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Alhos Vedros Alegre

Blog alhosvedrense de apoio à campanha de Manuel Alegre à Presidência

Campanha em Setúbal

Manuel Alegre foi a Setúbal, o nosso candidato discursou da janela da sede de campanha.
Foi envolvido por uma multidão que o apoiava e gritava o seu nome.
Aproxima-se o final de campanha e a possibilidade de Cavaco, passar à primeira volta cada vez mais,vai-se tornando uma impossibilidade, devido especialmente à dinâmica dos cidadãos que apoiam a candidatura de Manuel Alegre.
O POVO Unido Jamais será Vencido !

LG

Informações de Campanha

Infelizmento para todos os apoiantes que estiveram presentes no Cais Velho de Alhos Vedros e também para mim, que estive até agora na Sede de Campanha, não foi possível, devido a questões da campanha Nacional que me transcendem, parar, o nosso Candidato por Alhos Vedros.
A todos os Apoiantes o nosso obrigado pela militância.
Novas batalhas nos aguardam !

LG

Programa Alegre na Banda de Cá


9.30 - Polo Tecnológico da Mutela - Margueira
10.00 - Café Central de Almada Praça MFA
10.30 - Amora
11.00 - Seixal
11.30 - Quinta da Conde
12.00- Setúbal – Sede de Campanha
12.30 - Almoço “Solar do Lago”
15.00 - Sesimbra
16.00 - Palmela, Casa Rota dos Vinhos, seguindo-se passagem por Lagoinha, Pinhal Novo, Penteado, Moita, Alhos Vedros e Baixa da Banheira
17.00 - Barreiro - Estátua Alfredo da Silva e Sede de campanha no Centro Comercial Bombarda.

18.00 - Montijo
18.30 - Alcochete
20.00 - Jantar na Quinta dos Gafanhotos (S.Domingos de Rana)

Para mais detalhes visitar o site oficial.

AV1

Isto parece-me claro, ou não ?




Numa possível segunda volta, preferem uma luta renhida ou um mero massacre ?
Deixo isso à vossa consideração.

AV1

Sede em Alhos Vedros

Na Sede em Alhos Vedros, Rua Duarte pacheco nº4, Alhos Vedros, podem ser disponibilizados materiais de campanha, como cartazes, autocolantes e panfletos, para quem desejar, fazer campanha por Manuel Alegre.
Agradeço que toquem no nº6, porque durante o dia é lá que me encontro a trabalhar.

LG

Apoios de Campanha !

Manuel Alegre visita o Distrito de Setúbal na Quarta-Feira dia 18 de Janeiro e a sua passagem pelo Concelho da Moita, prevê-se para as 16.30 h /18.00 h.
Na eventualidade de Manuel Alegre parar uns momentos no concelho, contactei com a direcção do Clube Náutico "Amigos do Mar", através de Vitor Ribeiro,para que esta colectividade proporcionasse um moscatel de honra ao nosso candidato, ao que nos responderam favorávelmente !
Por isso se Manuel Alegre e a sua comitiva desejarem fazer uma pausa e retemperar forças, podem parar uns minutos em Alhos Vedros que os "Amigos do Mar", têm muita honra em receber Manuel Alegre e a sua comitiva.
Um grande Bem Haja aos "Amigos do Mar" e é uma honra para mim também ser sócio desta colectividade.

Luís Guerreiro

Nova sondagem, nova subida de Manuel Alegre

A subida de Manuel Alegre nas sondagens diárias da Marktest fazem pensar que neste ritmo e à média de 2% de subida diária, em 22 de Janeiro, Manuel Alegre subiria nas intenções de voto, para 32%, mas os factores que movimentam estes números, não estão devidamente apurados.
A candidatura de Mário Soares foi desde o início apoiada pelo PS, devido à sua fragilidade e à não possibilidade de ser uma candidatura vencedora.
O que parece neste caso realmente não o é.
Interessa mais a este governo que Cavaco Silva saísse vencedor destas eleições, porque além de este governo e esse candidato ocuparem o mesmo espectro político, os poderes Presidênciais, não são executivos e Cavaco Silva não questionará a tendência de privatizações e a política de direita que tem vindo a ser seguida por este governo, Cavaco poderia jogar com os interesses dos grandes grupos económicos que representa e Sócrates jogaria com os seus próprios interesses económicos que defende, um Governo de maioria absoluta e um Presidente com eleição por maioria absoluta à primeira volta, foi o que sempre desejou Cavaco Silva, é assim que o ex-primeiro ministro gosta de trabalhar.
Mário Soares sairia derrotado mas se a votação fosse, imaginemos de 30% para este candidato, a sua esfera de influência não seria beliscada e os interesses económicos que ele representa seriam também salvaguardados.
Mas o momento Histórico que estamos a viver não se compadece com estes interesses, a situação do País tem vindo a piorar e todos os dias nos surgem mais más novas sobre a evolução económica de Portugal. Isso acontece porque não existe um desígnio Nacional na actuação deste governo, aliás existe um desígnio Anti-Nacional, porque tudo leva a crer que preferem negociar com Espanha a fazer evoluir a nossa Pátria.
É neste contexto que surge a candidatura de Manuel Alegre, que sem ter ilusões sobre os poderes Presidênciais e das suas funções não executivas, será um factor de equilíbrio e moderação das políticas mais Anti-Sociais e Anti-Patrióticas do governo.
Os interesses que Manuel Alegre defende são os interesses que todos nós defendemos, primeiro a Pátria e primeiro os interesses dos Portugueses e Portuguesas, depois os interesses partidários e económicos.
A transferência de votos de eleitores que estão na área do PS, para Cavaco Silva já era de esperar, porque a queda a pique de Mário soares faz com que a fuga seja para o lado do mais provável vencedor e do que mais se parece com a política levada a cabo por este governo.
As recentes sondagens indicam porém que Mário Soares além de não ter o apoio dos votantes do PS, devididos entre Cavaco Silva e Manuel Alegre, corre o risco de ter um resultado humilhante, que será qualquer coisa abaixo dos 10%.
A candidatura de Cavaco Silva com os meios que dispõe, apresenta-o como se fosse já o vencedor, mas a massa que o apoia não é de facto uma massa critíca e acha que ele terá funções executivas se ganhar as Presidênciais "pôr isto na ordem" é o que desejam mas isso só seria possível se ele fosse primeiro-ministro, o que não é o caso.
O eleitorado de direita que pensa e é Patriótico não se identifica com este governo nem com este candidato, assim o eleitorado que apoia Manuel Alegre, é heterogêneo e transversal à direita e à esquerda, acima de tudo são cidadãos que assumem a defesa de Portugal e do que esta nossa Pátria representa para o Mundo e para os Países Lusófonos em particular.
O que se vê na campanha de Manuel Alegre é apenas a ponta do Iceberg, porque a maioria que o apoia não o declara abertamente com medo de represálias pessoais, partidárias ou profissionais.
Algumas pessoas quando me dizem que vão votar Manuel Alegre, dizem-me muitas vezes isso baixinho e ao ouvido como se fosse um segredo.
Com o Cavaco Silva o que se vê é o que lhe é proporcionado pelos fabulosos meios de campanha que dispõe, mas o que se vê não é um Iceberg, mas apenas uma placa flutuante de gelo.

Luís Guerreiro

Ora bem !

Hoje em dia é raro ver-se um português a levantar a grimpa, a tal ponto que já ninguém se lembra o que é uma grimpa (é uma peça de catavento, ao que parece). Andamos cabisbaixos e rentinhos. É tradicional bater a bola baixinho quando falta o dinheiro e se teme o futuro. Mas tão junto ao chão também não, que qualquer toupeira lhe deita a mão.
Olhe-se só a quantidade de anticavaquistas que anda resignada com a vitória de Cavaco desde que foi derrotado por Jorge Sampaio em 1996. É obra, isto de se andar previamente resignado durante uma década inteira e em plena campanha eleitoral. Antigamente, só com marcação. E a submissividade atinge os próprios candidatos. Faz dó, por exemplo, ver um revoltado-mor como Manuel Alegre tão bem centrado e comportado, de risco tão ao meio, outrora épico adamastor, hoje poeta penteadinho.
Onde estão a desobediência, a insubordinação e as outras irmãs? Onde param elas? Os portugueses, se calhar, só são avessos ao autoritarismo quando a vida lhes corre melhor. Quando corre mal, venha ele. Por alguma razão existe o ditado «Debaixo do pau está o cavaco». Mas qual? Não sei. Diz precisamente o contrário do que se pretendia? Não faz mal. Não diz também o povo que «Quem racha lenha com cavacos apanha?» Diz. Por alguma razão há-de ser. Eu é que não sei qual é.
O desejo típico do português médio que alguém ponha ordem nisto até se compreende quando a tal ordem é para ser posta nos outros portugueses e não nele, que obviamente não precisa porque (ao contrário da totalidade dos compatriotas) já anda na ordem desde que nasceu. O que é preocupante é quando o desejo que se ponha ordem abarca o próprio desejador. O «isto» em que esse alguém providencial porá ordem transforma-se perigosamente em «mim». Ou seja: toca-nos a todos. E o que toca a todos, desculpem lá, não é vida para ninguém.


Miguel Esteves Cardoso, Expresso-Única, p. 14

Isto ainda se pode compor


Cavaco desce de forma contínua.
Alegre descola de Soares.
O futuro pode ser interessante.

AV1

Como (não) atacar Cavaco Silva

Nesta campanha temos assistido a uma concerrtação de esforços de alguns candidatos de esquerda num ataque denodado a CAvaco Silva, recorrendo para isso a todo o tipo de meios, radicalizando o discurso e imagens usadas, o que nem sempre leva aos melhores resultados, pois afasta os eleitores do centro político, sempre avessos a esse tipo de estratégias.
Por isso, considero que são tácticas de ataque profundamente erradas:

* O achincalhamento pessoal como fez Mário Soares no debate televisivo entre os dois, tentando diminuir o seu oponente de uma forma perfeitamente impensável para quem se afirma querer ser o ouvinte de todos nós.
* A utilização de imagens de cargas policiais, como nos tempos de antena de Louçã, porque muitos destes candidatos estão ligados a outros períodos e acontecimentos menos felizes da nossaa História, que também lhe podem ser recordados, assim como apoiaram regimes políticos que fizeram coisas muito piores.
* As insinuações, nem sequer veladas, ao facto de Cavaco Silva não ter um passado de resistência anti-fascista, assim como lançar suspeitas sobre as motivações ocultas dos seus apoiantes. Como facilmente constatamos, ainda com o escândalo que hoje chegou ás páginas de jornais, um Estado ocupado por gente de esquerda em todos os cargos cimeiros, está longe de ser impoluto.

Portanto, considero que existem outras formas de ataque, equilibrando a crítica ao passado e as dúvidas quanto ao futuro, de que destacaria uma mão-cheia de ideias:

* Destacar o nível do défice e da dívida pública durante os anos de governo de Cavaco Silva, que teve fundos comunitários para desenvolver o país e equilibrar as contas públicas e reformar o aparelho de Estado, o que não fez cabalmente durante uma década.
* Apontar como Cavaco Silva sempre desvalorizou muitos dos escândalos que atingiram alguns dos seus colaboradores mais próximos (Beleza, Cadilhe, Costa Freire, Duarte Lima) durante o consulado cavaquista em que, a certa altura, sem cartão laranja não se chegava a lado nenhum e as fortunas rápidas se tornaram a regra em certos círculos do poder social-democrata.
* Inquirir o candidato sobre a sua visão da posição de Portugal no mundo e as prioridades de relacionamento, nomeadamente na sua relação com a lusofonia, a aliança atlântica e as diversas facções presentes na Europa, pois é ao PR que compete a mais alta representação de Porugal no exterior.
* Assinalar a fragilidade do modelo proposto por Cavaco Silva para resolver os conflitos corporativos e sociais nas áreas mais directamente sob sua alçada (F. Armadas, Justiça), quando se conhece a sua proverbial aversão à obtenção de consensos por via do compromisso.
* Sublinhar os enormes erros cometidos em infraestruturas rodoviárias - e não só - como o IP4 ou IP5, lançadas a concurso e executadas à pressa, com calendários eleitoralistas e resultados trágicos.

Trilhando estes caminhos, onde se alia a demonstração racional de uma certa falta de vocação ou mesmo uma incapacidade para manter o Estado acima das ambições e rapacidades clientelares e a crítica à debilidade das propostas de Cavaco Silva para o exercício da sua magistratura de influência, talvez seja possível inverter a situação que as sondagens apontam e que mais não revelam do que a fuga em debandada do eleitorado centrista que votou Sócrates para os braços de Cavaco, receosos de um Estado completamente dominado por uma única facção.
E nesse aspecto, Alegre ao romper com as directivas socialistas, é o único candidato de Esquerda com capacidade de mobilizar o eleitorado dessa mesma Esquerda e do Centro que se sente traído pelo não cumprimento das promessas eleitorais pelo Governo do PS.

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