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STICKY POST

Sticky post

Entrevista da Linux Magazine com Roberto Prado

A Microsoft recentemente vem anunciando notícias novas que deram o que falar na comunidade Opensourse.
A revista Linux Magazine fez uma entrevista com Roberto Prado, gerente de estratégias da Microsoft Brasil, veja abaixo:

Linux Magazine» Após o anúncio da Microsoft, informando que abriria a documentação de suas APIs e formatos binários de seus produtos de maior circulação, muitas pessoas – inclusive na imprensa – permaneceram em dúvida quanto ao teor e conteúdo dessa abertura. O que exatamente foi aberto? E qual a estratégia da Microsoft por trás disso?
Roberto Prado, Microsoft Brasil

Roberto Prado» Quem vem acompanhando nosso trabalho vê que falamos de interoperabilidade há três anos, sempre reforçando a idéia de que se trata de um aprendizado. Como tal, à medida em que colhemos experiência, aprendemos e desenvolvemos, nós entendemos como vamos operacionalizar isso para o mercado de uma maneira geral. Isso tudo é um resultado direto da área de liderança do Bill Hilf, que viabilizou conquistas como o laboratório conjunto com a Novell e as parcerias com Turbolinux, Linspire e Xandros. Tudo isso ajudou a construir a visão.

Junto a isso, nós já tínhamos a comunicação pró-ativa de que nosso produto é interoperável by design, ou seja, desde o projeto. Nosso produto já engloba grande número de protocolos abertos (mais de 100 só no Windows Server). Por exemplo, falar que o Windows Server pode “conversar” com mainframes é uma coisa do passado, porque hoje isso já é óbvio e natural.

Então, acho que o passo que demos com o anúncio recente é muito relevante. Em relação aos comentários negativos de muitas pessoas da comunidade do Software Livre, nós agora entendemos que muitas soluções comerciais tendem à abertura, enquanto muitas soluções abertas tendem ao comercial. Ou seja, é uma convergência dos modelos, que acho que é o que está acontecendo.

O que foi aberto foram as informações sobre algumas de nossas APIs. Por exemplo, quando eu era desenvolvedor, usei muito a Win32API, que fornecia diversas funções. Porém, ela tinha limitações. A documentação liberada agora vai mais a fundo e é aberta a todo o ecossistema – desenvolvedores, usuários, estudantes, parceiros de negócios e qualquer outra pessoa ou organização – sem qualquer custo de royalties.

Os próximos passos são a comunicação pró-ativa, educação dos parceiros da MS e desenvolvedores, localização de conteúdos e, finalmente, incentivar os parceiros – empresas – que desenvolvem software para nós a trabalharem com essas APIs, protocolos e padrões para que possamos ter aplicações disponíveis para o mercado. Antecipando esse movimento, já vínhamos realizando exatamente essas ações em nossas parcerias com universidades como Unicamp, UFRGS e Unesp. A diferença é que, nesse caso, não tenho usado APIs no nível que está sendo oferecido agora. Então, as oportunidades e possibilidades nesses laboratórios agora são ainda maiores.

Por exemplo, o assinador digital foi publicado no Codeplex, e já tenho clientes que o utilizam para assinar documentos digitais mesmo sem usarem o MS Office. Já ouvi pessoas afirmando que isso seria “um tiro no pé” para nós, mas não acredito nessa possibilidade. Esses meus clientes não ficam insatisfeitos com a Microsoft por ela ter fornecido um código aberto para ele fazer a assinatura digital de um documento – lembrando que não o assinador não trata apenas de documentos do MS Office.

LM» Mas ainda há muitas pessoas descrentes quanto à abertura dessas informações por parte da Microsoft. Existe alguma estratégia para combater esse ceticismo?

RP» Para qualquer ação nossa, sempre há pessoas que adoram, outras que odeiam e algumas que são neutras. A reação não é única, nem as estratégias de comunicação. Para algumas pessoas, basta uma comunicação para convencê-las de nossos objetivos; já para os mais céticos, somente com o tempo e a observação de tudo que viermos a entregar ao mercado eles poderão ser sensibilizados.

Isso é muito semelhante ao que temos visto em relação a eventos no Brasil. No passado, íamos aos eventos convidados para falar sobre “Microsoft versus Linux”, e hoje o assunto costuma ser “Microsoft e interoperabilidade”. Mudou a forma como somos convidados, mudaram os fóruns (o Linux Park é um exemplo). Ou seja, com o tempo e nosso esforço de execução, pretendemos alcançar uma melhor avaliação do anúncio recente.

LM» A Microsoft demorou para perceber o valor da Internet, o que pode ter causado a perda de grandes oportunidades, tanto que hoje ela não detém uma grande fatia do mercado de serviços online – muito atrás do Google. Você acha que pode ter acontecido a mesma demora em relação à percepção do valor do Código Aberto pela empresa?

RP» Acho que é importante voltarmos um pouco no tempo para entender a estratégia da Microsoft em relação ao posicionamento de produtos, à maturidade do mercado etc. Quando foi lançado o Windows NT, havia um mercado já consolidado de servidores de rede, cujo líder era a Novell. Quando lançamos o Exchange, também já havia um mercado consolidado de correio eletrônico, com o Lotus Notes. Hoje o Exchange tem presença maior que o Lotus Notes, e temos mais servidores Windows Server do que Novell. Historicamente, nossa estratégia é trabalhar com produtos em mercados maduros, com grande volume e baixos preços.

Então, quando você diz que a Microsoft “demorou para perceber o valor da Internet”, talvez simplesmente o mercado ainda não estivesse suficientemente maduro para sustentar os negócios da Microsoft. A empresa talvez ainda não soubesse como explorar esse mercado e esses produtos. Naquela época, outras empresas souberam aproveitar as oportunidades então oferecidas pelo mercado, como as responsáveis por buscadores (Altavista, Cadê, AOL, Yahoo). A atual liderança do Google não é conseqüência de nossa suposta demora no meio da década de 90, e sim da visão de modelo de negócios que eles criaram sobre seu eficaz mecanismo de busca. Quando o Google se transformou num gigante, a bolha da Internet já tinha estourado, o mercado estava mais maduro, o que era vapor já havia sido eliminado e o terreno estava muito sólido. O Google foi muito oportuno e conseguiu aproveitar esse momento.

Em relação ao Código Aberto, vamos também voltar no tempo. A história do Código Aberto começa em 1950, bem antes da Microsoft existir, quando os usuários desenvolviam programas e enviavam-nos para o fabricante do computador. O software comercial só surgiu na década de 1970, com o litígio entre IBM e o governo americano, que obrigou a separação entre hardware e software. O Software Livre, conforme a definição do Richard Stallman, é de 1984, ou seja, tem 24 anos. Então, não acredito que tenhamos demorado demais para perceber o valor do Software Livre – foi a sua maturidade que levou mais tempo para ser alcançada. Hoje, o Código Aberto só tem essa maturidade porque recebeu enormes investimentos, e não porque a comunidade resolveu participar mais ativamente, o Governo Federal decidiu dar apoio etc. Repito, a maturidade do Código Aberto só foi alcançada porque foram feitos grandes volumes de investimento.

Atualmente, vemos que o mercado de TI cresceu muito como um todo: embora a presença do Unix tenha diminuído, a do Linux cresceu, a da Microsoft cresceu e a dos mainframes manteve-se aproximadamente estável. Mas nossa base instalada ainda é muito grande. Então, nada mais natural do que a Microsoft e também o Código Aberto procurarem um caminho de interoperabilidade, em que consigam ambos fazer negócios, obter progresso e benefícios, ganhar clientes, atender clientes e parceiros etc.

Nosso modelo é baseado em parceiros, os quais desenvolvem softwares sobre a nossa plataforma. Ao abrirmos ainda mais as APIs dos nossos produtos para esses parceiros, teremos aplicações fantásticas disponíveis para Windows e, possivelmente, também para outros sistemas operacionais. Por exemplo, o Windows Server 2008 terá uma opção de instalação para que seja instalado somente o núcleo do sistema. Isso não surgiu como uma cópia do que as distribuições Linux oferecem, mas a partir da percepção de que isso diminui as áreas de vulnerabilidade e aumenta a velocidade do servidor.

Concluindo, a história mostra que a Microsoft entra somente em mercados maduros. Não sei se antes a Microsoft não estava preparada para fazer isso, ou se havia condições técnicas para isso. Nós tivemos que construir esse avanço.

LM» Em relação à proposta de compra do Yahoo pela Microsoft, o Yahoo utiliza Código Aberto em toda a sua estrutura de TI. Qual seria a estratégia da Microsoft para harmonizar as bases de dados caso a aquisição se confirmasse?

RP» O Yahoo não seria a primeira empresa que adquirimos que faz uso intenso de Linux e Código Aberto como parte da infraestrutura. O Hotmail, por exemplo, tinha toda a sua base em Linux, quando foi adquirido pela MS. O que ocorre, nesses casos, e não seria diferente no Yahoo, é uma migração lenta e bem planejada. A migração para nossos sistemas certamente não seria realizada no dia seguinte à aquisição. Por cima disso, os gestores da infraestrutura iniciariam o trabalho de otimização do uso dos datacenters das duas empresas, cuidando de aspectos como virtualização e interoperabilidade. O que com certeza não veríamos seria uma ruptura.

LM» Na sua opinião, qual é o valor da Yahoo para a Microsoft?

RP» Um dos grandes valores são os engenheiros do Yahoo. A estrutura deles é muito boa, e certamente os engenheiros por trás disso são altamente valiosos. Traríamos esses talentos para trabalhar em nossa equipe de produtos. Essas são as pessoas que mais desejaríamos em nossos quadros.

O outro grande valor seria a base de dados do Yahoo. Nossa base de dados de usuários do Live seria integrada à do Yahoo, permitindo, acima de tudo, a otimização dos recursos das duas empresas.

LM» Como dona do Yahoo, a Microsoft herdaria sua grande base Linux instalada. Se continuasse com a estratégia de ameaças relacionadas a patentes de software contra projetos de Código Aberto, a empresa poderia acabar prejudicando a si mesma. Como vocês agiriam, nesse caso?

RP» Nossa estratégia não é processar, mas fazer acordos. Foi o que fizemos com Novell, Turbolinux, Linspire e Xandros. Tenho certeza de que, caso passemos a ter em nossa infraestrutura de negócios um conjunto de servidores Linux, temos pessoas capacitadas a avaliar o que exatamente as distribuições dessas máquinas contêm, se há questões de propriedade intelectual envolvidas e encaminhar isso da melhor forma possível, talvez através de acordos de troca de licenças.

Já firmamos acordos assim (de troca de licenças, ou cross-licensing) com outras empresas que não vendem Código Aberto, como LG, Samsung, Canon. Assim como há empresas que utilizam propriedade intelectual da Microsoft, nós também usamos a de terceiros. Com esse acordo, nós passaríamos a fornecer ainda mais, e gratuitamente. Então, não creio que seria uma dificuldade a Microsoft entender qual é a distribuição usada pela empresa com a qual fez acordo e tratar adequadamente o tema da propriedade intelectual.

A propriedade intelectual, para nós, é relevante porque é um ativo. Nossos investimentos em pesquisa e desenvolvimento geram produtos que vão para o mercado. Se não acreditássemos na importância da propriedade intelectual, cessaríamos nossos investimentos em pesquisa, aguardando que nossos concorrentes desenvolvessem algo. Aliás, não apenas o investimento na própria empresa, como também nos vários parceiros a quem remuneramos para que possamos usar suas tecnologias.

LM» Que mensagem você gostaria de passar para nossos leitores?

RP» Eu gostaria de pedir que os leitores continuem encarando a Microsoft como um participante ativo do mundo do software, seja aberto ou proprietário, e que gera oportunidades. Não somos o “vilão da história”, porque a empresa nasceu em 1975, tem 30 anos, e acreditamos que o mercado está em constante evolução. Os usuários sempre tiveram a possibilidade de escolher seu sistema – lembrem-se de que o OS/2 ainda era comercializado até há pouco tempo. O Código Aberto tem mais de 20 anos de idade, já passou e ainda passa por uma série de ajustes. Hoje, a Microsoft deu um passo importante, e entende o Código Aberto. Mas nosso modelo não é compatível com o sentido de Software Livre conforme proposto por Richard Stallman.


O engraçado foi na ultima parte da entrevista, parece que ele quer deixar nos olhos dos Geeks de Linux que a Microsoft é BOAZINHA: "Não somos o “vilão da história”, porque a empresa nasceu em 1975, tem 30 anos, e acreditamos que o mercado está em constante evolução."... ¬¬ é, por isso que ele é gerente de estratégias. Imagino que essa própria entrevista é uma jogada.

Fonte :Linux Magazine

Microsodt liberando código e Itolet (O.O)


Ola, hoje venho com notícias sobre o mundo tecnológico:

- Microsoft libera código de principais softwares

Ah eu sei, você não está acreditando ¬¬. Porém é verdade, a Microsoft vai anunciar o código de alguns dos seus programas devido ela ter sido acusada de monopólio. A medida se aplica a produtos como Windows Vista e o Office e Exchange Server 2007. Apesar do ato "bonzinho" a União Européia diz que essa decisão não soluciona acusações contra empresa. Independente do que acontecer, a Micro$oft sempre será a malvadona xD
Leia mais

- Itolet, o novo vaso sanitário Geek

Nossa que interessante, um grupo de nerds fãs da Apple criaram um case de computador baseado numa privada que eles encontraram. Isso é mais um exemplo da criatividade que jovens adolescentes apaixonados por computadores podem fazer.
Imagem do computador

Fonte: G1:ko: :ko:

USB a distância em notebooks


A empresa japonesa NEC lançou um notebook em que é possível acessar dispositivos USB's com uma longa distância. Junto com o notebook a outro aparelho, HUB, algo com uma mini-estação, é nesse aparelho em que é transmitida as informações do USB.


Observem na imagem o HUB( e o pc com windows vista:D )


Um avanço, acessar dados a distância(hum...), gostei :up:


Fonte: G1

Atualização no blog


Notícia boa:up:

Atualização no blog:

- Foi inserido um sticky post
- Novo endereço www.aroundblog.co.nr
- Agora tem uma imagem que aparece antes dos posts!Frostweasel, meu nick
- Tema novo
só isso, até mais;

De volta! ----Downloads Linux

Ola, depois de um longo tempo voltei com o blog.
Para anunciar a volta, decidi por aqui alguns downloads de programas para Linux. penguin
Então, começando:

KDE 4.0- http://superdownloads.uol.com.br/download/197/kde/
O novo e revolucionário KDE disponível para download. Aproveite para atualizar, além de melhor ele está pesando menos que o 3.5

RealPlayer 10. - http://superdownloads.uol.com.br/download/45/realplayer-linux/
Ótimo player, você poderá tocar: RealAudio, RealVideo 10, MP3, Ogg Vorbis e Theora, H263, AAC, RMVB, RM entre outros tipos de mídia.

BlueFish - http://superdownloads.uol.com.br/download/125/bluefish/
Editor HTML bem capacitado. Bastante útil

bom, termina aqui
:sherlock: até mais

Quer aprender a usar Linux, use Kurumin =D

,

Bom, esse post é feito para você que sempre usou windows(ruindows:faint: ) e gostaria de se aventurar com o Linux(penguin ). O melhor que você pode fazer é usar o Kurumin.
Além de ser brasileiro(eu sou nacionalista:yes: ) ele é bom para iniciantes pelo fato de ser acessado com facilidade.


Como eu arranjo ele?


Você pode comprar-lo ou fazer o donwload

Link para efetuar a compra: http://baixaki.ig.com.br/loja/kurumim-linux.htm

Não quer gastar dinheiro? Ótimo, há sim o donwload, mas precissará de um gravador de CD para arquivar a ISO.
Link do Download------------ http://baixaki.ig.com.br/download/Kurumin-Linux.htm



Pronto aqui termina.

Lembrando que o melhor de tudo do Kurumin é ele roda direto do CD

Texto sobre vírus

hi

Olá a todos bem vindo ao segundo poste e o primeiro a ter algum assunto.
Neste poste vou falar um pouco sobre as pragas que podem afetar o seu PC, dentre elas vou destacar o Trojam.

Os medos de muitos internautas de hoje em dia é ter um vírus em seu computador. Para você que anda direto na internet vou dar lhe algumas dicas:

- Tenha uma lista de sites que você confia e considera como seguro
- Desconfie de tudo ao seu redor
- Use o seu anti-vírus para detectar se existe alguns vírus em qualquer arquivo baixado
- Sites de conteúdo improprio muitas vezes querem ferrar você, afaste-se deles porque eles passam vírus para o seu PC
-Atualiza sempre o seu anti-vírus, assim como a moda são os vírus, sempre vai surgir algo novo

Bom, essas foram as dicas, mas fique ligado não são só os vírus que causam danos. Existem também os Spywares,as Cookies e os TROJANS.

Sobre os TROJANS, eu conheço bem eles, meu PC já pegou dois desses. Vou explicar um pouco sobre eles nas linhas abaixo.
Trojan Horse, o nome completo dessa praga, que traduzindo se chama cavalo de troia. Ele recebe esse nome pela sua tática usada, ele entra no computador e libera uma porta para um invasor. Assim esse invasor pode controlar o seu PC, pense no estrago que pode ocorrer. Eles ficaram famosos na internet pela facilidade de ser pego. PELO AMOR DE DEUS, TOMEM CUIDADO COM ISSO, eu não ganho nada falando isso, mas eu gosto de alertar os outros sobre os programas maliciosos, porque eu QUERO MAIS É QUE OS HACKERS SE FERREM E PAREM DE PERTUBAR OS OUTROS COM ESSAS BESTEIRAS.

Os trojans se dividem em dois
>Keylogger
>Backdoor


--------FIM---------

Terminou, se vocês gostaram, comentem.

::ATENÇÃO:: QUEM FEZ ESSE TEXTO FUI EU, SE VOCÊ QUER COPIAR ESSE TEXTO E COLOCAR EM SEU BLOG, SITE OU QUALQUER MALUQUICE QUE VOCÊ TENHA, VAITER QUE COLOCAR MEU NOME NOS CRÉDITOS, PODE SER CARLOS JÚNIOR FÉLIX RODRIGUES OU STROKE THE HEDGEHOG OU SNOW THE HEDGEHOG, EU SOU OS 3.

:sherlock: bye
DIGA :no: aos vírus e :yes: para uma internet sem vírus


::ATENTION::
IF YOU SPEACK ENGLISH, WAITS BECAUSE I CAN MAKE THIS TEXT IN ENGLISH.
PLEASE WAIT AND BYE

Ola! Bem vindo a inauguração(ou térreo, se aqui fosse um prédio)

hi
Sejam bem vindos ao Stroke the blog, que é o meu original blog. Bom se aqui fosse um elevador este poste seria o térreo. Não sei muito o que dizer sobre a inauguração

:hat: :drunk:

Esses Smiles de cima estão comemorando o inicio do blog!


Até mais

bye
November 2009
M T W T F S S
October 2009December 2009
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