My Opera is closing 3rd of March

viagens eróticas ao redor de nós mesmos

histórias gostosinhas de ler, pq já nasceram gostosinhas quando foram vividas!

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En el coche rojo ... ah corsinha vermelho!!!

Foi incrivelmente lindinho!
Eu, que nunca tive a alegria ou privilégio de ler algo escrito PRA MIM, chego em casa e me deparo com o que de mais fofo e incandescente pode haver: um bilhetinho pra mim.
Ah, vocês nao podem imaginar por quais circuntâncias passamos nesse dia!

É sexta-feira, depois de um dia de trampo normalíssimo, fomos relaxar no Água Doce de Sto.André (R. das figueiras). Tracamos uns bolinhos de mandioca com carne seca (insuperável!) e entornamos algumas cervejotas.
Conversamos, nos incomodamos com a vida alheia, relatamos a semana... Por fim, ja era tarde! (ou cedo??)
O som da voz dele, o olho no olho, a troca de beijinhos, as caŕicias...isso vai dando uma "gastura no ventrículo esquerdo"!!
Vou relaxando, me escorregando pra dentro dele ...

A volta pra casa nao pode ser uma volta qualquer!
A pinga sobe, os ânimos se avultam e entao o inevitável acontece!
Eu olho e o vejo concetrado, dirigindo com uma carinha de "nossa que semana dura! Que delícia relaxar, né?" e coisas vêem a minha mente!
Escorrego devagar minha mãos entre suas pernas, e já sinto a região na mais equatorial das temperaturas (haha)! Se o corpo estiver a 35 graus, ah... essa região está a +5 graus, com certeza! Ferve!
Me aproximo mais e invado o ziper da calca que se dissolve todo feito manteiga ao fogo, todo condescendente!
O jeans parece veludo, macio, aconchegante.
Enquanto uma mão adentra, a outra sente livremente a contextura da coxa dele sob o jeans.
Mas, ao senti-lo flamejante sob a cueca branquinha um nao-sei-o-quê também invade minha pélvis, fazendo com que meus lábios dancem um sobre o outro entre tanta umidade em plena avenida.
Sinto uns espasmos, nossos espasmos.
Dentro de mim e, dentro dele mais precisamente, há um tremor infindo.
O ar se torna escasso! Eu só tenho um desejo, uma necessidade vital: acolhê-lo em minha boca!
Com a saliva mais densa, a língua sensível (muito mais sensível), me debruco plasticamente (quem sabe o espaco sovina(!) existente entre o volante, as mãos e as coxas, dentro de um corsa?!).
Sinto o cheiro morno que emana desse pênis, agora, bem ereto! Me lembra cheiro de flor de maracujá ou meu Escape by Calvin Klein, nao sei. Um cheiro certo que invade as narinas bem suavemente. Tão suave que você nem percebo o quão veementemente profundo vai. De repente me sinto totalmente preenchida no tóraz e abdome, por esse odor peniano. É algo quem me acende, la dentro, uma vontade de devorar.
Então é a hora!
Abro minha boca, receptiva e convidativamente. Encosto a glande na parte anterior da minha língua. Ele está quente!
Quase num êxtase desesaperado me jogo pra cima dele e sinto que ele alcanca meu palato... mole! Meu palato mole!
É delicioso sentir aquela coisa quente e viscosa dentro da minha boca, também quente e igualmente viscosa.
O cheiro se transforma em sabor, as papilas relatam ao córtex que o gosto é muito bom. Este, por sua vez, leva a mensagem para sítios mais adentrados da alma.
Lambo desesperada de prazer. Isso é um desespero!
Chupo quase engolindo.
É um delírio! Quase penso ser um sonho de bêbada, uma fantasia, um sonho...
Mas ouco um gemido. Um gemido dele! E me percebo que é real!
Tá gostoso mesmo!
Estou chupando o pau do motorista enquanto ele geme. E fica a prolongar o caminho, vagando por ruelas de paralepípedo de um bairro ermo bem residencial e silenciso. É possivel que um de seus moradores muito pacatos tenha ouvido seus gemidos.
E vamos bem vagarosamente!
É delicioso ouvir um homem que geme! Um homem que geme...
É delicioso chupar um homem que geme! Um home que geme...
Aumento a pressão nos movimentos. Ele, quase sem se conter, saboreia meu apetite entre <seta, curva à direita, curva à esquerda...>.
E geme, e elogia, e se desmancha e reclama.
...<que rua é essa? que bairro é esse? essa rua tem saída? qual marcha utilizar? o que quer esse guarda noturno que nos persegue? e esses moribundos, andantes da madrugada, quem são? e essa mulher chupando meu pau, quem é?>
E geme!
Enquanto degusto seu caralho lindo e gostoso, percebo na língua uma pulsacão próxima aos seus testículos. Bolinhas pulsantes!!
Seguro seu pau e mergulho para alcancar as suculentas bolas com seu sabor doce e amargo que me enlouquece. Nao sou mais capaz de parar de comê-las!
Minhas mãos percorrem seu falo quente, duro e agonizante.
Num gesto rápido e inesperado enfio seu pau até o fundo da minha garganta até não senti mais que haja espaco. Engulo todo. Meus lábios sentem seus pelos curtos e macios, e a pele abdominal.
Ele está lá onde só os sons têm permissão de habitar.
Com volúpia aumento a velocidade do vai-e-vem e minha língua fica presa à ele numa espécie de magnetismo línguo-peniana!
E ele geme!
Minha boca está quente, trêmula e úmida.
Minha buceta está quente, trêmula e úmida.
Sinto uma vez mais os espasmos dele e minha boca entao se enche de porra!
Porra quente!
A língua mergulhada em porra quente deslisa a volta do pau deliciosamente festivo.
Ouco um gemido, um grito! Ele sofre feliz.
E chupo seu pau gozado, transbordante. Chupo, lambo, devoro.
Engulo cada gota.
Guardo-as dentro de mim.

Agora ele é um tanto mais!
Meu!
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