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Notícias de tecnologia, informática e curiosidades que circulam pela Internet

Posts tagged with "celular"

Celular Sony-Ericsson modificado detecta HIV, malária e outras doenças

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Fonte: Hypescience

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Cientistas já haviam modificado celulares para detectarem tumores, mas agora alguns pesquisadores da Universidade da Califórnia, Los Angeles, nos EUA, fizeram alterações no estilo MacGuyver em um Sony-Ericsson comum para transformá-lo em um analisador de sangue portátil que pode detectar doenças a um custo extremamente baixo.

O equipamento poderá salvar muitas vidas em áreas pobres que não podem pagar por equipamentos caros.

Hoje a análise sanguínea necessita de equipamentos grandes de centenas de milhares de dólares ou técnicos especializados para fazer a análise manualmente. As duas coisas não estão disponíveis em muitas áreas da África onde há grande incidência de AIDS e malária, ou mesmo no Brasil onde há epidemia de dengue, por exemplo.

Os pesquisadores criaram um software que analisa amostras de sangue com o uso de câmeras de celulares baratos e comuns e uma fonte de luz filtrada.

A chave do programa é a análise de centenas de células de uma só vez, dando o resultado em questão de minutos. Além de fazer diagnósticos de doenças sérias o aparelho possivelmente fará hemogramas que detectam como anemia, infecções, leucemia, etc.

A foto acima é de um celular Sony-Ericsson modificado para este tipo de uso. A saliência acima é a fonte de luz que usa um LED com um filtro plástico.

Mais fotos do aparelho aqui. :smile:

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Android já tem quase 400 aplicativos

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Fonte: HMTB

Até as empresas começam a migrar para o G1 – a Salesforce , de CRM online, já compareceu, e a Omniture, de web analytics, também. Entre as novidades bacanas estão duas do próprio Google: o Picasa Uploader e um editor de Google Maps, para customização dos mapas.

Todos os aplicativos aparecem com avaliação de até cinco estrelas. O programinha de to do Remember the Milk, outra das novidades, aparece com duas e meia. Não tem no G1 nem um décimo da funcionalidade que exibe no iPhone.

Em compensação, o ótimo Quickpedia, como o nome sugere, um atalho para a Wikipedia, mostra quatro estrelas e meia, e arrasa no G1.

Pelo que se viu até agora, o Android vai longe. No momento, celular em operação com o sistema só existe mesmo o G1, fabricado para a T-Mobile e seus clientes nos Estados Unidos e na Inglaterra, e os aplicativos já impressionam.

Imagine quando outras empresas da Open Handset Alliance (Sony-Ericsson, Samsung, LG, Asus…) começarem a colocar seus aparelhinhos no mercado e a turma do software livre realmente pegar gosto pela coisa…


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Celular: tecnologia, fetiche e pobreza

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Fonte: (in) Foto

Sabe aquela frase: “O número chamado encontra-se fora da área de cobertura ou desligado”, que tantas vezes se ouve no celular?

Em breve ela será assim: “O número chamado encontra-se fora da área de cobertura, desligado ou o miserável

proprietário não tem forças suficientes para atende-lo”.

Ponto 1: O Celular Popular
Depois apresentar o carro mais barato do mundo, a Índia ataca novamente, uma empresa de lá pretende produzir o “Celular Popular”.

O novo modelo, que foi lançado no Congresso Mundial de Telefonia Móvel, em Barcelona, será vendido por menos de 20 dólares por aparelho.

O objetivo do esperto empreendedor é: “atender alta demanda por celulares baratos em mercados emergentes”, que pode ser traduzido por “vender celular para pobre”.

Ponto 2: Brasil - O Emergente Móvel
Nosso “rico” país fechou o ano de 2007 com cerca de 118 milhões de celulares ativos. Segundo o relógio populacional do IBGE , somos mais de 186 milhões de habitantes, portanto, mais de 63% dos brasileiros já estão “chiques”, podem falar ao celular, como os japoneses, suecos e outros ricos.

Legal isto, né!? Se quiser, um brasileiro “pé de chinelo” pode ligar do interior do Acre para um milionário qualquer, confortavelmente instalado em algum luxuosíssimo resort, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Acho muito bom o celular, mas, se não me engano, por aqui existem algumas outras necessidades não atendidas, são coisas bobas como alimentação, saneamento básico, saúde, educação e segurança, que, parece-me, deveriam ser prioritárias sobre a mobilidade telefônica.

Será que estou enganado? Em quanto o fato de passarmos a ter 118.000.000 de celulares contribuiu para a melhora da qualidade de vida no Brasil? Um país onde há favelas, dengue, febre amarela, chacinas...

Ponto 3: O Fetiche Tecnológico Malévolo
A etimologia, o estudo da origem e formação das palavras, explica que o termo fetiche é parente próximo de feitiço, ou seja, ele também enfeitiça.

O termo é usado para designar um objeto de admiração, reverência ou devoção extrema ou irracional. Os telefones celulares são um fetiche mundial. Paga-se por um minuto de conversa nele algo que equivale a entre cinco e dez vazes o custo em um telefone fixo.

O preço de 10 minutos de ligação é maior do que o valor de uma refeição na maior parte do mundo. Quanto isto é racional? Quanto as pessoas estão dominadas pelo objeto do desejo?

Sempre, quase intuitivamente, pensei na tecnologia como algo bom e que faz prosperar a humanidade.

Este caso, em particular, fez com que a aura de benevolência que eu via na tecnologia se trincasse.

Talvez, tenha sido partida irremediavelmente.


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O que é internet 3G?

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Fonte: Oficina da Net

Muitas pessoas me perguntam todos os dias: O que é internet 3G? O que significa “3G”? Como funciona?

Vale apena aderir a essa tecnologia? Devido a essas e muitos outros questionamento, decidi fazer esse artigo falando sobre a nova onda que está invadindo as casas, escritórios, shoppings, hospitais, e tantos outros lugares.

O que significa “3G”? 3G é a terceira geração de padrões e tecnologias de telefonia móvel, substituindo o 2G, passando a ficar “nulo” após o aparecimento dessa nova tecnologia.

É baseado na família de normas da União Internacional de Telecomunicações (UIT) permitindo às operadoras oferecerem a seus usuários uma ampla gama dos mais avançados serviços, já que possuem uma capacidade de rede maior por causa de uma melhora na eficiência espectral.

Entre os serviços, há a telefonia por voz e a transmissão de dados a longas distâncias, tudo em um ambiente móvel. Normalmente, são fornecidos serviços com taxas de 5 a 10 Megabits por segundo. Acha pouco? Acredito que não.

A tecnologia 3G tem um projeto muito “ganancioso”, no sentido da palavra, onde estudiosos afirmam que a conexão de rede e transferência de dados terá um grande avanço nos próximos anos.

Ao contrário das redes definidas pelo padrão IEEE 802.11, as redes 3G permitem telefonia móvel de longo alcance e evoluíram para incorporar redes de acesso à Internet em alta velocidade e Vídeo-telefonia (ainda não totalmente estruturada no Brasil, porém em muitos lugares no Mundo, já está em total funcionamento).

As redes IEEE 802.11 (mais conhecidas como Wi-Fi ou WLAN) são de curto alcance e ampla largura de banda e foram originalmente desenvolvidas para redes de dados, além de não possuírem muita preocupação quanto ao consumo de energia, aspecto fundamental para aparelhos que possuem pouca carga de bateria.

Até dezembro de 2007, 190 redes 3G já operavam em 40 países e 154 redes HSDPA operavam em 71 países, segundo a Global Mobile Suppliers Association. Na Ásia, na Europa, no Canadá e nos Estados Unidos, as empresas de comunicações utilizam a tecnologia W-CDMA, com cerca de 100 terminais designados para operar as redes 3G.

A implantação das redes 3G foi tardia em alguns países devido a enormes custos adicionais para licenciamento.

Em muitos países, as redes 3G não usam as mesmas freqüências de rádio que as 2G, fazendo com que as operadoras tenham que construir redes completamente novas e licenciar novas freqüências; uma exceção são os Estados Unidos em que as empresas operam serviços 3G na mesma freqüência que outros serviços.

Os custos com licença em alguns países europeus foram particularmente altos devido a leilões do governo de um número limitado de licenças e a leilões com propostas confidenciais, além da excitação inicial sobre o potencial do 3G. Outros atrasos se devem a despesas com atualização dos equipamentos para os novos sistemas.

Vale apena aderir a essa tecnologia?

Acredito que sim. Em poucos anos, a tecnologia estará muito evoluindo, anulando completamente as tecnologias antigas, principalmente celulares que não possuírem tecnologia de banda.

A tecnologia 3G no Brasil está, vamos dizer, “engatinhando”. Muitas coisas precisam melhorar sinal, taxa de transferência de dados, dentre outros serviços que ainda deixam a desejar.

Em alguns estados, principalmente na região Nordeste brasileiro, o sinal e consistência da conexão é muito ruim, deixando a desejar na taxa de download e upload.

Qual operadora eu devo escolher?

Uma pesquisa feita pela INFO em Dezembro, demonstrou uma analise completa sobre cada operadora, mostrando pontos fracos e pontes fortes de cada. A VIVO aparece em primeiro lugar, surpreendendo até o mais “críticos” (como eu,rs). A conexão da VIVO tornou-se muito consistente, batendo até mesmo a Claro.

A velocidade do VIVO Zap com HSDPA foi à maior e a que menos variou durante os diferentes testes. Com a navegação atingindo 788 kbps no carregamento de um site de 1 MB, se destacando também na parte de download de arquivos."

A Claro além de ter os celulares mais “parrudos” (digamos, sofisticados) mostrou que está bem na briga pela liderança das operadoras fornecedoras da tecnologia 3G.

O chip chegou perto das marcas alcançadas pelos rivais, mas o que atrapalhou foi à grande variação da velocidade. Porém, conseqüentemente, teve a melhor (930 kbps) e a pior (230 kbps) taxa de velocidade, realizada durante os testes.

TIM conseguiu a maior taxa de download entre todos os testes, porém não manteve o nível. Outro ponto negativo da operadora é que os aparelhos fornecidos são poucos que possui suporte a tecnologia 3G e ainda não está disponibilizando o iPhone.

Aqui, finalizo esse artigo, mostrando um pouco sobre a tecnologia 3G.

Acredito que apartir de agora, se você não tivesse nenhum conhecimento sobre essa “nova onda”, poderá discutir com amigos, familiares e saber se realmente nos dias atuais, vale apena aderir a essa nova tecnologia que ainda tem muito que evoluir.


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Quais são os benefícios de A-GPS?

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Fonte: Oficina da Net

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GPS assistido (A-GPS) é uma versão aprimorada de GPS. A-GPS recebe dados de suporte através de uma conexão de dados (por exemplo, GPRS ou 3G), ajudando seu aparelho a calcular as coordenadas da sua posição atual quando recebe informações de satélites.

Quais são os benefícios de A-GPS?
A-GPS foi desenvolvido para localizar satélites com mais rapidez e confiabilidade, o que significa mais estabilidade na sua experiência GPS.

A-GPS reduz o tempo que um aparelho com GPS leva para localizar a sua posição atual, conhecido como Tempo de Localização Inicial (TTFF) na maior parte do mundo.

A-GPS é mais útil em áreas urbanas, onde você pode passar por "desfiladeiros urbanos" ou dentro de um carro em movimento.

A-GPS melhora a experiência do usuário para todos os aplicativos que usam o GPS integrado

Existem custos extras para usar o A-GPS?
Consulte sua Operadora para saber quais serão os custos cobrados pela transferência de dados sobre a rede celular.

Lembre-se de que os custos podem ser mais altos em roaming.


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Britanicos já podem enviar dinheiro pelo celular

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Fonte: Info Abril

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A Western Union e o Vodafone Group PLC vão permitir que britânicos enviem dinheiro para o Quênia usando o celular.

Por meio de agentes da Western Union em Reading, usuários de telefones móveis poderão transferir dinheiro para os clientes da operadora queniana Safaricom.

A Vodafone controla 40% da Safaricom, que já oferece um serviço de pagamento pelo celular no país, o M-Pesa.

“O sucesso do M-Pesa no Quênia demonstrou que a demanda por serviços de pagamento fáceis, acessíveis e seguros está crescendo, pincipalmente em mercados emergentes”, afirmou Nick Hughes, chefe de pagamentos internacionais móveis da Vodafone.


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Vídeo com testes do novo iPhone 3G

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Fonte: Techguru

A análise do iPhone 3G baseado nas dúvidas que os leitores enviaram ao Techguru finalmente está pronta e você pode conferir no vídeo logo abaixo, sem mais enrolações.

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Gostaríamos de agradecer a todos que mandaram suas perguntas sobre o novo celular da Apple e que, de fato, foram os responsáveis pela elaboração desta edição do iTV. E aguardem, porque faremos outros programas neste formato, com gadgets exclusivos!




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Kogan Agora e Agora Pro: revelado outro smartphone com Android

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Fonte: Techguru

Senhoras e senhores, o próximo GooglePhone chegou.

O Kogan Agora e seu irmão gêmeo melhorado, o Agora Pro, parecem ser mais finos do que o T-Mobile G1 da HTC e têm design parecido com o do Blackberry.

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O problema dos dois smartphones é que eles não têm slot para cartões microSD. O Kogan Agora tem teclado QWERTY, tela touchscreen de 2,5 polegadas (320x240 pixels) e conectividade 3G.

Já o modelo melhorado tem câmera de 2 megapixels, GPS e Wi-Fi.

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O Kogan Agora e o Agora Pro já estão em pré-venda na Austrália por aproximadamente 200 e 260 dólares, respectivamente.

Os aparelhos serão entregues em janeiro de 2009.

E aí, você compraria um desses?


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Nokia N97: telemóvel tem touch screen e teclado incorporado

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Fonte: Gizmodo Brasil


Depois de estrear na categoria de telefones touchscreen com o 5800, a Nokia finalmente incluiu o manuseio por toque no seu novo e principal smartphone com S60, o N97.

Não é um mergulho inteiro no toque – ainda há um teclado horizontal QWERTY escondido abaixo da touchscreen de 3,5” e 640 x 360 pixels e que é acessado por meio de um mecanismo flip de 30º.

O N97 rodará uma versão do Symbian OS ainda mais otimizada para toque, a S60 v5, com a barra de contatos rápidos do 5800 e uma coleção de widgets de desktop customizáveis que podem ter informações do Facebook, feeds RSS e que tais, como aqueles presentes no sistema operacional de internet tablets da Nokia.

Os widgets serão abertos a desenvolvedores terceiros e – “por enquanto”, diz a Nokia – disponíveis pelo tradicional aplicativo Downloads do Symbian.

Não é bem o equivalente à App Store que os fãs desejariam, mas a personalização por add-ons é definitivamente a rota adotada.

Como é comum com modelos da Nokia, o N97 deve chegar primeiro à Europa e à Ásia. O pessoal de Moscou e Macau pode esperar pelo novo smartphone por volta do primeiro semestre de 2009; logo depois, chega ao mercado norte-americano. Na Europa, ele sairá por € 550, sem subsídio.

O modelo que manuseamos brevemente em Nova York é, claro, a versão européia, sem 3G norte-americano (e, infelizmente, sem rede Wi-Fi disponível).

Sem conectividade, não havia muito a ser testado, mas podemos dizer que o hardware é realmente bonito e condiz com o preço.

Os widgets de desktop parecem legais, mas as desvantagens de uma touchscreen resistiva (incluída, como sempre, para assegurar reconhecimento de caracteres via stylus para o mercado asiático) foram imediatamente percebidas ao arrastar os widgets.

As especificações incluem 32 GB de memória on-board (com 16 GB adicionais via microSD), A-GPS com o aplicativo Maps 3.0 da Nokia, suporte a N-Gage e câmera de 5 MP com lentes Zeiss e flash de LED.




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O Android por ter tecnologia aberta, poderá superar o iPhone

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Fonte: Info Abril

Steve Jobs é um cara teimoso. Ele revolucionou o mundo dos computadores pessoais ao criar o Macintosh, mas viu sua brilhante interface se popularizar por meio do Windows.

Não é difícil perceber que o Android, do Google, vai fazer o mesmo estrago no iPhone.

O que deu errado nos anos 80 todo mundo sabe. A Apple apostou em um sistema fechado de computador e sistema operacional, enquanto Bill Gates desenvolveu por uma alternativa capaz de funcionar em qualquer PC – mesmo os mais tranqueiras.

Foi uma segunda revolução, mais ampla e mais duradoura, que resultou na popularização dos micros em todo o planeta e fez a Microsoft deixar empresa de Jobs comendo poeira.

Quando o iPhone foi lançado, no ano passado, todo mundo ficou de queixo caído. E não é para menos. Com uma interface inédita e muito intuitiva, o aparelho deixou os outros celulares com cara de tijolões ultrapassados.

As vendas estão em alta agora, mas, como eu disse, Jobs é teimoso. O que é o iPhone? Um celular fechado com um sistema também restrito. E o que é o Android? Um sistema que pode ser usado em qualquer smartphone. O Google de hoje é a Microsoft de duas décadas atrás.

O primeiro indício de que a Apple começa a perder terreno surgiu nesta terça-feira.

A HTC, fabricante do primeiro celular com Android, o G1, revisou sua previsão inicial de aparelhos produzidos em 2008. Em vez de 600 mil, a empresa pretende despachar 1 milhão de unidades este ano. Para quem não se lembra, o modelo foi lançado há apenas um mês.

No ano que vem, outras operadoras vão lançar vários celulares com Android. Quem salvará o iPhone?


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Qual é o melhor smartphone 3G do mercado brasileiro

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Fonte: Olhar Digital Dispositivos de convergência digital por excelência, os chamados smartphones evoluíram, se tornaram mais amigáveis e até mesmo mais velozes com a maior disponibilidade das redes 3G em algumas regiões do país. Passado mais de um ano, o Laboratório Digital revisita o tema e analisa alguns modelos que já estão disponíveis do mercado.
www.Tu.tv
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Sony Ericsson MBS-900: sistema de som com formato de UFO

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Fonte: Info Abril

Cores suaves, formas redondas e uma superfície lisa. O que isto parece? Qualquer coisa, certa resposta. Ainda assim, isto aí é uma grande aposta da Sony Ericsson e se chama Wireless Home Audio System MBS-900. Mais respeito, por favor. P:

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Como o nome sugere, o objeto esférico é um sistema de alto-falantes sem fio, que se conecta ao seu celular via 2.1 Bluetooth e oferece um som de alta qualidade e com sistema de sub-woofer de 20 W.

O mais legal é o display sensitivo ao toque, que, além de mostrar detalhes como artistas e discos, também é responsável pelo controle das canções que rolarão na sua sala.

Dá para usar o celular normalmente enquanto o som está ligado e você dançando.

Para aqueles que dormem com o celular do lado e não conseguem se desgrudar da máquina, a esfera sonora possui um recurso de parar a música quando seu telefone móvel toca.

Este exótico e útil enfeite para sua sala chega ao Reino Unido no começo do ano que vem. O preço dependerá dos rumos que a crise econômica tomar até lá.


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Sony Ericsson Xperia X1: Quem é Johnny X?

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Fonte: ypsilon2

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Quem é Johnny X :confused:

A Dare, de Londres, está com novo trabalho para Sony Ericsson. Dirigido pelo brasileiro Ricardo Scappini, ex-Salles, trata-se de “Who is Johnny X?”, campanha com nove episódios, exclusivamente lançados na internet.

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A ação segue a linha da trilogia Bourne e veio para divulgar o Xperia X1 da Sony Ericsson, a marca promete divulgar os espisódios às segundas, quartas e sextas-feiras durante três semanas em que “Johnny X” reconstitui seus passos com a ajuda do celular.

O site “Who is Johnny X?” ajuda no apoio à série. Os visitantes também podem se inscrever para saberem quando um novo episódio estiver no ar, tanto por e-mail quanto por mensagens SMS. Veja o teaser da série, animal!





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Smartphones: Android é a aposta do Google no mercado em franca expansão

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Fonte: GDH Press

Apesar de ser mais conhecido por causa do mecanismo de buscas, do Gmail e do AdSense, o Google investe bastante nas mais diversas áreas, de painéis solares a novos algoritmos de AI. Em 2005 decidiram entrar também no ramo dos smartphones, adquirindo a Android Inc, uma pequena empresa de desenvolvimento de sistemas embarcados, dando origem aos boatos de que o Google estaria trabalhando no “Google Phone”. Quando finalmente divulgado, em 2007, o projeto acabou se revelando mais ambicioso. Em vez de estarem simplesmente trabalhando em um modelo específico de smartphone, anunciaram um sistema operacional open-source (http://code.google.com/android/), baseado em Linux, que pode vir a se tornar a plataforma dominante entre os smartphones ao longo dos próximos anos.

Apesar de ter começado como um projeto do Google, a partir de novembro de 2007, o desenvolvimento foi transferido para a Open Handset Alliance, uma fundação sem fins lucrativos, que, além do Google, inclui algumas dezenas de fabricantes de aparelhos, empresas de telefonia e de desenvolvimento de softwares.

O Android é, sob diversos ângulos, uma antítese do iPhone. Enquanto a Apple optou por manter um controle estrito sob sua plataforma, impondo restrições aos desenvolvedores e controlando a distribuição dos aplicativos, o Google optou por seguir o caminho oposto, criando um sistema aberto e incentivando o desenvolvimento, inclusive com prêmios em dinheiro.

Grande parte da estratégia em torno do Android é centrada no desenvolvimento de aplicativos por parte de outras empresas e desenvolvedores independentes. O Google entendeu que, assim como nos desktops, as plataformas de smartphones estão se consolidando e o mais importante passam a ser os aplicativos e não apenas o hardware ou as funções básicas do sistema. Tendo isso em mente, faz sentido que, sendo a última empresa a entrar no mercado, o Google seja quem está investindo mais pesado nessa frente, montando uma grande equipe de desenvolvimento, investindo em contatos com fabricantes e na divulgação do sistema e incentivando a participação externa. Enquanto a Apple tenta restringir os desenvolvedores, com medo de que aplicativos ruins possam prejudicar a imagem da plataforma, o Google adotou uma atitude liberal, disponibilizando as ferramentas e deixando que a coisa flua naturalmente. Você mesmo pode baixar o SDK no http://code.google.com/android/download.html e começar a estudar o sistema.

Entra em cena então o Android Market, o canal de distribuição, que assume a função que no mundo Apple pertence à AppStore, servindo como um repositório central de softwares para a plataforma, permitindo que eles sejam instalados rapidamente. A principal diferença é que no Android Market os desenvolvedores podem publicar seus aplicativos diretamente, sem precisarem primeiro passar por um processo de aprovação. Essa desburocratização do processo tende a fazer com que ele conte com um maior volume de aplicativos a longo prazo. Nada impede também que os desenvolvedores disponibilizem seus aplicativos diretamente, fora do Android Market.

Inicialmente, o Android Market conterá apenas aplicativos gratuitos, mas eventualmente o sistema passará a permitir também a disponibilização de aplicativos pagos, que também são necessários dentro de qualquer ecossistema saudável, atendendo a nichos específicos. No caso dos aplicativos pagos, o trato será similar ao que usado na AppStore, com a renda sendo dividida entre o desenvolvedor e o Google.

O primeiro aparelho comercial baseado no Android é o HTC G1, que combina uma tela de 480×320 sensível ao toque com um teclado QWERTY deslizante, câmera de 3.2 mp, Wi-Fi, Bluetooth, GPS e suporte a 3G:

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As telas de 480×320 são a nova tendência em smartphone voltados para navegação, já que a maior resolução, combinada com as maiores dimensões da tela realmente faz uma grande diferença. Um dos motivos do iPhone ser considerado tão superior a outros aparelhos com relação à navegação web é justamente a resolução e o tamanho da tela. Para quem está acostumado a navegar no S60, usando telas de 240×320, a diferença é realmente muito grande:

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O acesso às funções pode ser tanto feito através de toques na tela quanto usando um pequeno trackpoint, posicionado entre os botões de atalho. O trackpoint opera um cursor de mouse virtual, que simplesmente passeia pela tela e permite clicar nos botões. Outros modelos podem substituí-lo por um direcional (como nos aparelhos baseados no S60), que permite alternar diretamente entre as funções.

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A versão do Android incluída no G1 é ainda uma versão bastante crua, que desempenho bem as funções básicas, mas fica devendo recursos de sincronização e outras funções específicas. Ele cumpre a função de ponta de lança, apresentando a plataforma e atendendo aos early adopters que querem ser os primeiros a experimentar a nova plataforma, mas o sistema ainda tem muito o que evoluir. Outros aparelhos serão lançados por diversos fabricantes ao longo de 2009, colocando em teste o modelo de desenvolvimento aberto proposto pelo Google.

Diferente do Windows Mobile, ou mesmo do S60, que precisam ser licenciados, o Android pode ser usado sem custo nos aparelhos, o que representa uma redução considerável no custo dos aparelhos. As licenças do Windows Mobile, por exemplo, custam cerca de 15 dólares por aparelho (o custo varia de acordo com a versão usada e o volume), o problema é que estes 15 dólares entram logo na etapa inicial da produção, junto com os custos da matéria prima, o que faz com que, depois de aplicadas as margens de lucro, impostos e todos os demais custos envolvidos, eles acabam representando um aumento de até 50 dólares no preço final dos aparelhos, o que é mais do que significativo.

Isso explica por que fabricantes como a Motorola têm investido na formação de grupos de desenvolvimento para trabalhar no Android, de forma a adaptá-lo a seus aparelhos e ter assim uma alternativa mais competitiva da sistema operacional.

Como o sistema é open-source, existe também a possibilidade de portá-lo para diferentes plataformas conforme necessário. Já se tem falado em usar o Android em MIDs e outros tipos de aparelhos compactos voltados para acesso à web, baseados em processadores x86. A Intel também tem se mostrado bastante interessada na possibilidade de, futuramente, termos smartphones com o Android, baseados em futuras versões do Atom.

A combinação de tudo isso tem tudo para dar origem a aparelhos melhores e possivelmente também mais baratos que os atuais (devido à economia de escala), o que naturalmente tende a agradar a nós consumidores.

Você pode se perguntar o que o Google ganha investindo no desenvolvimento de um sistema operacional open-source para celulares apenas para distribuí-lo de graça depois. A resposta é que os aparelhos móveis são uma área bastante estratégica para o Google, pois permitirá levar seus produtos, como o Gmail, Google Maps, Google Docs, sem falar na própria pesquisa aos celulares, atingindo um público muito maior.

Talvez você ainda esteja coçando a cabeça, já que todos estes aplicativos são gratuitos, de forma que o Google não receberia nada pelo uso deles nos celulares. É aí que você se engana. O mercado de publicidade na web está crescendo rapidamente, superando mídias tradicionais, como a televisão, jornais e as revistas impressas e o Google é a maior força dentro do ramo de publicidade online, devido à incrível penetração do AdSense e de outros produtos, que são a principal fonte de renda do Google. Conquistando os smartphones, o Google conquista mais um novo grande mercado para seus anúncios.

Na verdade, os investimentos nessa área começaram muito antes do Android, na forma das versões móveis do Gmail, o Google Maps, Google Docs e outros, que podem ser usados mesmo nos aparelhos mais simples. Existem também versões nativas para o Symbian e para o Windows mobile, que oferecem mais funções. O Google Maps, por exemplo, é essencialmente o mesmo que está disponível no iPhone:

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Temos também o portal genérico do Google Apps, disponível através do http://www.google.com/mobile/, ele é basicamente uma lista de links para os serviços disponíveis:

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Um recurso interessante é a barra de pesquisa, que está disponível como um aplicativo nativo para os telefones baseados no S60 e no Windows Mobile. Ao instalar a barra, tenho acesso a um pop-up com a busca do Google pressionando a tecla Ctrl na tela inicial do sistema, sem precisar primeiro abrir o navegador. É uma melhoria simples, mas que acaba se revelando bastante útil, permitindo fazer pesquisar rápidas.

Você deve ter notado a presença de links para o Google Docs e para o YouTube no http://www.google.com/mobile/. O Google Docs talvez seja o próximo na lista de aplicativos nativos, mas por enquanto ele ainda está incipiente, permitindo apenas exibir os documentos em html de forma limitada, através do próprio navegador. O YouTube entretanto já funciona perfeitamente em diversos modelos de aparelhos que contam com players de mídia nativos. Acessando via EDGE ou 3G, os vídeos funcionam surpreendentemente bem.

Como você pode ver, estes aplicativos tem um bom potencial, mesmo em aparelhos relativamente limitados. Não é difícil imaginar as mudanças que versões atualizadas destes aplicativos, combinadas com outros recursos oferecidos pelo Android, rodando sobre aparelhos atualizados e com conexões 3G podem trazer. O Google pode ganhar alguns trocados com os aplicativos pagos do Android Market, mas sem dúvidas a grande aposta é com relação à publicidade.

Naturalmente, estes aplicativos dependem de um outro fator, que é a disponibilidade de conexões 3G e de planos de acesso de dados. Nesse aspecto, o lançamento do iPhone foi um fator positivo, pois incentivou as operadoras a oferecerem planos de dados junto com o aparelho. Nos EUA, por exemplo, a AT&T oferece um plano de acesso “ilimitado” (desde que você não tente compartilhar a conexão com o PC) para o iPhone 3G por US$ 30 mensais. No Brasil temos também opções ilimitadas por de R$ 49 a 99 mensais na Claro, TIM e na Vivo, além dos planos com megabytes avulsos que podem ser incluídos nos planos de voz. Para os mais geeks, existe até mesmo a opção de abandonar inteiramente os minutos de voz e passar a usar apenas dados, usando serviços de VoIP como o Skype e o Vono para as chamadas de voz.

Esta é uma mudança que lembra um pouco a transição do acesso discado para o ADSL por volta do ano 2000. Antes do ADSL, alguns poucos usuários gastavam muito com os pulsos conectando via modem, sem falar na mensalidade do provedor, mas em compensação a maioria acessava muito pouco. Com o ADSL, as operadoras passaram a cobrar taxas fixas pelo acesso, de acordo com a velocidade. Alguns usuários passaram a gastar menos com o ADSL do que gastavam com os pulsos, mas um número muito maior, que não acessavam, ou que acessavam pouco, aderiram ao ADSL e passaram a gastar mais do que gastavam antes. Com isso, as operadoras acabaram ganhando mais com o ADSL do que ganhavam com o acesso discado.

A disponibilidade de planos de dados com preços acessíveis são um pré-requisito para a popularização dos smartphones, especialmente no caso do Android, que é fortemente baseado no uso de aplicativos online.

Concluindo, o Android é entre as atuais, a plataforma que mais tem potencial para evoluir e tem a seu favor a constatação histórica de que as plataformas abertas tendem a prevalecer a longo prazo, conforme a tecnologia se populariza, pressionando os preços. Entretanto, com a abertura do Symbian, o Android terá um páreo duro pela frente, já que enfrentará outro sistema aberto, mas que já está muito bem estabelecido. Quem tende a perder espaço na briga são os aparelhos mais simples, incluindo os feature phones baseados no S40, que vão passar a perder espaço rapidamente conforme os smartphones baseados no Symbian e no Android crescerem em vendas.



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T-Mobile não vendeu 1,5 milhões de G1

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Fonte: Gizmodo Brasil

Muito interessante está noticia a respeito do novo sistema operacional do Google para celulares, a operadora T-mobile anunciou que foram vendidos 1,5 milhões de G1, mas a realidade e outra, a notícia correta seria a previsão era vender este número, fico com a clara impressão que o Google, manipula as noticias para tornar seus produtos e serviços competitivos, procurando passar a imagem de empresa que tudo o que toca vira ouro.

Começo a ficar preocupado com estas atitudes do Google, que me lembram tempos não muitos distantes, onde a Microsoft mentia ( e ainda mente ), sobre seus produtos e qualidades, quero que o Google mostre competência e que ganhe mercado da Microsoft, mas de forma honesta e não por meio de noticias forjadas que mascaram a verdade, desse jeito será como trocar seis por meia dúzia.


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A declaração de que a T-Mobile teria vendido 1,5 milhões de unidades do G1 em pré-venda não pareceu um pouco fantasiosa demais pra ser verdade?

O Information Week também achou e falou com o cara por trás deste número astronômico – um matemático do Motley Fool.

Acabou que uma multiplicação equivocada pode ter sido jogada na equação e o número de pré-venda talvez seja algo entre 200.000 e 300.000.

É bastante, mas não absurdamente bastante.

Entrei em contato com Anders Bylund, o autor do artigo original do Motley Fool citado em centenas de histórias.

Eu estava curioso sobre estes números e ele me explicou.

Ele citou um artigo do Cens.com que dizia: “de acordo com pessoas com acesso às informações do setor, a T-Mobile está planejando vender no total algo entre 1,5 milhões e 2 milhões de unidades do G1 com HTC num futuro próximo, incluindo 400.000 a 500.000 unidades a serem vendidas já neste último trimestre do ano”.
Daí Bylund citou que a T-Mobile havia esgotado todas as unidades em pré-venda e triplicou a quantidade inicial de telefones à disposição.

Ele então triplicou o número 500.000 e chegou aos 1,5 milhões.

Considerando que o iPhone, lançado em 20 países diferentes, só vendeu 1 milhão de unidades durante o seu primeiro fim de semana, todos deveriam mesmo ter achado estranho que um telefone em um país com uma operadora superaria esta marca.

O G1 parece ser um concorrente espetacular, mas é melhor não perder a cabeça torcendo pelo seu sucesso.



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