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Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

Posts tagged with "educação"

FESTA na PRAÇA

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é o espectáculo de final de ano lectivo das classes de Música do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Decorrerá hoje, dia 28, em plena Praça da República, em Beja, às 21:30h, prevendo-se a repetição do êxito alcançado nos anos anteriores.

Francisco José Viegas e a "Educação em Cultura"

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Anteontem, por ocasião da entrega do Grande Prémio da A.P.E. pelas mãos do Presidente da República, Francisco José Viegas reafirmou o que há muito vem defendendo para o ensino do português nas escolas:

«ensinar mais literatura nas escolas»" porque é "impossível estudar português ou valorizar a língua portuguesa sem valorizar a literatura portuguesa"» (JN de ontem)

Alargando este conceito à globalidade do ensino, derivamos para a necessidade do ensino curricular da cultura, em todas as suas formas de expressão (ética, musical, dramática, plástica ou corporal), como plataforma indispensável para a compreensão, pela contextualização, do conhecimento transmitido e assimilado.
Ousar dar este pequeno passo significaria um salto enorme em termos do sucesso escolar no que há construção de identidades e à criatividade profícua dizem respeito.
Quando falo sobre a necessidade de uma «Educação em Cultura» é isto mesmo que pretendo dizer.

DANÇAS DO MUNDO - a volta ao mundo em 80 minutos

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É o espectáculo de fim de ano lectivo das classes de dança do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Amanhã, Sábado, às 21:30h, no Teatro PAX JULIA em Beja.

"Uma pequena flauta mágica" - a kritvidade em akção!

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«"O grande desafio é apresentar a ópera de Mozart, numa versão com alguns cortes, de forma a ter uma ópera com um pouco menos de duração, e mais acessível ao tempo de concentração que uma criança aguenta. (...) Foi recriar ao máximo todos os ambientes, o humor, a alegria, o dramatismo também, mas adaptado à língua portuguesa", diz Catarina Molder, da iniciativa "Descobrir a música na Gulbenkian".» (notícia da SIC)

Genial! Pequena, façam-na muito pequenininha, embora plena de magia coreográfica e de encenação!
As crianças são burras e precisam de estímulos que Mozart seria, de todo, incapaz de oferecer, na opinião dos... de alguns adultos!
Depois, caso encontrem crianças que não considerem burras, ofereçam a versão original, na íntegra, às escolas, em estreita colaboração com os professores de música. Pode ser que dê alguma coisa...
E daí talvez não...
Será que, atendendo à lei do menor esforço constante da natureza humana, uma criança consegue apreciar um suculento bife de lombo se só estiver habituada à magia da carne picada coreografada em sande, maionese e ketchup?

Avaliar o Sistema Educativo?

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«62% dos alunos recorre a explicações e tem cerca de 10 horas semanais de aulas particulares, o que obriga as famílias a desembolsarem entre 200 a 250 euros por mês.» (Diário Digital)
É evidente que existe uma correlação estreita entre o sucesso escolar e a capacidade financeira das famílias e, se assim é, quem poderá avaliar o actual sistema e seus intervenientes?
Em boa verdade o Sistema Educativo deve centrar-se, precisamente, naqueles que só dele, em exclusivo, usufruem, ou estarei a ver mal?

Ensino Artístico - de comentário a post

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Nesta entrada recebi um comentário muito pertinente de Carlos Semedo sobre a natureza extracurricular do Ensino Artístico anunciada pelo M.E., ilustrando, muito assertivamente, a minha afirmação de que se trata de «uma assumida regressão no que concerne ao almejado projecto de integração do ensino artístico no ensino regular.» Passo a transcrever integralmente. Durante onze anos estive ligado a um projecto na área da expressão/educação/oquequiserem musical que obedecia a dois princípios: ser integrado no horário lectivo das escolas do 1º Ciclo e ser inteiramente gratuito para as famílias. Começou com cerca de 500 alunos e, no 11º ano de funcionamento, abrangia 2100 crianças; os professores eram recrutados pelo Conservatório Regional local e pagos segundo os bons preceitos: nada de recibos verdes ou 10 meses de salário, mas sim de acordo com o Contrato Colectivo de Trabalho, 14 meses, descontos todos feitos e, até um momento, com contagem de tempo de serviço. Foi pago, sem falhas, pela Câmara Municipal local e, de uma forma sempre arrancada a ferros, pelo ME. Houve, por vezes, necessidade de recorrer à angariação de patrocínios para cobrir a diferença que o próprio Ministério não assegurava na totalidade. Soube, hoje, que o projecto enquanto tal vai acabar, por causa destes delírios pós-lectivos/extra-curriculares/enriquecedores. Vai passar a ser uma coisa difusa, diluída nos diversos agrupamentos. Curioso é o facto de, pelo menos até há dois anos atrás o custo aluno ser cerca de 55 euros/ano e, pelo que leio na comunicação social, o pessoal anda muito contente pelo custo ano/aluno das aulas de inglês que durante o ano lectivo corrente abrangeram o 3º e 4º anos. Sabem qual foi? 100 euros. Não há aqui qualquer coisa que não bate certo? Carlos Semedo

UAU!!! Veio-se-me uma luz!!!

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Na sequência da entrada anterior proponho ao Ministério da Educação que adopte a mais que comprovada estratégia do "Head & Shoulders" - 2 em 1!
Despeçam os professores, ocupem os meninos em atelieres, workshops e os mais diversos e variados enriquecimetos extra curriculares em regime de atêèles e dêem-lhes os diplomas na idade indicada.
Mas atenção, não dispensem os atêèles porque os pais não têm ninguém em casa para tomar conta deles nem para lhes dar de comer.
Assim, não duvido que a avaliação dos pais seria brilhante e o sucesso escolar, ena pá, um verdadeiro sucesso! UAAAUUU!!!
A U.E. aplaudiria unissonanimemente de pé e o Sr. Presidente da República, Sra. Ministra, com tanto corte na despesa do Estado, até era capaz de se intrometer na actividade governativa e vir publicamente dizer:
- deixem a Sra. Ministra trabalhar!

Enriquecimento curricular e urticária aguda

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Há palavras e expressões que, quando aplicadas ao ensino, provocam-me mesmo urticária aguda!
Ele é oficinas, ele é atelieres, ele é workshops, ele é despertar, ele é currículos alternativos, ele é enriquecimento curricular...

«No próximo ano lectivo todas as escolas do 1.º ciclo do ensino básico terão de disponibilizar aos seus alunos pelo menos duas horas diárias (dez semanais) de actividades de enriquecimento curricular.»
«O enriquecimento curricular (que a escola tem de oferecer, mas de que as famílias podem não querer usufruir, uma vez que a inscrição dos alunos nestas actividades não é obrigatória) pode acontecer no espaço da escola, em salas de aulas, centros de recursos, bibliotecas, por exemplo. Mas também podem ser utilizados espaços não escolares - por exemplo, se a escola tiver uma parceria com um estabelecimento de ensino profissional de música local, os meninos podem ser deslocados para as instalações deste último, para ter aulas de música.
» (palavras do Primeiro Ministro e da Ministra da Educação, via Público)

Havendo um projecto curricular aprovado e em vigor (no âmbito do ensino da música, da dança, do teatro) que sentido faz esta de coisa de enriquecimento, como opção e extra-curricular?
Se algum vislumbro, Sra. Ministra, será o de uma assumida regressão no que concerne ao almejado projecto de integração do ensino artístico no ensino regular.
E quem irá dar este tal de enriquecimento? Professores que concorreram segundo critérios universais ou serão nomeados, quiçá, também ao abrigo do enriquecimento... dos amigos?
Começa a ser muito erro - a manta começa a ficar muito curta! Começa a ver-se que, se calhar, não existe mesmo intenção de melhorar o ensino, apenas cegos cortes orçamentais e passar os meninos a torto e a direito.
Mas se é esse o objectivo, para quê tanto estudo, tanta comissão, tantas questiúnculas de natureza educativa?

Ainda sobre os clássicos - de comentário a post

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Rosana Garcia, pessoa que muito admiro pelo seu trabalho em prol da cultura e do ambiente, deixou aqui um comentário, um dos melhores que nestas Ideias Soltas recebi. Transcrevo-o na íntegra.

Saudaçoes, Carlos! Venho com esta verborragia...mirr-a-gem..

Um bom classico mesmo, é "O Ser Humano". E de tudo que ele é feito: água! Nosso, sangue, a grossíssimo modo, é produzido...na cozinha(!). A qualidade do sangue produzido, vai determinar o quao classicos seremos: se vamos acceder a um classico- de verdade- da literatura, ou virar personagens de "Realities Shows". Ora, ler, é como comer, levar um classico "flechaço" de amor. É mágica, empatía. Alguns nao gostam de lagosta, fois-gras, embora, sejam classicos do "bon gourmet". Outros setenta por cento do globo, nunca saberá o que é isso-mas nem perto. Ora, "O Grao", é um classico por excelência. Ele sozinho, conta todos os classicos. Nosso maior classico, hoje, é a literatura "Faz-de-Conta". O patrao finge que paga, o coi-tr-atado, finge que trabalha... A vida doméstica que se encarregue, já que a morte, esse classico tao certo, inacreditável, quanto ficcional, nos surpreenderá a todos, numa página final a-lu-ci-nan-te. O filho que apanhe, pra ver quem é que manda! Quem é que tem ética aqui? Os sistemas educativos, demonstrando o que é um classico, deveriam adotar hortas ecológicas, esse classico da Literal Natura, que conta os fascinantes caminhos das espécies, a história da introduçao dos utensílios culilnários, agrários...os metais necessários a seu desenvolvimento e os ricos países que os possuem, produzem, utilizam...as navegaçoes- reais e Reais, os poemas e músicas nascidos da paixao, ou do classiquíssimo "prato que vamos comer-morar"...as fazes da lua, as estrelas, seus nomes, sua relaçao com as marés, e, a grosso modo, reconstruir-se do "Reality Show" particular. Na eleita virtualmente Self-Exposition da rede, dizemos e reclamamos isso. Nao mentimos! Somos sinceros. Criamos e divulgamos nossos vazios, e encontramos pares(!) mostrando energulhosamente que nao sabemos encontrar bases e que, por mais que quisessemos, nao somos classicos, nem chiques. E descobrimos nessa rede de peixinhos dourados, que os classicos que nao elegemos, sao os mais cotados...por uma questao de moda, quoi. Nossas noçoes primárias, tao clássicas quanto "A cozinha", estao sendo superadas por um outro classico: o romântico "Mensagem em garrafa encontrada no mar"...autoria nossa, editora Net. Se ao menos a mensagem fosse para mim...-pensa o inocente... Um de cada dois homens e uma de cada tres mulheres, vao desenvolver câncer. Apenas um, de dois destes pacientes, com a mesma História Literal, tratados com o mesmo medicamento, vai "prorrogar a última página", considerando as mutaçoes, a grosso modo. Da janela ensolarada da cozinha, Primavera 2006.


Rosana Garcia

Ainda sobre a leitura dos clássicos (2)

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Será que um músico português conseguirá sentir e interpretar Schumann, Chopin ou Liszt sem ter lido Camilo (só para ficarmos por autores portugueses)?
Não será que as interpretações "lamechas" destes compositores, que fizeram (e ainda fazem) escola, não seriam diferentes depois dos intérpretes terem sentido que o romantismo se traduziu pela elevada intensidade emocional, pela hiperbolização das paixões e não por uma serôdia "lamechice"?
Mais um desafio..., com alguma provocação à mistura!

Ainda sobre a leitura dos clássicos

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Será que alguém conhece algum ensaio, livro, tratado, tese de mestrado ou doutoramento que melhor nos ensine e faça viver a mentalidade rural e a sociedade burguesa do Porto da 2ª metade de novecentos que a que proporciona a leitura dos 4 livros de um "novelista menor" conhecido pelo pseudónimo Júlio Diniz?
Deixo o desafio.

Leituras

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a ler «A leitura e a virtude cívica» de Franscisco José Viegas no JN de ontem. O texto parte de premissas tão óbvias que não se compreende porque é que não são aplicadas! 2 excertos:

«Penso que o conhecimento dos clássicos é um dos melhores caminhos para conhecer a nossa história, a nossa língua e a nossa cultura. E que a leitura de um clássico é melhor do que a leitura de um regulamento do Big Brother, um artigo de jornal ou cartaz publicitário. Mas estes anos de insistência nas "virtudes cívicas do ensino do português" em vez do ensino da literatura, "produz técnicos de ensino" do português mas não forma professores disponíveis para cativar estudantes do secundário para os desafios da leitura.»

«é necessário que a escola mude alguma coisa nos seus hábitos. A escola e as famílias. Mas a escola cumpre um papel essencial, razão porque há a esperar alguma coisa desta iniciativa (...)»

Relembro, no entanto, o texto da Jacky a que fiz referência na entrada anterior, que poderá ser um entrave ao que Francisco José Viegas, muito lucidamente, defende.

Então, a Sandra Vanessa?

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Eu peço desculpa, mas acho que aquela Sandra Vanessa não tem qualquer problema. Nem ela nem as amigas. Elas sentem-se na maior!
E, assim sendo, também os professores não têm.
Mas nós, nós que lemos aquela ficção, temos! Não gostamos do que lemos. Alguns acharão que ela estará perdida; outros que se trata de uma minoria.
É que o problema que ali existe é nosso, é cultural, se preferirmos, geracional - as Sandras Vanessas, ou Manuelas, Isabéis, Nunos ou Gonçalos vivem num tempo e num habitat que nos recusamos a assumir que existe e é tão real como o nosso. Nós, os "cotas" desta sociedade, marginalizamos estes jovens e nada fazemos para nos aproximarmos do seu habitat - o habitat cultural da nova sociedade digital global.
Se cada um de nós assim procede (retirando sempre as honrosas excepções), como poderemos assacar à escola e aos professores responsabilidades?
O desfazamento cultural entre o habitat de aprendizagem e o de ensino impedem que a comunicação flua e seja profícua, tendo graves consequências ao nível dos resultados finais!
De nada adianta culpabilizar individual ou sectorialmente os agentes educativos, pessoas e instituições, e muito menos defendermo-nos com "a inevitável consequência da escolaridade obrigatória", se nós, enquanto pais, cidadãos, ministros, secretários de estado, professores, não nos disponibilizarmos a aproximar deste novo habitat cultural, de modo a que ele se possa reflectir no sistema de ensino e, naturalmente, na escola.
Só assim nos será possível comunicar, ensinar, transmitir valores aos nossos adolescentes, de forma a que consigam atingir o tão almejado sucesso escolar e, especialmente, prepara-los para encontrarem a sua identidade neste aldeia global, embora multilinguística e multicultural.

Olá, eu sou a Sandra Vanessa e tenho 12 anos

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Nasci e vivo em Corroios com os meus pais que trabalham em Lisboa.
Olhem tou podre. Ontem a prof de historia chamou-me mal educada só pq lhe disse que n deitava fora a chiclet que tinha acadabo de por a boca!!! Mas que e que ela quer??? Então eu não posso ouvila e ver aqueles slaides manhosos dumas fotografias muito velhas que um tal Fan Ike tirou a mais de 400 anos?? A cota é passada!!
Bem n intereça ela que se enxa de pulgas q n tou p/ aturala. O resto do dia até que foi bué de fixe. No fim das aulas fomos ao Fórum Almada ver os chavalos. havia lá um que era podre.... depois vim para casa para ripar mais uns tops para o meu mp3 e quando abri o msn já la estavam as minhas amigas. Foi giro porque apareceu uma anónima que n concegui-mos saber quem era, mas tivemos a falar sobre o que iria acontecer hoje nos Morangos com Açúcar e e claro que todas estávamos de aquordo que aquilo que aqule chavalo fez a namorada n se faz. Comigo dava-lhe corda e depois mandava-o andar.
Bué de giro foi o link que a tal anónima nos mandou com música dos Da Wheasel que devia ser de um museu bué de bom!!! Tinha lá muitos quadros nas paredes e n querem saber que um deles ela igual ao da fotografia manhosa que a cota de historia mostrou na aula?!!!
Afinal o nome dele é Van Eyck e nasceu na Flandres que é como se chamava antigamente a Holanda e foi um dos melhores pintores do sec. XV. o gajo era bué de bom. Pintou quadros com gente bué de gira com roupas bem fixes. Eram de mais as cores da roupa de antigamente.
Um dia se existe mesmo aquele museu quero la ir velo!!! E bem melhor que aturar aqueles cotas todos da escola!!! DDD!!!
Bom agora xau, vou ver os Morangos com Açúcar!

Boa, aconteceu mesmo aquilo que tinha-mos dito!!! O chavalo foi envergonhado!!!
Quando os meus pais chegarão a noite n disse nada sobre a cota mas mostrei-lhes o link da tal anónima. O meu pai disse que era giro mas que n tinha tempo para aquilo e perguntou-me se eu tinha estudado p/ o teste.
Fogo, so pensam nisso os cotas. La fui para o quarto ler alguma coisa so p/ eles se calarem. E que agora anda toda gente a falar de educação, todos contra os profs e as escolas. Mas que e que queriam fazer com aqueles cotas todos a falarem de coisas sem interesse e so se calam se a gente adormecer mesmo?!!!!

Bem ou mal ficcionado deixo algumas interrogações:

1 - há algum problema com a Sandra Vanessa?
2 - se há, os professores são responsáveis por ele?
3 - se há, em que é que revisão da carreira docente contribui para o resolver?
4 - se há, o problema será de educação, de cultura, de gestão cultural, social ou de tudo um pouco?