formato pdf (pode ser lido usando Evince, Xpdf, Acrobat Reader, e outros).

link-20060410-pag01.pdflink-20060410-pag04.pdflink-20060410-pag05.pdflink-20060410-pag06.pdf

Então... Deixei aqui um material razoável para que o pessoal possa "dar uma mergulhada" no universo do Linux (em particular trataram da distro Ubuntu).

Pessoal, veja bem!!!

A Microsoft não "inventou" a internet, a Terra não é quadrada, e a linha do horizonte não significa um abismo infestado de monstros, ok?? É preciso abrir as mentes, respirar fundo e saber que há muito além de "janelas" para serem abertas.

:up:



Complementando

Quem quiser conhecer o visual da próxima versão do Ubuntu (6.06-Dapper Drake) que será lançada em Junho, pode acessar o link a seguir e navegar pelas imagens: OSDir.com

E para quem quiser conhecer o visual da versão citada nas matérias do caderno Link (5.10-Breezy Badger), o link é este.

Nota

Quero deixar claro que não concordo com muita coisa colocada nas matérias referentes ao Linux no Link. Mas como é para o bem do software livre, então encaro numa boa, isto porque os repórteres que produziram as matérias contidas no Link serem (é o que parece) totalmente newbies no assunto. Mas é por aí, tem que "começar pelo começo".
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