Família Cofee: A Chegada à América
By Méndez. Friday, 3. October 2008, 13:37:07
William Rolfe-Bolling (1727-1805), primeiro filho do segundo casamento de John Bolling Jr. com Elizabeth Bland Bleir, neto do Major John Fairfax Bolling e de Mary Kennon, bisneto do Coronel Robert Bolling e de Jane (Rolfe) Bolling, trineto de Thomas Rolfe e Jane Poythress e quatrineto de John Rolfe e Pocahontas (Rebecca) Rolfe.
William era um homem apaixonado pela história da sua família, mas que não vivia preso nas memórias do seu passado familair, embuído de um espírito empreendor e de uma grande força de vontade, William ambicionava alcançar a mesma glória que os seus antepassados, sobretudo a de John Rolfe no que dizia respeito à introdução do tabaco nas culturas dos primeiros colonos americanos. O seu empenho nunca esmoreceu apesar das inúmeras contrariedades que foi encontrando. Apesar da sua juventude William conhecia já as maiores casas de café da Europa e tinha especial afeição pelo Café Le Procope. William acreditava fortemente no sucesso desta bebida e que se iria impor em deterimento do chá. Em 1750, inicia a sua plantaçã de café os resultados porém não foram os esperados o que faz que as suas finanças sofram um grave abalo. Em 1754, chegaram ao seu conhecimento o sucesso alcançado pelas plantações de café Palheta no Brasil, deste modo, decide vender parte das suas terras e partir para o Brasil. Durante os três anos seguintes permaneceu nas plantações Palheta, observou e aprendeu todos os detalhes e vicissitudes ineretes à plantação, transformação e comercialização do café. Findo os três anos regressa a casa munido do conhecimento, de um grande número de plantas e grãos de café e também um belo contigente de escravos no qual se incluía um Cofee.
William era um homem apaixonado pela história da sua família, mas que não vivia preso nas memórias do seu passado familair, embuído de um espírito empreendor e de uma grande força de vontade, William ambicionava alcançar a mesma glória que os seus antepassados, sobretudo a de John Rolfe no que dizia respeito à introdução do tabaco nas culturas dos primeiros colonos americanos. O seu empenho nunca esmoreceu apesar das inúmeras contrariedades que foi encontrando. Apesar da sua juventude William conhecia já as maiores casas de café da Europa e tinha especial afeição pelo Café Le Procope. William acreditava fortemente no sucesso desta bebida e que se iria impor em deterimento do chá. Em 1750, inicia a sua plantaçã de café os resultados porém não foram os esperados o que faz que as suas finanças sofram um grave abalo. Em 1754, chegaram ao seu conhecimento o sucesso alcançado pelas plantações de café Palheta no Brasil, deste modo, decide vender parte das suas terras e partir para o Brasil. Durante os três anos seguintes permaneceu nas plantações Palheta, observou e aprendeu todos os detalhes e vicissitudes ineretes à plantação, transformação e comercialização do café. Findo os três anos regressa a casa munido do conhecimento, de um grande número de plantas e grãos de café e também um belo contigente de escravos no qual se incluía um Cofee.








