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Posts tagged with "Politica"

Santana Lopes versus José Mourinho versus SIC Notícias

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Nao gosto de Santana Lopes, por causa disso votei pela primeira vez, mas desta vez dou-lhe razao!

O selo de Sócrates

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Sócrates queria um selo com a sua foto para deixar para a posteridade o seu mandato no Governo deste país que está de tanga

Os selos são criados, impressos e vendidos.O nosso PM fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.
Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema.

O relatório diz: “Não há nada de errado com a qualidade dos selos.
O problema é que o povo está a cuspir no lado errado.”

Enviado por» WickedLizard

José Sócrates no purgatorio

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Esta tem que chegar a Lisboa.

É óptima!

O Primeiro-ministro, José Sócrates, está andando tranquilamente quando é atropelado por um condutor das corridas da Ponte Vasco da Gama e Morre ali na hora.

A alma dele chega ao Paraíso e dá de caras com São Pedro na entrada.
-"Bem-vindo ao Paraíso!"; diz São Pedro

-"Antes que você entre, há um problemazito...

Raramente vemos Políticos por aqui, sabe… então não sabemos bem
o que fazer com você.

-"Não vejo problema nenhum, basta deixar-me entrar", diz o antigo Primeiro Ministro José Sócrates

"Eu bem que gostaria de o deixar entrar senhor Engenheiro, mas tenho ordens superiores… Sabe como é… Vamos fazer o seguinte:

O Senhor passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Depois pode escolher onde quer passar a eternidade.

-"Não é necessário, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o Primeiro Ministro.

-"Desculpe, mas temos as nossas regras. "

Assim, São Pedro acompanha-o até o elevador e ele desce, desce,
desce até o Inferno.

A porta abre-se e ele vê-se no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos
com os quais havia trabalhado.

Todos muito felizes em traje social.
Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons
tempos em que ficaram ricos às custas do povo.
Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um tipo muito amigável que
passa o tempo todo dançando e contando piadas.

Eles divertem-se tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir
embora.

Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador
sobe.

Ele sobe, sobe, sobe e a porta abre-se outra vez. São Pedro está a espera dele.

Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas no paraíso, junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.

Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia chega ao fim e São
Pedro retorna.

-" E então??? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.
Agora escolha a sua casa eterna." Ele pensa um minuto e responde:

-"Olha, eu nunca pensei... vir a tomar esta decisão… O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar muito melhor no Inferno."

Então São Pedro abanando com a cabeça, leva-o de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno.
A porta abre-se e ele vê-se no meio de um enorme terreno baldio cheio
de lixo e com um cheiro horrível.

Ele vê todos os seus amigos com as roupas rasgadas e muito sujas catando o entulho e colocando-o em sacos pretos, repara que por vezes os amigos se pegam á porrada na disputa de pedaços de comida podre.

O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do Primeiro Ministro.
-" Não estou a entender?!", - gagueja o deputado - "Ontem mesmo eu
estive aqui e havia um lindo campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo mal cheiroso e os meus amigos totalmente arrasados!!!

O diabo olha pra ele… sorri ironicamente e diz:

-"Ontem estávamos em campanha.

Agora, que conseguimos o seu voto... eis a realidade"


Essa tem que ser repassada•
(não quebrem a "corrente")

Bush and Salazar

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Philip Graham é um Norte Americano, professor na universidade de Illinois, que ira passar uma temporada em Portugal na cidade de Lisboa. A medida que se vai integrando na sociadade portuguesa, vai colocando as suas impressoes na sua pagina. Recentemente, Philip Graham decobriu as diferenças entre Bush e Salazar.


Originally posted by Philip Graham:

While Hannah runs after my latest bobble, I catch the tang of sautéd chicken, and I turn to the open window facing the garden and see Alma moving pots and pans on the stove. This year I've been the family cook, chopping, marinating, and simmering during the off moments of my writing, but today Alma—who's usually the homework maestro, in charge especially of math and science—is taking over in the kitchen. Which reminds me, that history textbook is waiting patiently for us back in the living room. I can't say I'm looking forward to the next section, on Salazar's political police, but, hey, studying is studying.

"Esta polícia tinha por funçao," I read, once Hannah and I are settled again on the couch, "perseguir, prender, torturar e, por" (and I pause, in order to nail the tricky shush sounds in the next word) "vezes, matar aqueles que se opunham ao regime." Then I give a go in English: "This police unit had the job to persecute, arrest, torture, and, at times, kill those who opposed the regime." Just 10 years ago, I could have smugly tutt-tutted my way through a chapter like this, but now it has the stink of my own country's shit: the illegal spying on American citizens; the knifing of habeas corpus; and the "enhanced interrogation techniques"—a creepy euphemism that echoes the apple-polished Gestapo term for torture—at Gitmo and Abu Graib. How low we've sunk.

At the sound of some polite throat-clearing, I turn to see Hannah's stare. She's waiting for me to return to port from wherever I've been sailing. Well, here I am, sea legs a little wobbly, and finally it hits me: Why not be as honest as this textbook? An old studying trick is to put gobs of information into proper perspective, and we are, after all, a family that often grinds our teeth in synchronous outrage at the politics of the day. So I clear my throat and proceed to give my daughter another history lesson.

"What Salazar did was a lot like what Bush is doing now," I say, and run through the details of our country's current walk of shame, talking about the parallels, the differences between the two regimes, and soon I can see in Hannah's eyes that the glue of context is working, that this textbook's story from a distant era is finally clicking into place for her.



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Homepage

Sim, sim... tem toda a razão! Nunca falou tão bem!

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As verdades têm de ser ditas.

Sim, senhor Primeiro ministro, tem toda a razão


Para professores e politicos

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Para quem pretende envergar pela politica, ou pelo ensino, aconselho a ver este testemunho :lol:


Roubado ao blog da Maria

Para bem da Nação

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Originally posted by Francisco José Viegas, Escritor:

Senhor primeiro-ministro eu não conheço o caso senão pelas páginas dos jornais mas sei que Fernando Charrua é um professor de Inglês requisitado pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) e agora suspenso por ter gracejado sobre o processo da sua licenciatura. Mais de meio país, seguramente, fez "comentários" sobre o assunto - graçolas, piadas, anedotas, coisas soezes ou apenas risíveis e imbecis. O senhor sabe. É natural, somos portugueses e conhecemos a injustiça do humor de Gil Vicente, mesmo que o assunto seja tão irritante e tão menor como esse. O tema não é tabu e o senhor mesmo foi à televisão por causa dele.

A responsável pela DREN, avisada por alguém (que achou por bem denunciar o caso, sabe-se lá porquê) achou que o comentário do professor era um insulto ao primeiro-ministro e resolveu suspendê-lo de funções e instaurar-lhe um processo disciplinar, com participação - creio - ao Ministério Público. O que apurará o processo não se sabe ainda, mas prevejo um grande debate sobre o que é e não é insulto e sobre os deveres dos funcionários públicos. A coisa promete. Como em muitas situações semelhantes, vamos ter mais anedotas sobre o assunto. Ele merece.

De acordo com a directora regional de Educação - é, portanto, a posição oficial do Ministério da Educação -, "o Sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal" e os funcionários públicos devem-lhe respeito. Ora, nem que não fosse primeiro-ministro. Em declarações ao jornal "Público", Margarida Moreira acrescentou que a sua decisão (a de suspender o professor, a de instaurar-lhe um processo disciplinar e a de participar ao Ministério Público) se deve ao facto de "poder haver perturbação do funcionamento do serviço".

Dado que o processo se encontra em fase de "segredo", uma figura jurídica que serve para tudo, não sabemos que insulto lhe terá Fernando Charrua dirigido, a si, senhor primeiro-ministro, que pudesse perturbar tão gravemente "o serviço". Imagino que o senhor também não saiba. Mas, andando na política há tantos anos, suponho que nenhum insulto lhe deva ser estranho. Basta aparecer na televisão, ter um nome e ocupar um cargo. O senhor sabe como essas coisas se passam. De tudo fazemos uma anedota. O mundo é cruel.

Há, evidentemente, a hipótese de a notícia não ser totalmente verdadeira. Mas não vejo como a directora da DREN confirmou-a e o ministério da Educação não a desmentiu até hoje. Se o processo disciplinar ao professor continuar a correr neste segredo, aumentarão os rumores e as suspeitas. A principal delas, mesmo sendo injusta, é a de que o senhor autoriza o Ministério da Educação, através da DREN, a fomentar o autoritarismo, o culto da personalidade ou a perseguição política a funcionários públicos que contem anedotas sobre José Sócrates.

Seja como for, acho que a directora da DREN se excedeu. Foi mais papista do que o papa e causou-lhe, a si, um problema o de poder passar a haver despedimentos por "delito de opinião", o que é muito grave. O senhor dirá que não se trata de um despedimento mas, na pobre linguagem da pequena política, já se sabe que não basta "ser" - é também necessário "parecer". Ora, isto parece, exactamente, "delito de opinião". Argumentarão alguns que o comentário foi feito "nas horas de serviço" e "nas instalações da DREN"; teria sido assim tão grave que as paredes da DREN coraram de vergonha?

Sei que o senhor primeiro-ministro não concorda com este tipo de perseguições. Não deixe que isso aconteça no seu, e meu, país. De contrário, o senhor será responsável pelo reaparecimento de milhares de pequenos ditadores e papistas, um pouco por todo o lado. Eles detestam-no a si porque o senhor é de uma nova geração de políticos que nasceu para a política já em liberdade; mas aproveitarão a boleia que este caso pode dar-lhes para satisfazer a pequena tentação portuguesa da intolerância.



Fonte JN

Este pseudo engenheiro Socrates, deve pensar que governa o pais da mesma forma que tirou o curso!

A depois da guerra -After the War

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Depois da Guerra - After the War...

A ideia deste clip surgiu da seguinte pergunta.

Ainda hoje não se ouvem pássaros nas redondezas dos campos de concentração. Porque?



Translation:The idea of this video was inspired by the following question

Today, you still don´t hear the birds sing around the concentration camps. Why?


Ate hoje ainda ninguem sabe responder!

Today, still no one knows the answer...

Trabalho Temporário: o prolongamento da precaridade

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O grupo parlamentar do PS apresentou recentemente na assembleia da república um projecto de lei que pretende introduzir alterações no regime do trabalho temporário (TT).

Caso este projecto venha a ser aprovado, o aumento da duração dos contratos de trabalho temporário será prolongado, ou seja, entre a ETT e a empresa que requisita mão-de-obra poderão ser realizados contratos de três anos. Tendo em conta que, de acordo com a própria proposta do PS, o trabalho temporário tem como objectivo responder a "...situações específica, temporárias ou excepcionais de mão-de-obra", apenas podemos concluir que tal paradoxo visa, por um lado, o desenvolvimento das empresas de TT como fornecedoras de excelência de trabalhadores desesperados por um salário e, por outro lado, a redução de custos na empresa cliente (em vez de abrir um quadro, vai contratando trabalhadores temporários para efectuar funções permanentes).

A proposta eterniza igualmente o vínculo existente entre a ETT e o trabalhador, prevendo-se a duração intemporal da cedência nos casos de contratos por tempo indeterminado. A instabilidade e insegurança tornam-se assim infindáveis, desconhecendo o trabalhador se, após dois anos de funções num local em que a maior parte dos empregados usufruem de mais direitos, será por e simplesmente dispensado e remetido aos desígnios da sua entidade empregadora.

É importante referir que Portugal é dos países europeus com maiores níveis de precaridade laboral - 20% de contratados a prazo, 8% de trabalhadores temporários, uma percentagem desconhecida de prestadores de serviços (recibos verdes) e ainda cerca de 10% de desempregados.

Eleiçoes no Brazil vistas pelo exterior

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A reeleiçãomais difícil

Francisco José Viegas, Escritor

Lula diz que o próximo domingo é dia de "onça beber água". O presidente brasileiro acha que vai ganhar no próximo domingo e está cheio de razão, mas não se sabe se haverá segunda volta. As sondagens dão-lhe um avanço considerável contra um adversário fraco ou, pelo menos, enfraquecido. Geraldo Alckmin não é José Serra nem Fernando Henrique - mas é o candidato.

Há uma razão para que haja segunda volta o Brasil não merece, apesar de tudo, ter Lula eleito sem passar por essa prova. Seria humilhante para o país que Lula pudesse reentrar no Planalto sem ser acusado, de frente, do maior espectáculo de corrupção promovido pelo poder político, desde há muitos anos, no Brasil. Por menos do que isto - os últimos dois anos do governo de Lula - Fernando Collor foi deposto em Brasília. Mas Collor não tinha a rua; e Lula tem a rua, como um pequeno Maquiavel populista, acobertado por organizações do "petismo" ou subvencionadas pelo PT, o seu partido, que quis ser o equivalente brasileiro do PRI mexicano.

O espectáculo do "mensalão", o escândalo dos "sanguessugas", a tentativa totalitária de o PT se apoderar de toda a máquina do Estado (banco central incluído), o encobrimento de casos de homicídio, corrupção e nepotismo (que incluiu os próprios filhos de Lula, que receberam fundos públicos para os seus negócios), a política externa indigente, o falhanço total de políticas desastrosas (que eram apenas marketing, como se provou) como o programa "fome zero" ou o "primeiro emprego" ou ainda a mediocratização da universidade e do sistema de ensino - são apenas alguns aspectos do consulado de Lula. Eles não bastam para confirmar o que estava previsto desde o primeiro dia da sua eleição, ou até antes. É preciso também enumerar os membros de um vasto comité que se apoderou do aparelho de estado à boa maneira estalinista, confundindo partido e Estado, interesses do partido e interesses do país José Dirceu, José Genoíno, Sílvio Pereira, Delúbio Soares, Antonio Palocci, Luiz Gushiken e muitos outros participaram desse espectáculo deprimente, cada um à sua maneira, ou enriquecendo as suas empresas, ou canalizando dinheiros perigosos para a máquina do partido e seus interesses, ou aceitando a inevitabilidade da corrupção.

Lula, que evita ser conotado com o seu partido, mas que recebe o apoio de Collor, de Sarney, de Delfim Netto, dos evangélicos e das oligarquias do PMDB, é a face de uma das últimas derrotas da esquerda. Falharam as suas bandeiras acerca da superioridade moral da esquerda e dos seus valores; foi nítida a sua falta de preparação política para exercer um cargo a que foi catapultado pelo messianismo político, sempre vivo no Brasil. Em todo o mundo, Lula serviu para mostrar que o antigo torneiro mecânico de São Bernardo do Campo, o retirante do Nordeste, podia chegar à presidência e vingar os pobres e os humilhados. Essa imagem era perfeita e belíssima - mas transportava consigo, nos acompanhantes do "palanque presidencial", o gérmen da sua própria destruição.

A base política e operacional de Lula, a que fabrica dossiês falsos para incriminar os adversários, a que se apodera dos dinheiros do estado, a que tenta dominar o aparelho da justiça e dos média (através de declaradíssimos instrumentos de censura à imprensa que culminaram, inclusive, na tentativa de expulsar jornalistas estrangeiros), vão dizer-me, não é a esquerda. Pode não ser. Mas não é a esquerda que está em causa. É um país varrido pela corrupção e pelas práticas políticas mais indecorosas. Lula devia ser obrigado a ir à segunda volta. E aí nunca se sabe.

Francisco José Viegas escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras

Fonte» Jornal de Noticias
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