dejalo que va lejos's blog

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e-mail post (XV) - Tenham cuidado!!!

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Bússola - uma pequena ajuda

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A Bússola é um grupo, sediado em Coimbra, que em colaboração com a Companhia de Jesus desenvolve projectos de curta duração, durante os meses de Verão, em S. Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau, desde há 5 anos. O objectivo essencial é apoiar humana e materialmente organizações que actuam nesses países. Este ano, 23 voluntários, em formação desde Novembro, preparam-se para dar continuidade aos projectos. (mais informaçoes sobre a bussola em http://www.projectobussola.com/ )

A TMN lançou um concurso que premeia as grupos/associações que desenvolvem projectos de acção social e voluntariado. Para colaborarem com a Bússola, basta acederem ao site: Causas Superiores TMN e subscreverem a nossa causa.


Agradeço que reencaminhem esta mensagem aos vossos amigos. A causa é nobre.

Uma história para pensar...

Só para ilustrar o dito vejam a história que Sir Ernest Rutherford, presidente da Sociedade Real Britânica e Prêmio Nobel de Química em 1908, contava:

Faz algum tempo, recebi um telefonema de um amigo que estava a ponto de dar um zero a um estudante pela resposta que tinha dado num problema de física, porque este afirmava com rotundidade que sua resposta era absolutamente acertada. Professores e estudantes lembraram pedir a opinião de alguém imparcial e fui eleito.

Li a pergunta do exame que dizia: "Demonstre como é possível determinar a altura de um edifício com a ajuda de um barômetro".

O estudante tinha respondido:
- "Leve o barômetro ao terraço do edifício e amarra-lhe uma corda muito longa. Solte-o até a base do edifício, marque e meça. O tamanho da corda será o do edifício".

Realmente, o estudante tinha proposto um sério problema com a resolução do exercício, porque tinha respondido à pergunta correcta e completamente.

Por outro lado, se se lhe concedia a máxima pontuação, poderia alterar a média de seu ano de estudos, obter uma nota mas alta e assim certificar seu alto nível em física; mas a resposta não confirmava que o estudante tivesse esse nível.

Sugeri que se desse ao aluno outra oportunidade. Concedi-lhe seis minutos para que me respondesse a mesma pergunta mas esta vez com a advertência de que na resposta devia demonstrar seus conhecimentos de física.

Tinham passado cinco minutos e o estudante não tinha escrito nada. Perguntei-lhe se desejava espairecer, mas me contestou dizendo que teria muitas respostas ao problema. Sua dificuldade era escolher a melhor de todas. Desculpei-me por interromper-lhe e pedi que continuasse.

No minuto que restava escreveu a seguinte resposta:

- "Pegue o barômetro e lança-o ao solo do o terraço do edifício, calcule o tempo da queda com um cronômetro. Depois aplique a formula da altura = (0,5*h*T²). Assim obtemos a altura do edifício."

Neste ponto perguntei a meu amigo se o estudante podia retirar-se. Deu-lhe a nota mas alta.

Logo depois, reencontrei-me com o estudante e pedi que me contasse suas outras respostas à pergunta.

- "Bom..."- respondeu -"...há muitas maneiras. Por exemplo, pegue o barômetro num dia ensolarado e meça a altura do barômetro e a longitude de sua sombra. Se medimos a seguir a longitude da sombra do edifício e aplicamos uma simples proporção, obteremos também a altura do edifício."

Perfeito, disse-lhe, e de outra maneira? E ele prontamente:

- "Este é um procedimento muito básico para medir a altura de um prédio, mas também serve. Neste método, pegue o barômetro e fique posicionado nas escadas do edifício no térreo. Então vá subindo as escadas enquanto marca a altura do barômetro e conte o número de marcas até o terraço. Multiplique, ao final, a altura do barômetro pelo numero de marcas e terá a altura. Este é um método muito simples e direto."

E continuando :

- "No entanto, se o que quer é um procedimento mas sofisticado, pode amarrar o barômetro a uma corda e movê-lo como se fosse um pêndulo. Se calculamos que quando o barômetro esta à altura do terraço a gravidade é zero e se temos em conta a medida da aceleração da gravidade ao descer o barômetro em trajetória circular ao passar pela perpendicular do edifício, da diferença destes valores, e aplicando uma singela formula trigonométrica, poderíamos calcular, sem dúvida, a altura do edifício. Mas enfim ... existem muitas outras. Provavelmente, a melhor seja pegar o barômetro e bater na porta do apartamento do zelador e quando ele abrir dizer: Oh Severino, tenho aqui este barômetro muito legal e bonito. Se você me dizer a altura exacta do prédio, dou-lhe de presente."

Neste momento da conversa, perguntei-lhe se não conhecia a resposta convencional do problema (a diferença de pressão marcada pelo barômetro em dois lugares diferentes nos permite saber a diferença de altura entre estes mesmos dois pontos).

- "Evidente que sim, mas durante meus estudos, os professores sempre tentaram me ensinar a pensar.

O estudante se chamava Niëls Bohr, premio Nobel de física em 1922, mas conhecido por ser o primeiro a propor o modelo do átomo como conhecemos hoje em dia, com prótons, neutrons e elétrons nas camadas. Foi fundamentalmente um inovador da teoria quântica.

Á margem do divertido e curioso personagem, o essencial da história é que haviam lhe ENSINADO A PENSAR.

My Playlist (XVII)



Ryuichi Sakamoto Trio 1996 - Merry Christmas Mr. Lawrence

Acção Animal - Anti-Touradas 49s

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Campanha contra as Touradas da Acção Animal durante 2007. Filme de 49 segundos produzido pela BBDO.

e-mail post (XIV) - O ÚNICO DEFEITO DA MULHER

É longo, mas vale a pena ler...

"Se uma memória restou das festinhas e reuniões de familiares da minha infância, foi a divisão sexual entre os convivas: mulheres de um lado, homens do outro.

Não sei se hoje isso ainda acontece. Sou anti-social ao ponto de não frequentar qualquer evento com mais de 4 pessoas, o que não me credencia a emitir juízos.

Mas era assim que a coisa acontecia naqueles tempos. Tive uma infância feliz: sempre fui considerado esquisito, estranho e solitário, o que me permitia ficar quieto a observar a paisagem.

Bem, depressa verifiquei que o apartheid sexual ia muito além das diferenças anatómicas. A fronteira era determinada pelos pontos de vista, atitude e prioridades.

Explico: no lado masculino imperava o embate das comparações e disputas.
"O meu carro é mais potente, a minha televisão é mais moderna, o meu salário é maior, a vista do meu apartamento é melhor, a minha equipe de futebol é mais forte, eu dou 3 por noite" e outras cascatas típicas da macheza latina.

Já no lado oposto, respirava-se outro ar. As opiniões eram quase sempre ligadas ao sentir. Falava-se de sentimentos, frustrações e recalques com uma falta de cerimónia que me deliciava.

Os maridos preferiam classificar aquele ti-ti-ti como mexerico.

Discordo.

Destas reminiscências infantis veio a minha total e irrestrita Paixão pelas mulheres.

Constatem, é fácil.

Enquanto o homem vem ao mundo completamente cru, as mulheres já chegam com quase metade da lição estudada.

Qualquer menina de 2 ou 3 anos já tem preocupações de ordem prática. Ela brinca às casinhas e aprende a pôr um pouco de ordem nas coisas. Ela pede uma bonequinha a quem chama filha e da qual cuida, instintivamente, como qualquer mãe veterana. Ela fala em namoro mesmo sem ter uma ideia muito clara do que vem a ser isso.
Noutras palavras, ela já nasce a saber. E o que não sabe, intui.

Já com os homens a historia é outra.

Você já viu um menino dessa idade a brincar aos directores?

Já ouviu falar de algum garoto fingindo ir ao banco pagar as contas?

Já presenciou um bando de meninos fingindo estar preocupados com a entrega da declaração do IRS?
Não, nunca viram e nem hão-de ver.

Porque o homem nasce, vive e morre uma existência infanto juvenil.

O que varia ao longo da vida é o preço dos brinquedos.

Aí reside a maior diferença.

O que para as meninas é treino para a vida, para os meninos é fantasia e competição.

Então a fuga acompanha-os o resto da vida, e não percebem quanto tempo eles perdem com seus medos.

Falo sem o menor pudor.

Sou assim.

Todos os homens são assim.

Em relação ao relacionamento homem/mulher, sempre me considerei um privilegiado.

Sempre consegui ver a beleza física feminina mesmo onde, segundo os critérios estéticos vigentes, ela inexistia.

Porque todas as mulheres são lindas.

Se não no todo, pelo menos em algum detalhe.

É só saber olhar.

Todas têm a sua graça.

E embora contaminado pela irreversível herança genética que me faz idolatrar os ícones da futilidade, sempre me apaixonei perdidamente por todas as incautas que se aproximaram de mim.

Incautas não por serem ingénuas, mas por acreditarem.

Porque todas as mulheres acreditam firmemente na possibilidade do homem ideal.

E esse é o seu único defeito."

Texto de Sérgio Gonçalves, redactor da Loducca, publicado no jornal da agência.

Uma única folha...

Concurso no Hirshorn Modern Art Gallery

A regra era simples, cada artista apenas podia usar uma única folha de papel...


Condomínio da Terra / Vamos guardar rolhas de cortiça...

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Um trabalho bem interessante!

"Condomínio da Terra", ora aqui está um projecto a acompanhar.



Reciclar é uma forma fácil e inteligente de diminuirmos o lixo e pouparmos
energia!


Vamos lá a guardar a rolhas de cortiça e entregar nos supermercados a
partir do dia 5 de Junho!


E já agora ajudem a divulgar!


Condomínio da Terra

Há quem diga...



" Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.
No fundo, isso não tem importância.
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado."
*William Shakespeare*

Concerto... A Naifa & Uma inocente inclinação para o mal

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Dia 4 de Abril de 2008, tive o prazer de assistir ao concerto do grupo português A Naifa, no Museu dos Transportes de Coimbra... Pela primeira vez, ouvi este grupo ao vivo e fiquei rendida pela voz límpida e profunda da Mitó, uma abordagem diferente de redescobrir o fado na guitarra portuguesa de Luís Varatojo, o baixo de João Aguardela e a forma minimalista que Paulo Martins domina a bateria e a electrónica do grupo. Uma sonoridade contemporânea, uma lufada de ar fresco...

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