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Astrisko 2.0

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Posts tagged with "Linux"

Postar no twitter via linha de comandos

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O twitter é o mais conhecido serviço de micro-blogging da net, apesar de não lhe achar muita piada, provavelmente irei ficar agarrado e tudo porque descobri este pequeno tutorial, que explica como actualizar a nossa conta via consola, ora como por vezes abro a consola só porque sim, o tédio tem destas coisas, vou começar a aproveitar e a escrever twitter qqcoisa.

Passemos ao que interessa, para começar a "twittar" pela consola basta seguir os passos abaixo, em modo root.

1 - Instalar o curl, deverá estar presente nos repositórios da maioria das distros.

2 - Criar o ficheiro /usr/bin/twitter, com o seguinte conteúdo

curl --basic --user "yourusername:yourpasswd" --data-ascii "status=`echo $@|tr ' ' '+'`" "http://twitter.com/statuses/update.json" -o /dev/null
echo Mensagem Enviada!



3 - Escrever na consola chmod +x /usr/bin/twitter

4 - E pronto, agora basta digitar twitter e a mensagem na consola :D

Via Ubuntu Unleashed

My twitter

Weekend Project

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Depois de largos meses com o Ubuntu 7.10 instalado, senti que tinha chegado a altura de mudar, não porque necessitasse, mas porque o bichinho do "distro hopping" nunca chegou a sair de mim, apesar de quase me ter convencido do contrário.

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MOC music on console

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Quando se fala em leitores áudio para Linux, vêem-nos à mente nomes como, AmaroK, Rithmbox, Banshee, Exaile, Audacious ou XMMS. Existem no entanto outras opções, de onde destaco o MOC, music on console que funciona, como o próprio nome indica, na tão temida consola, mas não fujam já, apesar do seu aspecto arcaico, este é na realidade um excelente leitor áudio, que inclui grande parte das funcionalidades, existentes nos seus rivais, possuidores de um GUI bonitinho.

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Slackware 12.0

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Desde que li este post, não consegui descansar até instalar o "bicho". Até agora a experiência tem sido positiva, em parte graças ao slapt-get, o equivalente ao apt-get do Debian, mesmo assim ando um bocado perdido, claro que ai é que está a piada, está me a dar um gozo enorme descobrir esta distro, a sua simplicidade é, como diz Patrick Volkerding, lendária, mas ao mesmo tempo parece que temos um leque de opções quase ilimitado, por exemplo, ao contrário do que acontece com a grande maioria das distro, em que apenas temos acesso a um gestor de pacotes, no Slack, podemos escolher uma série deles mediante as nossas necessidades, temos o slapt-get, que já referi, se quisermos algo como o Emerge, do Gentoo, temos o Emerde, e para os users mais "hardcore" existem uns quantos gestores que não resolvem as dependências, como o Slackpkg.

Agora começo a perceber os fanáticos desta distro: There's just something about Slackware



Pagina Oficial | Mirror Nacional

PCLinuxOS 2007

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Enquanto passeava pelo distrowatch, reparei que a distro que ocupava a 2ª posição, PCLinuxOS, me era completamente desconhecida, como o Mandriva Spring One, instalado no meu portátil ia à vida para dar lugar ao Fedora 7, decidi sacar uma cópia do PCLinuxOS 2007 para testar.
Enquanto aguardava que o download terminasse, decidi fazer alguma pesquisa.
Esta distro começou como um fork do Mandrake, actual Mandriva, e foi amadurecendo até ao que é actualmente, a história completa, está disponível aqui. Apesar de descender do Mandrake, actualmente pouco tem em comum com esta distro, o gestor de pacotes é o Advanced Packaging Tool (APT) para rpm's com o frontend synaptic, que diga-se de passagem dá uma "porrada" ao urpmi do Mandriva.

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Pidgin 2.0.0-1.deb

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O Pidgin, antigo Gaim, é um cliente IM, escrito em GTK+, que permite a utilização de vários protocolos... Isto estamos todos carecas de saber, a novidade é que já existe um pacote .deb a circular por ai, portanto se tem um sistema debian based (já existiam binários para Win e Fedora Core) já não necessita de andar a compilar a source.

Download

Via GNUtopia

DreamLinux 2.2 Multimedia Edition

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Chegou-me às mãos o LiveCD desta distribuição, ao inicio olhei para ela com alguma desconfiança, mas rapidamente essa desconfiança passou a espanto assim que o LiveCD arrancou. Não cheguei a instalar esta distro no disco, mas pelo que experimentei no LiveCD dá para perceber que tem um potencial enorme. O ambiente gráfico é o XFCE4.4 o que a torna bastante leve, corre num pc com processador a 500Mhz e 128Mb ram, mas também visualmente agradável, foi a primeira vez que experimentei este ambiente e fiquei agradavelmente surpreendido, bastante simples, mas sem descurar a funcionalidade, o Gnome e o KDE que se cuidem, o interface faz lembrar o MAC OS X com a dock na parte inferior do écran.

O que mais me surpreendeu no entanto foi a quantidade de funcionalidades que esta distro trás "out of the box", foram-me detectados todos os discos e a escrita em NTFS é já suportada, trás todos os codecs instalados, incluindo o Mplayer add on para o Firefox que funciona perfeitamente, não encontrei um único ficheiro no meu disco que este sistema operativo não consegui-se ler.

A nível de software é também bastante completo, inclui o Firefox, Thunderbird, Amsn, Open Office, GimpShop, Inkscape, Blender 3D, Gxine, Mplayer, XMMS, KinoDV, AviDemux, GnomeBaker e Audacity, mas talvez a ferramenta mais interessante seja a MKDistro Maker, que nós permite criar a nossa própria distribuição Linux, infelizmente não testei esta funcionalidade, mas pelo que li, parece-me ser um processo bastante poderoso, simples e intuitivo.

Outro ponto que não tive oportunidade de testar foi a instalação de software, um dos aspectos que me parece melhor conseguido nesta distribuição. Partilha os repositórios do Debian Testing, logo temos um vastíssimo numero de aplicações à distância de um "apt-get install", para além disso temos ainda a opção "Instala Fácil", para algumas das aplicações que não estão incluídas no repositório, basta fazer o download deste pacote e depois é só clicar na aplicação que queremos instalar e o sistema trata do resto.

Em jeito de conclusão posso dizer que esta foi a distribuição que mais me surpreendeu nos últimos tempos, especialmente por não se tratar de um dos "grande nomes", apesar de não ter feito um teste exaustivo é uma distribuição que recomendo a todos que queiram entrar no mundo GNU/Linux e que apenas queiram o sistema a funcionar, não o querendo perceber aprofundadamente, como ferramenta de recuperação de dados este LiveCD é também bastante útil uma vez que detecta todas as partições do disco e possibilita a escrita em NTFS.

Fica prometido novo teste quando a instalar no disco.

Página Oficial

Ubuntu ou Fedora

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Um dos problemas de não ter gravador de CD/DVD é que quando o SO morre e temos que o reinstalar, temos que utilizar o que temos e não o que queremos. Foi mais ou menos isto que me aconteceu a cerca de duas semanas, o meu Ubuntu morreu e lá tive que fazer format (eu sei que a coisa até devia ter solução, mas não tinha como a procurar, e também não tinha tempo para isso), acontece que não tinha nenhum CD com o Ubuntu 6.10, apenas tinha a versão 6.06 LTS, o Fedora Core 6 e o Open Suse 10.2, este último estava fora de questão, porque acho-o pesado comparado com as outras duas opções, ainda cheguei a colocar o CD do Ubuntu 6.06 na drive, mas optei mesmo por instalar o Fedora. Já tinha utilizado esta distribuição durante algum tempo no laptop, mas era a primeira vez que a iria instalar no desktop.

Resolvi então fazer um pequeno comparativo, entre estas duas distribuições, Ubuntu e Fedora, com base na experiência que tive, tanto no laptop como no desktop.

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Deluge Bittorrent Client

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É um cliente Bittorrent escrito em Python e GTK+. Possui um interface simples e intuitivo, sendo bastante fácil de utilizar, as velocidades são bastante boas e possui ainda diversos e úteis plugins. Na minha opinião é o melhor cliente bittorrent nativo disponível para Gnu/Linux, utilizei durante bastante tempo o Azureus, que embora tenha mais funcionalidades o facto de ser programado em Java torna-o pesado, usei também o utorrent através do Wine, trata-se do meu cliente favorito, mas o facto de não ser nativo levou-me a procurar alternativas, cheguei a experimentar mais uns quantos, mas todos eles bastante fracos, finalmente encontrei o Deluge, que até ver, será o meu cliente predefinido.

Homepage | Screenshots

Reduza o Consumo de Memória em Linux

Uma das grandes vantagens do Linux é a possibilidade de correr em máquinas mais antigas, no entanto as mais recentes versões dos desktop enviornments Gnome e KDE, usados nas distros mais conhecidas começam já a exigir um pouco mais do hardware, especialmente memória RAM, não estou a falar dos valores astronómicos exigidos pelo Windows Vista, mas de valores na casa dos 256 Mb, o mínimo para correr o Ubuntu com alguma fluidez, mesmo assim existem maneiras de melhorar a performance do nosso sistema. É isso que este artigo, escrito por Martyn Honeyford, engenheiro da IBM nos propõe, começando pelas coisas mais simples como utilizar software que consuma menos memória, por exemplo trocar o Firefox pelo Opera, até recompilar o Kernel, passando pelo senso comum como não abrir dezenas de coisas ao mesmo tempo.

Download do artigo em pdf

Via Digg

Buoh

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Se tem por hábito ler tiras de BD online, este programinha é ideal para si, basta escolher os seus cartoons favoritos, entre os mais de 150 disponíveis, e o programa encarrega-se do resto, pode agora ler as suas tiras de bd num único local e sempre actualizadas, tem também a possibilidade de ver tiras mais antigas. O Buoh está apenas disponível para GNU/Linux, o download pode ser feito aqui.
Se tem Ubuntu abra a consola e insira o seguinte comando: $ sudo apt-get install buoh
Mais info

Via § formatds.org

The table of equivalents / replacements / analogs of Windows software in Linux

Descobri hoje esta tabela, enquanto navegava pelo Techzone, é uma lista de todos os programas de Linux, equivalentes aos de Windows, como podem ver quase todos os programas disponíveis para Windows, têm um equivalente em Linux, com a vantagem destes últimos serem na sua grande maioria grátis. Obviamente que existe software comercial para Windows cuja qualidade é bastante superior ao equivalente em Linux, mas o contrário também acontece e claro, uma grande parte do software Windows pode correr em Linux utilizando o Wine e no caso dos jogos o Cedega, portanto se está a pensar dar o salto não hesite, se não esta familiarizado opte por uma distribuição user friendly como o Ubuntu, que conta com bastante documentação em português e uma enorme comunidade, sempre pronta a ajudar, comece por experimentar o Live CD, instale um sistema dual boot, para ter o Windows disponível no caso de necessitar.

Qual a melhor distro para si?

Top 10 Free Linux Games

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Para as pessoas que se benzem sempre que ouvem a palavra microsoft, mas que até gostam de jogar uns joguinhos, deixo aqui a lista dos 10 melhores jogos grátis para linux segundo o site Techgage, todos os jogos presentes na lista correm nativamente em linux e não através do Wine ou Cedega. Sugiro também uma consulta a este site no caso de se querer aventurar mais pelo mundo dos jogos em linux.

Linux - Como tudo começou...

Fez ontem 15 anos

Hello everybody out there using minix -

I'm doing a (free) operating system (just a hobby, won't be big and
professional like gnu) for 386(486) AT clones. This has been brewing
since april, and is starting to get ready. I'd like any feedback on
things people like/dislike in minix, as my OS resembles it somewhat
(same physical layout of the file-system (due to practical reasons)
among other things).

I've currently ported bash(1.08) and gcc(1.40), and things seem to work.
This implies that I'll get something practical within a few months, and
I'd like to know what features most people would want. Any suggestions
are welcome, but I won't promise I'll implement them :-)

Linus (torva...@kruuna.helsinki.fi)

PS. Yes - it's free of any minix code, and it has a multi-threaded fs.
It is NOT protable (uses 386 task switching etc), and it probably never
will support anything other than AT-harddisks, as that's all I have :-(.


Via Digg

Microsoft Office para Linux

Segundo Stuart Cohen do OSDL (Open Source Development Labs) a Microsoft à semelhança do que fez para Mac, poderá lançar uma versão do Office para Linux nos próximos dois anos, a notícia foi dada numa entrevista para o site vnunet.com, no Linux World em San Francisco. Podem ler a notícia completa aqui.

 
Via Digg

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