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Ideias Soltas

se aqui não fora em mim só seria

Posts tagged with "música"

FESTA na PRAÇA

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é o espectáculo de final de ano lectivo das classes de Música do Conservatório Regional do Baixo Alentejo.
Decorrerá hoje, dia 28, em plena Praça da República, em Beja, às 21:30h, prevendo-se a repetição do êxito alcançado nos anos anteriores.

Maria João Pires volta a cancelar espectáculo em Espanha

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«Em comunicado, a Fundação Caja Duero informou que "a grande pianista Maria João Pires viu-se obrigada a cancelar, à última hora, o seu concerto a quatro mãos com Ricardo Castro, devido a problemas de saúde".» (no Público)

Apesar de Maria João Pires raramente ser motivo de notícia nos media portugueses, desejo, ansiosamente, o seu rápido e total restabelecimento para prosseguir o seu projecto de Belgais e para eu poder voltar a ouvi-la.

Musical Mission Impossible - petição online

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Uma pianista integrada numa instituição portuguesa sediada em Lisboa, foi obrigada, após processo de reintegração ordenado por sentença judicial, a montar e apresentar publicamente, entre 26 de Setembro e 16 de Outubro de 2005, o seguinte programa:

26, 27, 28 e 29 Setembro:

Piano Recital

- J.S. Bach Toccata in D major BWV 912
- Beethoven Sonata no. 26 in Eb major, op.81a “Les Adieux”
- Chopin Ballad in G minor op. 23
- Ballad in F major op. 38


6, 7 e 8 Outubro:

Piano Recital

- W.A. Mozart Sonata KV. 331
- J. Brahms Sonata op.5
- Chopin Scherzo in B minor op.20


20, 21, 22 e 23 Outubro:

Piano Recital

- Chopin 24 Preludes op.28
- Shostakovich 24 Preludes op.34


19, 20, 21 e 22 Outubro (!!!):

Piano Recital

- Beethoven Sonata no.14 in C minor, “Moonlight Sonata”
- Mussorgsky Pictures at an Exhibition

Por ser humanamente impossível e por desabonar não a pianista, mas a pessoa e a instituição que ordenou tamanho dislate, subscrevi e divulgo a petição online - Musical Mission Impossible.

György Ligeti

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Ainda sobre a leitura dos clássicos (2)

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Será que um músico português conseguirá sentir e interpretar Schumann, Chopin ou Liszt sem ter lido Camilo (só para ficarmos por autores portugueses)?
Não será que as interpretações "lamechas" destes compositores, que fizeram (e ainda fazem) escola, não seriam diferentes depois dos intérpretes terem sentido que o romantismo se traduziu pela elevada intensidade emocional, pela hiperbolização das paixões e não por uma serôdia "lamechice"?
Mais um desafio..., com alguma provocação à mistura!