Skip navigation.

Jonathas Jackson

o que será? será! é Nóis vamo até o final!

Processos tradicionais

, , ,

uadafóqui?!pois é caros amigos, em tempos de Cintiq e uma tal de arte digital, as pessoas acabam esquecendo de coisas como a arte tradicional, que não é coisa do passado, como alguns pensam, achei 3 vídeos BEMlegais e acho que vale a pena vocês olharem meus nobres... Vamos aos links

Isso já aconteceu com todo mundo irmão!

, ,

Quantas vezes você precisou fazer um personagem naquela posição para fechar uma bela composição e não achou referências?, e no caso que nós encontramos a bendita da referência e ela é incompleta? ai temos que pegar outras e quem sabe produzir nossas próprias, quem ai desenha e nunca tirou fotos de "yourself" afim de usar como referência? pois é... existe um "fazedor" em 3d que serve também para essas finalidades, o seu nome é MAKEHUMAN ela é um programa da linha do Poser, mas em código aberto e muito mais leve, digo pois minha máquina de tão antiga sua placa-mãe se tornou placa-bisavó(piada ruim eu sei), usei a versão antiga do programa e não gostei, mas a pouco vi que está saindo um nova versão e essa sim está demais, segue o link do vídeo que demostra do que eu estou falando no fim do post, além de ser uma otima opção pra quem precisa modelar um humano e depois mandar ele pro, Blender, Zbrush e etc e da aquela finalizada.



página do projeto MAKE HUMAN PAGE



na versão antiga eu conseguia mudar a pose sem pro, sem alguém descobrir como/se faz nessa me da um toque

Mas o que é branding, afinal?

,

bem esse texto creio que a maioria das pessoas, interessadas na área, devem conhecer mas, mesmo assim resolvir posta-lo vejam só

por Monica Sabino
termo branding é mal compreendido e está sendo usado para explicar qualquer coisa. No entanto, atrair consumidores para a sua marca é o trabalho mais relevante que um profissional de marketing pode fazer. Por Monica Sabino De uns tempos para cá, em toda parte começou a aparecer o termo branding, a buzzword preferida dos marketeiros. Tudo é uma questão de branding, ações de marketing viraram ações de branding, as justificativas de se estourar o orçamento deste mês são, sem dúvida, um problema de branding, e até algumas agências de design viraram agências de branding. No começo desse mês, eu li no Branding Strategy Insider esse post, que fala sobre como o branding está precisando trabalhar no seu próprio branding. Eu explico. O abuso do termo não é exclusivo dos brasileiros, e tem causado irritação e frustração nos outros profissionais (que não os de marketing) nas empresas. Porque na prática, como o termo branding está sendo usado para explicar qualquer coisa, tem virado piada e sinônimo de blá-blá-blá. Quando foi que a palavra virou algo misterioso que não sabemos bem a que se refere? Uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização. Não o que os profissionais de marketing pensam que a marca é, mas o que ELES, os consumidores acham que ela é. Portanto, por princípio, não existe marca em um escritório de design. Ou num boardroom. A marca está nas ruas, nas casas, sendo vivida e experimentada. O design, o sistema de identidade de uma marca, é sim, importantíssimo, crucial. É a estratégia em forma visível, como dizia o pioneiro Wally Ollins. Mas não é a totalidade do que é a marca. Para a American Marketing Association, branding não é fazer com que um consumidor escolha uma marca ao invés da marca concorrente. É fazer com que um potencial consumidor perceba a marca como a única solução para o que ele busca. A única escolha lógica para o que ela está oferecendo. Branding é um sistema de comunicação que deixa claro porque a marca importa. É achar e comunicar algo que atraia os consumidores para a marca, ao invés de você ter que caçá-los de modos, algumas vezes, bem caros. E não adianta ser apenas diferente. Diferente é ótimo, claro. Nossa atenção vai direto para o que é diferente. Tem que ser relevante. Tem que ser solução. E não porque eu digo, mas porque o consumidor, o usuário está dizendo. Branding é atrair esses consumidores para a sua brand. É o trabalho mais relevante e de maior ROI que um profissional de marketing pode fazer. Branding te faz saber o que dizer antes mesmo de que você abra a boca. Portanto o diretor financeiro tem que cobrar o bom branding, porque ele aumenta as chances de retorno do investimento na marca. E não ter medo de quando o diretor de marketing usa a palavra de modo enigmático. Da próxima vez que ouvir o termo mal-utilizado, passe a mensagem para frente. Pergunte o que o consumidor achou. Pergunte como isso torna a marca a escolha lógica. Como isso atrai os consumidores para que não se tenha que caçá-los. Para que quando formos falar de branding, falemos de verdade, que o assunto é importante.

link do Post Original

Sobre designers e micreiros

, ,

Por Lígia Fascioni

Vira e mexe, nas minhas palestras, alguém fatalmente acaba me perguntando como resolver o problema da concorrência desleal entre designers e micreiros. Os designers estudam, pesquisam, fazem tudo direitinho, mas acabam perdendo a vez para aquele pessoal que faz qualquer coisa por um preço bem baratinho. E o cliente, esse ser desprovido de qualquer juízo e bom senso, ignora toda a competência do dr. designer para contratar um mané qualquer que sabe mexer no Corel. Como resolver esse nó? Bem, vamos tentar entender porque isso acontece. Partindo do princípio que o cliente não é totalmente burro e nem tem uma predileção especial por trabalhar com gente incompetente, eu diria que ele contrata o micreiro simplesmente porque não consegue perceber a diferença entre esse sujeito e um designer de verdade. Então, como de bobo o cliente não tem nada, ele faz como eu, você e toda a torcida do Flamengo numa situação dessas: contrata o mais barato. Além disso, o micreiro tem outra vantagem: ele faz exatamente o que o cliente quer. Se o dono da padaria quiser uma marca gráfica toda cheia de degradês e efeitos especiais, o mané capricha e coloca em prática tudo o que sabe de Photoshop. Se o sócio do restaurante quer usar os desenhos da filha de 5 anos como marca d´água no folder do estabelecimento, não tem problema. Para o micreiro não tem crise, ele faz tudo na maior boa vontade (e por um preço bem baratinho, não se esqueça). O cara é tão boa gente, como competir com um tipo desses? Boa parte dos designers resume sua pró-atividade fazendo cara de nojo e colocando a culpa no ignorante do cliente. Aha, eis a palavrinha-chave: ignorância. Sim, concordamos que o cliente merece esse adjetivo, mas ignorância não é crime. Ninguém tem obrigação de conhecer semiótica, teoria das cores, técnicas de composição, leis da Gestalt e o impacto disso tudo no trabalho que está sendo feito. Só o designer, é claro. E aí é que ele se diferencia do micreiro. O designer pode (e deve) explicar para o cliente, da maneira mais didática possível, porque é que usar 4 tipos diferentes de fontes tipográficas em um cartão de visitas pode não ser uma boa idéia. E tudo isso usando os termos certos, sem petulância e ar de enfado. O designer deve explicar também a interpretação semiótica de todos os elementos que ele colocou no projeto gráfico, justificando o porquê de cada coisa estar ali. Deve considerar que o cliente tem um olhar diferente do seu, e às vezes é possível combinar esses olhares numa solução interessante sem ofender seu senso estético. Deve saber defender muito bem o conceito de uma marca sem se sentir pessoalmente ofendido com perguntas ou questionamentos. Se o palpite do cliente é furado, explique para ele, sem esbravejar, o impacto que aquilo terá sobre a percepção do consumidor e como pode prejudicar o seu negócio. Enfim, o designer, além de saber muito e se comunicar bem, deve ser um grande negociador. Ao documentar as reuniões, escrever um briefing bem feito, cumprir os prazos, primar pela pontualidade e pela qualidade nas apresentações, sempre entregar o que prometeu e explicar detalhadamente cada parte do seu trabalho, o designer estará com certeza se diferenciando do micreiro. Qualquer um da tocida do Flamengo consegue ver a diferença. O designer cobra mais porque sabe o que está fazendo, seu trabalho vai fazer diferença no negócio. Ele faz por merecer cada centavo. Mas está cheio de designer com diploma que acerta tudo de boca, não explica seu trabalho direito, mal sabe contextualizar o que fez, não entende nada de teoria das cores e muito menos de semiótica, atrasa todas as entregas e senta com a perna aberta mascando chicletes falando “tipo” a cada três palavras. Comporta-se como um artista temperamental, tudo o que faz é na base da intuição. Método projetual ele desconhece, fez assim porque achava que ficaria legal. Esse sujeito fica ofendidíssimo ao ser confundido com um micreiro. Talvez o figura não saiba, mas ele realmente é um micreiro. E tem micreiro (são poucos, é verdade) que anota tudo direitinho, faz contrato, estuda as opções, é pontual, tenta resolver as necessidades do cliente, lê vários livros sobre o assunto, sabe conceituar o que fez, cumpre sempre o que prometeu. Esse profissional acha que é um designer, e é mesmo. Mais do que a formação acadêmica, a diferença entre o designer e o micreiro está na atitude profissional. Além disso, não se pode ignorar a diversidade do mercado. Há clientes para micreiros e há clientes para designers. Tem lugar para todo mundo, sem crise. Já dizia um amigo meu que os competentes se reconhecem mutuamente. Eu concordo. Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br

sabe de onde veio isso? daqui ó Link materia Original

Anima oquê tio?!

Animação, pois é tio conhece não? embora a maioria do público se refira a animação como os trabalhos da pixar, a animação é algo bem abrangente e artístico, talvez se as pessoas em geral tivessem o interesse de conhecer algo "NOVO", animadores/artistas teriam o seu trabalho melhor respeitado e reconhecido, pode parecer estranho mas existe um mundo de animações além dessas que chegam as telonas, eu encontrei algumas que acredito que valham a pena você da uma olhada, garanto que vais gostar :D essa é em stopmotion, é "igual" fuga das galinhas, porem ao invés de modelagens em massa eles usaram fotografia os links que vou postar a seguir são de um animador russo chamado Aleksandr Petrov o trabalho desse cara é de lacrimejar os olhos são algo fora do comum mesmo, ele usa a técnica tradicional , é tudo feito a mão e quadro a quadro com um adicional, ele pinta tudo a óleo e sobre o vidro... sem mais viadagens vamos aos links

THE COW

essa é minha animação preferida, baseada em um clássico da literatura mundial

O VELHO E O MAR

um Lugar bem legal para você da uma olhada BLOG DO ANIMAMUNDI

Perfis de cor ICC no GIMP

Bem, por conta do gimp não trabalhar com CMYK diretamente ainda, tem gente que tem medo de criar algo nele que no fim seja impresso,por isso criei esse mini-tutorial, esse tuto não aborda o CMYKou fechamento de arquivo no GIMP, afinal, isso é dever de um softwere de editoração, Indeisgn, PageMaker, Scribus e etc, creendo que vocẽ já sabe o que são perfis icc e sem mais delongas vamo ao tuto:

O primeiro passo é baixar esses perfis ICC, pra quem usa linux existe perfis ICC pra download nos repositórios do ubuntu é só proucurar no Synaptic

ou pra quem usa linux/windows pode baixar os perfis da adobe(não preciso falar mais nada)
Download perfis Adobe

salve e descompacte-os em uma pasta qualqer em seu pc,

o segundo passo é abrir o gimp e ir em EDITAR > PREFERÊNCIAS e ir na aba gerenciamento de cores e escolher os perfis icc


essa ai é a minha configuração, a escolha dos perfis icc foi feita com base em tutoriais como esse por exemplo

esse video é sobre photoshop mas se adequa muito bem ao gimp

Computação Gráfica? Linux? isso "ecziste"??

, , , ...


Para a sua surpresa sim! geralmente quando se pensa em computação gráfica o nome de algumas GIGANTES, chegam em primerio lugar na cabeça de todos nós, nomes como: Autodesk, Adobe, Apple e se falando de brasil temos a Corel(ou coHell como vou chamar daqui para frente). Pois bem, talvez por falta de conhecimento ou por preguiça e quem sabe por medo, pessoas tem o medo de ir por outro lado, ao invés de escolherem a ferramente que mais se adequa ao seu trabalho escolhem a que falam melhor, logo a mais conhecida, porém existem diversos softwares, cada um com sua qualidade, seu defeito, seu layout e sua particularidade, mas voltando ao assunto, computação gráfica no linux? pois é "tio!" existe sim. Programas como: GIMP, Inkscape, Scribus e Blender estão evoluindo em um ritmo assustador, digo porque uso esses programas e se bem do que eu to falando

INKSCAPE , é um programa de criação e edição de gráficos vetoriais, quem é da velha escola, vai perceber que sua interface é similar ao do coHELL em suas versões antigas, é bem potente de suas características que mais gosto são: a possibilidade de criar "BLUR" vetorial sem precisar converter para bitmap e a fácil criação e manipulação de gradientes(degradês), engraçado é que se não me falha a memória essa capacidade foi implemtada no Illustrator Cs4, se vocês quem conferir a capacidade desse programa é só da uma olhada nas imagens abaixo. A próxima versão do programa está prestes a sair, a falta a equipe corrigir 46 dos 500 bugs encontrados e mais uma coisa só, o formato de arquivo dele "SVG" é aceito por todos os programa de desenho vetorial e podem ser visualizadas até via nevegador(firefox,opera, etc.)

essas imagens são de autoria de Luciano Lourenço Carrera Chá vetorial imagens de Herbie IronManMr. Manders Galeria Loraine a Baird

THE GIMP

Este é um programa de edição de bitmaps, possui uma longa lista de recursos, filtros, scripts e etc. o que mais me chama atenção nele é o pouco consumo de RAM, sem falar que o mesmo é ALTAMENTE customizável em todos os sentidos, e pode se adicionar uma porção de funcionalidades com pacotes como o GIMP-GAP, GIMP-PAINTER, GIMP PAINT STUDIO dentre outros, se encontra na versão 2.6.7 sendo que a próxima(2.8) já está no forno.
Bring out... Jack sparrow(painting) by rohith291991

SCRIBUS

Esse é um programa para diagramação ou DESKTOP PUBLISH como queiram, tem gente que reclama que alguns programas não trabalham com CMYK e separação de cores, porém esse é uma tarefa do Scribus e ele tem feito muito bem. Suporte a criação de layouts, pdf, separação de cores e etc.

BLENDER

Esse aqui chegar assustar por suas produções, é uma programa para animação e modelagem em 3D não vou falar vou mostrar o que ele é capaz

Big Buck Bunny from Blender Foundation on Vimeo.

Elephants Dream from Blender Foundation on Vimeo.

GALERIA DO SITE OFICIAL