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Posts tagged with "Sociadade"

PIN à la Madeirense

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"SEPNA - Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR. Só em 2008 fez uma média de 60 autuações por dia. E, atenção, tudo isto sem actuar nos serviços administrativos, como, por exemplo, os da AICEP... Caso contrário a estatística de 2008 alcançaria resultados incalculáveis. Infelizmente, falta ao SEPNA uma delegação eficaz na Madeira. Depois da Floresta Laurissilva ter sido reconhecida como Património Mundial da UNESCO e Reserva Bio-genética e ter servido várias vezes como jóia da coroa do próprio discurso político, a tropa gaiteira do turismo (sob o beneplácito dos mesmos políticos que a laurearam), apesar do parecer negativo do Parque Natural, quer-lhe chanfrar um teleférico em cima, sem perceber que o mono vai destruir todo o ambiente milenar daquela paisagem única. Entretanto, a directora do Parque já sofreu uma retaliação grotesca tendo sido inaceitavelmente afastada. Esta espécie de 'PIN à la Madeirense' já suscitou quase 6 mil assinaturas de repulsa um pouco por todo o mundo. ( http://www.petitiononline.com/247132/petition.html )."

Fonte» Luisa Schimdt

Ja ta assinado :smile:

Cidade tecnológica «Planit Valley» nasce em Paredes até 2013

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Uma cidade tecnológica de nome Planit Valley vai nascer em Paredes até 2013, ocupando uma área de 17 quilómetros quadrados onde se irão agregar empresas líder de mercado no sector tecnológico como a Cisco Systems.


Esta “cidade avançada” poderá gerar “dezenas de milhares” de postos de trabalho e pretende reunir 12 mil parceiros, muitos dos quais pequenas e médias empresas da área da tecnologia, garantiu Steve Lewis,presidente da empresa Living Planit que irá gerir a Planit Valley, em entrevista exclusiva ao Ciência Hoje.

A nova plataforma de investigação será um “laboratório vivo à escala urbana” onde serão implementadas, de forma sustentável, “tecnologias que melhoram a qualidade de vida” como “edifícios inteligentes, soluções avançadas de mobilidade, transportes e comunicações”, salientou.

A nova cidade acolherá não só empresas e investigadores mas também espaços de venda a retalho, hotéis, centros de conferência, uma pista de testes, um centro de entretenimento e até mesmo habitação.

Cidade sustentável

Porque a Living Planit é “apaixonada por questões ambientais”, na construção da Planit Valley (a começar até ao final de 2009) serão aplicadas “novas e avançadas técnicas" para reduzir o impacto da infraestrutura no ambiente. “Pensamos ser possível desenvolver projectos a nível mundial sem comprometer o ambiente”, defendeu Steve Lewis.

As políticas ambientais portuguesas revelaram-se atractivas aos responsáveis da Living Planit que no País encontraram também “uma enorme quantidade de talento nas universidades e nos empreendedores” e ainda o apoio de autarcas e autoridades regionais. Apesar de a sua presença em Portugal ter sido conhecida apenas recentemente, desde Abril de 2008 que a Living Planit se encontra no país, tendo contado com o apoio do autarca de Paredes, Celso Ferreira, de Ana Lehmann, da CCDR-N, e da agência de investimento AICEP.


Lewis admite mesmo que o factor decisivo para que o projecto fosse realizado em Portugal se prendeu com “o profissionalismo de Celso e da Ana, bem como o seu empenho no desenvolvimento económico e social da região e da nação”.

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A razão dos contribuintes

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Contribuir
v. int., concorrer para a realização de determinado fim; cooperar; colaborar; ajudar; ter parte num resultado ou numa despesa comum; pagar contribuições.

É curioso ver como o significado desta definição aponta subliminarmente para o livre arbítrio. Cooperar, colaborar ou ajudar é algo que depende da exclusivamente nossa vontade não sendo de todo obrigatório que sejamos obrigados a fazê-lo. São estas mariquices de linguagem que me chateiam porque, na realidade, enquanto contribuinte, sou obrigado a largar mais de metade do que ganho para alimentar uma chusma de inúteis. Ninguém me pergunta se quero ajudar os gajos que andam a mamar do subsídio de desemprego; ninguém me pede se quero ajudar os funcionários públicos que se arrastam penosamente atrás de um balcão qualquer; ninguém me pergunta se quero colaborar com os devaneios da vaidade (e não só) desse proto-engenheiro do Sócrates quando o gajo decide fazer aeroportos desnecessários. A mim, como contribuinte, ninguém me pergunta nada nem deixa nada ao meu livre arbítrio. Sou obrigado a pagar, rapidamente, sem levantar muito a voz e dentro do prazo. Caso contrário o Estado dá-se ao direito de me levar o carro, a casa e tudo aquilo que se possa agarrar. Isto porque, em Portugal, enquanto contribuintes temos imensos deveres e pouquíssimos direitos. Exactamente o contrário do que acontece com o Estado, que tem o direito de exigir tudo e o dever de providenciar quase nada.

Por isso mesmo acho que não podemos continuar a ser considerados contribuintes, porque de facto não estamos a contribuir. Eu tenho a certeza que em nada contribuí para o estado a que este país chegou. Contribuí muito, ao longo de muitos anos, mas não foi para isto. Chamem-nos então outra coisa, que não contribuintes. Chamem-nos putas. Dez milhões de putas que todos os dias são obrigadas a dar mais de metade do que ganham para alimentar essa chula gorda que é o Estado português.

FOnte » A razão tem sempre cliente

Por que não nacionalizar?

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Se o mercado não consegue disciplinar os preços, os lucros nem o selvático prendar dos recursos empresariais com os vencimentos multimilionários dos executivos, então por que não nacionalizar os petróleos e tentar outros modelos?

Quem proferiu este revolucionário comentário foi Maxine Waters, Democrata da Califórnia, durante o inquérito conduzido pelo Congresso, em Washington, às cinco maiores petrolíferas americanas. Face à escalada socialmente suicidária dos preços dos combustíveis, o órgão legislativo americano convocou os presidentes para saber que lucros tinham tido e que rendimentos é que pessoalmente cada um deles auferia. Os números revelados deixaram os senadores da Comissão de Energia e Comércio boquiabertos. Desde os 40 mil milhões de dólares de lucro da Exxon no ano passado, ao milhão de euros mensais do ordenado base do chefe Executivo da Conoco-Phillips, às cifras igualmente astronómicas da Chevron, da Shell e da BP América. Esta constatação do falhanço calamitoso do mecanismo comercial, quando encarada no caso português, ainda é mais gritante. Digam o que disserem, o que se está a passar aqui nada tem a ver com as leis de oferta e procura e tem tudo a ver com a ausência de mercado onde esses princípios pudessem funcionar.

Se na América há cinco grandes empresas que ainda forçam o mercado a ter preços diferentes, em Portugal há uma única que compra, refina, distribui e vende. É altura de fazer a pergunta de Maxine Waters, traduzindo-a para português corrente

- Se o país nada ganhou com a privatização da Galp e se estamos a ser destruídos como nação pela desalmada política de preços que a única refinadora nacional pratica, porquê insistir neste modelo? Enunciemos a mesma pergunta noutros termos

- Quem é que tem vindo sistematicamente a ganhar nestes nove anos de privatização da Galp, que alienaram um bem que já foi exclusivamente público? Os espanhóis da Iberdrola, os italianos da ENI e os parceiros da Amorim Energia certamente que sim. O consumidor português garantidamente que não. Perdeu ontem, perde hoje e vai perder mais amanhã. Mas levemos a questão mais longe houve algum ganho de eficiência ou produtividade real que se reflectisse no bem-estar nacional com esta alienação da petrolífera? A resposta é angustiantemente negativa. A dívida pública ainda lá está, maior do que nunca, e o preço dos combustíveis em Portugal é, de facto, o pior da Europa. Nesta fase já não interessa questionar se o que estamos a pagar em excesso na bomba se deve ao que os executivos da Galp ganham, ou se compram mal o petróleo que refinam ou se estão a distribuir dividendos a prestamistas que exigem aos executivos o seu constante "quinhão de carne" à custa do que já falta em casa de muitos portugueses. Nesta fase, é um desígnio nacional exigir ao Governo que as centenas de milhões de lucros declarados pela Galp Energia entrem na formação de preços ao consumidor. Se o modelo falhou, por que não nacionalizar como sugeriu a congressista Waters? Aqui nacionalizar não seria uma atitude ideológica.

Seria, antes, um recurso de sobrevivência, porque é um absurdo viver nesta ilusão de que temos um mercado aberto com um único fornecedor. Se o Governo de Sócrates insiste agora num purismo incongruente para o Serviço Nacional Saúde, correndo com os existentes players privados e bloqueando a entrada de novos agentes, por que é que mantém este anacronismo bizarro na distribuição de um bem que é tão essencial como o pão ou a água? Como alguém já disse, o melhor negócio do Mundo é uma petrolífera bem gerida, o segundo melhor é uma petrolífera mal gerida. Na verdade, o negócio dos petróleos em Portugal, pelas cotações, continua a ser bom. Só que o país está exangue. Há fome em Portugal e vai haver mais. O negócio, esse, vai de vento em popa para o Conselho de Administração da Galp, para os accionistas, para Hugo Chávez e José Eduardo dos Santos. Mas para mais ninguém. A maioria de nós vive demasiado longe da fronteira espanhola para se poder ir lá abastecer.

FOnte» Mário Crespo escreve no JN

Obras recomendadas pelo Plano Nacional de Leitura

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Fonte» Webcosta

É a Universidade,estúpido

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Os membros do Departamento de Sociologia da Educação da Universidade do Minho são pessoas graves. Aposto até que, como no poema de Fernando Lemos, vão para a Universidade de ambulância para que ninguém duvide da sua gravidade. Por isso, com eles não se brinca. Nem com eles nem com os "nossos governantes e a Igreja". Daí que, segundo os jornais, tenham obrigado um professor a fechar os seus blogues, onde (coisa "desprestigiante" para a imagem, ou lá o que é, do prussiano Departamento) se publicavam sátiras e críticas. O professor terá ainda sido "aconselhado" a não aparecer em "iniciativas ligadas ao humor", o que teve que acatar pois é contratado a prazo e tem, como diz, que "pensar na família".

No tal Departamento desconhece-se que o humor é uma forma de lucidez e lê-se, pelos vistos, pouco. Pelo menos não se lê Jankelevich ("le humour est la chose la plus sérieuse du monde"). Censura? Não, explica o venerável director do venerável Departamento, já que o visado fechou os blogues "de livre vontade". Eu, que sou do tempo das Comissões de Censura, posso testemunhar que também nesse venerável tempo os "conselhos" dos censores eram aceites de livre vontade, quanto mais não fosse porque jornalistas e escritores (e humoristas) tinham igualmente família.


Fonte» Manuel Antonio Pina, escritor e cronista no JN

Sintomas de uma democracia capitalista

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Parece piada, mas nao é!

Querem despedir por cansaço físico!

A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) quer que a perda de capacidades do trabalhador reflectida numa redução de produtividade seja justa causa para o despedimento.

O argumento é defendido no parecer desta associação ao Livro Branco das Relações Laborais que elenca as propostas de alteração ao Código de Trabalho.

“Um trabalhador que esteja cansado física ou psicologicamente – porque está mais velho, porque tem problemas familiares, porque trabalhar naquela empresa não era exactamente o que pretendia ou porque se desinteressou do trabalho – deve poder ser despedido por justa causa”, defendeu em conversa com o Correio da Manhã Gregório Rocha Novo, membro da direcção da CIP.


Para alguem ter esta mentalidade, ou é um grandessimo burro, ou quer a reforma antessipada por insanidade mental! Que lhe de uma grandessissima caganeira, de modo que nao possa ir trabalhar feliz!

É esta mentalidade de empresarios de meia tigela que faz o pais podre! :furious:

Originally posted by Hélio Pellegrino:

Para o trabalhador, a sociedade capitalista é um pesadelo sinistro.

Ele a constrói com sangue, suor e lágrimas para vê-la voltar-se com implacável brutalidade contra tudo aquilo que constitui a essência de seus direitos da pessoa.




O “Bank of America” dos EUA cobra… 3 dólares por levantamento no Multibanco

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Enquanto que em Portugal a Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs (Multibanco) ultrapassa as 148 mil assinaturas, nos EUA, um dos maiores bancos do país aumentou no final de 2007 a taxa que cobrava por cada levantamento em ATMs de 2 dólares, para 3, e isto apenas alguns meses depois de ter lançado esta taxa, em Agosto.

Actualmente, o Bank of America cobra a mais alta taxa da indústria e isso quer dizer que os demais concorrentes lhe irão seguir os passos… E uma vez que se trata do banco americano com a maior rede de ATMs dos EUA com mais de 16 mil localizações isso implicará que se em cada ATMs foram realizados, digamos… 30 levantamentos por dia = 30 * 3 = 90 dólares * 16000 = 1 440 000 dólares diários!… O que explica muito da insistência dos bancos deste mundo em implementarem taxas deste género…

O Banco declarou que o aumento iria compensar o Banco pelo “investimento” realizado na actualização e expansão da rede de ATMs.

O USA Today apresenta aqui uma interessante lista do valor destas taxas: todas oscilam entre os 2 e os 2,5 dólares… Um valor muito semelhante aos 1,5 euros que se tem falado como sendo o possivel valor que a banca portuguesa se estaria a preparar para cobrar em cada levantamento… De modo semelhante a estes rumores, também, o banco declarou que a taxa de aplicaria apenas a pessoas que não fossem clientes do Banco como forma de “reduzir o tempo de espera em fila para os seus clientes”, declarou Betty Riess, a sua porta-voz. (espera! não era para “compensar pelo investimento”?!)

Fonte» http://movv.org

Petição CONTRA as comissões sobre Levantamentos em ATMs Em Portugal

A luta Continua.

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A mal das democracias actuais, ´é que grande parte delas permitem ter uma razoável qualidade de vida! Compramos casas, carros, as quais passamos grande parte da vida a a pagar! Pagar as prestações sem perder qualidade vida, passa o desígnio de todos! Somos entretidos, pela TV com morangos com açúcar e jogos da bola!

As noticias passam a ser banais, entre ministros que dançam das empresas publicas para privadas, sao comuns e rentaveis tao rentavel que o governo, quer impor a Flexisegurança ao pais foram. Ja ningume se admira, se processos como a casa pia, ou apito dourado forem arquivados, parece ideia comum ´é portugal que o "juiz ´é aquele que decide quem tem melhor advogado!

Fazer greve não compensa, ninguém quer perder dinheiro as prestações falam sempre mais alto!
Hoje em dia em Portugal ninguém protesta, a pais ficou apático, a única arma que ainda parece ter efeito ´é o humor .
A luta Continua a forma mais original de dizer as verdades, toda a gente leva, ate mesmo os telejornais em directo :D

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A fórmula de sucesso da ministra da educação

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ignorante + diploma = erudito
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