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Dragon Ball Tropa Opera: Capítulo 1: O Nascimento da Tropa Opera
Provavelmente você espera que eu conte uma história que envolva o Lendário Goku e todos os seus amigos. Está enganado. Essa é uma história secreta, ninguém nunca ouviu falar. E vou te dar uma dica, pare de ler agora mesmo. Durante toda essa história você vai descobrir mistérios que jamais pensou que existia. Mistérios que, podem mudar todo o seu ponto de vista no mundo Dragon Ball. Provavelmente continuou lendo. É, essas dicas nunca funcionam mesmo. Só não diga que eu não avisei. Essa história começa no Planeta Vegeta. Dois gêmeos acabaram de nascer.Rei Vegeta caminhava rápida e seriamente num dos corredores de metal que levavam até onde os bebês nasciam. Alguns, isso é, três homens caminhavam atrás do Rei, um deles era Nappa. Caso queiram saber, o Príncipe Vegeta ainda nem tinha nascido.
- Onde está? – Perguntou Rei Vegeta – Onde está... Aquilo?
- Senhor Vegeta, é... – Nappa encolheu os ombros – Não acho melhor chamá-los de “aquilo”...
- Eu digo o que quiser dizer.
- Sim senhor.
Os quatro chegam à enorme sala. Vários bebês em várias câmaras. Havia um motim concentrado em uma câmara que parecia ser duas vezes mais larga que as comuns. Rei Vegeta e os outros se encaminham até o local.
- Saiam da frente – Nappa empurrou as poucas pessoas que continuavam olhando.
- Então é isso... – Disse Rei Vegeta. – Meu... Quer dizer, meus primos de segundo grau!
Mais algumas pessoas que tentavam olhar para a câmara saiam. Agora podia-se ver que não era um bebê comum. Eram dois bebês, idênticos. Chega um homem estranho. Parecia cuidar dos bebês que nasciam. Ele, atrás do Rei Vegeta, pronunciava:
- Senhor Vegeta. São gêmeos. São bem comuns em alguns planetas, e aparentemente são os primeiros daqui do planeta.
- Onde está o idiota do meu primo e sua ridícula esposa? – Perguntou Rei Vegeta.
- Senhor, a mulher vai se recupera por mais tempo, pois ter dois bebês é mais cansativo que um. Seu primo... – O estranho homem foi atingido por um ki no peito traspassando-o e o matando.
- Eu não perguntei nada pra você. – Rei Vegeta deu um sorriso malicioso – Agora, vamos atrás daquela mulher nojenta.
Os quatro Sayajins saíram do local, caminham até um lugar onde as mulheres se recuperavam após o parto, o que não demorava muito, apenas cerca de duas horas, porém, uma mulher estava lá a mais tempo. Pois, pela primeira vez no Planeta Vegeta, uma mulher teria gêmeos, dobrando o tempo de recuperação. Rei Vegeta não havia gostado muito da idéia.
- Então é você – Disse Rei Vegeta ao olhar para a mulher – Vou deixar algo bem claro. NÃO É PERMITIDO GÊMEOS NESTE PLANETA!
O Rei Vegeta lançou uma bola de ki na mulher, o que explodiu grande parte do local e provavelmente matou mais algumas mulheres. Um homem de cabelo marrom havia visto a cena. Ele correu pelos corredores.
- Preciso achar meus filhos, Rei Vegeta provavelmente está com inveja – Pensou o homem.
Ele corria pelo local, devia ter visto um ou dois adolescentes e um adulto. Ele viu uma criança de cabelos azuis escuros arrepiados de aparentemente cinco ou quatro anos.
- Eu acho que... Você serve.
O homem pegou o menino e o carregou. Dizia algumas mentiras sobre a criança ser o encarregado de acompanhar dois bebês gêmeos que acabaram de nascer. Ele também teve que explicar ao garoto “o que era gêmeos”.
Pronto. Haviam chegado ao local onde estavam os recém-nascidos. O homem com um triste semblante corre, pois a criança no chão e pegou os dois gêmeos. Disse para o menino o seguir.
O homem, os gêmeos e a criança correram sem parar pelo local. O menino bufava cansando:
- A gente... Vai demorar muito?
- Estamos chegando.
Eles correm bastante. O homem, aparentemente de classe alta, não estava cansado, mas o pequeno menino estava soando. Eles chegaram à um local com algumas naves para um tripulante. Um homem de pele amarela e com cabelo cinza apareceu na frente deles.
- Senhor Konoro, o que deseja? – Perguntou o estranho homem.
Konoro não respondeu, acertou um soco na boca do estômago do homem que cuspiu e caiu desmaiado no chão. Eles seguiram e encontraram três naves.
- Papai disse que ainda não posso viajar, pois sou muito novo – Contou o pequeno menino.
- Fique tranqüilo, vão para um planeta cheio de paz – Konoro da um sorriso – E você será um guerreiro muito forte!
- É verdade? – Perguntou.
- Não se esqueça de treinar. E treine esses dois bebês aqui também. Seus nomes são AdGons e Julia. A missão de vocês é destruir o Planeta e seus habitantes, mas, fiquem tranqüilos, não é nada de imediato. E, se o Planeta for mesmo tão bom, nem precisam destruí-lo – Konoro deu um sorriso, queria o melhor para seus filhos.
- Uau!
- Agora entre na nave e não se esqueça: Treine-os, seus nomes são AdGons e Julia.
- Ok! Estou pronto! – Disse o menino.
- Só uma coisa... Qual é mesmo o seu nome?
- Matt! – Afirmou.
- Então entre, Matt! – Konoro sorriu um pouco aliviado.
Matt entrou na nave e Konoro colocou seus filhos lá. O homem apertou uns botões nas três naves e elas decolaram. Konoro sentou no chão um pouco cansado e aliviado.
Os três Sayajins foram acolhidos no Planeta Iniru. Um planeta pacífico em que havia cinco ou quatro tropas que viajavam pelo espaço como uma polícia pacificadora. Era o sonho de muitas crianças fazer parte de uma Tropa. O Patriarca era o homem mais velho e sábio do planeta, todo Patriarca teria de ser ancestral do fundador do planeta. Não é nenhum tipo de preconceito, mas apenas pessoas com “sangue real” têm a capacidade de viver por mais tempo do que o normal no planeta Iniru. Esse planeta tinha uma raça especifica, mas havia várias raças diferentes lá também; servia de colônia de férias para alguns extraterrestres e outras moram lá desde que nasceram. O pequeno Matt se lembrou de que Konoro disse que não era assim tão necessário dominar o planeta, e assim foi feito. O menino também não se esqueceu de treinar a si mesmo e à AdGons e Julia.
Você deve estar se perguntando, “Você não disse que a missão deles era dizimar o Planeta e que se esqueceram deles?”. Bem, isso é o que Matt pensa, e o que Julia e AdGons acreditaram.
MÚSICA de Abertura: I Write Sins Not Tragedies.
Vamos avançar um pouco ao tempo, seis anos para ser exato.
Seis crianças brincavam e uma um pouco mais velha observava-os no Planeta Iniru. O local era uma enorme praça em que aparentemente as crianças brincavam e também servia de encontro de namorados. Tinham árvores (com folhas vermelhas), muitos bancos e um gramado vermelho. A mais velha e duas crianças idênticas, porém de sexo diferentes tinham calda. Já devem saber, são Matt, AdGons e Julia.
Uma mulher de longos cabelos lisos e brancos deixava uma criança semelhante à ela – porém do sexo masculino - num banco perto do local enquanto se ajoelhava para ficar de seu tamanho. A criança estava com apenas uma mochila.
- Por que tenho que ficar aqui? – Perguntou o menino.
- Meu amor... – A mãe tinha um triste semblante – É só até o nosso verão acabar, eu preciso ficar num lugar durante esse verão e... Esse lugar é só para adultos!
- Você não vai voltar, não é? – Perguntou o menino tristemente olhando para baixo.
- Gohu... Eu vou... – Ela abaixa a cabeça e se toca de uma coisa – Oh! O ônibus espacial está saindo!
O menino fez uma cara triste de quem sabia o que estava para acontecer. A mãe lhe deu um beijo na bochecha que parecia não ter fim. Também deu um abraço apertado enquanto suspirava.
- Adeus, meu filho...
- Mamãe...
A mulher se levantou e caminhou até o ônibus. No caminho olhou para trás, onde viu seu filho chorando. Ela lacrimejou e seguiu andando.
Os cinco meninos que brincavam perceberam a cena. Era realmente muito triste, o menino se encolhia abraçando os joelhos enquanto olhava para o lado chorando.
- Ei, ele parece triste... – Disse um menino bem baixinho de cabelos longos e arrepiados.
- Vamos lá – Disse Julia, já andando.
- Irmã, acho melhor não. Não sabemos quem é ele e... – Ele percebeu que estava sendo ignorado. – Obrigado!
O menino começou a andar e foi seguido pelos outros. Matt continuava sentado no banco, apenas observando.
- Olá! – Disse Julia ao garoto.
O menino não respondeu, parecia não enxergar as crianças que acabaram de chegar.
- Ei! Eu falei com você! – Insistiu Julia.
- Irmã, acho melhor... – AdGons tentou pará-la.
- Vamos! Você está triste! Vamos brincar de “Pegue os Sayajins”! Eu mesma que inventei!
- Não, obrigado.
- Não vamos sair daqui enquanto você não se levantar e ir brincar com a gente! – Exclamou Julia enquanto um menino de cabelos negros ali atrás concordava.
O menino tristonho levantou a cabeça e disse:
- E tudo isso por quê?
- Por que não gostamos de ver as pessoas tristes! – Sorriu um menino de cabelos negros.
- Então me explique como é esse “Pegue os Sayajins”... – Gohu se levantou.
Os meninos deram risadas recheadas de felicidade. Julia começou a explicar o jogo “que ela mesma inventara”.
Três anos depois –
Gohu, Matt, Julia, Ad e mais três garotos se reuniam num local em que parecia ser “sua base”. Matt não havia mudado muito, apenas crescido e havia ganhado um pouco mais de músculos, pois não parava de treinar. AdGons agora tinha o cabelo arrepiado e inclinado para o lado direito. Havia crescido um pouco. Julia tinha o cabelo um pouco pequeno, batia um pouco abaixo dos ombros. Tinha apenas uns três centímetros a menos que AdGons, ou melhor, Ad, é assim que era mais chamado. Gohu ainda tinha os longos e lisos cabelos brancos que iam até sua perna e sempre andava com arco e flecha e espada, obviamente sua mãe nunca voltara para buscá-lo. Digamos que ele tenha se acostumado. Os outros guerreiros não haviam mudado muito, e Yan, o menino de pele vermelha, continuava incrivelmente baixo.
- Quando crescermos seremos de uma tropa! – Exclamou Yan.
- Será mesmo? – Desconfiou Ad – Sabe, conheço muitos adultos que tinham esse sonho quando criança...
- Eu não sei vocês, mas serei um líder de tropas como meu pai! – Se gabou o menino de pele extremamente branca.
- Blá, blá, blá! – Brincou o menino de cabelo negro – Vamos ser de tropas e ponto final!
- Dark, seu temperamental... – Julia olhava para baixo desapontada. – O nome de nossa tropa será o mesmo nome que eu... Quer dizer, nós batizamos para nossa Base Secreta, o que acham? “A Tropa Opera”!
- Por mim tudo bem – Matt dava um sorriso de quem tentava se esforçar. – E, Heishiro, para de contar tanta vantagem, nem é tão forte assim.
- Eu sou o mais forte!
- Não, eu!
E começava aquela antiga sobre o mais forte e o mais fraco. O que era engraçado para Matt e estressante para Julia.
Matt dava gargalhadas apontando o dedo para Heishiro, Yan, Dark e Ad que discutiam força, Julia ficava vermelha de raiva e Gohu não se envolvia.
MÚSICA de Encerramento: Secret Base.
NEXT: AS LEMBRANÇAS SE EXPLODEM
Lhamas são lindas![/ALIGN][/COLOR]
E visite o meu blog!
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Bem legal... Você fez muito bem Matt! Mas é melhor ler mais mangás e assistir mais animes, para fazer com que o roteiro se diferencie o máximo possível do roteiro de Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai. Até o encerramento é o mesmo.
Aquele momento estranho em que você sabe que tem alguém lendo sua assinatura. *___*
Ficou muito bom,quantos comentários faltam para você postar o capitulo 2?
"Dizem que 0% gostaram dessa assinatura, se não gostou também, use isso na sua assinatura XP."
Originally posted by AdGons:
"AdGons agora tinha o cabelo arrepiado e inclinado para o lado direito"uouh... gostei
^^
Só agora que pensei mas é tipo o Kakashi, só que de cabelo castanho-escuro
Originally posted by gohu:
Que doideira, muito legal...
Valeu, gostou da sua primeira aparição?
Lhamas são lindas![/ALIGN][/COLOR]
E visite o meu blog!
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Matt,agora já tem bastante pessoas e todas querem ler o proximo capítulo! Não faça a gente esperar! XD
Originally posted by MattNG:
Caio, não quer participar da história?
Melhor não, tenho uma mania de querer sempre que o meu nome não apareça muitas vezes na tela, quando foi outra pessoa que digitou, talvez seja paranóia.
Aquele momento estranho em que você sabe que tem alguém lendo sua assinatura. *___*