Depois do excelente documentário "ainda há pastores" Jorge Pelicano volta com "Pare, Escute, Olhe" mais um retrato genuíno do Portugal real onde cimento é sinonimo de progresso! E património cultural, e natural sao meros cifrões.
"Pare, Escute, Olhe" retrata a realidade da linha do Tua que ficara submersa apos a construçao de mais uma barragem, segundo as fontes a oficiais com o conjunto de novas barragens ira contribuir para 1% da energia consumida em Portugal.
Sera que por 1% de energia vale a pena sacrificar este património insubstituível? Não faz mais sentido investir em campanhas de poupança de energia? Ou substituir as lâmpadas de alto consumo da iluminação publica?
"SEPNA - Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR. Só em 2008 fez uma média de 60 autuações por dia. E, atenção, tudo isto sem actuar nos serviços administrativos, como, por exemplo, os da AICEP... Caso contrário a estatística de 2008 alcançaria resultados incalculáveis. Infelizmente, falta ao SEPNA uma delegação eficaz na Madeira. Depois da Floresta Laurissilva ter sido reconhecida como Património Mundial da UNESCO e Reserva Bio-genética e ter servido várias vezes como jóia da coroa do próprio discurso político, a tropa gaiteira do turismo (sob o beneplácito dos mesmos políticos que a laurearam), apesar do parecer negativo do Parque Natural, quer-lhe chanfrar um teleférico em cima, sem perceber que o mono vai destruir todo o ambiente milenar daquela paisagem única. Entretanto, a directora do Parque já sofreu uma retaliação grotesca tendo sido inaceitavelmente afastada. Esta espécie de 'PIN à la Madeirense' já suscitou quase 6 mil assinaturas de repulsa um pouco por todo o mundo. ( http://www.petitiononline.com/247132/petition.html )."
Uma cidade tecnológica de nome Planit Valley vai nascer em Paredes até 2013, ocupando uma área de 17 quilómetros quadrados onde se irão agregar empresas líder de mercado no sector tecnológico como a Cisco Systems.
Esta “cidade avançada” poderá gerar “dezenas de milhares” de postos de trabalho e pretende reunir 12 mil parceiros, muitos dos quais pequenas e médias empresas da área da tecnologia, garantiu Steve Lewis,presidente da empresa Living Planit que irá gerir a Planit Valley, em entrevista exclusiva ao Ciência Hoje.
A nova plataforma de investigação será um “laboratório vivo à escala urbana” onde serão implementadas, de forma sustentável, “tecnologias que melhoram a qualidade de vida” como “edifícios inteligentes, soluções avançadas de mobilidade, transportes e comunicações”, salientou.
A nova cidade acolherá não só empresas e investigadores mas também espaços de venda a retalho, hotéis, centros de conferência, uma pista de testes, um centro de entretenimento e até mesmo habitação.
Cidade sustentável
Porque a Living Planit é “apaixonada por questões ambientais”, na construção da Planit Valley (a começar até ao final de 2009) serão aplicadas “novas e avançadas técnicas" para reduzir o impacto da infraestrutura no ambiente. “Pensamos ser possível desenvolver projectos a nível mundial sem comprometer o ambiente”, defendeu Steve Lewis.
As políticas ambientais portuguesas revelaram-se atractivas aos responsáveis da Living Planit que no País encontraram também “uma enorme quantidade de talento nas universidades e nos empreendedores” e ainda o apoio de autarcas e autoridades regionais. Apesar de a sua presença em Portugal ter sido conhecida apenas recentemente, desde Abril de 2008 que a Living Planit se encontra no país, tendo contado com o apoio do autarca de Paredes, Celso Ferreira, de Ana Lehmann, da CCDR-N, e da agência de investimento AICEP.
Lewis admite mesmo que o factor decisivo para que o projecto fosse realizado em Portugal se prendeu com “o profissionalismo de Celso e da Ana, bem como o seu empenho no desenvolvimento económico e social da região e da nação”.
escrevo-te cartas que nunca irás receber. a morada desaparece sempre que tentamos encontrar não uma porta, mas uma casa inteira. desligo tudo dentro deste quarto. ouço, incompleto, - com a janela entreaberta ao fresco da noite – cada pequeno ruído, como se fosse um código para nos entendermos.
carregas contigo o peso da noite que não termina. que maior peso poderias suportar? o silêncio retalha-nos, sempre que tentamos suturar as feridas. como a água do mar? repuxa-nos a pele, para que possamos sará-la.
todas as cartas te pertencem. sobre a mesa, sem selo nem endereço. chegarão, com certeza. não ao destino. mas à residência da primeira palavra.
reservo esta frase para esse ponto no horizonte onde fixas os olhos. escondo(-me). as árvores do jardim fazem o mesmo à cidade. não consigo esquecer a estrada em frente.
como os plátanos, escondo uma viagem. por terminar. o automóvel avança. o ponto de fuga não prolonga o horizonte. apenas suspende essa imagem – por revelar.
nenhuma melodia é possível perante a noite. embora tente criá-la em todos os momentos. procuro reconstituir, na água, essa pauta desaparecida no início.
encontras no corpo o trajecto possível para decompores a noite. movimento e repouso sucedem-se. a respiração tenta dissolver a viagem. a primeira etapa não terminou ainda.
Entre mim e o meu silêncio há gritos de cores estrondosas e magias recortadas dos sonhos que acontecem naturalmente. eu sou cama onde me deito, todas as noites diferente, eu sou o sorriso estridente dos pássaros no céu todo, eu sou o mar, o oceano velho a abrir a boca numa gruta que assusta as crianças e os homens que conhecem o mundo. eu sou o que não devia e rio, rio, rio, porque sou puro, porque sou um pouco da alegria, porque mil mãos e dez mil dedos me percorrem o corpo e me beijam. entre mim e o meu silêncio há uma confusão de equívocos que não entendo e não admito. sou arrogante, porque sou do país em que inventaram a arrogância. sou miserável. que sei eu?
Sou um viajante com destino traçado, como o fumo deste cigarro que desaparece indeciso e já esqueceu de onde veio. e rio, rio, rio, perdido e desalmado, de dentes sujos e quase doente, porque minha é esta esperança e esta vontade de nascer cada manhã, em cada rosto, em cada fósforo aceso, em cada estrela. Rio, rio, rio, porque meu é o amor e o luto e a fome e todas as coisas que fazem esta vida que não entendo e persigo. eu sou um homem vivo a sentir cada pedra, eu sou um homem vivo a sentir cada montanha, eu sou um homem vivo a sentir cada grão de areia. desordenadamente, eu sou alguém que é eu sem o saber, entre mim e o meu silêncio há um desentendimento esculpido nas flores e nas nuvens, rio, rio, rio, eu sou a vida e o sol a iluminar-me.
:yes:
Fiz dois vídeos com as fotos de Patrick Desmet e coloquei no Ulicastrowsky do YTube.
Depois de um tempo, recebi emails do próprio para que enviasse os vídeos em formato .AVI.
Me empolguei e fiz um terceiro vídeo e em seguida recebi um email com o link para ver o último trabalho seu:
...
Ooh la-la! Tem dado que falar em França a fotografia que o Nouvel Observateur estampou na primeira capa de 2008 por ocasião do centenário de Simone de Beauvoir. A escolha do Nouvel Obs recaiu sobre uma imagem captada por Art Shay (seu amante) que mostra a pensadora feminista nua, de costas e a a ...
:sherlock:
Uma das maneiras mais fundamentais de garantir e manter a liberdade de expressão num regime democrático é ter livre acesso aos políticos e parlamentares responsáveis por zelar por esse mesmo regime.
Esse direito foi retirado dos repórteres do programa CQC, "Custe o ...
:furious:
Impressionante como o IExplorer , qualquer versão, continua a deturpar o visual e o design de sites ou blogs.
Sempre são necessários códigos especiais para que o navegador possa ler com quase exatidão as páginas.
Outra coisa:
Os plugins “PicLens” - sensacional exibidor de ...
See The World by Gomez
Day to day
Where do you want to be?
'Cos now you're trying to pick a fight
With everyone you need
You seem like a soldier
Who's lost his composure
You're wounded and play a waiting game
In no-man's land no-one's to blame
See the world
Find an old ...