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Iluminado, Betinho decide contra o Bahia e renova esperança do Verdão

Brasileirão Séria A

Era a última chance. O Palmeiras
entendia que uma derrota, ou
até mesmo um empate no jogo
contra o Bahia nesta quarta-feira,
em Pituaçu, selaria o
rebaixamento da equipe no Campeonato Brasileiro. Mas a
esperança está renovada com
uma suada vitória por 1 a 0, fora
de casa, com gol do iluminado
Betinho. A vitória acirrou a briga
contra a degola. A diferença entre os dois rivais, que começou
em nove, passou a ser de seis
pontos, a sete rodadas para o fim
do campeonato. Tem dias em que tudo dá certo:
em voo atrasado que assustou os
alviverdes, Barcos chegou do
Chile, onde defendeu a Argentina
na terça-feira à noite contra o
Chile, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2014, a tempo de
entrar em campo e dar o passe
para a cabeçada certeira do
predestinado Betinho, no
segundo gol do atacante com a
camisa do Palmeiras – o primeiro foi “só” o do título da Copa do
Brasil, no empate em 1 a 1 com o
Coritiba, em julho. O Verdão foi
aos 29 pontos e subiu uma
posição na classificação. Está em
17º, mas o Sport enfrenta a Ponte Preta nesta quinta-feira e
pode ultrapassar o rival. Tem dias em que tudo dá errado:
antes bem arrumado por
Jorginho, o Bahia mostrou falhas
que o Palmeiras costumava
apresentar nos últimos jogos.
Erros sucessivos de passes, chutes mal direcionados e uma
torcida que começou jogando
junto, mas passou a pressionar
demais no segundo tempo. A
equipe baiana continua com 35
pontos, na 16ª colocação, uma acima da zona de rebaixamento,
e o risco de degola aumentou um
pouco. As duas equipes voltam a campo
no próximo fim de semana. O
Palmeiras recebe o Cruzeiro no
sábado, às 18h30m (de Brasília),
em Araraquara. Na mesma data e
horário, o Bahia vai ao Pacaembu para enfrentar o tranquilo
Corinthians, que já pensa no
Mundial de Clubes. O voo de Barcos, a luz de
Betinho O dia de Barcos não foi nada fácil.
Um voo que parecia interminável
de Santiago a Salvador, com
escala em São Paulo, só terminou
às 18h, uma hora e meia antes
do início da partida. Escoltado por um carro de polícia, ele
apareceu em Pituaçu em cima da
hora, vestiu o uniforme e foi à
luta. Ao lado dele, Gilson Kleina
fez mudanças: as entradas de
Patrick Vieira e Betinho causaram surpresa no torcedor
alviverde, que nem assim perdeu
a esperança. O Bahia tentou fazer o que
qualquer rival do Palmeiras faz
hoje em dia: tocar a bola com
paciência, rodar o jogo e saber
que a falha uma hora vai chegar.
A zaga fez seu papel, tentando enervar Barcos e provocar uma
expulsão – algo que já virou
rotina na equipe paulista. No
ataque, Jones Carioca fez o que
pôde. Da direita para a esquerda,
depois para o meio, ele foi o mais lúcido entre os baianos.
Apesar do esboço de pressão, o
goleiro Bruno teve pouco
trabalho. O controle do jogo era do time da
casa, que não tinha alguém capaz
de definir a jogada. Um estilo
parecido com o de Barcos, que
discutiu com Titi, reclamou da
falta de bolas recebidas, mas mesmo assim resolveu. Bastou
um lançamento longo de Bruno e
um passe “quebrado” de Betinho.
Aos 19 minutos, o Pirata recebeu
pela esquerda, passou o pé por
cima da bola e cruzou de canhota, na cabeça de Betinho: 1
a 0 Palmeiras. Os torcedores do
Bahia se calaram por alguns
minutos. Já valeu a viagem do
Pirata. Não custa lembrar que Betinho é
o iluminado atacante que raspou
a bola em sua cabeça para dar o
título da Copa do Brasil ao
Palmeiras. O gol dele
desestabilizou o Bahia, que passou a pressionar e jogar só no
campo de ataque, mas sem a
decisão do último passe. O
Tricolor foi prejudicado pelo
mesmo nervosismo que acabou
com o Verdão nos últimos jogos. Não houve um chute na direção
do gol. Mesmo recuado demais, o
time de Gilson Kleina conseguiu
segurar o rival no primeiro
tempo. Betinho comemora gol do
Palmeiras contra o Bahia Nervosismo muda de lado A morosidade de Zé Roberto foi
substituída pela alta velocidade
de Lulinha, que entrou para
tentar incendiar o Bahia no
segundo tempo. O primeiro ato
foi o óbvio: levantou os braços e chamou a torcida para o jogo,
depois de ela ter vaiado do
Tricolor na saída para o intervalo.
Pituaçu tinha de se tornar um
caldeirão para os donos da casa
empatarem o jogo. De novo, o nervosismo
atrapalhou. Lulinha até entrou
bem, dando dinâmica ao time e
forçando as jogadas pelas
laterais. O ponto fraco da defesa
alviverde era pela esquerda, com Leandro, ainda sem o ritmo de
jogo ideal. Mas foi
impressionante a quantidade de
erros do Bahia, até nos passes
mais simples. Sem conseguir se
encontrar em campo, o time da casa passou a criticar qualquer
marcação do árbitro Leandro
Vuaden. A impaciência passou para as
arquibancadas. A torcida, que
sempre joga junto, começou a
vaiar. Em campo, Cláudio Pitbull
entrou para melhorar o ataque e
já irritou os tricolores logo no primeiro passe errado – mas
quase empatou em cobrança de
falta, com bela defesa de Bruno.
Na defesa, Titi quase fez um gol
contra em lance fácil, sem
ninguém perto dele. No fim, o Palmeiras ainda
reclamou de um suposto pênalti
de Diones, que atingiu a bola
com a mão dentro da área. O
mais importante para os
alviverdes, porém, foi que o time conseguiu controlar o jogo com
uma tranquilidade que não
mostrava há algum tempo. A
fuga do rebaixamento ainda é
uma missão difícil, mas o Bahia
já passa a ser visto mais de perto.

Coritiba vence o Náutico ebrinda a torcida com anúncioda volta de AlexSão Paulo aposta no Morumbi contra o Atlético-GO, que busca um milagre

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