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Diogo Leal

Um eterno aprendiz de palhaço...

Tattoo

As vezes as imagens valem mais que qualquer texto.

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Nada é como era antes - O Jornaleiro

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Acredito que um dos únicos hábitos que ainda mantenho é o de colecionar revistas em quadrinhos. Acho que se não fosse por alguns eventos como casa alagada em uma enchente, o extravio de uma caixa de televisão de 24` cheia de revistas em uma das várias mudanças, eu teria uns 10.000 gibis. Hoje este número esta perto dos 2.000.

Mas não é sobre isso que quero falar neste post e sim sobre bancas de jornais e revistas.

Um dia desses voltando pra casa do trabalho, paro em uma banca de jornal próxima de casa, entro pela primeira nela e pego uma edição de Mágico Vento e outra de Tex. Faço o pagamento das revistas e agradeço e o jornaleiro nada respondeu. E isso me deixa pensativo na época em que o meu pai foi jornaleiro por mais de 15 anos.

Na época em que eu não tinha muito o que fazer da vida, ficava na banca dele lendo as revistas de noticias semanais como a época, informática, ou as edições da National Geographic. Os Gibis eu pegava pra ler e nunca devolvia (como alguém que não tinha emprego ia bancar a coleção?)

E algo que ele sempre me ensinava era: Seja o mais educado possível com as pessoas, principalmente com os clientes. Todas as bancas de jornais são iguais, o que diferencia é a forma de atendimento.

E isso eu nunca esqueci, sempre quando entro em uma banca de jornal, passa um flashback na minha cabeça e quando saio na maioria das bancas, onde os jornaleiros são tão mal educados que fico me perguntando se não deveria ter comprado as revistas pela internet.


Há 5 anos que o meu pai não possui mais uma banca de jornal e tenho a sensação de como ele foi um ótimo jornaleiro. Não só pela educação, mas também por algumas percepções de vendas.

Ele sempre ficava observando as pessoas que passavam em frente a banca dele, e quando esta pessoa comprava uma revista, ele tentava puxar assunto e perguntava se ela comprava a revista com frequencia, se a resposta fosse afirmativa, a pergunta era imediata: - Você quer que eu deixe separada para você? Te faço sem acrécimo algum.

E dai ele conseguia sempre ver quais os assuntos que interessavam ao cliente para separar algumas outras.

Hoje eu não consigo encontrar um jornaleiro como ele foi. Adoraria não ter que me preocupar se minhas revistas foram recolhidas ou não consegui encontrar uma em um bom estado.

O casamento do Ruy

Ontem foi o dia que a minha mãe sentiu um grande alivio; O seu filho mais novo se casou.

Após mais de 6 anos de namoro e noivado, chega uma nova fase para ele: A vida a dois.

Eu gostei bastante da festa, apesar de não curtir cerimônias, mesmo curtas.

Desejo para o meu irmão muita paz e que seja mais feliz do que é ao lado da Danielle.
Seja bem vinda Danielle para a Familia Leal.

As fotos do casamento estão no album de fotos.

Satisfação

Quando as pessoas me perguntam qual o verdadeiro motivo por eu trabalhar com informática geralmente eu digo que é por usar computador desde os 7 anos de idade. Talvez esta não seja uma resposta muito satisfatória, pois tem coisas que fazemos desde o nosso nascimento.

As vezes digo que sou como uma prostituta que gosto do que faço, só que o prazer esqueceu do parceiro dinheiro.

Trabalhei todos os dias, cerca de 18 horas diárias, durante 6 semanas em vários projetos para a empresa da qual faço parte e a maior recompensa é um colega de trabalho falar durante o cafezinho no corredor que adorou o resultado final do projeto ao qual você se dedicou tanto.

Esta satisfação não tem preço, para as outras tem o cheque ou somente dinheiro a vista.


Casamento - Ano um

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Após um ano de casamento, algumas observações:

* Engordei 15 Kg;

* Durmo 8 horas por noite;

* Somente alguns chopes no final de semana

* De cargo técnico para gerencial;

* De Estilo Alternativo/Nerd para Social;

* Barba feita um dia sim outro não;

* Hábitos alimentares saudáveis;


E o mais importante de tudo:

Curtindo muito a vida de casado. :D

Depois de 10 anos...

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Depois de +/- 10 anos usando o mesmo sistema operacional, mas passando por algumas distribuições como Mandrake, Debian e Slackware, passo para uma nova etapa da minha vida:

A etapa "liga e usa"

Ser apenas um mero usuário final, que não se preocupa em como as coisas funcionam, apenas querendo que elas funcionem.