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Belfiglio.NET

Notícias de tecnologia, informática e curiosidades que circulam pela Internet

Posts tagged with "segurança"

Antivirus for USB - ( AIO )

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Fonte: tehparadox

Grande utilitário para pendrive, uma coleção de vários antivirus. :yes:

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Compilation of antiviruses for USB Flash Drives with database updates till 26 June 2008. Includes: Ad-Aware SE, RemovelT Pro, Avast! Ad-Aware SE, RemovelT Pro, Avast! Virus/Worn Cleaner, ClamWin, Trend Micro Sys Clean, Cureit ® Scanner. Virus / Worn Cleaner, ClamWin, Trend Micro Sys Clean, Cureit ® Scanner.

Ad-Aware SE
The world's most popular anti-spyware! Protect yourself against identity theft, online fraud, and other cyber crimes with the world's most popular anti-spyware.

Avira Antivir
Basic protection: Protects your computer against dangerous viruses, worms, Trojans and costly dialers. Not for Commercial or Business use.

AVAST!
Represents a multi-award winning solution to virus protection, with anti-spyware and anti-rootkit software built in for added security. It is available free for non-commercial, home use and with its fast, automatic updates avast! antivirus is already being used by more than 50 million users worldwide to provide continuous protection against all forms of malicious software (malware).

McAfee Virus Scan
Stops Viruses. Blocks and removes viruses and even stops them before they even get to your PC.
Blocks Spyware. Blocks spyware before it installs on your computer and removes existing spyware.
Adds Safety Ratings to Websites. McAfee® SiteAdvisor™ adds ratings to websites to help you avoid online dangers.
Stops Hackers. Protects and conceals your computer from hackers.
Improves PC Health. Cleans clutter off your computer so it stays healthy and secure.

NOD32 AntiVirus
Your best defense against viruses, trojans and other forms of malware-and the top choice for IT professionals. Powered by the ThreatSense® engine with advanced heuristics, which blocks far more unknown threats than the competition.

ClamWin
High detection rates for viruses and spyware, scanning Scheduler. Standalone virus scanner and right-click menu integration to Microsoft Windows Explorer. Addin to Microsoft Outlook to remove virus-infected attachments automatically.

Trend Micro Sys Clean
Easy-to-use Trend Micro Internet Security 2008 fully protects your home network, identity and online activities from the latest known and unknown web threats.

Dr.Web Scanner for windows
Dr.Web Anti-virus scanner, which will help you quickly scan and cure, if necessary, a computer operated by MS Windows 95OSR2/ 98/Me/NT 4.0/2000/XP/2003/Vista without installation of the Dr.Web Anti-virus.

Photobucket Photobucket - Antivirus for USB - ( AIO )


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Norton Internet Security 2009 - ( 570 dias de updates )

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Fonte: tehparadox

O Norton Internet Security é uma ferramenta de proteção voltada, principalmente, a ameaças oriundas da Internet.

É um aplicativo bem conceituado no mercado, uma vez que a Symantec, empresa desenvolvedora dos produtos Norton, está presente nele há mais de 25 anos.

Sua última versão vem recheada de novidades que irão mudar os seus conceitos sobre esse produto.

O produto traz os mecanismos de proteções imprescindíveis a quem utiliza a Internet com freqüência e preza pela segurança do computador.

Além da função antivírus, o Norton Internet Security reúne soluções de segurança para a rede e Internet, as quais visam prevenir sua máquina contras as ameaças que se propagam nesses meios.

Há ainda a proteção anti-spyware, a qual complementa o poderio do antivírus interceptando e removendo os temidos spywares.

A proteção residente do Norton Internet Security, mecanismo responsável pela segurança do computador em tempo real, ficou mais enxuta e agora não consome tantos recursos do sistema como em suas versões anteriores.

Agora o Windows carrega mais rápido e não tem o seu desempenho prejudicado ao decorrer do uso.

Quem utiliza o Windows Vista, notará um desempenho ainda maior, já que esta versão está totalmente adaptada a ele.

AS NOVIDADES

Arquitetura inovadora

Esta é talvez o principal destaque do novo Norton Internet Security. Um sistema novo e inovador permitiu reduzir drasticamente o consumo de recursos do computador. Essa mudança radical é percebida claramente logo no processo de instalação do aplicativo.

Modo silencioso
Um recurso essencial para aqueles que possuem um computador com uma configuração limitada e/ou utilizam aplicações de peso.

O modo silencioso faz com que o Norton Intenet Security consuma menos recursos do sistema e não interrompa as atividades do usuário com mensagens e alertas de segurança.

Essencial para quem utiliza o computador para jogar.

Mecanismos de proteção aprimorados
Praticamente todos os mecanismos de proteção do aplicativo receberam mudanças e melhorias.

A proteção de navegadores permite ao usuário ter uma navegação segura, longe de sites mal-intencionados, agora também abrangendo usuários do Firefox.

Ainda para a segurança da Internet, o aplicativo traz o Norton Safe, um sistema de avaliação de sites que protege o usuário Com o Identify Safe o usuário se conecta com mais segurança em serviços que exigem senha.contra sites suspeitos e fraudulentos e um sistema avançado para gerenciar e proteger senhas de sessões que exigem autenticação.

A segurança de rede está mais completa, agora mantém o usuário informado sobre o estado dela em um mapa gráfico. O SONAR, nome dado ao mecanismo de proteção residente, está ainda mais inteligente.

Ele impede que tanto ameaças conhecidas, como desconhecidas infectem a sua máquina. Além disso, priva o usuário de tomar decisões de segurança confusas.

VISUAL ELEGANTE
A interface nunca foi um ponto fraco dos aplicativos Norton. Assim como visual rebuscado, a praticidade de uso ainda permanece. Na tela principal do Norton Internet Security, o usuário fica a par da situação de todos os mecanismos de proteção do software.

Seguindo a tendência de outros softwares da mesma categoria, o aplicativo alerta o usuário sobre itens que merecem atenção com ícone no canto superior esquerdo da janela e no próprio ícone da systray — barra do sistema, ao lado do relógio.

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The concept is pretty simple. I found a few OEM versions of Norton Antivirus 2009 and it gives us a 60-90 days free subscription period (not trial subscription). I’ve tested it and I can confirm with you that you can install the first 90 days OEM NAV 2009 installer, use it until it expires and then install the second 90 days OEM installer, use it until it expires and finally install the 60 days OEM installer. You don’t need any product key or go through any activation steps. All you need to do is to spend less than a minute to create a free one time Norton account after installation. By the way, if for some reason you’re unable to uninstall Norton Antivirus 2009, try using Norton Removal Tool to manually uninstall NAV 2009. worth $59.99.

Don't let the subscription expire before uninstalling the previous one to install a new one. The versions are fully legit and there's no need for patches, cracks etc. which I am not fond of anyway because of all the viruses and trojans hidden there.

Please don't forget to thank if you like this post!

Download: (each installer gives 30, 60 or 90 days of subscription)
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http://rapidshare.com/files/174723748/NIS2009.rar
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As 10 maiores lendas do universo hacker do mal - ( crackers )

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Fonte: Blogpaedia-Respostas

Existe uma discussão interminável sobre hackers do bem e hackers do mal. Os hackers do bem (white hat), segundo o site IT Security, também chamados de hackers éticos. Como Top 5 hackers do bem, o IT Security cita:

Sthephen Wozniak: co-fundador da Apple.

Tim Berners-Lee: inventor a WEB.

Linus Torvalds: inventor o LINUX.

Richard Stallman: inventor do projeto GNU de software livre.

Tshutomu Shimomura: destruidor do Kevin Mitnick. O japinha teve seu computador hackeado pelo maior hacker de todos os tempos e, como também ele era um hacker excepcional, a sua vingança foi ajudar o FBI a rastrear o escorregadio Kevin e metê-lo atrás das grades.

Normalmente os hackers éticos são contratados por empresas desenvolver serviços de testagem de sistemas de segurança. Outros operam no lusco fusco da lei, ao invadirem empresas sem permissão expressa e depois tentarem vender seus serviços de proteção contra eles mesmos, usando o mesmo estratagema das máfias. Enfim, a polêmica sobre as diferenças entre o bem e o mal continua suscitando acalorados debates.

Por outro lado, os hackers do mal, também chamados de crackers, são reconhecidos pelos seus efeitos nefastos sobre a sociedade cibernética. Não há internauta que não tenha caído nos seus golpes, ou não tenha sido vítima dos seus vírus, ou não tenha tido prejudicado pelas quedas de servidores que eles derrubam com seus ataques.

Estes caras aí em baixo são gente barra pesada e a rapaziada de hoje não deveria querer seguir os seus passos, pois todos os Bad Boys a seguir foram parar atrás das grades. Por outro lado, é difícil não se deixar seduzir pelo lado negro da força, em virtude da impunidade global sobre os cibercrimes.

c0mrade (Jonathan James)
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Crimes: Invasões, criação de backdoors.

Perpetrou seus ataques entre agosto e outubro de 1999. James ganhou notoriedade por ter se tornado o primeiro adolescente a ser mandado para a prisão por atividade hacker. Ele foi sentenciado, estando então com 16 anos. Numa entrevista, ele confessou “Eu estava apenas procurando algo para me divertir, desafios que testassem os meus limites”.

As façanhas de James se concentraram em agências governamentais. Ele instalou um backdoor no servidor do Departamento de Combate às Ameaças. A DTRA é uma agência do Departamento de Defesa responsável pelo tratamento de ameaças nucleares, biológicas, químicas e armas convencionais no território dos USA. O backdoor instalado nos computadores do governo permitiu ao hacker o acesso à emails confidenciais e nomes de usuário e senhas de altos funcionários.

James invadiu também os computadores da NASA e roubou o código fonte de um software de 1,7 milhões de dólares. De acordo com o Departamento de Justiça, o software dava suporte à estação espacial internacional, controle de temperatura e umidade e suporte de vida no espaço. A NASA foi forçada a desligar seus computadores, ao custo de 41 mil dólares. Candidamente James esclareceu que ele baixou o código para complementar seus estudos em programação C, porém desdenhou, “o código era completamente horroroso... e certamente não valia aquele valor todo alegado pela NASA.

Punição: Se James fosse um adulto, teria pegado 10 anos de cana. Ao invés disto, ele foi condenado ao banimento dos computadores, porém cumpriu posteriormente 6 meses de prisão por violação aos termos da liberdade condicional. Atualmente, James se julga arrependido e quer, doravante, arranjar um emprego numa empresa de segurança.


Solo (Gary McKinnon)
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Crimes: Invasões dos sistemas militares dos USA.

O escocês que usava o nickname “Solo” perpetrou aquele que foi considerado o maior hack da história da computação: o cara invadiu o sistema militar de defesa dos USA. Não satisfeito com isto, nos anos de 2001 e 2002, ele roubou informações de segurança da NASA e do Pentágono.

Punição: Atualmente, ele está em liberdade no seu país natal, aguardando o desfecho de um pedido de extradição dos Estados Unidos, mas está proibido a ter a acesso a computadores que tenham acesso à Internet.


Vladimir Levin
Crimes: Hacker do tipo do Banker, roubou 10 milhões de dólares de contas do City Bank.

Graduado em bioquímica e ciências matemáticas pela Universidade Tecnológica de São Petesbrugo, Rússia, Levin foi acusado de ser o cérebro por trás de uma série de fraudes que lhe permitiram amealhar 10 milhões de dólares de contas corporativas do City Bank.

Em 1995 Levin foi preso pela Intepol no aeroporto inglês de Heathrow e extraditado para os USA. As investigações concluiram que os ataques partiram do computador da empresa onde Levin trabalhava. O montante sugado das contas do City Bank, foram espalhados por contas em outros países, tais como Finlândia, Israel e no próprio Estados Unidos.

Punição: A pesar do alto valor roubado, Levin foi sentenciado apenas a 3 anos de prisão e ao pagamento de uma multa de 240 mil dólares para o City Bank, já que as companhias de seguros haviam coberto o rombo nas contas das empresas lesadas. Parece que não é só no Brasil que o crime compensa.


Dark Dante (Kevin Poulsen)
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Crimes: Hacker do tipo phreaker – perpretador de invasões de serviços de telefonia.

Atualmente ele é um jornalista e colabora com as autoridades para rastrear pedófilos na Internet, mas o passado de Poulsen o condena, já que teve uma vida pretérita de cracker e phreaker. A ação bombástica que lhe trouxe grande notoriedade por ter assumido o controle de todo o sistema telefônico de Los Angeles em 1990. A razão era muito simples, Poulsen queria ganhar um Porsche de prêmio oferecido por uma rádio para o 102º ouvinte que ligasse. Imagine de quem foi a 102ª ligação?

Punição: Kevin cumpriu 51 meses de prisão e ao pagamento de 56 mil dólares de multa. Hoje ele se diz um cara regenerado.


Timothy Lloyd
Crimes: sabotador cibernético.

Em 1996, o uma companhia de serviços de informações, a Omega, prestadora de serviços para a NASA e para a marinha americana sofreu 10 milhões em prejuízos, causados nada mais nada menos por Tim Lloyd, um ex-funcionário demitido semanas antes. O desastre financeiro foi causado por um código-bomba deixado nos sistemas informáticos da empresa que foi disparado no dia 31 de julho do mesmo ano.

Punição: Um júri popular condenou Lloyd em maio de 2000. Todavia, a condenação teve vida curta e foi revogada em agosto de 2000, motivada pela mudança de voto de um dos jurados, o que provocou uma reviravolta no caso. Cessadas as pendências judiciais, ele foi finalmente condenado em 2002 a 41 meses de prisão e ao pagamento de 2 milhões de dólares de multa


rtm (Robert Tappan Morris)
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Crimes: criador de worms.

Em 2 de novembro de 1988, Robert T. Morris, mais conhecido como “rtm” escreveu o código de um worm que desativou 10% da Internet da época, que naquele tempo representava 6 mil computadores. Como o peixe more pela boca, Robert cometeu o erro de se gabar em chats o seu feito e os métodos empregados. Neste ínterim, a polícia rastreou as atividades do hacker e acabou descobrindo o seu paradeiro.

Punição: Morris foi o primeiro indivíduo processado sob a nova lei de Fraude e Abuso Computacional dos USA, porém a condenação se restringiu a prestação de serviços comunitários e a pagamento de fiança, já que foi acatada a tese da defesa de que os arquivos das máquinas infectadas não haviam sido destruídos. No entanto, os prejuízos deixados pelo worm de Morris, foram de 15 milhões de dólares.

A façanha de Morris provocou a criação da Divisão anti-ciberterrorismo (CERT Computer Emergency Response Team), que se encarregou de enfrentar futuros problemas agudos de invasões em massa de computadores no território dos USA.


David Smith
Crimes: Invasões e criação de vírus.

Não é qualquer um que consegue criar e espalhar instantaneamente um vírus mortal no mundo, de um só golpe. David Smith pôde. Em 1999, o vírus Melissa infectou e derrubou cerca de 100 mil contas de email.

Nascido em Aberdeen, Nova Jersei, David L. Smith aos 31 anos de idade foi acusado de criar o terrível vírus Melissa que se propagou velozmente por centenas de milhões de computadores do mundo. A era da celebridade hacker havia começado, pela primeira vez um deles aparecia diante de centenas de câmeras de televisão e fotógrafos das agências de notícias, quando da sua saída da Corte Superior do Condado de Monmouth. Suas acusações: interrupção das comunicações públicas e conspiração para o cometimento do delito de roubo de serviços de computadores me terceiro grau.

Punição: se tivessem “colado” as denúncias contra a sua pessoa, Smith teria levado nas costas pelo menos 40 anos de prisão, além de uma pesada multa de mais de 400 bilhões de dólares. Como o crime compensa, apesar de ter sido condenado, o moço acabou indo para a rua mediante pagamento de fiança.


MafiaBoy (Michael Calce)
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Crimes: perpetrador de ataques do tipo DOS (Denial of Service Attack, ataque de negação de serviços).

Em fevereiro de 2000, vários dos mais importantes serviços online dos USA, tais como eBay, Yahoo e Amazon sofreram ataques DOS, que derrubaram os servidores e causaram 1,7 milhões de dólares em prejuízos. Porém havia alguma chance destes sites saberem quem foi o autor dos ataques? Certamente que não, caso ele não tivesse trombeteado aos sete ventos a sua façanha. Apareceu nos chats e fóruns um tal de MafiaBoy assumindo os feitos e se gabando perante os seus colegas de escola. Partir do perfil fake MafiaBoy e chegar ao Michael Calce foi só uma questão de tempo para os serviços anti-crimes eletrônicos, que pacientemente monitoraram os rastros das suas atividades, até chegarem à sua casa.

Punição: Apesar de ter sido indiciado inicialmente, posteriormente Calce se livrou de todas as acusações que pesavam sobre ele. O seu advogado defendeu a tese de que a “criança” estava apenas “testando” os sistemas de segurança das empresas atacadas. A Corte de Justiça de Montreal o sentenciou em setembro de 2001 a 8 meses de prisão de detenção num centro de reabilitação juvenil, um ano de liberdade condicional e restrições no uso da Internet.


Phiber Optik (Mark Abene) criador do grupo hacker Masters of Deception - MOD
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Crimes: atividades phreaker e invasões de computadores.

Em 1993, o grupo MOD foram os primeiros crackers a serem capturados por invasão de sistemas públicos de telefonia. Os rapazes adquiriram grande fama por terem desenvolvido esquemas para driblar o pagamento de chamadas telefônicas de longa distância e além disto, eles conseguiam grampear as linhas e criar salas de bate papo que compartilhavam com amigos.
Paralelamente à ativida phreaker, os MOD hackearam bancos de dados da Agência Nacional de Segurança, da AT&T e do Bank of America. Também invadiram os registros de uma agencia de crédito, que lhes permitiram fuçar nas informações confidenciais de ricos e famosos.

O criador do grupo MOD foi Mark Abene, nascido em 1972, que se tornou mais conhecido pelo seu nickname Phiber Optick.

Punição: Em 1994 Abene foi sentenciado a um ano de prisão pelas acusações de conspiração e acessos não autorizados a computadores e sistemas de telefonia. Os demais integrantes do MOD também foram punidos, e consequentemente, o grupo foi desbaratado.


El Cóndor (Kevin Mitnick)
Crimes: atividades phreaker, invasões, banker.

Mitnick se tornou conhecido mundialmente como o pai dos hackers. Sua carreira começou aos 16 anos, quando obcecado por redes de computadores, conseguiu invadir o sistema administrativo da sua escola. Para Kevin, o fazer diário dos seus próximos 10 anos de vida foi explorar vulnerabilidades de computadores alheios e sistemas telefônicos.

A grande notoriedade de Mitnick foi alcançada em virtude dele ter cunhado uma nova profissão: hacker em tempo integral. Segundo o departamento de justiça dos USA este terrorista eletrônico, também conhecido como “El Cóndor”, criou inúmeros números telefônicos isentos de contas, apropriou-se de mais de 20 mil números de cartões de créditos de californianos e fugiu do FBI por mais de dois anos, portando somente um telefone celular e um notebook.

A ruína de Mitnick aconteceu pelas mãos de outro hacker, mas este um hacker do bem, ou ético. Estando atrás de brechas em sistemas telefônicos, El Cóndor se deparou com o computador de Tshutomu Shimomura, que conseguiu invadir no natal de 1994. Na sua qualidade de físico, programador e especialistas de sistemas de segurança do supercomputador de San Diego, Califórnia, o japa ficou fulo de raiva quando se deparou com a marca registrada que Mitnick deixava em cada computador invadido. Deste dia em diante Shimomura dedicou 100% do seu tempo para farejar os traços eletrônicos deixados na rede pelas atividades ilegais de Mitnick. Ao juntar os seus esforços ao FBI que já estava há dois anos na cola do hacker, em uma questão de pouco tempo ele conseguiram rastrear e localizar geograficamente o lugar provisório onde Mitnick se achava alojado.

Punição: Mitnick foi preso em 1988 pela acusação de invasão do sistema da Digital Equipment. Foi condenado por fraude em computadores e pela obtenção ilegal de códigos de acesso à telefonia de longa distância. Complementando a sentença, o hacker foi proibido de usar telefones na prisão, sob a alegação de que o prisioneiro poderia conseguir acesso a computadores através de qualquer telefone. Mediante petição de Mitnick, o juiz o autorizou a telefonar somente para o seu advogado, esposa, mãe e avó, sob a severa vigilância de um carcereiro.

Atualmente, Mitnick é um honesto consultor sênior e presta auditorias de segurança para empresas através da sua empresa MitnickSecurity.

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Impunidade Global.
Moral da história: se você tem alguma pretensão criminosa, do tipo assaltar bancos, esqueça a velha atividade de se dedicar a comprar metralhadoras, bazucas, fuzis e granadas para entrar à bala nas instituições financeiras e correr o risco de ser morto ou, no mínimo, pegar uns 30 anos por assalto à mão armada.

A história recente demonstra que a maioria dos países tem encontrado imensas dificuldades e apresentado grande má vontade na tipificação dos crimes cibernéticos. Por isto, a melhor carreira criminosa é o assalto virtual, limpo e impune globalmente.

Em face da falta de articulação legal entre os países para fazer frente aos crimes de alcance global e à burrice dos velhos legisladores que não nada entendem da abrangência geográfica dos cibercrimes, hoje se pode concluir que pelo menos um tipo de crime compensa, aquele que você comete no conforto da sua casa, tamborilando em teclados de computador.

Os Top 10 Hackers do mal de hoje, fazem os caras relacionados aqui parecerem internas de colégio de freiras.

Graças à leniência penal e judicial dos países, os crimes perpetrados via Internet se tornaram a grande onda do momento, infelizmente realizados através do maior patrimônio de conhecimento já construído pela humanidade, a rede mundial de computadores.


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Maneiras seguras e inseguras de apagar dados do Disco Rígido - Hard Disk - HD

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Fonte: Blogpaedia-Respostas

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Quando uma pessoa ou empresa vende, ou doa, ou simplesmente descarta o seu computador antigo, corre o sério risco de ter seus dados confidenciais recuperados, que poderão ser usados maliciosamente.

O mercado de usados tem inúmeros exemplos de discos cujo conteúdo pode ser recuperado até por quem não tem grandes conhecimentos de hardware, do tipo mandar restaurar os dados da lixeira do Windows.

1- Deletar.
É a maneira mais insegura de apagar um arquivo. Quando você pensa que se livrou de algo comprometedor, ele está na lixeira ponto para cair nas garras dos bisbilhoteiros oportunistas.

2- Esvaziar a Lixeira.
Os usuários mais espertos esvaziam a lixeira, mas mesmo assim o os arquivos continuam disponíveis no disco, apenas marcados pelo sistema operacional para que o lugar físico que eles ocupam possa ser usado. Mas, eles podem permanecer anos no HD, comprometendo a sua segurança.

3- Formatar.
Formatar e reinstalar o Sistema Operacional não é suficiente. Até informatas iniciantes sabem os procedimentos para a recuperação de dados de discos formatados. Algumas vezes o usuário apressado manda fazer a formatação rápida, onde só a tabela da partição é apagada. Quando os espertinhos fazem formatação Full ou plena, os métodos de recuperação são um pouco mais complexos, mas mesmo assim ao alcance de fuçadores talentosos.

4- Deletar a partição.
Simplesmente deletar a partição sem formatar é tão inseguro quanto a formatação rápida. Quem estiver a fim de bisbilhotar o seu HD, terá todo o disco à disposição para fazer varreduras e restaurar absolutamente todo o conteúdo usando programas editores físicos de disco.

5- Usar o programa de formatação do fabricante do HD – zero fill, antigamente chamada de Formatação de Baixo Nível (Low Level Format).
As fábricas de discos rígidos disponibilizam na Internet programas Disk Mananger que têm como uma das suas funcionalidades a formatação preenchendo com ZEROS toda a superfície do disco. Depois de feito o procedimento, você estará escapando dos curiosos da informática mas não dos “cobras” profissionais, que mesmo assim podem recuperar os seus dados confidenciais.

O problema do ZERO FILL é que o procedimento deveria ser feito umas 100 vezes para ter eficácia por quebrar a propriedade de persistência magnética do disco. Os especialistas em recuperação usam abordagens multi-camada, ou seja, os dados gravados no disco, dependendo de que camada magnética tenham ficado, podem ser recuperados mesmo que algo tenha sido gravado em cima.

Por isto, um amigo meu, que é perito judicial, disse que eles podem facilmente recuperar dados do computador de um suspeito, desde que o suspeito não tenha gravado mais de 7 vezes outros dados no mesmo espaço físico ocupado.

6- Usar programas do tipo Wipe ou Shredder.
Sabedores dos furos na segurança dos dados contidos em HDs, algumas empresas se especializam em desenvolver softwares para realizar os procedimentos de Wipe, ou trituração de dados via software. Eles desenvolvem várias abordagens para fazer isto perfazendo várias rotinas de gravação de zeros de bits aleatórios.

Mas cuidado com os programas “free”. Veja, no caso do Active@ Killdisk, a tabela de comparação entre as funcionalidades da versão gratuita e a paga. Conclui-se pelos recursos disponíveis na versão paga, que a gratuita não oferece o nível de segurança pleno para o descarte de um HD.

7- Desmagnetizar.
A empresa Orient Instruments oferece no mercado a opção do uso de desmagnetizadores. As vantagens da desmagnetização são:
- O HD não precisa ser removido do computador;
- O HD integrado ao computador pode ser então, doado para instituições educacionais e ao não virar sucata, ajuda a preservar o meio ambiente.
A desvantagem é que o processo não é considerado 100% seguro.

8- Destruição física do HD.
Caso 1 - Vamos supor que quando o Google descarta o HD que contém o código fonte do seu Robô de busca, ele não pode correr nenhum risco, assim como as grandes empresas civis e militares que trabalham com dados altamente sigilosos.

Caso 2 – Na sua casa ou na sua empresa um HD estraga e você não consegue mais rodar os procedimentos de limpeza via software.

Para estes casos só existe uma única solução, a destruição física do HD. Mas, para tanto, é necessário que o centro do disco seja arrombado por uma espécie de aríete, de modo, além de produzir inúmeras fissuras em toda a superfície, também deforme irremediavelmente a forma plana original do disco.

A EDR oferece um Hard Disk Crunsher por apenas 11.000 dólares pelo aríete hidráulico – uma garantia de diversão para o pessoal de TI da sua empresa.

9- Trituração.
A empresa Micro-Star garante que somente o prejuízo físico à mídia magnética não garante totalmente a perda dos dados.

Então ele propõem o trituramento da carcaça inteira com tudo dentro, depois de ter sido arrombada pelo aríete hidráulico.

A Vernon é outra empresa que vende destruições de HDs cobrando 8 dólares por cada e, de quebra, o encaminha para a reciclagem.

Vídeo mostrando a fase de destruição com o aríete hidráulico.
A trituração em ação, é somente depois deste processo, dizem os especialistas, que nenhum dado poderá ser recuperado.


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Hackers exploram falha corrigida do IE usando ActiveX

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Fonte: Baboo

Os hackers estão explorando uma falha no Internet Explorer corrigida recentemente ocultando controles ActiveX maliciosos em documentos do Microsoft Word, de acordo com pesquisadores de segurança.

"Dentro do documento está um controle ActiveX e este controle é a 'linha' que faz a chamada para o site hospedando o malware", disse David Marcus, do McAfee Avert Labs.

"Esta forma de ataque é bem engenhosa, já que a comunicação com o site é invisível aos olhos".

Incorporar controles ActiveX em documentos do Word não é uma novidade, mas usar um ActiveX para contatar o servidor do hacker para obter o malware é "definitivamente uma inovação", disse Marcus.

Os documentos com os ActiveX maliciosos podem ser enviados como anexos em spams ou oferecidos por sites.

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Fundação Mozilla rebate pesquisa do Bit9, sobre vulnerabilidade do Firefox

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Fonte: Folha UOL

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O relatório divulgado na última quinta-feira (11) pela empresa Bit9, intitulado "Aplicativos mais populares de 2008 com vulnerabilidades críticas" foi duramente criticado pelos usuários e pela comunidade Mozilla. O documento indica supostas vulnerabilidades críticas de segurança em aplicativos.

A Folha Online teve acesso, nesta segunda-feira (15), a uma nota oficial da Mozilla sobre o relatório. Nela, a fundação diz que "existem alguns problemas com a metodologia da Bit9 que dificultam a capacidade de tirar conclusões válidas".

"É um teste ineficaz, uma vez que privilegia empresas de software que escondem suas vulnerabilidades de segurança. A Mozilla concentra uma grande quantidade de energia em códigos de segurança universal, e mantém a reputação em matéria de segurança; não brincamos com isso", informa a nota, que também foi publicada no blog de segurança da fundação.

O relatório da Bit9 apontou os aplicativos que apresentam vulnerabilidades de segurança, se baseando em critérios como funcionalidade no Windows, o fato de ser conhecido no mercado e alvo de muitos downloads pelo consumidor, e também o fato de não ser classificado como produto malicioso pelas organizações de TI e empresas de segurança foram alguns dos critérios utilizados pela empresa para testar os softwares.

Outros dois critérios --a atualização via Windows Update e a lista de falhas ocorridas em 2008-- foram colocados em questão pela Mozilla. "Essas falhas ocorreram durante o ano, mas foram corrigidas alguns dias depois de serem anunciadas. Relatórios de bug não devem ser um substituto para a medição real de segurança", diz a nota.

"O processo de segurança da Mozilla envolve identificação, testes e liberação de atualizações de segurança para manter os usuários seguros. Fazemos isso em público para que as pessoas possam escrutinar nossos processos, e ajudar a torná-los melhor. Sugerir que esta abertura é uma fraqueza porque temos as "vulnerabilidades relatadas" pelo usuário é uma afirmação fora da realidade", diz o comunicado.

Segundo a Mozilla, é "falho" um dos critérios utilizados para composição do relatório da Bit9, que se refere à atualização de software do navegador. "O Firefox não integra o WSUS [sigla de Windows Server Update Services, atualizações do sistema Windows], mas o mecanismo de atualização do Firefox não requer intervenção do usuário, e vemos 90% de atualizações automáticas autorizadas, quando estas são lançadas."

A Microsoft foi procurada, por intermédio de sua assessoria, pela Folha Online, para comentar o relatório da Bit9, uma vez que são empresas parceiras. Até a publicação do texto, a empresa não havia se pronunciado sobre o assunto.


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Google Chrome e Safari são navegadores com piores gerenciadores de senhas, diz estudo

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Fonte: HMTB

O Chrome e o Safari são os browsers que pior gerenciam senhas, de acordo com testes feitos pela empresa de consultoria Chapin Information Services.

Vulnerabilidades críticas foram encontradas no beta do browser do Google e, segundo os pesquisadores, elas não foram corrigidas no lançamento da versão final.

O estudo foi feito rodando os navegadores mais populares contra um conjunto de 21 testes e nenhum deles se saiu bem.

O Opera 9.62 foi o melhor colocado, mesmo passando apenas em sete dos 21 testes.

O navegador foi elogiado por desativar elementos de formulários invisíveis, dar opção de limitar as senhas salvas a uma só página e checar parcialmente o destino para onde as senhas são enviadas.

O Firefox 3.0.4 passou no mesmo número de provas que o Opera, enquanto o IE 7 fez cinco pontos. Os lanterninhas, Safari 3.2 para Windows e Google Chrome foram aprovados em apenas dois testes.

O Chrome, no entanto, é o único navegador que possui uma função de segurança importante; “não preencher um formulário quando o auto-completar estiver desligado”.

O objetivo dos testes era descobrir quão bem os navegadores evitam que senhas salvas sejam roubadas por hackers.

A Chapin cita três falhas do Chrome em especial, que podem permitir que um pirata online roube uma senha sem o conhecimento do internauta.

O browser do Google não checa a localização dos pedidos de senha nem o destino para onde eles são enviados.

Além disso, formulários invisíveis podem iniciar funções de administração de senhas sem a participação do usuário.


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Os russos começam a atacar via internet

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Fonte: Nerdssomosnozes

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Não é segredo para ninguém que Vladmir Putin, o comandante supremo da Rússia, não é o maior amigo dos EUA.

Pelas minhas observações, ele foi um dos únicos (se não o único) dos chefes de estado importantes que não saudou Barack Obama.

E olha que a lista dos que os saudaram inclui gente como Mahmoud Ahmadinejad, e os chefes da Klu Klux Klan, que deram pra trás e disseram que Obama não é negro, é mestiço. Mas Putin continua lá, gélido, como outrora foram os chefes do Partido Comunista da União Soviética (e ele se orgulha disso).

E eis que agora, ele começou a utilizar as maiores empresas russas para colocar em prática seu plano de dominação mundial.

A Kaspersky é uma das maiores (e melhores) fabricantes de soluções digitais do mundo. Seu anti-vírus homônimo é um dos mais indicados (eu incluso) caso queira livrar seu computador de pragas virtuais.

E Putin começou a utiliza-la para atacar a maior empresa de internet do mundo: o Google.

Caso você more nos EUA, ou simplesmente tenta acessar a versão americana do buscador, e tiver instalado o Kaspersky Internet Security 2009 ou o Kaspersky Anti-Virus 2009 em seu computador, prepare-se para ler a mensagem acima, e simplesmente não conseguir acessar o site.

É o que está percebendo diversos usuários americanos do software.

E para aumentar o clima de paranóia e especulação que criei aí acima, saiba que tal erro não aparece nas versão regionais do Google, como o Google.com.br.

Ou seja, americanos, não duvide que pode rolar bombas atômicas em breve no seu querido solo…

Se você nesse momento está xingando todos os funcionários da empresa, antes, coloque-se no lugar deles: você ia querer que você, e suas próximas gerações, até seus tataranetos congelassem na Sibéria? Bloquear o Google é mais fácil…

Tá bom, tudo não passou de pura especulação (não diria invenção).

Mas o problema é real.

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O blog Gizmodo postou cinco dicas para quem está enfrentando o problema e quer se livrar dele!

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Introdução à Qualidade para Biometria

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Fonte: Oficina da Net

A busca pela qualidade está presente em diversas áreas, porém nem todos os ramos da qualidade possuem um estudo aprofundado no Brasil. Uma das áreas em que o controle de qualidade está presente é a Biometria.

O significado da palavra Biometria vem das palavras gregas Bios, que significa “vida” e metron, que significa “medida”. A Biometria é o uso de características físicas, biológicas e únicas dos seres humanos em mecanismos de identificação e autenticação.

A identificação e autenticação de pessoas são essenciais para que haja segurança em sistemas automatizados em redes de computadores.

Os sistemas de segurança biométricos começaram a surgir na segunda metade do século XX, coincidindo com o surgimento de sistemas de computadores.

O campo da biometria começou a se desenvolver com maior intensidade a partir dos anos 90 e passou a ter presença em nosso cotidiano no início do século XXI.

Atualmente existem várias tecnologias biométricas, e todas dependem de sensores e/ ou câmeras de vídeo que capturam as informações biométricas e as submetam a um processo de identificação. Todo esse processo deve operar em perfeitas condições, para que os resultados obtidos não sejam comprometidos.

É então que se faz necessário um controle de qualidade rigoroso que avalie o quão precisos são tais métodos de segurança.

O conceito de Qualidade evoluiu muito.

Em suas origens, a busca pela qualidade aparecia como meio de defesa, porém, com o passar do tempo, a qualidade passou a ser vista como uma arma agressiva de concorrência.

Quando falamos sobre segurança, abordamos o lado da necessidade de proteção de informações secretas e sigilosas, onde qualquer tipo de falha pode causar grandes prejuízos. Por isso o controle de qualidade se torna essencial.

A biometria foi se desenvolvendo e tornou-se um objeto de estudo. Um indicador de sua evolução é o avanço e a preocupação em se criar normas e padrões biométricos, - o que demonstra um sinal de maturidade na indústria.

Normas e padrões desempenham um importante papel na vida cotidiana através da definição de tamanhos, configurações, ou protocolos de um determinado produto ou sistema.

Especificar as normas de produtos é também definir condições para que não haja erros entre os que utilizam os padrões. Mas por que essas normas e padrões são tão importantes para sistemas Biométricos? Tais normas permitem o desenvolvimento integrado, escalável e soluções robustas que reduzem o custo de desenvolvimento e manutenção do sistema.

Normas e padrões biométricos foram, e ainda estão sendo desenvolvidas internacionalmente.

Estes esforços estão centrados, principalmente, em três pontos: na criação de um conjunto de padrões para intercâmbio de dados biométricos; no desenvolvimento de normas para promover a interoperabilidade entre diferentes sistemas; e na criação de normas para testes biométricos e para testes de conformidade de padrões biométricos.

As normas devem ser tecnologicamente neutras e não favorecer um determinado fornecedor ou modalidade.

As primeiras normas biométricas foram na área da aplicação da lei, onde a necessidade de troca de informações e dados de impressões digitais levaram o US National Bureau of Standards (agora conhecido como NIST – National Institute of Standards and Technology), em 1986, a publicar a primeira norma de padronização (o precursor da atual norma de intercâmbio de impressão digital usada legalmente entre os países).

Desde então, padrões comerciais começaram a surgir e continuam se expandindo e se desenvolvendo.


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McAfee Total Protection 2009 Retail

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Fonte: Teh Paradox

Principais Características do McAfee Total Protection 2009:

Mais rápido e mais fácil de usar
Realize mais rápido, mais poderoso fácil de executar varreduras para assegurar a detecção minuciosa malware no PC.

Proteção sem interferências
McAfee 2009 detecta quando você estiver no modo de tela cheia e adia avisos ou alertas de segurança. Então, você pode trabalhar, jogar ou ver filmes sem interrupção.

Poderosas e fiáveis Proteção
Reforçadas para fornecer a mais completa proteção contra a crescente espectro de vírus, spyware e outras ameaças on-line perigoso.

Fast Anti-Virus e Protecção Anti-spyware
Detecta, bloqueia e remove vírus, spyware, adware, rootkits.

NOVA QuickScan
Permite-lhe, em ameaças para verificar as áreas mais comumente infectadas no computador em menos de 10 minutos e em máquinas modernas dentro de segundos.

Network Manager
Permite-lhe corrigir facilmente problemas de segurança na rede doméstica a partir de um PC. Proporciona fácil e automática da impressora ea partilha de ficheiros entre computadores na rede doméstica que você confia.

Site da Segurança ratings
Acrescenta classificações de segurança a sites e resultados do motor de pesquisa com base em abrangente spam, adware, e testes de segurança online truque para que você sabe exatamente o site é seguro para visitar

Anti-phishing
Avisa antes de acessar sites perigosos esquema fraudulento que tentam roubar suas informações pessoais.

Triturador
Permite que você efetivamente remove todos e quaisquer vestígios de arquivos confidenciais de seu computador.

Computador manutenção
Fornece ferramentas automatizadas para mantém seu PC executando no desempenho máximo.

Identity Protection
Let's faz compras, banco e comércio on-line com segurança por pedir permissão antes de informações pessoalmente identificáveis como PIN's, contas bancárias, números de Segurança Social são enviadas a partir do seu PC.

MELHORADO Anti-spam
Ajuda a manter a sua caixa de entrada sem indesejada, e-mails fraudulentos e ofensivo.

Parental Controls
Deixe os seus filhos vão online com segurança em momentos que você define.

Fazer backup de dados
Guardar cópias de seus arquivos mais valiosos onde você quiser automaticamente em um CD / DVD, USB, externa, ou unidade de rede.

Nova rede de monitorização
Alertas intrusos quando você tentar se conectar à sua rede doméstica sem fio.

E-mail e mensagens instantâneas Link Checker
Pesquisa ou clicar em links de amigos, conhecer o seu PC não será exposto a vírus ou ameaças. Link Checker identifica e impede que você clicar nos links de lesivos sítio web browser, e-mails ou mensagens instantâneas

Novo arquivo protecção
McAfee Anti-roubo criptografia software permite que você senha proteger seus arquivos em seu PC (incluído como um download BONUS Internet)


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McAfee VirusScan v8.6.1 - ( Mac OS X )

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Fonte: Mechodownload

MCAFEE SYSTEM PROTECTION
Complete protection for PowerPC and Intel-based systems
Guard your Macintosh systems and users against all types of viruses and malicious code, even new unknown threats with McAfee VirusScan® for Mac. It works with McAfee ePolicy Orchestrator®, so you can efficiently manage all clients on your network that are protected by VirusScan.

Benefits:
• Enforces security policies VirusScan for Mac offers continuous policy enforcement for multiple files, directories, or volumes, including volumes on remote computers connected through the network
• Get broad protection VirusScan for Mac protects your Macintosh systems against all types of viruses and other threats, including emerging malware
• Scan when you want to and need to Because VirusScan for Mac uses the Mac OS X interface, you can initiate on-demand scanning using file drag and drop
• Scanning is reliable and accurate False positives can be a problem with some anti-virus software, but with VirusScan for Mac, they are few and far between
• Stay up-to-date With a single keystroke, you can keep VirusScan for Mac fully up to date for maximum protection
• It's easy to manage Using McAfee ePolicy Orchestrator, you can control, manage, and report using a single-console display
Features:
• On-access scanning VirusScan for Mac scans files as they are accessed to determine if they are infected with malware
• Proven anti-virus technology VirusScan for Mac for Macintosh stops every type of virus and malicious code threat, even compressed files; using advanced heuristics and generic detection, VirusScan for Mac protects against new viruses and other threats
• Easy Macintosh-like interface VirusScan for Mac uses Apple's Mac OS X Aqua user interface, so you have an instantly familiar Macintosh screen; and with DropScan, you have easy on-demand scanning
• One-click updating Keeping your Macintosh systems up to date is as easy as a mouse click; the rapid update system automatically grabs the latest virus updates to ensure full compliance and protection against viruses, worms, and other malicious code threats

Photobucket Photobucket - McAfee VirusScan v8.6.1 - ( Mac OS X )
Pass: Codez4mac.com


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Firefox é o programa menos seguro de 2008, diz Bit9

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Fonte: Info Abril

RedTuxer writes: Para uma boa informação deveria ser dito também que esta Bit9 é uma empresa que está como unha com carne com a Microsoft, como se pode confirmar indo ao seu site (Microsoft partner entre outras coisas....). Cumprimentos



Empresa faz lista dos 12 aplicativos mais vulneráveis e – quem diria? – deu Firefox na cabeça.

A Bit9, empresa de segurança americana, analisa aplicativos quanto aos riscos que oferecem no uso corporativo. Nesta quinta-feira, 11/12, ela publicou seu ranking anual dos programas mais arriscados.

Trata-se de um estudo reservado que tem por título 2008’s Popular Applications with Critical Vulnerabilities.

Do total de estudos a Bit9 revelou o que ela chama de Dirty Dozen (algo como os 12 mais sujos).

Veja a lista:

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1. Firefox, da Fundação Mozilla

2. Flash e Acrobat, da Adobe

3. VMware Player e VMware Workstation, da VMware

4. Java Runtime Environment, da Sun

5. QuickTime, Safari e iTunes, da Apple

6. Produtos Norton, da Symantec

7. OfficeScan, da Trend Micro

8. Produtos Citrix, da Citrix

9. Aurigma e Lycos, gerenciadores de imagens

10. Skype, da Skype

11. Yahoo! Assistant, da Yahoo!

12. Windows Live Messenger, da Microsoft

A empresa explica que, no ano passado, somente dez produtos foram destacados com esse antiprêmio.

Agora, a lista foi expandida para doze. Os critérios utilizados, são de que o aplicativo participante: 1) roda no Windows;
2) é conhecido no mercado e alvo de muitos downloads pelo consumidor;
3) não é classificado como produto malicioso pelas organizações de TI e empresas de segurança;
4) contém no mínimo uma vulnerabilidade, descoberta a partir de janeiro de 2008 e registrada no NIST (instituto americano de padrões) com severidade classificada entre 7 e 10 no sistema CVSS;
5) depende do usuário final, e não de uma administração central, para ser atualizado.

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Sandboxie 3.30 + Serial: instalando programas no Windows sem alterar o sistema - Ambiente Virtual

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Fonte: Downshackers

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Quando o software é bom faço questão de colocar sempre a versão mais nova, esse é o caso do Sandboxie. :yes:

Quantas vezes você não fica 'com a pulga atrás da orelha' e faz vários questionamentos ao experimentar um novo programa?

Na prática, nem sempre dá para garantir que ele atenderá as suas necessidades e virá livre de pragas, uma vez que há diversos programas na Internet.

Com o Sandboxie, você pode executar um programa normalmente, mas com total segurança: o programa funciona bonitinho, mas sem fazer alterações no seu sistema; chamadas de gravação de arquivos e chaves no registro, serão redirecionadas para um arquivo falso no HD.

Depois, basta limpar a pasta virtual e pronto: seu sistema está intacto.

Que tal :confused:

Não só no Windows, mas nos sistemas operacionais em geral: quantas vezes você não fica “com a pulga atrás da orelha” ao experimentar um novo programa? Várias coisas vêm na cabeça:

* O PC vai ficar mais lento :confused:
* Vou perder algum arquivo :confused:
* Será que tem vírus ou malware :confused:
* Depois vai dar pra desinstalar ele direitinho :confused:

Na prática, nem sempre dá para garantir todas essas questões, uma vez que há um mundo muito grande de programas disponíveis pela Internet.

Uma alternativa seria rodá-los dentro de uma máquina virtual para testar. Se você gostasse, depois usaria no seu sistema verdadeiro. Caso contrário, não, e o seu sistema nem seria afetado.

Agora imagine, não seria melhor se existisse isso: você executa um programa normalmente, usando o ambiente de trabalho do Windows.

O programa funciona bonitinho, mas sem fazer alterações no seu sistema.

Chamadas de gravação de arquivos e chaves no registro, seriam redirecionadas para um arquivo falso no HD. Que tal :D

Pois bem, existe. Vem ganhando destaque esse software para Windows: Sandboxie.

Ele faz justamente isso, permite que você rode programas de forma tranquila, sem afetar o sistema. O programa pensará que pode gravar coisas, e realmente pode – mas elas são gravadas num outro local, uma pasta do Sandboxie.

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Seria como uma “caixinha de areia”, dentro dela o programa funciona, mas fora dela, nada é alterado. Quando os programas precisam ler um arquivo, ou configuração no registro, esses dados são puxados do sistema real, caso não existam ainda na “caixa falsa”.

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Quando os programas gravam dados, os dados gravados são gravados apenas na “caixa”, e não no sistema real. Na próxima vez que o programa pedir para ler um dado gravado, ele será lido “da caixa”, e o programa funcionará normalmente.

Você tem acesso à essa “caixa”, que nada mais é do que uma pasta no seu computador, para onde serão redirecionados os arquivos e configurações modificados.

É ideal para experimentar novos programas, ou para executar um ou outro joguinho suspeito. Chaves no registro, resíduos de instalação, etc. Não precisará se preocupar com nada disso, bastando limpar a pasta do Sandboxie quando quiser remover os dados gravados pelo programa.

Ele é gratuito, mas depois de um período exibirá uma tela solicitando uma doação – você poderá cancelar e usar o programa normalmente, pelo tempo que quiser, dentro do arquivo que voce baixara tem o "remedio" para tirar esta tela.

Photobucket Photobucket - Sandboxie 3.30 + Serial: instalando programas no Windows sem alterar o sistema - Ambiente Virtual

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Ele instala um ícone na área de notificação do Windows (próximo ao relógio), mas depois você pode configurá-lo para não ser mais iniciado automaticamente . Ele também adiciona atalhos para os navegadores Internet Explorer e o que estiver definido como padrão, no grupo “Sandboxie” no menu “Iniciar > Todos os programas”.

Executar um navegador dessa forma permite que você entre em praticamente qualquer tipo de site, instale barras de ferramentas e controles Active-X e tudo mais, e depois de fechar a janela... Aí está: seu navegador original e seu sistema estarão intactos, sem alterações (desde que, é claro, você não execute os programas baixados nas sessões do navegador, fora do Sandboxie).

Enquanto você não limpar a pasta do Sandboxie, onde ele redireciona os arquivos gravados pelos programas, os programas executados por ele continuarão a ver seus arquivos – como se estivessem num sistema real. Assim, a barra de ferramentas do site X funcionará mesmo depois de fechado o navegador, caso você o abra pelo Sandboxie.

Ele permite criar também várias “caixas”, onde cada “caixa” seria um sistema de execução separado para os programas. Programas rodados na “caixa 1”, por exemplo, veriam os arquivos que estivessem dentro dela apenas.

Qualquer programa rodado pelo Sandboxie, quando alterasse arquivos no HD, gravaria nela.

Já na “caixa 2”, apenas os programas iniciados “dentro dela” teriam acesso ao conteúdo dela, o que permite criar vários “perfis”. Normalmente um só bastará.

Para rodar um programa dessa forma, abra o Sandboxie, clique no menu “Function > Run Sandboxed > From Start Menu”, ou “Any Program”:

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Rodando o Windows Explorer, por exemplo, você pode fazer um rápido teste para confirmar a eficiência do programa.

No Sandboxie Control (a janela principal), vá ao menu “Function > Run > Sandboxed > Windows Explorer”. Abra uma pasta qualquer, e crie uma nova pasta vazia ou um arquivo, com qualquer nome. Criada a pasta, abra o Explorer direto pelo seu Windows, fora do Sandboxie.

Você verá que a pasta que você criou “não existe” no sistema real:

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Nesta imagem temos duas telas do Explorer: uma aberta com o SandBoxie, e a outra pelo “Meu computador”, do próprio Windows. Veja a pasta “teste” e o arquivo “blablabla.TXT”: eles existem apenas no ambiente virtual. Se você abrir algum arquivo por meio do Explorer iniciado pelo Sandboxie, o programa chamado para o arquivo será aberto também dentro da “caixa virtual”.

O título da maioria dos programas que não usam skins, ficará diferente, quando rodados pelo Sandboxie. Veja:

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Ele acrescenta o caractere “joguinho da velha” no nome do programa, [#] Assim [#].

Mas onde está o arquivo “blablabla.TXT”, se ele não está na pasta real? Ele fica na pasta virtual do Sandboxie, dentro do seu perfil de usuário. Na interface do Sandboxie, clique em “Function > Contents of Sandbox > Explore Contents”.

Uma pasta será aberta no Windows Explorer, com o conteúdo salvo pelos programas:

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A pasta “user” simula as pastas do usuário, como Desktop (área de trabalho), caso o programa salve algo na área de trabalho, por exemplo.

A pasta “drive” guarda o que os programas gravaram em subpastas das unidades do sistema, e os arquivos de nome “Reg” são usados para gravar os dados que os programas pediram para gravar no registro (infelizmente, não são salvos em formato texto puro, o que dificulta a exploração para ver o que o programa rodado faria no registro).

Abrindo a pasta “drive” e depois a pasta correspondente à unidade em que salvei o arquivo e criei uma nova pasta, lá estarão eles:

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Não dá para garantir que o Sandboxie seja livre de falhas, eu não me aventuraria, por exemplo, a rodar spywares e vírus dentro dele – o que faço normalmente em máquinas virtuais. Alguns programas que exigem reinício do sistema (depois de instalados, por exemplo) podem funcionar de forma incorreta ou apresentarem problemas, caso não encontrem os arquivos registrados no Windows (como DLLs e OCX).

É uma forma também de rodar aqueles programas demos e sharewares eternamente sem pagar p:

Você instala pelo Sandboxie, e quando vencer o prazo, limpa a “caixinha de areia”, e instala novamente. Como nenhuma alteração é feita no sistema real, no registro do Windows principalmente, o programa limitado não saberá que já foi usado naquela máquina.

Não estou incentivando, mas que é possível, é. :D


Pelo menu “Function > Contens of Sandbox” você pode abrir a pasta com os arquivos salvos, como foi dito, e também limpá-la, ou recuperar os arquivos definitivamente – movendo-os automaticamente para as pastas reais no sistema, onde deveriam ficar.

Enquanto estiver com programas sendo executados pelo Sandboxie, a interface dele exibirá os programas ativos em execução e a “caixa de areia” em que estão sendo executados – caso você use vários perfis. Você pode fechar todos rapidamente, pelo menu “Function > Terminate Sandboxed Processes”.

Em questão de desempenho, não há muito do que reclamar, na maioria dos programas nem haverá diferença significativa. Talvez perceba-se uma lentidão caso o programa grave ou leia uma grande quantidade de dados no registro, visto que as entradas seriam redirecionadas para um arquivo, mas isso será raro de acontecer com a maioria dos programas.

E não estranhe, os programas instalados com o Sandboxie não serão listados no menu de programas do Windows. Você deverá iniciá-los usando o Sandboxie, e procurando pelo atalho ou executável do programa na pasta “falsa”.

Esse é do tipo de programa que deveria vir com o Windows, permitindo agora sim, rodar qualquer coisa sem alterar nada no sistema. Boa sorte!


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Site da Oi pode estar espalhando vírus

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Fonte: Info Abril

Um post no site Zone-H levanta a suspeita de que o site da Oi para envio de torpedos estaria sendo usado para distribuir vírus.

O autor do post, Marcelo Almeida, afirmou que na quinta-feira (04/12) a contagem de máquinas infectadas já chegava a 149.262.

“Ao acessar o site, para enviar um torpedo, seu sistema acusou a tentativa de execução de um arquivo java, que supostamente queria instalar o Flash Player 11”, relata o post.

Ao baixar o arquivo, a vítima executa um vírus, programado para roubar seus dados bancários.

Segundo Almeida, os códigos maliciosos entram e saem da página de tempos em tempos, o que indicaria que phisher tem acesso aos servidores da Oi.

Por meio da sua assessoria de imprensa, a operadora afirmou que não localizou qualquer código malicioso em seu site.


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Vírus no Linux, FreeBSD e Mac OS X? Vida curta e difícil

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Fonte: cic.unb

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Por que é que vírus de Linux e outros sistemas UNIX-like não é mais do que um assunto para rodas de ciberpapo? Por que é que os vírus para Linux não nos afetam do jeito que os vírus para produtos Microsoft afetam, a usuários do Windows em particular, e aos cibernautas em geral?

Existem várias razões porque o assunto vírus-de-Linux é abobrinha. Quase todas elas já familiares para quem usa o kernel, quase todas elas ainda desprezadas por quem gosta de ser enganado (tagarelando abobrinhas tipo "é menos atacado porque é menos usado").

Mas há uma razão, muito importante, que estudiosos da evolução biológica podem apreciar. Antes, porém, devemos saber porque o Linux não dá mole para vírus.

Para que um vírus infecte um programa executável num sistema com kernel Linux, numa distro GNU/Linux (Debian, Slackware, RedHat, Suse, Ubuntu, Kurumin, Mandriva, etc.) por exemplo, o executável precisa estar em arquivo com permissão de escrita para o usuário que esteja ativando o vírus. Tal situação é incomum.

Numa instalação desktop, via de regra os arquivos executáveis têm como dono (owner) o administrador do sistema (root), e rodam em processo de usuário comum. Ou seja, a partir de uma conta não-privilegiada.

Além do que, quanto menos experiente for o usuário, menos provável que tenha ele mesmo feito a instalação do executável, e portanto, que seja o owner do arquivo correspondente. Assim, os usuários de Linux que menos entendem dos perigos de infecção viral são os que têm pastas pessoais (diretório home) menos férteis para isso.

Prosseguindo, ainda que um vírus consiga infectar um programa executável, sua missão de proliferar-se esbarra em dificuldades das quais os limites nas permissões do dono do arquivo infectado são apenas o começo (para neófitos, em sistemas com um só usuário, esses limites podem desaparecer se a conta root for usada descuidadamente). As dificuldades continuam nos programas para conectividade, por serem esses no Linux construídos conservadoramente, sem os recursos de macros em alto nível que têm permitido, por exemplo, a recentes vírus de Windows propagarem-se tão rapidamente.

Esse conservadorismo não é uma característica do Linux, mas reflete diretamente importantes diferenças na base de usuários de plataformas livres e proprietárias. Diferenças na forma como essas bases atuam no processo de desenvolvimento, e na forma como a robustez e a popularidade dos programas é afetada por essa atuação, através dos respectivos modelos de licença e de negócio.

Na forma, por exemplo, em que vacinas atuam. As lições aprendidas pela observação do que acontece no outro modelo servem, no modelo colaborativo, para vacinar não o software em si, mas o processo e a estratégia de desenvolvimento dos softwares livres, livres inclusive das estratégias de negócio de interessados que lhes sejam confiltantes.

Aplicativos e sistemas baseados em Linux são quase todos de código fonte aberto. Devido à quase totalidade desse mercado estar acostumado à disponibilidade do código-fonte, produtos distribuídos apenas em formato executável são ali raros, e encontram mais dificuldade para firmar presença. Isso tem dois efeitos no ecosistema viral, se considerarmos que a propagação ocorre em formato executável. Primeiro, programas com código fonte aberto são lugares difíceis para vírus se esconderem. Segundo, a (re)instalação por compilação do código-fonte corta completamente um dos principais vetores de propagação dos vírus.

Cada um desses obstáculos representa uma barreira significativa. Porém, é quando essas barreiras atuam em conjunto que a vida do vírus se complica. Um vírus de computador, da mesma forma que o biológico, precisa de uma taxa de reprodução maior do que a taxa de erradicação (morte), para se proliferar. Na plataforma Linux, cada um desses obstáculos reduz significativamente a taxa de reprodução.

E se a taxa de reprodução cai abaixo do nível necessário para substituir a população erradicada, o vírus está condenado à extinção, nesse ambiente -- mesmo antes das notícias alarmistas sobre o potencial de dano às vítimas.

A razão pela qual nunca vimos uma epidemia de verdade com vírus de Linux é simplesmente porque nenhum vírus conseguiu, até hoje, prosperar no ambiente que o Linux propicia. Os que já surgiram com esse alvo não são mais do que curiosidades técnicas (Staog foi o primeiro deles, e o único observado à solta, até 2005, foi o Bliss).

A realidade é que não existe vírus viável para Linux e outros sistemas UNIX-like.

Isso, é claro, não significa que nunca possa haver uma epidemia viral envolvendo o Linux.

Por outro lado, isso significa que o vírus precisaria ser muito inovador e bem arquitetado para ter sucesso prosperando nesse ecosistema (do Linux), que é hostil para código furtivo.

E também, que outros especialistas possam entender a questão de maneira diferente (para outra perspectiva sobre o tema, tente esse artigo).


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