"o Islâmico no Ocidente" Capitulo 2
Thursday, January 3, 2013 12:23:33 AM
Capitulo 2:
Ora o que faltava naquela escola? Riqueza? Meu papel aqui é retratar que quanto mais rico o homem, seus amigos provavelmente se também forem ricos, a sujeira de caráter e a segregação junto com o Preconceito aos menos favorecidos, se funde numa mistura nojenta e horrenda, no fim podemos chamar isso de estupidez humana.
Aquelas novelas que assistimos será que transmite algo? Sim transmite, a pureza e a vida que qualquer um queria ter, mas e quando algumas pessoas já tem essa vida? Elas ao verem essa propaganda e ao olharem a realidade entram em choque e acabam se privando de aceitar qualquer individuo que seja do meio mais humilde no seu grupo, Logo a escola ou pelo menos a familiarização da turma passam a ser algo voltado para a Elite, ou seja somente aqueles que demonstram serem iguais aos demais podem se familiarizar com a turma.
Bem, vamos continuar:
Adilah estava preocupado, todos os dias passaram-se algumas semanas e ele continua a comer sozinho no recreio, quando entra o papel de outro personagem, que vai até ele e pergunta se ele não quer vim comer com o seu grupo, Adilah desconfiado mas triste e esperando uma chance de se familiarizar com um grupo, vai e ingenuamente quando senta na cadeira sente algo, era cola..
Adilah então diz: "O que é isso que vocês colocaram em minha cadeira?"
O menino que havia convidado ele responde: "é cola, um presente de nós para os terroristas, paz entre as espécies!"
Num instante todos que estavam no grupo começam a rir, e Adilah tenta esconder o choro, mas acaba se debruçando em lagrimas, e sai correndo.
De fato Adilah passou 3 meses assim, os meninos o ridicularizando, e ele pouco podia se defender, foi quando a professora notou que os meninos estavam todos cercando Adilah, quando ele se sentiu ameaçado gritou: "Socorro".
A professora viu aquilo e correu para ele, e então disse: "O Que vocês pensam que estão fazendo? Querem bater no novato? Todo mundo vai agora para a coordenação!" então Adilah relaxou, e ela se aproximou, um dos garotos que parecia ser o líder olhou para Adilah e fez gestos que iria voltar, a professora perguntou: "Está tudo bem?" Ele olhou para a professora, querendo dizer que estava tudo bem, Mas não se conteve e se derreteu em lágrimas, A professora então o abraçou, e prometeu que iria ficar de olho para que Adilah não sofresse mais perseguição desses garotos.
Passaram algumas semanas, Adilah então chegou na escola e os meninos estavam olhando para ele, e falaram: "Está chegando o dia hein Osama Jr. Você não nos escapa de levar uma boa surra!" Adilah tentou ignorar, mas depois desse dia as provocações ficavam evidentes, Chegou o dia então que como era uma escola Católica, eles foram para a pequena capela daquela imensa escola, Chegando lá começaram a rezar, alguns com terço, Adilah não acreditava na fé Católica, pois era Muçulmano, mas não pode deixar de perceber que aqueles meninos que mais o ameaçavam eram justamente os que mais rezavam e levavam consigo crucifixos no pescoço, e alguns até de santos, Adilah acreditava em Jesus como profeta chamado "Isa" mas não entendia mesmo com toda a fé cristã eles continuavam fazendo o que era errado nos olhos de seu próprio Deus.
Então chegou a hora de partir, mas antes teriam de fazer mais uma oração, foi quando a professora perguntou a Adilah: "Ei garoto, Porque não está rezando?", Ele ia respondendo, quando um garoto gritou, e falou: "Professora, ele não reza porque ele é muçulmano, ele só entende de jogar bombas." a turma toda riu, Adilah ficou triste, A professora então não quis fazer questão de falar com a turma, e Adilah novamente estava sendo perseguido.
Chegou Então a hora, que Adilah ia saindo da escola quando dois garotos se aproximaram dele, um deles disse: "O que você pensa que está fazendo? Fica longe de nós" Ele então cruzou o caminho e foi para bem longe dele, Quando o outro garoto se aproximou dele por trás correndo e lhe deu um empurrão que lhe fez cair, Adilah olhou com desprezo e quis se levantar, quando um garoto resolveu lhe dar um soco, Adilah caiu e notou que havia levado um soco, sua boca já estava com sangue, Então ele olhou e gritou: "Socorro alguém me ajude" sendo que um dos garotos se irritou e disse: "Cadê a professora para te livrar disso? Se tu é tão muçulmano chama teu Deus para te salvar, seu vagabundo" Adilah se irritou e deu um soco bem na cara do outro menino, mas estava em desvantagem, então eles começaram a bater em Adilah até ele cair, e quando caiu começaram a lhe dar chutes, Adilah já estava desmaiado, quando o jardineiro viu aquilo e chamou os seguranças que vieram apartar os meninos, Quando o diretor chegou Adilah não conseguia se levantar, estava muito machucado e então a professora perguntou: "Quem começou essa briga?"
Um dos garotos disse: "Ele que começou professora, meus amigos vieram me defender, olha o soco que ele me deu" então a professora olhou para Adilah e chamaram uma ambulância, os pais de Adilah quando souberam da briga acharam aquilo um absurdo, quando Adilah acordou numa cama, os pais falaram com ele: " Adilah meu querido, Porque não nos contou sobre a violência que estava sofrendo?" Adilah então ainda tonto tentou responder: "Não mãe, fui eu que comecei a Briga" Então a mãe e o pai dele, disse: "Filho não minta para nós, uma professora nos disse que outro dia viu um bando de garotos cercando você, Vou lhe retirar imediatamente dessa escola e vou chamar seu Primo que é advogado para processar esses perversos" Adilah ainda quis fazer um esforço para responder, Mas os pais fizeram um gesto que ele dormisse.
Passaram duas duras semanas, Adilah se recuperando dos ferimentos, quando voltou para a casa, os pais estavam muito nervosos porque os pais de um menino que estava batendo em Adilah e levou um soco, estava querendo processar, quando chega uma intimação da Justiça para que os pais de Adilah compareçam a um juizado especial, Lá eles explicaram tudo ao Juiz, quando entra o pai do menino, era um Médico bem conceituado e ele fala: "Porque seu filho bateu no meu? Acaso sabem quem sou eu? Vão pagar caro pelo o que fizeram!" então o juiz antes que os pais começassem a bater boca, disse: "Sr. Jorge (O Médico) seu filho estava de fato batendo nesse garoto Muçulmano, os pais desse garoto contaram que ele que começou a briga e que ele só bateu porque seu filho ofendeu a religião dele" O Sr. Jorge então responde: "Isso é um absurdo, que provas vocês tem que meu filho começou a briga, e que ele também estava ofendendo o Deus desse garoto?" Então antes que um dos pais indignados pudessem falar, entra a professora que outro dia havia visto Adilah quase apanhando e atendeu o socorro dele, e então disse: "Eu sou a prova que Adilah não começou a briga com ninguém" Então começou todo o tratado, ela explicou que havia notado que os garotos que haviam batido em Adilah estiveram ameaçando ele, então o Juiz Concluiu: "Sr. Jorge, você sabe muito bem o que acontece quando alguém persegue ou comete crimes de Ódio contra quem quer que seja por motivos de raça, crença, ou sexo, seu filho vai ser julgado, e você vai pagar uma multa de R$ 10.000 para os pais dele" Sr. Jorge achou aquilo um absurdo, e olhou para a professora com um tom de ameaça, mais tarde essa professora havia sido demitida da escola, porque não concordava com o que os alunos faziam uns com os outros.
E assim termina os dois primeiros capítulos da vida de Adilah, "o Islamico no Ocidente".
Ora o que faltava naquela escola? Riqueza? Meu papel aqui é retratar que quanto mais rico o homem, seus amigos provavelmente se também forem ricos, a sujeira de caráter e a segregação junto com o Preconceito aos menos favorecidos, se funde numa mistura nojenta e horrenda, no fim podemos chamar isso de estupidez humana.
Aquelas novelas que assistimos será que transmite algo? Sim transmite, a pureza e a vida que qualquer um queria ter, mas e quando algumas pessoas já tem essa vida? Elas ao verem essa propaganda e ao olharem a realidade entram em choque e acabam se privando de aceitar qualquer individuo que seja do meio mais humilde no seu grupo, Logo a escola ou pelo menos a familiarização da turma passam a ser algo voltado para a Elite, ou seja somente aqueles que demonstram serem iguais aos demais podem se familiarizar com a turma.
Bem, vamos continuar:
Adilah estava preocupado, todos os dias passaram-se algumas semanas e ele continua a comer sozinho no recreio, quando entra o papel de outro personagem, que vai até ele e pergunta se ele não quer vim comer com o seu grupo, Adilah desconfiado mas triste e esperando uma chance de se familiarizar com um grupo, vai e ingenuamente quando senta na cadeira sente algo, era cola..
Adilah então diz: "O que é isso que vocês colocaram em minha cadeira?"
O menino que havia convidado ele responde: "é cola, um presente de nós para os terroristas, paz entre as espécies!"
Num instante todos que estavam no grupo começam a rir, e Adilah tenta esconder o choro, mas acaba se debruçando em lagrimas, e sai correndo.
De fato Adilah passou 3 meses assim, os meninos o ridicularizando, e ele pouco podia se defender, foi quando a professora notou que os meninos estavam todos cercando Adilah, quando ele se sentiu ameaçado gritou: "Socorro".
A professora viu aquilo e correu para ele, e então disse: "O Que vocês pensam que estão fazendo? Querem bater no novato? Todo mundo vai agora para a coordenação!" então Adilah relaxou, e ela se aproximou, um dos garotos que parecia ser o líder olhou para Adilah e fez gestos que iria voltar, a professora perguntou: "Está tudo bem?" Ele olhou para a professora, querendo dizer que estava tudo bem, Mas não se conteve e se derreteu em lágrimas, A professora então o abraçou, e prometeu que iria ficar de olho para que Adilah não sofresse mais perseguição desses garotos.
Passaram algumas semanas, Adilah então chegou na escola e os meninos estavam olhando para ele, e falaram: "Está chegando o dia hein Osama Jr. Você não nos escapa de levar uma boa surra!" Adilah tentou ignorar, mas depois desse dia as provocações ficavam evidentes, Chegou o dia então que como era uma escola Católica, eles foram para a pequena capela daquela imensa escola, Chegando lá começaram a rezar, alguns com terço, Adilah não acreditava na fé Católica, pois era Muçulmano, mas não pode deixar de perceber que aqueles meninos que mais o ameaçavam eram justamente os que mais rezavam e levavam consigo crucifixos no pescoço, e alguns até de santos, Adilah acreditava em Jesus como profeta chamado "Isa" mas não entendia mesmo com toda a fé cristã eles continuavam fazendo o que era errado nos olhos de seu próprio Deus.
Então chegou a hora de partir, mas antes teriam de fazer mais uma oração, foi quando a professora perguntou a Adilah: "Ei garoto, Porque não está rezando?", Ele ia respondendo, quando um garoto gritou, e falou: "Professora, ele não reza porque ele é muçulmano, ele só entende de jogar bombas." a turma toda riu, Adilah ficou triste, A professora então não quis fazer questão de falar com a turma, e Adilah novamente estava sendo perseguido.
Chegou Então a hora, que Adilah ia saindo da escola quando dois garotos se aproximaram dele, um deles disse: "O que você pensa que está fazendo? Fica longe de nós" Ele então cruzou o caminho e foi para bem longe dele, Quando o outro garoto se aproximou dele por trás correndo e lhe deu um empurrão que lhe fez cair, Adilah olhou com desprezo e quis se levantar, quando um garoto resolveu lhe dar um soco, Adilah caiu e notou que havia levado um soco, sua boca já estava com sangue, Então ele olhou e gritou: "Socorro alguém me ajude" sendo que um dos garotos se irritou e disse: "Cadê a professora para te livrar disso? Se tu é tão muçulmano chama teu Deus para te salvar, seu vagabundo" Adilah se irritou e deu um soco bem na cara do outro menino, mas estava em desvantagem, então eles começaram a bater em Adilah até ele cair, e quando caiu começaram a lhe dar chutes, Adilah já estava desmaiado, quando o jardineiro viu aquilo e chamou os seguranças que vieram apartar os meninos, Quando o diretor chegou Adilah não conseguia se levantar, estava muito machucado e então a professora perguntou: "Quem começou essa briga?"
Um dos garotos disse: "Ele que começou professora, meus amigos vieram me defender, olha o soco que ele me deu" então a professora olhou para Adilah e chamaram uma ambulância, os pais de Adilah quando souberam da briga acharam aquilo um absurdo, quando Adilah acordou numa cama, os pais falaram com ele: " Adilah meu querido, Porque não nos contou sobre a violência que estava sofrendo?" Adilah então ainda tonto tentou responder: "Não mãe, fui eu que comecei a Briga" Então a mãe e o pai dele, disse: "Filho não minta para nós, uma professora nos disse que outro dia viu um bando de garotos cercando você, Vou lhe retirar imediatamente dessa escola e vou chamar seu Primo que é advogado para processar esses perversos" Adilah ainda quis fazer um esforço para responder, Mas os pais fizeram um gesto que ele dormisse.
Passaram duas duras semanas, Adilah se recuperando dos ferimentos, quando voltou para a casa, os pais estavam muito nervosos porque os pais de um menino que estava batendo em Adilah e levou um soco, estava querendo processar, quando chega uma intimação da Justiça para que os pais de Adilah compareçam a um juizado especial, Lá eles explicaram tudo ao Juiz, quando entra o pai do menino, era um Médico bem conceituado e ele fala: "Porque seu filho bateu no meu? Acaso sabem quem sou eu? Vão pagar caro pelo o que fizeram!" então o juiz antes que os pais começassem a bater boca, disse: "Sr. Jorge (O Médico) seu filho estava de fato batendo nesse garoto Muçulmano, os pais desse garoto contaram que ele que começou a briga e que ele só bateu porque seu filho ofendeu a religião dele" O Sr. Jorge então responde: "Isso é um absurdo, que provas vocês tem que meu filho começou a briga, e que ele também estava ofendendo o Deus desse garoto?" Então antes que um dos pais indignados pudessem falar, entra a professora que outro dia havia visto Adilah quase apanhando e atendeu o socorro dele, e então disse: "Eu sou a prova que Adilah não começou a briga com ninguém" Então começou todo o tratado, ela explicou que havia notado que os garotos que haviam batido em Adilah estiveram ameaçando ele, então o Juiz Concluiu: "Sr. Jorge, você sabe muito bem o que acontece quando alguém persegue ou comete crimes de Ódio contra quem quer que seja por motivos de raça, crença, ou sexo, seu filho vai ser julgado, e você vai pagar uma multa de R$ 10.000 para os pais dele" Sr. Jorge achou aquilo um absurdo, e olhou para a professora com um tom de ameaça, mais tarde essa professora havia sido demitida da escola, porque não concordava com o que os alunos faziam uns com os outros.
E assim termina os dois primeiros capítulos da vida de Adilah, "o Islamico no Ocidente".

