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Dário José Martins Coutinho

Programador, Blogueiro e Gamer de celular

Review Notebook Amazon L92 + boa explicação sobre marcas de notes

Importe filtros do Photoshop para o GIMP, com o User Filter

O GIMP possui dezenas de filtros, que aplicam efeitos diversos em imagens com poucos cliques e ajustes. Isso é bom, mas deixa o GIMP bem atrás, uma vez que o Photoshop não tem dezenas, mas sim centenas e talvez milhares de filtros. A saída pode ser usar os filtros do Photoshop no GIMP, coisa possível de se fazer com o User Filter.
http://sourceforge.net/projects/gimpuserfilter/

Depois de instalado, o User Filter pode ser acessado no GIMP pelo menu "Filter > Generic > User Filter". Ele permite usar filtros "do usuário", é possível criar filtros - ou usar os prontos, como os do Photoshop.

Em vários sites há diversos filtros para Photoshop que podem ser usados, um bom site é o http://www.photoshop-filters.com/.

Os filtros têm um licenciamento próprio e direto, dependendo do seu criador. A maioria é considerada freeware, mas há também filtros demos ou sharewares.

Para importar os filtros, basta clicar no botão "Open" do editor de filtros, e localizar os arquivos; certifique-se de exibir todas as extensões, porque por padrão ele exibiria apenas os .GUF (arquivos nativos do GIMP).

Você pode salvar o filtro importado com a extensão .GUF, facilitando o reconhecimento pelo GIMP nas próximas vezes que for usá-lo.

Os filtros poupam um bom tempo ao aplicar transformações e efeitos freqüentemente utilizados nas imagens, além de facilitar as tarefas para quem não sabe usar os recursos do processador gráfico "na raça".

Leia mais sobre o User Filter nesta dica de Bruce Byfield no Linux.com:

http://www.linux.com/feature/147173

Página do User Filter:

http://sourceforge.net/projects/gimpuserfilter/

fonte: www.guiadohardware.net

Trabalhando com Imagens no MS access 2003/2007

,

Se você precisar exibir um amplo número de arquivos de imagem que mudam à medida que você se move pelos registros de banco de dados, armazene os caminhos e os nomes de arquivo de seus arquivos de imagem em um campo de texto e use o código do VBA para ler as informações de caminho e definir a propriedade Imagem do controle de imagem do Access. Embora este método envolva programação, ele salva uma grande quantidade de espaço no banco de dados. Além disso, oferece suporte a um maior número de tipos de arquivo do que o campo Objeto OLE.

Esta seção explica como adicionar um campo de texto a uma tabela e armazenar dados de nome de arquivo e caminho nesse campo. Esta seção também se vincula a código de exemplo e informações necessárias para implementar este método.

1. Na barra Objetos, clique em Tabela, selecione a tabela à qual você deseja adicionar o campo e clique em Design Imagem de botão.
2. Na primeira linha em branco do modo Design, em Nome do Campo, digite Imagem.
3. Clique no campo seguinte (o campo da coluna Tipo de Dados), clique na seta que é exibida e, em seguida, clique em Texto na lista.
4. Salve a tabela.
5. Siga as instruções deste artigo da Microsoft Knowledge Base:

How to display images from a folder in a form, a report, or a data access page



Cuidado Os usuários do banco de dados podem exibir os caminhos para seus arquivos de imagem. A não ser que você confie em todos os usuários possíveis, remova dos caminhos de arquivo todas as informações pessoais, como o seu nome ou o nome do seu computador. Lembre-se também de que você pode usar caminhos relativos para referência às imagens.

Por exemplo, se você colocar o banco de dados em uma rede, como \\NomeDoServidor\NomeDoCompartilhamento\, e armazenar as imagens em uma pasta nesse compartilhamento, como \\NomeDoServidor\NomeDoCompartilhamento\Imagens, não precisará especificar todo o caminho.

Portanto, em vez de usar \\NomeDoServidor\NomeDoCompartilhamento\Imagens\NomeDoArquivoDeImagem.gif, você pode usar apenas a parte do caminho que é diferente, relativa ao local do arquivo do Access atual, desta maneira: Imagens\NomeDoArquivoDeImagem.gif.

em construção ... :coffee:

fonte: microsoft

Vírus chato da semana parte 2

Um vírus muito chato, que depois do pc infectado é quase impossível removê-lo somente com um antivírus, testei até mesmo o Kaspersky, sem sucesso.



Detectando o Intruso



Tá vendo a "digníssima" opção ae? pois é, o lugar dela é lá em baixo e ela não é para ficar em inglês, esse é o indício de que o dispositivo usb está infectado (pode ser um pendrive, câmera, celular, etc..)
Já no pc infectado, este insiste em copiar o arquivo winhet.exe para o dispositivo usb.


Retirando o "bonitinho"

Dica do site: linha defensiva

Faça o download do SDFix:
http://downloads.andymanchesta.com/RemovalTools/SDFix.exe

Salve-o em sua área de trabalho. Dê um duplo clique no SDFix.exe e a ferramenta será instalada em %SystemDrive%\SDFix (geralmente C:\SDFix)

Reinicie o PC e aperte F8 intermitentemente. No menu escolha: modo seguro.

1. Entre na pasta SDFix que foi instalada no seu computador e dê um duplo clique no arquivo RunThis.bat
2. Tecle Y para que a ferramenta inicie o processo de remoção
3. Quando tudo terminar, você verá um aviso dizendo para apertar qualquer tecla para continuar. Ao pressionar qualquer tecla, o computador será reiniciado automaticamente
4. Após reiniciar, a ferramenta ainda será executada novamente e irá terminar o seu trabalho e a palavra Finished irá aparecer. Pressione qualquer tecla.
5. Uma janela com o relatório do SDFix irá aparecer.


Para ser mais Feliz

Faça uma limpeza nos temporários e corrija erros no Registro com o CCleaner.

Para finalizar, vá no Painel de Controle > Sistema > Restauração do Sistema > marque Desativar a restauração do sistema > Aplicar > OK.
Depois desmarque novamente.

Visite o Windows Update e atualize o seu sistema, baixando o Service Pack 3
Ou, se preferir, baixe e instale o pacote completo (+- 300 Mb):
http://www.microsoft.com/downloads/details...splayLang=pt-br

Dual-SIM: Usando dois chips no mesmo aparelho

Seja qual for a operadora de celular que você utiliza, uma coisa é fato: você quase sempre paga mais caro ao ligar para números de outras operadoras, com poucas opções de promoções.

Isso acontece por um motivo muito simples: ligações para números da mesma operadora são realizados através da própria rede, de forma que o custo, para a operadora, é bastante baixo. Entretanto, quando são feitas ligações para outras operadoras, são cobradas taxas de interconexão, pagas para a operadora que recebe a chamada. É por isso que são feitas promoções em ligações para números da mesma operadora, com tarifas extremamente reduzidas, ou em alguns casos até mesmo de graça, mas raramente são feitas promoções para ligações feitas para outras operadoras.

Para muitos, a solução para pagar menos é simplesmente ter chips de duas operadoras, usando um ou outro conforme o número para o qual for discar. Alguns simplesmente carregam dois celulares separados, enquanto outros carregam apenas o segundo chip e trocam entre os dois na hora de ligar; uma solução bastante inconveniente.

Tendo isso em mente, não é de se estranhar que os celulares com suporte a dois chips e os adaptadores para ligar dois chips no mesmo celular (os dual SIM chips) sejam alvo de grande curiosidade. Vamos então a uma explicação de como eles funcionam.

Os adaptadores dual-SIM se baseiam em um recurso dos chips SIM que permite carregar funções adicionais. Esta função é usada pelas operadoras para incluírem menus com serviços e funções adicionais. Você tem então um "menu Claro" ou "menu Vivo" que é exibido independentemente do aparelho usado:

fig1

Isso funciona por que o menu não é armazenado na memória ou no firmware do aparelho, mas sim em uma área reservada no próprio chip, que é lida pelo aparelho quando ele é ligado. Esta área de memória pode inclusive ser atualizada, daí algumas operadoras ficarem enviando periódicamente mensagens perguntando se você deseja atualizar o menu de serviços.

No caso dos dual-SIM chips, este mesmo recurso é usado para incluir um menu de configuração, onde você pode trocar entre os dois chips instalados, sem precisar desligar o aparelho:

fig2

O software referente ao menu é armazenado em um pequeno chip, incluído no próprio adaptador, que se encarrega também de todas as demais funções executadas por ele. A troca entre os dois chips não é completamente indolor, já que você precisa acessar o menu, fazer a troca e aguardar de 15 a 30 segundos até que o aparelho faça a troca e consiga se autenticar na outra rede, mas é bem mais prático do que abrir o celular, tirar a bateria e trocar um chip pelo outro.

Existem diversos modelos de dual SIM chips, que se dividem em duas categorias. A primeira é a dos adaptadores que permitem alojar dois chips diretamente, em um conjunto que tem o mesmo tamanho de um único chip (apenas um pouco mais espesso):
fig3
fig4

Estes adaptadores são os melhores em termos de compatibilidade, já que simplesmente são instalados diretamente no soquete para o chip. O grande problema é que para instalar dois chips no espaço de um, é necessário recortar os chips, eliminando a parte plástica e ficando apenas com o chip propriamente dito, o que, obviamente, pode danificar o chip se não for feito com cuidado. Existem até alicates específicos para recortar os chips (chamados de SIM cutters):

fig55


Ao comprar um adaptador dessa linha, você recebe um kit como este, contendo o adaptador, moldes para recortar o chip e suportes (chamados de ghost cards) que podem ser usados para restaurar o formato original dos chips recortados caso desista de usar o adaptador:

fig5


A segunda categoria é composta por adaptadores flexíveis, onde os dois chips são instalados em um cabo flat contendo o chip:

fig6

Estes adaptadores são de longe os mais populares, já que poupam o trabalho e o risco de ficar recortando os chips. Um dos lados do adaptador é encaixada no soquete para o chip e o outro lado é dobrado sobre ele, ficando (de acordo com o aparelho) acomodada sob ou sobre a bateria:

fig7


O principal problema é que estes adaptadores demandam que exista algum espaço disponível entre a bateria e a tampa. Em celulares onde a bateria fica muito justa, você tem dificuldades para fechar a tampa depois de instalar o adaptador.

Em qualquer um dos dois casos, apenas um dos chips fica ativo de cada vez, de forma que enquanto um está ativo, você não tem como receber ligações do outro. Uma solução para isso é ativar o encaminhamento de chamadas, de forma que chamadas recebidas em um número sejam encaminhadas para o outro enquanto ele está desligado, mas isso resulta em tarifas adicionais, o que contraria a questão da economia, que é o que leva a maioria das pessoas a usarem dois chips em primeiro lugar.

Chips recentes oferecem a opção de chavear automaticamente entre as duas linhas, fazendo com que o celular fique alguns segundos em cada linha enquanto está em stand-by, de forma a receber chamadas em ambas. Quando disponível, o recurso pode ser ativado através do menu. O grande problema é que usá-lo faz com que a autonomia da bateria seja drasticamente reduzida, já que o celular precisa ficar o tempo todo ativo, alternando entre as redes.

A segunda opção seria usar um aparelho com suporte nativo a dois chips. Um exemplo é o Samsung D780, que permite manter os dois chips ativos simultaneamente, recebendo ligações em qualquer um deles e escolhendo qual linha usar na hora de fazer ligações:

fig8


Modelos como este não são bem vistos pelas operadoras, o que faz com que sejam raros e raramente cheguem ao Brasil, onde mais de 80% dos celulares são vendidos através das próprias operadoras.

Uma exceção à regra são os celulares "talibans" da Foston, um fabricante chinês sem vínculo com as operadoras que se especializou em fabricar celulares e smartphones de baixo custo, como o Foston 968b, que tem câmera de 2.0 MP (na verdade uma câmera de 320x240 que interpola a imagem), TV, Bluetooth, suporte a MP3, viva-voz, rádio, agenda, etc., etc., por menos de 500 reais:

fig9


Eles são baratos e incorporam um grande volume de funções, mas a qualidade é sofrível. Vendo fotos, eles não parecem tão ruins, mas você vai entender do que estou falando se tiver a oportunidade de usar um deles por mais do que alguns dias.

Voltando aos adaptadores, existe uma grande oferta deles em sites de leilão e em algumas lojas de acessórios. Não aceite pagar mais do que 20 ou 25 reais ao comprar no Brasil, ou mais do que 5 ou 7 dólares (incluindo o envio) ao comprar no eBay ou em lojas do exterior. Você pode também ir direto à fonte, comprando em lojas do exterior como a freeyourmobile.com e a duosim.com. Eles podem ser também comprados no atacado (a partir de 100 unidades) a preços extremamente baixos em lojas como a globalsourcesdirect.com e a dhgate.com (pesquise por "dual sim adapter").

fonte: guiadohardware.net

Doze dicas para controlar o PC remotamente

SÃO PAULO - Tudo o que você precisava naquele momento era de uma forma de teletransporte. Seis da tarde, congestionamento total, o chefe esperando pela apresentação que ficou em casa.

Ok, não será possível desintegrar você até lá, mas seu PC pode fazer o caminho inverso sem apelar para a ficção científica. Com uma boa ferramenta de acesso remoto, dá para ter à mão todos os arquivos e programas quando você está no escritório, espera o dentista ou amarga aquele atraso no aeroporto. Tanto faz se é para trabalhar ou se divertir vendo um vídeo ou curtindo as músicas do HD. Entre as boas opções de programas de acesso remoto estão o Ultr@VNC (www.info.abril.com.br/download/3531.shtml) e o logMeIn Pro (www.info.abril.com.br/download/5099.shtml). Confira, a seguir, 12 dicas para ter controle total sobre um PC remoto.

1. Desvio no roteador

Para quem tem um roteador em casa, o acesso remoto a serviços em um PC pode exigir um redirecionamento. Por exemplo, para usar o Ultr@VNC será preciso redirecionar o IP externo da rede (que fica com o roteador) para o micro rodando o programa de acesso remoto Ultr@VNC, nas portas TCP/IP configuradas no programa — normalmente as de número 5800 e 5900. Para fazer isso, é necessário mexer na configuração do roteador. Dependendo do fabricante, o ajuste fica em um local diferente, além de ter nome distinto. Nos modelos da D-Link, o ajuste é normalmente chamado de Virtual Server. Já nos da Linksys, é denominado Port Range Forward. Em todos os casos, você terá de definir a porta TCP/IP a ser roteada e o endereço IP interno (ou seja, da rede local) da máquina que roda o Ultr@VNC.

2. Endereço fixo

Outro truque importante para facilitar o acesso remoto é configurar um DNS dinâmico. Normalmente, isso é feito no roteador. Praticamente todos os modelos recentes desse tipo de hardware contam com suporte a alguns provedores de DNS dinâmico. Esse serviço fornece um endereço fixo (por exemplo, infolab.no-ip.info), que aponta para um IP de uma conexão que tenha IP dinâmico. Assim, fica possível acessar a máquina não pelo endereço IP, mas pelo nome fornecido pelo DNS dinâmico. Entre os melhores serviços desse tipo estão o DynDNS (www.dyndns.com) e o No-IP (www.no-ip.com). Normalmente, a configuração do DNS dinâmico nos roteadores fica entre os ajustes básicos, como na seção Setup > DDNS dos roteadores Linksys, ou Tools > DDNS, em muitos roteadores D-Link.

3. P2P a distância

Os bons programas de compartilhamento de arquivos contam com recursos para ficar de olho nos downloads a distância. No eMule (www.info.abril.com.br/download/3111.shtml), clique no botão Preferências e acesse a seção Servidor Web. Marque ativar e anote o número da porta TCP/IP, que terá de ser redirecionada para a máquina pelo roteador da rede (se houver um). Já no uTorrent (www.info.abril.com.br/download/4661.shtml), o cliente oficial do protocolo BitTorrent, baixe o pacote web em www.info.abril.com.br/download/5135.shtml. Descompacte o arquivo, clique no arquivo webui.zip e tecle Ctrl+C. Abra o menu Iniciar, escolha Executar, digite %AppData%uTorrent e clique em OK. Agora, cole (com Ctrl+V) o arquivo na pasta que foi aberta. No uTorrent, acesse Options > Preferences > Advanced > WebUI. Marque a opção Enable Web Access e pronto.

4. Controle remoto embutido

O Windows conta com um recurso de acesso remoto embutido, chamado Remote Desktop. É bem simples usá-lo. Clique com o botão direito do mouse no atalho Meu Computador (você pode acessá-lo no menu Iniciar) e escolha Propriedades. Acesse a aba Remoto e marque o item Permitir que Usuários se Conectem Remotamente a Este Computador. Se quiser restringir os usuários da máquina que terão acesso remoto, clique no botão Selecionar Usuários Remotos e, na janela que aparece, pressione Adicionar, escolhendo em seguida o usuário que poderá acessar o PC a distância. É importante lembrar que os usuários com acesso remoto devem ser configurados para utilizar senha para o login do Windows. O cliente do Remote Desktop fica no menu Acessórios. Será preciso saber o IP da máquina remota. No caso de uso de roteadores, ainda será necessário redirecionar a porta TCP/IP 3389, usada pelo protocolo do Remote Desktop.

5. Documentos online e offline

Para quem trabalha em vários lugares, uma boa opção é manter os documentos online, de forma completa e atualizada. Para isso, há algumas opções. O plug-in GDocs (www.info.abril.com.br/download/5137.shtml) para o OpenOffice faz a sincronia automática para esse pacote de escritório com o serviço Google Docs. Depois de instalar o plug-in, clicando nele duas vezes, pressione o botão Import from Google Docs e preencha suas informações de login e senha no serviço. Para enviar um documento de volta para o Google Docs, clique no botão Export to Google Docs. Já para o Microsoft Office, existem os plug-ins do Zoho Office (www.zoho.com), que funcionam de forma semelhante ao do OpenOffice só que, claro, com os serviços do Zoho.

6. Foto do desktop

Para professores, pais e administradores de rede, pode ser interessante visualizar o que se passa no desktop dos alunos, filhos e PCs da rede, evitando o uso indevido do computador. Há diversas opções de software para essa tarefa, mas uma das melhores é o Hidden Camera (www.info.abril.com.br/download/5136.shtml). Esse software permite monitorar tanto o desktop de um usuário quanto sua webcam. É possível visualizar imagens de até 256 máquinas, simultaneamente, com a tela do Hidden Camera ficando dividida para mostrar todos os desktops ao mesmo tempo. Também é possível capturar imagens dos desktops remotos ou ainda mandar mensagens para um dos usuários. O programa tem uma instalação simples e única, com uma opção no começo do processo, indicando se o PC a ser configurado é do supervisor ou de um usuário da rede.

7. Desligue o PC

Você deixou um programa em processamento e a tarefa foi concluída. Que tal desligar o micro a distância? O freeware Poweroff (www.info.abril.com.br/download/5134.shtml) faz esse trabalho. É preciso instalá-lo como serviço na máquina que será alvo do controle remoto. Depois, no micro remoto, rode o Poweroff e escolha o IP do PC que recebeu a instalação como serviço. Além de desligar o computador, é possível reiniciá-lo, rodar um comando específico, desligar o monitor, entre outras ações. A porta TCP/IP de acesso é definida pelo usuário, e, como é padrão na maioria dos programas de acesso remoto, precisa ser redirecionada no caso da máquina a ser controlada estar numa rede.

8. E-mail no esquema

Se nenhum programa de acesso remoto normal funciona em sua conexão à internet, uma última solução pode ser usar uma conta de e-mail como intermediária do acesso remoto. É o que propõe o programinha GetByEmail (www.info.abril.com.br/download/5138.shtml). Esse software lembra um cliente para servidores FTP. A diferença é que a navegação pelas pastas do micro remoto é feita pelo envio e recebimento de e-mails. Apesar de uma certa lentidão, o programa quebra um galho para quem tem conexões completamente incompatíveis com acesso remoto. Um lembrete: é sábio criar uma conta de e-mail especificamente para uso com o GetByMail, evitando a utilização de endereços pessoais ou de trabalho.

9. Corte e cole na web

Existem bons programas para manter um registro dos textos copiados para a área de transferência do Windows. Mas e para acessar essas informações de qualquer lugar? Nesse caso, é necessário recorrer a um serviço com um nome sugestivo, o ControlC (http://controlc.com). Apesar de, até o fechamento da edição, o serviço estar em fase beta, era possível se inscrever usando o código beta4040 na hora do registro. O programinha instalado no computador para fazer o upload do que for copiado é bem leve e dispensa configurações (exceto pelo login e senha no serviço). O acesso aos itens copiados é feito somente pela web, não existindo sincronia de dados.

10. Pastas em sincronia

Um utilitário adquirido pela Microsoft é uma arma poderosa para sincronizar arquivos com o micro de casa. Trata-se do FolderShare (www.info.abril.com.br/download/4404.shtml). Basta instalá-lo em todas as máquinas que serão usadas e definir uma pasta a ser sincronizada. Os PCs deverão usar o mesmo login e senha para que a sincronia seja efetuada. Também é possível acessar arquivos da máquina remota, indo ao site oficial do produto e usando o login cadastrado. O FolderShare faz a configuração de portas TCP/IP automaticamente, pelo protocolo UPnP (Sigla de Universal Plug and Play, conjunto de protocolos de rede).

11. FTP doméstico

Uma das formas mais tradicionais de ter acesso remoto aos arquivos de um computador é usar um servidor FTP. Além de antigos e bem estabelecidos, esses servidores também dispensam aplicativos para o PC cliente, já que, em último caso, o Windows conta com um software de acesso a FTP embutido (que roda teclando-se ftp, na linha de comando). Para montar um servidor de FTP, é preciso ter um software dedicado a esse fim, como o Filezilla Server (www.info.abril.com.br/download/5139.shtml). Além disso, depois de configurar o Filezilla Server, é necessário redirecionar a porta TCP/IP de número 21 para a máquina com o servidor de FTP, caso a máquina esteja em uma rede.

12. Winamp sob controle

Apesar de não contar com a fama de outrora, o Winamp ainda é um dos melhores tocadores de MP3 e traz diversos plug-ins interessantes. Dois deles são relacionados ao acesso remoto ao programa. O BrowseAmp (www.info.abril.com.br/download/3589.shtml) permite controlar a distância as músicas tocadas em um computador. É útil, por exemplo, para fazer a programação sonora em ambientes ou eventos. Já o Winamp Remote, que pode ser baixado durante a instalação do Winamp, faz o streaming remoto de músicas e vídeos na biblioteca do programa. Após a instalação do Winamp Remote, será preciso criar um login e uma senha, para acessar as músicas e vídeos no site www.winamp.com/remote.

fonte: infoexame

Doze dicas para controlar o PC remotamente

Doze dicas para controlar o PC remotamente

Segunda-feira, 14 de julho de 2008 - 18h52