Meu primeiro Livro: O Islâmico no Ocidente; Cap 1.
Wednesday, January 2, 2013 3:28:51 AM
Nota:
Senti a necessidade de escrever esse pequeno texto dividido em alguns capítulos, para mostrar uma triste realidade, Infelizmente para o mundo parece que estamos divididos em Castas, Os Julgados continuam julgando e se edificando no orgulho, enquanto os que não são de acordo ficam marginalizados, Sim estou falando em Escola, Os primeiros contatos que o homem tem com seu semelhante fora do ambiente familiar, Alguns conseguem se dar bem, fazer muitos amigos, Até mesmo chegam a serem bem relacionados no emprego, Mas enquanto aos que são tímidos? Aos que pensam diferente? Será que temos de concordar sempre com o que está em cima de nós fala para podermos chegar pelo menos num ponto perto deles? Vamos começar então.
Capitulo 1:
Ora já havia naquela escola milhares de filhos de médicos, empresários, Industriais, entre outros meninos e meninas que nasceram em berço de ouro, Mas também haviam os filhos de professores, bolsistas, e pessoas menos relacionadas que eram menos lembradas isso se não eram completamente esquecidas, Esse era o caso de Adilah, ele era Marroquino, filho de pai Marroquino e mãe Brasileira, ele morava no Marrocos, e chegou ao Brasil faz algum tempo, Seus pais muito atenciosos acreditaram que estavam colocando na escola certa, a mensalidade cara, mas seus pais quiseram sacrificar a poupança para os 4 anos que restavam para Adilah concluir a escola e ir para a Faculdade, Adilah gostava muito de Engenharia, era bom em matemática, e sonhava fazer Engenharia especializada em Maquinas para exploração de Minerais como ferro, Quando chegou na escola no primeiro dia de aula tudo parecia ser normal, Porem ninguém trocou uma palavra com ele, Adilah ficou decepcionado, mas achou que aquilo poderia ser normal afinal ele era um forasteiro, no segundo dia ele também lanchou sozinho no intervalo, Já no terceiro um dos meninos de um grupo resolveu falar com ele: "Oi tudo bem? Como você se chama?" e Adilah respondeu: "Olá me chamo Adilah, e você?" nessa hora a turma toda ficou surpresa: "Você é Árabe? Muçulmano?" respondeu o garoto que falava com ele, Adilah respondeu: "Sou sim com muito orgulho, porque? Meu nome né?" Então a turma começou a falar por trás, e o menino respondeu: "Fique longe de mim e da minha turma, seu terrorista!" Adilah ficou surpreso e respondeu: "Porque me chamou disso? Não sou terrorista coisa nenhuma, seu idiota!" nessa hora o professor chegou, o menino olhou Adilah mal encarado como se estivesse marcado ele.
Adilah sentiu mal, após essa conversa, Mas preferiu não contar para os pais com medo que os mesmos agravassem a situação dele, Adilah muito inteligente percebeu que aquela escola era formada de gente poderosa, e assim seus pais que formavam juntos uma classe media baixa, que com muito sacrifício estavam pagando caro para que ele estudasse, não poderia fazer nada que ajudasse.
Chegou o dia seguinte, Adilah ficou antipatizado com a Turma, que pareciam estar rindo da cara dele por trás, ele ficou muito triste, resolveu tentar prestar atenção na aula, mas as provocações ficavam cada vez mais evidentes, Adilah não se conteve e perguntou no intervalo de uma aula para outra, a uma das meninas porque estavam rindo dele, As meninas disseram: Não estamos rindo de você, Apesar de você ter esse nariz grande e essa sobrancelha quase junta, parece até o Osama Bin Laden" Adilah não acreditou no que ouviu, aquilo parecia ser uma das maiores ofensas que já havia recebido, de fato ele estava começando a sentir a amargura da vida, Ele então respondeu: "Bin Laden? Porque? Só porque sou Muçulmano? vocês não sabem de nada, só sabem ficar ridicularizando as pessoas, vocês com certeza são piores do que nós!" Quando ele disse isso em tom agravando, um dos meninos que viu ele falando grosso, veio e deu um leve empurrão: "O que você pensa estar fazendo? Por acaso sabe quem somos nós?" Adilah sentiu um calafrio, Parecia que todos estavam contra ele, então ele se calou e engoliu essa ofensa, ficou com os olhos vermelhos, não de tristeza mas de revolta e impotência.
Mais uma vez Adilah não quis contar para seus pais, Parecia que aquilo já estava se tornando um pesadelo, De fato qual seria o destino de Adilah naquela escola?
Continua no segundo Capitulo!
Senti a necessidade de escrever esse pequeno texto dividido em alguns capítulos, para mostrar uma triste realidade, Infelizmente para o mundo parece que estamos divididos em Castas, Os Julgados continuam julgando e se edificando no orgulho, enquanto os que não são de acordo ficam marginalizados, Sim estou falando em Escola, Os primeiros contatos que o homem tem com seu semelhante fora do ambiente familiar, Alguns conseguem se dar bem, fazer muitos amigos, Até mesmo chegam a serem bem relacionados no emprego, Mas enquanto aos que são tímidos? Aos que pensam diferente? Será que temos de concordar sempre com o que está em cima de nós fala para podermos chegar pelo menos num ponto perto deles? Vamos começar então.
Capitulo 1:
Ora já havia naquela escola milhares de filhos de médicos, empresários, Industriais, entre outros meninos e meninas que nasceram em berço de ouro, Mas também haviam os filhos de professores, bolsistas, e pessoas menos relacionadas que eram menos lembradas isso se não eram completamente esquecidas, Esse era o caso de Adilah, ele era Marroquino, filho de pai Marroquino e mãe Brasileira, ele morava no Marrocos, e chegou ao Brasil faz algum tempo, Seus pais muito atenciosos acreditaram que estavam colocando na escola certa, a mensalidade cara, mas seus pais quiseram sacrificar a poupança para os 4 anos que restavam para Adilah concluir a escola e ir para a Faculdade, Adilah gostava muito de Engenharia, era bom em matemática, e sonhava fazer Engenharia especializada em Maquinas para exploração de Minerais como ferro, Quando chegou na escola no primeiro dia de aula tudo parecia ser normal, Porem ninguém trocou uma palavra com ele, Adilah ficou decepcionado, mas achou que aquilo poderia ser normal afinal ele era um forasteiro, no segundo dia ele também lanchou sozinho no intervalo, Já no terceiro um dos meninos de um grupo resolveu falar com ele: "Oi tudo bem? Como você se chama?" e Adilah respondeu: "Olá me chamo Adilah, e você?" nessa hora a turma toda ficou surpresa: "Você é Árabe? Muçulmano?" respondeu o garoto que falava com ele, Adilah respondeu: "Sou sim com muito orgulho, porque? Meu nome né?" Então a turma começou a falar por trás, e o menino respondeu: "Fique longe de mim e da minha turma, seu terrorista!" Adilah ficou surpreso e respondeu: "Porque me chamou disso? Não sou terrorista coisa nenhuma, seu idiota!" nessa hora o professor chegou, o menino olhou Adilah mal encarado como se estivesse marcado ele.
Adilah sentiu mal, após essa conversa, Mas preferiu não contar para os pais com medo que os mesmos agravassem a situação dele, Adilah muito inteligente percebeu que aquela escola era formada de gente poderosa, e assim seus pais que formavam juntos uma classe media baixa, que com muito sacrifício estavam pagando caro para que ele estudasse, não poderia fazer nada que ajudasse.
Chegou o dia seguinte, Adilah ficou antipatizado com a Turma, que pareciam estar rindo da cara dele por trás, ele ficou muito triste, resolveu tentar prestar atenção na aula, mas as provocações ficavam cada vez mais evidentes, Adilah não se conteve e perguntou no intervalo de uma aula para outra, a uma das meninas porque estavam rindo dele, As meninas disseram: Não estamos rindo de você, Apesar de você ter esse nariz grande e essa sobrancelha quase junta, parece até o Osama Bin Laden" Adilah não acreditou no que ouviu, aquilo parecia ser uma das maiores ofensas que já havia recebido, de fato ele estava começando a sentir a amargura da vida, Ele então respondeu: "Bin Laden? Porque? Só porque sou Muçulmano? vocês não sabem de nada, só sabem ficar ridicularizando as pessoas, vocês com certeza são piores do que nós!" Quando ele disse isso em tom agravando, um dos meninos que viu ele falando grosso, veio e deu um leve empurrão: "O que você pensa estar fazendo? Por acaso sabe quem somos nós?" Adilah sentiu um calafrio, Parecia que todos estavam contra ele, então ele se calou e engoliu essa ofensa, ficou com os olhos vermelhos, não de tristeza mas de revolta e impotência.
Mais uma vez Adilah não quis contar para seus pais, Parecia que aquilo já estava se tornando um pesadelo, De fato qual seria o destino de Adilah naquela escola?
Continua no segundo Capitulo!

