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Diogo Leal

Um eterno aprendiz de palhaço...

Taxista chato

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Um dia desses peguei um taxi da Tijuca para a Ilha do Governador, era uma sexta-feira, por volta das 18:30h e estava super cansado, a semana foi bem cansativa. E tudo que queria era ficar em casa ouvindo música e jogar video-game como todo ser mortal.



Assim que entrei no carro e falei o local de destino, me reparo com um DVD player em frente ao banco do carona, passando um dvd de uma banda de pagode. Até aí sem problemas, é que eu estava sentado no banco de trás do carro, apenas querendo aproveitar cada minuto depois da semana cansativa.

Uns 5 minutos já dentro do carro, o taxista pergunta se eu quero ir pela linha vermelha ou Av. Brasil. respondo que prefiro a primeira opção devido a pista ter menos buracos e na minha opinião por ser mais perto. E assim ficamos uns 5 minutos "em silêcio" e ele começa a espirrar e o nariz escorrer, digo que umas vitaminas C irão faze-lo bem. E começamos um assunto sobre alergia. conversa vai e conversa vem.

Depois que passamos por um local onde irá ocorrer um show de uma banda de pa-gode, ele faz o comentário:

- Hoje vai rolar um pagodão, pena que não deixei a roupa da farra no carro, senão era só colocar e dizer que vou rodar até mais tarde pra mulher.
- Pois é cara, tu deu mole. Nestas horas eu sempre concordo.
- E o senhor é casado?
- Sim.
- Quanto tempo?
- 2 anos.
- Tem filhos?
- Não tenho.
_ Mas pensa em ter filhos, né?
- Acho que não.

Fica um silêncio de 2 minutos no carro e outro diálogo ocorre:

- Minha mulher esta grávida de 6 meses.
- Que legal cara! fico super feliz com isso. e será menino ou menina?
- Será menina.
- Bacana mesmo!

Mais alguns minutos de silêncio.

- O senhor já pensou se o meu pai ou o do senhor, pensa em não ter filhos?
Apenas balanço a cabeça de forma negativa.
- Se eles pensassem assim nem eu e o senhor estariamos aqui. Já pensou nisso?
- Acho que a minha resposta ficou meio vaga. Eu disse não penso em ter filhos hoje. Mas um dia sim. Talvez uns 8 anos.
- Olha, eu não tenho nada contra quem quer ter filho com 40 anos, mas fica estranho um adolecente de 15 anos ter um pai com 65 anos. Imagina o pai pegando o filho na escola, os amigos perguntando se é o avô dele. Ele irá passar vergonha.

- Acho que cada um trata isso de forma diferente.

E houve novamente um silêncio no carro. Até que:
- O senhor é casado a quanto tempo?
- Há quase dois anos.
- E esta feliz?
- Sim.
- Eu não falo para o senhor fazer isso. Mas, o bom é pular a cerca, ter sempre uma comidinha fora.
- Mas a sua esposa também pode "pular a cerca"?

Outro silêncio e a conversa vai para assuntos menos tenso quantos o de cima.

Neste dia estavam duas pessoas em um carro com opiniões diferentes.

Viagem para São Paulo

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Tinhamos programado esta viagem para São Paulo, no inicio das minhas férias, mas com a castração do Idéiafix e Milu, resolvemos adiar a viagem para o dia 19/08.

O motivo desta ida para São Paulo era rever amigos queridos, conhecer novos locais e fazermos novas tatuagens com um amigo da Lia.

Acredito que o mais legal da viagem tenha sido rever amigos como o Gar0t0 e a Aimée(que nos hospedaram em sua casa), Miya, PiterPunk e Marina, e a galera do SJ(apesar do frio intenso não ter colaborado com a ida de muitos :frown: ).

Foi bacana também rever/conhecer alguns amigos paulistanos da Lia como a Phi, Michele, Raquel e Gonta.

O Gonta foi quem fez as minhas novas tattos.

A escolha destas tattos foi praticamente em cima da hora, principalmente a do braço direito, no qual coloquei a frase: "Nem toda loucura é genial, como nem toda lucidez é velha" do Chico Buarque. Esta frase foi escolhida no dia anterior, quando estavamos no Bar da Devassa em São Paulo e em uma das TVs passou o Chico Buarque falando esta frase. A dedicação desta tattoo é para a minha esposa Lia.

Fiz também um Glider no punho esquerdo.

O mais chato da viagem é que quase não usei a camera de fotografias, mas alguns momentos foram registrados.

Link para as fotos no frickr aqui.


Mini Férias 2009

Reproduzo o e-mail que o meu gerente enviou para todos os gestores da empresa em que trabalho.

Prezados Gestores,
comunico-lhes que a partir de amanhã o Diogo Leal (Supervisor de TI) se ausentará da empresa durante 15 dias.
Nesse período, o Leandro TUX ocupa a posição de Supervisor de TI. Quaisquer pedidos devem ser encaminhados normalmente pelo GLPI.



E assim começa a época de "descanso".

Tattoo

As vezes as imagens valem mais que qualquer texto.

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Nada é como era antes - O Jornaleiro

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Acredito que um dos únicos hábitos que ainda mantenho é o de colecionar revistas em quadrinhos. Acho que se não fosse por alguns eventos como casa alagada em uma enchente, o extravio de uma caixa de televisão de 24` cheia de revistas em uma das várias mudanças, eu teria uns 10.000 gibis. Hoje este número esta perto dos 2.000.

Mas não é sobre isso que quero falar neste post e sim sobre bancas de jornais e revistas.

Um dia desses voltando pra casa do trabalho, paro em uma banca de jornal próxima de casa, entro pela primeira nela e pego uma edição de Mágico Vento e outra de Tex. Faço o pagamento das revistas e agradeço e o jornaleiro nada respondeu. E isso me deixa pensativo na época em que o meu pai foi jornaleiro por mais de 15 anos.

Na época em que eu não tinha muito o que fazer da vida, ficava na banca dele lendo as revistas de noticias semanais como a época, informática, ou as edições da National Geographic. Os Gibis eu pegava pra ler e nunca devolvia (como alguém que não tinha emprego ia bancar a coleção?)

E algo que ele sempre me ensinava era: Seja o mais educado possível com as pessoas, principalmente com os clientes. Todas as bancas de jornais são iguais, o que diferencia é a forma de atendimento.

E isso eu nunca esqueci, sempre quando entro em uma banca de jornal, passa um flashback na minha cabeça e quando saio na maioria das bancas, onde os jornaleiros são tão mal educados que fico me perguntando se não deveria ter comprado as revistas pela internet.


Há 5 anos que o meu pai não possui mais uma banca de jornal e tenho a sensação de como ele foi um ótimo jornaleiro. Não só pela educação, mas também por algumas percepções de vendas.

Ele sempre ficava observando as pessoas que passavam em frente a banca dele, e quando esta pessoa comprava uma revista, ele tentava puxar assunto e perguntava se ela comprava a revista com frequencia, se a resposta fosse afirmativa, a pergunta era imediata: - Você quer que eu deixe separada para você? Te faço sem acrécimo algum.

E dai ele conseguia sempre ver quais os assuntos que interessavam ao cliente para separar algumas outras.

Hoje eu não consigo encontrar um jornaleiro como ele foi. Adoraria não ter que me preocupar se minhas revistas foram recolhidas ou não consegui encontrar uma em um bom estado.

O casamento do Ruy

Ontem foi o dia que a minha mãe sentiu um grande alivio; O seu filho mais novo se casou.

Após mais de 6 anos de namoro e noivado, chega uma nova fase para ele: A vida a dois.

Eu gostei bastante da festa, apesar de não curtir cerimônias, mesmo curtas.

Desejo para o meu irmão muita paz e que seja mais feliz do que é ao lado da Danielle.
Seja bem vinda Danielle para a Familia Leal.

As fotos do casamento estão no album de fotos.