Sim, a simpatia da postagem anterior funcionou, o resultado foi o esperado. Mas não, ela não serve pra nada. Ela apenas define algo, não trás ninguém em 7 dias. Então não há nada o que desenvolver aqui hoje. Bom, alguma coisa pode mudar, vou parar de ouvir só Fagner e tentar ouvir Tiê... Quem sabe, um passo importante como esse mude meu modo de lidar. Estou lendo "As Pelejas de Ojuara" e sinto me diminuto com as prosas poéticas do livro, queria eu escrever assim, pra macho chorar, o engraxate aplaudir, emprestarem a atenção a quem fala gritando sentimentos mansinhos, com olhar de sorriso descoberto que não volta. Do jeito que esta não pode ficar, então darei um salto atrapalhado pra frente, nem que seja pra cair

de bunda, o importante é voar nesse meio espaço, e mudar a perspectiva das músicas que começam com "1,2,3... Vai!". Nossa, que droga... Não tenho nada mais o que escrever. Como já previ anteriormente, o dia de não falar mais nada de antigo se aproxima. Agora serão bobagens novas, ou nada... Estou meio morto agora. Dentro meio céu azul, fora um pouco fogueira a noite. Tudo que disse não adiantou de nada, e não disse pouco, e o resumo é o que digo agora. Um até logo simples, sem grandes palavras, só alguém escrevendo calmamente, cinzas de cigarro e vinho derramado, sujeira comum pela manhã. Não me escondi no escuro, fiquei numa tarde qualquer, nublada, de amor agora passado qualquer, sem nada... Eu ia continuar, mas perdi a linha de raciocínio por problemas aleatórios. Deixa pra lá... Estou completamente desacreditado. E eu, que apelei tanto, agora não desfruto, insisti e caprichei no que poderia ser feito, falei, falei, e deixa pra lá, já é passado, e o futuro é espera. Sem cenário, com luar sumido, sem praia, sem sobrado pra olhar o mar apoiado no azulejo frio, que de repente sua mão divide o espaço e me esquenta. Quero que tudo me abandone, me deixem em branco de inverno e começo. Adeus, se for para Adeus, até logo, se não tanto tempo assim, não vejo nada daqui pra frente, só choro com de comercial de seguros. De resto agora, tudo esta guardado em um guardanapo, um maço de cigarro largado, um rádio que me deu de presente... Acabou, vejo agora. E vou nessa levada sem pensar em mais nada, adeus e me perdoe, vestido de vivo, sem ressuscitar, adeus, meu amor, adeus pra todo o nunca de te ver, morto e incomodo até o fazer paixão esquecido. Não quero mais dizer o que amo, pois isso anula minhas possibilidades do inesperado, do que foram vocês. Dos acordes de guitarra, do vento da manha depois que deixava você em casa, cantando teu sorriso de promessas. Nem as tuas nem as minhas, nem ele, nem ela... Adeus, sério, sem repetição, nunca mais, realidade, frio, espelho quebrado, adeus...
O dia vem chegando pleno de possibilidades, sem vela.