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Notícias de tecnologia, informática e curiosidades que circulam pela Internet

Posts tagged with "economia"

Lenovo não comprará a Positivo

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Fonte: Baboo

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A chinesa Lenovo, quarta maior fabricante de PCs do mundo, informou hoje que estava discutindo uma possível aquisição da Positivo Informática SA, maior fabricante de PCs do Brasil, mas que uma aquisição no atual cenário econômico não seria possível.

"A Lenovo e a Positivo concordaram que, com as atuais turbulências e incertezas na economia, não seria possível chegar a um acordo para a aquisição", disse Angela Lee, porta-voz da Lenovo.

A Lenovo, juntamente com outras rivais como a Dell, tem enfrentado uma diminuição na demanda enquanto o mundo enfrenta a crise econômica e as empresas se focam na redução de custos.

A Lenovo continua a buscar novas formas para expandir seus negócios, disse Lee, embora não tenha descartado definitivamente a aquisição.

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Por culpa da deterioração da economia global, provavelmente foi uma boa decisão o fato de a Lenovo decidir por não optar pela aquisição da Positivo, disse Antonio Wang, da IDC.

Wang disse que os donos da Positivo provavelmente estavam relutantes em vender a empresa por um preço mais baixo. As ações da Positivo caíram cerca de 80% neste ano, com o valor total da empresa chegando a US$ 420 milhões.

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Abit: grande fabricante de motherboards fecha portas

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Fonte: Tech4pc

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Uma das melhores fabricantes de motherboards, quem ainda conseguir achar placas da empresa a venda, compra que vale a pena.

Deveriam terem lançado placas de baixo custo, pois suas placas eram bem caras, deviam seguir o exemplo da ASUS, MSI, Gigabyte, é o que se chama de erro estratégico, toda empresa tem que fornecer para os dois mercados, um que é o de baixo custo e o outro que é o de alto desempenho, infelizmente não teremos mais as espetaculares placas Abit. awww

A Abit, pioneira no desenvolvimento de modelos específicos para entusiastas, irá encerrar as portas no último dia de 2008.

A razão do declínio desta outrora importantíssima marca deveu-se, essencialmente, à má gestão.

Um dos sinais de que a empresa não estava bem já tinha sido dado em 2006: deu-se o encerramento da divisão de placas gráficas e a venda da divisão de motherboards à Universal Scientific Industrial (USI).

Contudo, a marca tinha intenções de recuperar quota de mercado, mas não teve sucesso - no inicio de 2008 surgiu o anuncio de que as vendas estavam muito aquém das expectativas.

Fecha assim as portas aquela que em tempos foi um dos mais importantes fabricantes de motherboards do mercado.

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Celular: tecnologia, fetiche e pobreza

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Fonte: (in) Foto

Sabe aquela frase: “O número chamado encontra-se fora da área de cobertura ou desligado”, que tantas vezes se ouve no celular?

Em breve ela será assim: “O número chamado encontra-se fora da área de cobertura, desligado ou o miserável

proprietário não tem forças suficientes para atende-lo”.

Ponto 1: O Celular Popular
Depois apresentar o carro mais barato do mundo, a Índia ataca novamente, uma empresa de lá pretende produzir o “Celular Popular”.

O novo modelo, que foi lançado no Congresso Mundial de Telefonia Móvel, em Barcelona, será vendido por menos de 20 dólares por aparelho.

O objetivo do esperto empreendedor é: “atender alta demanda por celulares baratos em mercados emergentes”, que pode ser traduzido por “vender celular para pobre”.

Ponto 2: Brasil - O Emergente Móvel
Nosso “rico” país fechou o ano de 2007 com cerca de 118 milhões de celulares ativos. Segundo o relógio populacional do IBGE , somos mais de 186 milhões de habitantes, portanto, mais de 63% dos brasileiros já estão “chiques”, podem falar ao celular, como os japoneses, suecos e outros ricos.

Legal isto, né!? Se quiser, um brasileiro “pé de chinelo” pode ligar do interior do Acre para um milionário qualquer, confortavelmente instalado em algum luxuosíssimo resort, em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Acho muito bom o celular, mas, se não me engano, por aqui existem algumas outras necessidades não atendidas, são coisas bobas como alimentação, saneamento básico, saúde, educação e segurança, que, parece-me, deveriam ser prioritárias sobre a mobilidade telefônica.

Será que estou enganado? Em quanto o fato de passarmos a ter 118.000.000 de celulares contribuiu para a melhora da qualidade de vida no Brasil? Um país onde há favelas, dengue, febre amarela, chacinas...

Ponto 3: O Fetiche Tecnológico Malévolo
A etimologia, o estudo da origem e formação das palavras, explica que o termo fetiche é parente próximo de feitiço, ou seja, ele também enfeitiça.

O termo é usado para designar um objeto de admiração, reverência ou devoção extrema ou irracional. Os telefones celulares são um fetiche mundial. Paga-se por um minuto de conversa nele algo que equivale a entre cinco e dez vazes o custo em um telefone fixo.

O preço de 10 minutos de ligação é maior do que o valor de uma refeição na maior parte do mundo. Quanto isto é racional? Quanto as pessoas estão dominadas pelo objeto do desejo?

Sempre, quase intuitivamente, pensei na tecnologia como algo bom e que faz prosperar a humanidade.

Este caso, em particular, fez com que a aura de benevolência que eu via na tecnologia se trincasse.

Talvez, tenha sido partida irremediavelmente.


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Pesquisas Microsoft: poupando 1 milhão de libras com o Windows ( ruins de sistema operacional e também de finanças )

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Fonte: Linuxnewmedia

Fico até com azia quando vejo as pesquisas da Microsoft. :yuck:

Que são ruins para fazerem um sistema operacional decente, isso todos sabem :irked:, que são mentirosos, isso também todos sabem :irked:, agora mais essa, mostram o quanto são ruins de finanças. Photobucket
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A Microsoft fez de novo: um estudo recente, encomendado pela empresa, “concluiu” que é mais barato para uma empresa usar o Windows como plataforma de software.

A revista australiana iTWire analisou o estudo e fez algumas descobertas interessantes...

O que parece à primeira vista (com perdão do trocadilho) ser uma história de sucesso, na realidade não é — nem de longe: em primeiro lugar, não há economia nenhuma.

O que há são apenas estimativas da Microsoft, segundo as quais a empresa britânica Speedy Hire deverá economizar 200.000 libras por ano devido à utilização do Windows.

A análise do estudo, disponível em artigo no site australiano iTWire.com, faz um raio-X da “economia” sugerida pela empresa de Bill Gates.

Elas começam pelo hardware, já que no projeto foram utilizados terminais leves para Windows — que seriam inexplicavelmente mais baratos do que aqueles equipados com Linux.

Que há alternativas para os modelos V90 da empresa Wyse, equipados com Windows, como os V50, pré-carregados com Linux — além de bem mais baratos —, o estudo não menciona nem “en passent”.

Nesse estilo, o artigo vai revelando de onde vieram as “reduções de custo” obtidas pela Microsoft, que vão se transformando em vapor à medida que prosseguimos na leitura.

Estamos curiosos para saber o que sobra da economia de 1 milhão de libras após os 5 anos...Photobucket


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Crise mundial ajuda Linux a ser a escolha ideal: Rio de Janeiro economiza R$ 150 milhões com uso de software livre

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Fonte: O Globo

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Contra a crise, tome pingüim. Em pelo menos numa área o orçamento do governo federal vem sendo aliviado: as licenças de software. No Free Software Rio, que aconteceu no Rio semana passada, o presidente do Serpro, Marcos Mazoni, conversou com a DIGITAL e disse que, com o uso de distribuições abertas GNU/Linux em órgãos governamentais, deixou-se de gastar mais de R$ 150 milhões nos últimos anos.

- Só com o Expresso (solução livre de email, agenda, catálogo e fluxo de trabalho) foram economizados R$ 30 milhões, e olhe que ele ainda está sendo instalado - diz Mazoni. - Já está no Serpro, grande parte do Ministério da Fazenda, Presidência da República, Fundação Chico Mendes... Quando estiver no governo como um todo, a economia será bem maior.

O Serpro está fazendo um novo levantamento sobre o uso de software de código aberto no governo, que deve estar pronto até o fim deste mês. Segundo Mazoni, além do próprio Linux nas estações de trabalho dos órgãos públicos, as estrelas entre os programas livres usados são o escritório eletrônico representado pelo BrOffice (com processadores de textos, planilhas, apresentações etc), sistemas de bancos de dados como o Postgres, e aplicações desenvolvidas na linguagem Java, "que não nos obrigam a ter um sistema operacional proprietário nas máquinas".

- Temos um sistema estruturante próprio (framework), e se isso fosse proprietário custaria uns R$ 20 milhões. Seu uso gera economia direta, e isso sem falar dos programas e soluções desenvolvidos com suas ferramentas - diz. - Por isso, as políticas de incentivo em TI devem fazer com que o sistema de desenvolvimento de programas siga a lógica do software livre, uma lógica de cooperação em que o trabalho seja remunerado, e não os royalties.

Ao fazer essa opção, diz, o governo sinaliza um caminho diferente para a indústria e o comércio, em que a evolução tecnológica anda de mãos dadas com a evolução do conhecimento (e da própria sociedade, o que é no fim das contas o objetivo principal da filosofia do free software).

No painel final do evento carioca, Mazoni comparou a questão do software à invenção do avião e à eterna rixa entre os irmãos Wright e o nosso Santos Dumont. Enquanto os primeiros levaram dez anos para aperfeiçoar seu invento, já que estavam criando conhecimento proprietário com vistas a patentes e pouco podiam contar com padrões já conhecidos, Santos Dumont criou o 14 Bis em um ano usando todo o conhecimento público disponível sobre aerodinâmica na época.

- Depois, quando criou o Demoiselle, franqueou todos os dados sobre ele. Foi a primeira licença Creative Commons da História.


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Fiat e Peugeot-Citroën, governos estudam união

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Fonte: Carplace

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O jornal italiano Milano Finanza informou neste sábado que França e Itália estão considerando uma potencial união entre as montadoras Peugeot-Citroen e Fiat. Coicidentemente, a informação surge após dois dias depois de Sérigo Marchionne, executivo-chefe da Fiat, afirmar que a montadora italiana precisa encontrar um parceiro para sobreviver à crise que enfrenta a indústria automobilística.

Segundo o jornal, o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, trabalham sobre a questão da possível fusão, citando fontes próximas ao gabinete de Berlusconi.

A fusão com a Peugeot poderá ser discutida quando John Elkann, diretor da holding IFI, controladora da Fiat, se encontrar com Berlusconi na quarta-feira, afirmou o jornal.

Um porta-voz do gabinete de Berlusconi disse que não há comentários oficiais sobre a reportagem. O porta-voz da Fiat não comentou o assunto.

Analistas afirmam que uma fusão Peugeot-Fiat faria sentido comercial já que ambas as empresas têm posições fortes no mercado de carros pequenos. Elas também têm joint ventures no mercado de veículos comerciais e mini-vans.

A fusão faria da Fiat-Peugeot-Citroen a quarta maior fabricante de automóveis do mundo em produção, depois da Toyota, GM e Ford-Mazda, dividindo a colocação com a Renault-Nissan e a VW.


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A coisa está feia, a coisa está preta: ajuda a montadoras não passa no Senado dos EUA

Fonte: Nelsonfrancojobim

Em uma forte divisão entre os partidos Republicano e Democrata, não houve acordo no Senado dos Estados Unidos para aprovar os empréstimos de emergência no valor de US$ 14 bilhões para salvar as empresas fabricantes de automóveis General Motors e Chrysler.

Os senadores republicanos exigiram um alinhamento dos salários com os da indústria automobilística japonesa, o que os sindicatos de Detroit não aceitam.

Isto é o espírito norte-americano, mesmo na Photobucket não perdem a arrogância, e assim como no Brasil, na america os sindicados tambem são uma Photobucket, só existem para tirar dinheiro do trabalhador, quando é para ajudar são os ultimos a aparecerem, e quando aparecem é para atrapalhar.

É 2009 vai ferver.


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Ferrari responde aos rumores sobre problemas financeiros: “Estamos bem!”

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Fonte: Carplace

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A Ferrari divulgou nota nesta terça-feira (09/12) refutando os rumores que começaram a circular pela imprensa de que também estaria com dificuldades financeiras. Segundo a nota, a Ferrari diz que a empresa opera dentro de parâmetros esperados e que está tudo bem em termos de vendas, apesar da desaceleração mundial.

Um relatório divulgado ontem (08/12) pela Autocar obtido através de uma fonte interna da Ferrari dava conta de que a marca iria cortar até 300 empregos ainda nesta semana como parte de uma medida drástica para reduzir custos e manter a manter a empresa estável no mercado.

Hoje, a declaração da Ferrari, por meio da publicação MotorTrend, informa que esta é - pelo menos por enquanto - uma informação falsa. Nenhum anúncio neste sentido foi feito, e embora uma análise esteja sendo realizado na empresa, a reação dos executivos da marca em relação ao falso relatório serve como um indicador de que as especuladas demissões não devem acontecer.


Apesar da crise enfrentada pelo setor automotivo no mundo inteiro, a Ferrari registra até o momento um aumento de 7,5% no volume de vendas em comparação com o mesmo período do ano passado.


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Google em tempos de crise

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Fonte: Info Abril

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O Google vai cortar novos projetos e diminuir gastos para sobreviver à crise, releva uma reportagem do Wall Street Journal.

A empresa conhecida por manter alguns gastos considerados extravagantes no Vale do Silício – como refeições requintadas e atendimento médico gratuito – vai abortar alguns projetos que não “pegaram” ou “que não são tão interessantes”, segundo o CEO Eric Schmidt.

O executivo disse ainda que a empresa não vai mais dar a engenheiros equipes de 20 pessoas para trabalhar com projetos experimentais, pelo menos enquanto a recessão estiver rondando.

Um dos exemplos da nova postura é o site SearchMash, que experimentava com novas formas de organizar resultados de busca. O serviço foi fechado no último mês.

Outra vítima dos cortes de custos foi o Lively, mundo virtual que mal nasceu e já foi engavetado.

Outra estratégia que já começou a ser adotada pela empresa é colocar anúncios em serviços antes não explorados por publicidade, como o Google Finance. O Google News também deverá entrar no modelo em breve, disse a empresa.

A companhia já anunciou também que planeja reduzir significativamente os empregados terceirizados, que hoje são cerca de 10 mil.

Os pequenos “luxos” dos escritórios também devem sofrer. As horas de atendimento na cafeteria gratuita diminuíram e o tradicional chá da tarde no escritório em Nova York foi cortado.

Além da crise, o Google tem outro desafio a vencer. A empresa está tendo que se adaptar ao fim do seu ciclo de crescimento explosivo.

O preço das ações do Google caiu para US$ 275 na última quinta-feira – consideravelmente abaixo do patamar de US$ 741 alcançado em novembro de 2007.

O crescimento na receita também vem desacelerando.

Os ganhos ainda robustos de 31% no terceiro trimestre são bem menos impressionantes que o crescimento anual de 92% em 2005.

Apesar dos desafios, tudo indica que a empresa está ao menos empenhada em fazer sua lição de casa.


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Audi abandona a American Le Mas Series

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Fonte: Blogauto


Acabávamos de falar sobre a Honda fora da Fórmula 1 vimos o anúncio da Audi, que deixará de participar da American Le Mans Series, uma competição em que ela sempre se destacou.

A equipe da Audi iria usar o novo R15 TDI no próximo campeonato, mas apenas participará da etapa de abertura, em Sebring no mês de março.

A marca alemã também não deixou claro se fornecerá o R10, modelo atual, para outras equipes que continuam na competição.

Diferentemente da Honda, que só acumulou fracassos na F1, a Audi venceu nove campeonatos consecutivos da American Le Mans, ou seja, ela deixa a competição por motivos financeiros mesmo.

Mas continuará participando das 24 Horas de Le Mans, a mais famosa corrida de endurance.


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Crise mundial: mercado dos EUA vende “apenas” 743 mil carros

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Fonte: Blogauto

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E engraçado, muitos ganhadores do Premio Nobel de Economia são dos Estados Unidos, e grande parte dos livros e biblias de economia também são daquela pais, mesmo com todos esses recursos e pessoas gabaritadas, uma boa parte das empresas americanas são exemplos de uma pessima administração.

Os EUA passaram por crises de petroleo, a primeira aconteceu nos anos 70, guerra do Golfo e mesmo assim não aprenderam a lição, e a industria automobilistica continuaram sendo arrogantes, estão pagando o preço, a regra que se aplica ao reino animal se aplica na economia e industrias, só sobrevivera os mais fortes, o proprio mercado se encarregara de peneirar o que é bom e eliminará o que é ruim.

Quem não se adapta ao meio em que atua e vive, a tendência e ser eliminado, enquanto vemos diversos paises, europeus e o Japão se reestruturando, vemos as empresas americanas a beira da falência, não só as automobilisticas, as de outros setores tambem, todas de chapeu na mão, e uma triste realidade e o indicio do declinio do imperio norte americano, que so se mantém no poder, por seu poderio militar e tambem a custa de guerras arranjadas pelos quatro cantos no mundo, não ficarei surpreso se alguma guerra de proporçoes mundiais nao acontecerem.

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Fala-se tanto na tal crise financeira dos Estados Unidos que acabou se espalhando pelo mundo. Mas basta olhar para o tamanho do mercado norte-americano para se notar que o que eles chamam de “crise” seria motivo de festa em qualquer país.

Veja o caso de novembro, quando as vendas de veículos despencaram 27,3%, quase o mesmo que o Brasil, aliás. Mesmo assim, foram comercializadas nada menos que 743 mil unidades, praticamente três vezes o que se vendeu aqui em julho, melhor mês da nossa história.

Entre os grupos industrais, a GM ainda é a maior, com 154,9 mil vendas. A Toyota vem em 2º, com 130,3 mil unidades, e a Ford em 3º, com 123,2 mil. A Chrysler (85 260), apesar dos problemas, é a 4ª, à frente da Honda (76 233) e da Nissan(46 605).

Porém, a marca mais vendida é a Toyota, com 114 mil carros.

Depois vem a Ford, com 103 mil, e a Chevrolet, com 95,7 mil. Aí está o problema: enquanto a marca japonesa responde por 88% das vendas (o resto é tarefa da Lexus), a Chevrolet tem participação de apenas 62%.

O resto é dividido entre outras sete marcas - GMC (13%), Pontiac (8%), Cadillac (6%), Saturn e Buick (5% cada) e as nanicas Hummer (1%) e Saab (0,6%).

Até a Ford é mais focada: a marca principal vende 84% do total do grupo e o restante é dividido por Lincoln e Mercury (6,5% cada) e Volvo, com apenas 3,6% - a Mazda não é mais considerada parte da Ford após a venda de grande parte das ações.

Agora é estranho que uma Pontiac ou uma Lincoln, com cerca de 10 mil clientes todos os meses batendo às suas portas (eram 20 mil na Pontiac em outubro) para comprar um modelo, não consigam trabalhar no azul.

No Brasil, esse é um volume equivalente ao da Renault, por exemplo, porém, vendendo modelos mais baratos e nem por isso a marca francesa está quebrada. Claro, o lucro é pequeno, mas fica nítido que algumas marcas norte-americanas são muito, mas muito mal administradas.


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A Honda resolveu parar de brincar de carrinho de F1 e Rubens Barrichello deixou de brincar de piloto

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Fonte: Info Abril

A Honda não pode fazer isso com nosso heroi, o maior chorão :rolleyes: piloto de todos os tempos, ( não estou falando do Senna, ele era piloto bem mediocre ), o Rubens Barrichello não pode ficar a pé, vamos fazer uma vaquinha para deixa-lo na Formula 1.

Iremos até as ultimas conseguencias, iremos até ameaçar a Ferrari, ou contrata esse espetacular piloto ou seremos obrigados a cancelar os nossos pedidos de automoveis Ferrari, não vamos comprar nada dos italianos, vamos andar de busão que é mais legal e chique, além do mais estamos enjoados da cor vermelha e do ronco do motor, a gente cansou de andar de Ferrari. P: :cool: Photobucket


Chora não Rubinho, é uma manteiga derretida mesmo.

A Honda se retirou da F1.

Muito repentinamente,por sinal.

Também demitiram meio milhão de funcionários nos EUA. A Honda resolveu parar de brincar de carrinho de F1 e deixou vários funcionários na mão.Sem contar Jenson Button, e Bruno Senna e Barrichello, que estavam disputando a outra vaga.

A Crise bateu a porta da F1,mas a Honda acabou saindo antes da FOTA definir as reduções de custos necessárias,talvez a saída não fosse necessário.Mas a Honda também saiu pela a falta de resultados e desempenhos pífios.

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Pra F1, isso é péssimo,pois se não surgir nenhum milionário disposto a comprar toda a estrutura da equipe Honda teremos apenas dezoito carros em Melbourne.

E fica o risco de mais alguma montadora se retirar

Era o que Max Mosley não queria, ver uma F1 dependente das montadoras.Elas sempre sai quando querem,quando os resultados não aparecem.Nessa leva,os motores padrões podem ser aceitos na F1,mas não sou a favor disso.

Seria legal que a F1 fizesse um motor padrão com todas as especificações que diminuam os custos,que sejam economicos e que sejam potentes o suficiente pra que os bólidos não percam a velocidade, mas que cada montadora fizesse o seu.

Quem não tivesse condição de fazer, a FIA Disponibilizava o motor(digamos que seja o Cosworth), menos tempos de testes, peças mais duráveis, venda de chassis liberada,Isso incentivaria a entrarem mais equipes, mais garagistas, ou até montadoras,pra aumentar o grid, pois é inadmissível a maior categoria automobilística ter apenas 18 vagas e nova equipes.

A F1 se quiser que a saída da Honda seja o prenúncio de uma catástrofe, terá que dar um passo pra trás, pra que no futuro possa dar dois passos a frente.

Rubinho eu ja falei para de chorar, desse jeito mando você para o sertão, passagem só de ida, com todas essas lágrimas acabará com a seca por aqueles lados.


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Firefox caiu na malha fina do Imposto de Renda

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Fonte: Info Abril

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Quem disse que o Google é bonzinho? Apesar de adotar o lema “Don’t be evil”, o gigante de buscas montou um megaesquema para encher de dinheiro os cofres da Fundação Mozilla, responsável pelo Firefox, e ainda lucrar em cima disso. Mas o IRS, a Receita Federal dos Estados Unidos, apura se a entidade não deveria ter pago impostos sobre a quantia recebida.

A história começou há alguns anos, pouco depois de a Fundação Mozilla ganhar status de organização sem fins lucrativos. Em 2004, o Firefox passou a adotar como home page inicial a página de buscas do Google.

Foi um acordo comercial: cliques em anúncios encontrados a partir de lá resultam em uma graninha nos cofres da Fundação Mozilla. O pessoal do software livre e o Google saem ganhando. Já o Fisco...

Para ter idéia do quanto a brincadeira rende, nas últimas semanas a entidade declarou ter recebido em 2007 um total de US$ 75 milhões de todos os seus doadores. Desse valor, US$ 66 milhões (88%) vieram por meio da parceria do Google.

Agora, acompanhe o raciocínio: a origem do dinheiro são anúncios, que, por sua vez, têm a ver com comércio. Logo, é um dinheiro que, em tese, deveria ser taxado. Só que a Fundação Mozilla não recolheu um centavo de impostos por isso.

Tem mais. Quem paga na realidade não é o Google, mas todos os usuários que fazem pesquisas por meio daquela home page inicial.

É a chamada caridade com chapéu alheio. Prevendo o problema, o pessoal da raposa criou a Mozilla Corporation em agosto de 2005 e colocou-a como beneficiária da quantia. O IRS não gostou. O valor recebido até a data está sob análise e os resultados devem sair dentro de 12 meses. Se o resultado for desfavorável, pode render uma bela multa.

A parceria Google-Firefox vai até novembro de 2011.


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História Sem Fim: Microsoft faz nova proposta pelo Yahoo!

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Fonte: Tech4PC

Durante os ultimos meses Steve monkey Ballmer, praticamente jurava que o Yahoo! era coisa do passado, e que agora estavam com outros planos, como eu já conheço as taticas da Microsoft, não demoraria muito e a verdade iria aparecer.

Isso esta virando, uma daqueles filmes americanos tipo, Rock I, II,...., já encheu os esculhões. Photobucket

Em homenagem a essa História Sem Fim, um video para relaxar ou ficar mais irritado, pois a musica é enjoada, um verdadeiro pé no saco, igual aos que essas duas empresas estão fazendo, tudo a ver.

Vamos a música chata tema de fundo dessa historia que já virou pesadelo.


A Microsoft tenta novamente comprar o Yahoo!. Desta vez, a empresa de Bill Gates quer apenas a parte de pesquisas do portal, e por isto oferece um valor de 20 biliões de dólares.

O acordo inclui um investimento inicial de 5 biliões de dólares para que o ex-diretor-executivo da AOL, Jonathan Miller, e o presidente da Fox Media Interativa, Ross Levinsohn, assumam o controlo do Yahoo!.

Os dois teriam que trazer investidores que colocassem mais 5 biliões no negócio.

Estes investidores terão o direito de indicar três dos 11 componentes do corpo directivo do Yahoo!.


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Ecológicos e econômicos, é o que afirmam os estudos e testes de hélices em aviões

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Fonte: Diario IOL PT

A Rolls-Royce, empresa pioneira no desenvolvimento de motores de aeronáutica, encontra-se a desenvolver motores impulsionados por hélices, mais económicos e capazes de reduzir em 30 por cento a emissão de gases de efeito de estufa, noticia o jornal The Guardian, na sua edição online.

Os motores baseados na tecnologia das hélices estiveram
em grande destaque na indústria aeronáutica durante a primeira metade do século XX. Mesmo depois da ascensão dos motores a jacto, e em especial, a seguir à crise petrolífera de 1974 e durante o inicio da década de 80, os maiores fabricantes de motores de aviões como a Rolls-Royce e a General Electric voltaram a efectuar testes com o intuito de fabricar motores mais económicos e ecológicos baseados na tecnologia das hélices.

Um dos principais defeitos apontados para este tipo de tecnologia não ter vingado na indústria aeronáutica, foi o ruído produzido pelas hélices. A descida do preço do petróleo durante os anos que se seguiram à crise de 1974 não obrigaram ao recurso a esta tecnologia.

Com a subida do preço do petróleo durante o último ano, e crescentes preocupações ambientais, a indústria aeronáutica volta a olhar para os motores impulsionados por hélices como uma alternativa viável.

A Rolls-Royce, a General Electric, a Pratt & Whitney e a empresa francesa Snecma, considerados os maiores fabricantes de motores de aviões, já se encontram a desenvolver motores baseados neste tipo de tecnologia.

A Rolls-Royce, uma das melhores empresas de motores aeronáuticos em termos de ruído, já se encontra numa fase avançada do seu novo modelo de motor, e começa agora a revelar pormenores do projecto.

Mark Taylor, engenheiro do projecto, já afirmou que «a poupança chegará aos três milhões de dólares e à não-emissão de dez mil de toneladas de dióxido de carbono, por por ano e por avião, se este modelo de hélice a aviões for usado».


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