Skip navigation.

Intrigante Vida

As aventuras de um Jovem viajante

Caindo de Bicicleta!

, , ,

Post inspirado no: Sistema Cicloviário

:D Quem nunca caiu de bicicleta ou é paralítico ou não sabe andar, pois aprendemos caindo de bicicleta. Lenbro ainda da primeira vez que andei de "Bike" sem as maravilhosas rodinhas, e foi por pura necessidade, meu pai, nao queria arrumar as rodinhas para mim andar, então o negócio era arriscar, parei só com um muro na frente! Impacto impressionante!
Cai muitas outras vezes depois, tombos normais: batia numa pedrinha, numa descida, estrada de chão, imagine agora aquela bola de poeira e sangue no meio da rua, a "bike" com o guidão retorcido. Andar de bicicleta é tão bom que damos o nosso sangue por ela, literalmente.

Mas já caí alguns tombos inacreditáveis que dúvido que alguem tenha tido essa experiência:

Um deles foi quando ía para biblioteca e vinha uma outra bicicleta de frente! Não não batemos de frente! E sim ela bateu o guidão nela no meu e desiquilibrei (perdi o equilibrio, como se eu tivesse algum...) e voei nas pedras. Alguns dizem que você consegue ver toda sua vida passar pelos seus olhos nesses segundos, eu só vi foi as pedras que estavam ali mesmo... minha mente até nessas horas não perde a razão. Penso que quando eu morrer vou estar pensando: "Putz, só falta esses miseráveis me colocarem em um terno ridículo rip ! Mas a morte nunca me preocupou, a vida sim... essa me preocupa!"

O outro certamente me chamaram de mentiroso, parece ter sido tirado de um filme de comédia, onde damos risadas pelos tombos ridículos que outras pessoas imitam e acreditamos ser verdade.
Quando você anda de "BIKE" (chamar bicicleta de "magrela" é coisa de caipira, nada contra..., tem gente que chama de Zica... muito pior, Zica é coisa de catarina, até onibus eles chamam de "Zarco"!bug) você anda na calçada para não ser atropelado por um caminhão ou um automóvel (Se for carro velho além dos ossos quebrados, tem que lidar com o Tetano, tsc tsc), estava todo alegrinho até que passa um caminhão de material de construção ao meu lado, até aí tudo bem, cantando: lá lá laaa lá! Estava ventando, o vento fez algo incrível: (tã tãtã, aquele suspense bem idiota mesmo)

Meus olhos escureceram e eu não vi mais nada! Nada!!! :ko:

O vento fez desprender uma lona preta que estava em cima do caminhão, e ela veio para cima de mim, o que aconteceu depois todo mundo já sabe! :faint:

Eu até hoje nunca vi ninguém que caiu por causa de uma "maldita" lona que soltou de um caminhão. :cry:

Tenta imaginar essa cena mais que ridícula. Imagine o tombo! Às vezes eu fico pensando como essas coisas acontecem comigo? Eu tenho algum imã da má sorte? Sei lá só sei que minha vida é bem estranha...

Hoje em dia eu não caio mais de bicicleta. Verdade! Ela está quebrada jogada num canto enferrujando! Coitada! Um dia ainda eu concerto ela para voltar a cair novamente. Estava mesmo precisando renovar um pouco meu sangue, precisando de umas feridas para contar algumas mentiras. É incrível como uma ferida de um tombo bem idiota se transforma numa luta com tigres, contra ladrões, mais incrível ainda é as pessoas que acreditam nisso!

Andar de bicicleta é um perigo, mas é divertido! :yes:

Primeiro dia de aula em Santa Catarina

, , , ...


O primeiro dia de aula agente nunca esquece ainda mais se ele serviu para acabar com seu alto estima de “novato” na cidade.
Era a primeira vez que me mudava de estado com isso cria-se muitas espectativas, pensava eu que agora estando em outro lugar, com pessoas que nunca me conheceram, as coisas seriam diferente, eu poderia mudar de personalidade, conseguiria novos amigos e aumentaria meu círculo social.
Isso não passa da mera “ilusão do viajante” e como saberão no final desse ridículo texto tudo que eu pensava que iria ser diferente, ficou é pior.
Um dia antes de ir para escola acontece comigo o que NUNCA aconteceu no estado de SP, fomos surpreendentemente furtados, isso eu jamais poderia imaginar, viemos aqui por causa da paz, do descanso, com medo da violência das grandes cidades, dos seqüestro. Isso que eu chamo de recepção calorosa. Para resumir aconteceu assim: Voltando da igreja as lâmpadas da casa estavam acesas, minha cachorrinha assustada, uma porta quebrada ao meio e muita bagunça.
Chamamos a polícia, o que não ajudou em MERDA nenhuma. As nossas coisas estavam jogados no terreno do fundo, cheio de mato, aparentemente quando chegamos eles ainda deveriam estar na casa e após correram (não quiseram ficar para o café), o tal policial com uma lanterninha do “1,99”, procurava nossas coisas, e lá estava minha mochila de aula com meus cadernos, canetas etc, puxa vida, ele queria estudar!!! No fim não conseguiriam furtar muita coisa. Era um sinal de que o azar ainda me perseguia para onde eu fosse e agora com mais intensidade ainda. Era o azar atravessando fronteiras.
Chegou o dia, era primeira vez que iria estudar no período vespertino, mas não estava nenhum sol não, estava é nublado e tinha chovido de manhã. Coloquei meu uniforme limpinho e cheiroso que minha mãe tinha preparado, almocei, arrumei minhas coisas, tinha limpado a mochila de manhã já que um pecador jogou ela no mato ontem, e saí.
Estava feliz sim, meu sorriso no rosto era claro para todos, até meio-bobo, comecei a caminhada rumo a uma nova vida, eu era uma nova pessoa, abandonei meu antigo eu. Aquele sorriso idiota saiu da cara rapidamente. Falei que tinha chovido certo? Chuva faz poças de agua em buracos na estrada certo? Agora junta isso eu caminhoneiro idiota o que sai?
Só deu tempo de olhar para o lado e ver aquele vulto imenso, numa velocidade absurda passar ao meu lado. Splash!!! A vontade de soltar um palavrão era tão grande que a única coisa que saiu foi: Que MERDA! Pensa na camiseta limpinha se transformar num tapete de porta de igreja. E agora o que fazer?
A única coisa que poderia fazer era ir para casa. Cheguei em casa levei um xingo da minha mãe dizendo que não tomei cuidado. No lugar da antiga camiseta limpinha tive que voltar para a escola com o uniforme com meu irmão que estudava de manhã, e o pior ele havia tido Ed. Física.
É certamente não era o meu melhor dia!
Até que enfim cheguei na escola, atrasado, não sabia onde era minha sala, perguntei educadamente para diretora que me indicou o caminho: - Sua sala fica ali virando a esquerda.
Me aprontei em correr para lá, entrei na sala a professora já tinha começado a falar sobre a matéria e seus métodos de ensino, a disciplina era Ciências, dei uma olhada para todos e sentei numa carteira vazia, pensava eu: - Agora ficarei quietinho aqui, nada mais pode dar de errado! Acabando a primeira aula um conhecido meu que estava na sala me faz uma pergunta bem intrigante: - Natã, você não está na 7 Série? E eu sem entender respondi pensando que era algum tipo de brincadeira: - Claro! Oras! Mas daí veio a resposta que eu nunca, nunca pensei que ouviria, algo que faria os alunos caírem numa gargalhada universal e eu me sentir o mais idiota de todos os alunos: - Mas aqui é a 6 Série!!! Sabe o que é você não saber o que fazer, se sentir impotente diante de tal resposta, apenas baixei a cabeça peguei meu material, enquanto aquelas risadas demoníacas ecoavam pela sala. Não tinha como piorar não tinha!!!
A sala correta era a sala ao lado da que eu estava, então rapidamente fui para lá, já era na segunda aula, o professor de matemática não gostou nenhum um pouco do meu atraso, mas também não disse para ele que tinha errado de sala, imagine a gozação da galera.
Agora sim, na sala certa, sentei e fiquei assistindo a aula, mas aquele não era o meu dia! - Me empresta o seu “penal”.
Ouvindo aquela frase estranha, sem entender que tipo de brincadeira de mal gosto era. - Esses catarinas estão tirando com minha cara!!!”
Só me lembro que quase arranjei uma confusão, até saber que a “penal” era estojo, mas que porcaria é essa quem daria o nome de Penal a um estojo, ainda mais em meios escolares onde os trocadilhos são freqüentes, pedir o meu penal, certamente pensei que era alguma sacanagem daqueles garotos.
Não pensava em outra coisa que não fosse ir para casa logo, quase arranjei uma briga por causa de um estojo, estava com um uniforme meio fedorento, era piada na 6 série, não era assim que eu havia planejado, não era!!!
O tempo não passava! Era incrível como o relógio demorava, um minuto era quase uma hora!
Até que o sinal toca, agora sim nada mais de errado acontecerá comigo, aquele felicidade quase explosiva, peguei minhas coisas e fui o primeiro a sair. Me sentia num filme da idade-média gritando: LIBERDADE!!!

Esse azar não vai mais me atingir. Estava andando alegremente para casa, observando as casas, as árvores, aquele momento mágico. Eita! Mas espera aí. Onde estou?
Merda!!! Estou perdido! Eu não conhecia porcaria nenhuma nessa cidade. Nada!
Estava com vontade de abrir um buraco e me enterrar. Fazer uma fogueira com meus cadernos e viver como um Hippie fedorento.
Entretanto ainda existia um pontinho de racionalidade em mim, sabia que aquilo devia ser alguma prova maléfica de outro mundo para eu enlouquecer!
A minha idéia foi voltar até a escola, pelo mesmo caminho, e daí achar o caminho para casa, então toda aquela corrida para sair primeiro não serviu de nada.
Voltei perto da escola e achei. Deveria ter virado na primeira para direita, o que eu com minha euforia não fiz.
Quando cheguei em casa me senti um naufrago quando encontra um navio. Todo o pesadelo tinha terminado!
Hoje eu fico pensando: Ah! Com certeza alguém já teve um dia de aula muito pior que o meu! Ainda mais nesse mundo enorme!
Moro a 7 anos em Santa Catarina, apesar desses acontecimentos, ainda gosto muito deste lugar. Quando nasce com azar, morre com ele. :wink:
Toda essa “ilusão de viajante”, de novato de outra cidade, pensando que o mundo iria mudar, aconteceu porque eu esqueci de um coisa que muitas outras pessoas esquecem também: Podemos mudar de cidade, de estado, de país, mas ainda continuamos ser nós mesmos. O mundo só muda se nós mudarmos. É tão simples que agente esquece!

Poema do Charlie Brown

, ,



Certos dias você pensa que sabe tudo...
Em outros pensa que não sabe coisa alguma..
Em outros pensa que sabe algumas coisas...
E em alguns dias você não sabe quão velho é!

As Dunas de Florianópolis

, , , ...


Uma viagem para aprender que: "Nem tudo é o que parece (na TV)".

Essa seria a segunda vez que vamos para capital, um bate-volta no mesmo dia. Como sempre uma viagem muito tranqüila e algumas dores nas pernas e um cansaço normal das horas sentadas. Carros não foram feitas para pessoas com estaturas mais altas, o banco apertado é desconfortável, o presidente da General Motors deve ter 160 centímetros no máximo, carros para cinco pessoas é na verdade para duas senão quiser ter uma massagem de joelhos nas costas.

Não tínhamos nenhum plano de viagem, (nunca fazemos mesmo) pois somos meio-desbravadores (de asfalto certamente, destruição das matas e caçada de índios vamos deixar para os bandeirantes) e gostamos das surpresas de descobrir novos lugares e não de ficar preso num roteiro específico.

Assim de um lado para outro ficamos observando a paisagem, eu via o que tinha do lado esquerdo na janela e meu irmão na direita, minha irmã via a surpreendente vista do asfalto na frente, isso quando seus olhos estavam abertos, a combinação de carro e movimento torna um potente sonífero para ela.

Até que meu pai se lembra de um programa da TV sobre umas dunas de areia em Florianópolis, uma idéia ao primeiro ver sensacional para todos, pensa em dunas já lembra dos lençóis maranhenses, aquelas cenas cinematográficas: areia branquinha, um reporte sorrindo passando a sensação de melhor coisa do mundo, da alegria de descer de tobogã, a alegria maior de ver outro caindo, aquela brisa suave, o perfeito paraíso arenoso! Apesar de que não gosto muito de areia se aventurar parecia legal.

É incrível como esquecemos que essa sensação de paraíso passa para nós quando estamos no maior conforto e sedentarismo possível. Sentado ou melhor deitado num sofá na sala tendo o único esforço de aperta os botõezinhos macios do controle remoto, entretanto ali é a realidade não existe sofá nenhum para sentar, você não esta na sala, você não esta protegido!

Chegamos e de cara já deslumbramos aquele Everest de areia e algumas pessoas aparentemente felizes, e outro ali mais felizes ainda alugando aqueles pedaços de madeira com ridículos apoio para os pés que codificaram como um “tobogã” com preços absurdamente mais felizes ainda (para eles), e como brinde um pedaço de uma certa cera para passar debaixo e escorregar mais facilmente, com certeza o dinheiro mais mal gasto em toda vida, veremos o porque.

A primeira coisa a fazer é tirar o tênis para andar naquela areia toda. O primeiro contato é estanho seus pés estão desprotegidos fica amostra para todo mundo: aquelas unhas horríveis, aqueles seus dedos tortos, seu mindinho esquisito e nem falaremos do perfume francês que sai deles.

Em contato com a areia a gravidade começa agir e eles afundam e a para tira-los necessita de um grande esforço puxando os para cima (para quem anda arrastando os pés é geralmente dificultoso) isso cria uma caminhada chamada: afunda-e-tira-seu-pé-da-areia, que gasta uma energia espantosa, maior do que a de apertar os botõezinhos do controle remoto que estamos acostumados, bem maior mesmo.

Até chegar em um ponto onde as outras pessoas estão fica-se cansado, suado e sem forças, nesse nível você acabou de sair do sedentarismo mortal e gordural que estava! Mas não é só de “afunda-e-tira-seu-pé-da-areia” que uma duna é feita existem outros fatores para deixar este passeio mais detestável. Pois até aqui você apenas deu uma caminhadinha.



Há algo infinitamente irritante nas dunas: O VENTO, não aquela brisa suave da TV e sim aquela rajada de ar de um furacão. Agora junta isso com mais areia vira um inferno, a combinação perfeita para ter um grande decepção com as famosas dunas.

No começo tudo bem, até damos risadas, pois o vento não deixa ninguém andar, produzindo alguns tombos a alegria de ver o outro sofrer é divertido até que ocorra consigo, o pior é os olhos que são alvos das rajadas de areia que parecem ter miras a laser que funcionam cada vez que você pensa em abri-los.
A TV não sopra pelos seus buraquinhos o vento que tem nesses lugares e nem a areia desertal que cega os nossos olhos, cadê o paraíso e o reporte sorridente nessas horas?
Pensamos: O que fazer se o vento não parar e a quantidade de areia voando cada vez aumentar? E o pior não tinha nenhum óculos, algo essencial naquela situação.

Mesmo assim fui tentar andar com o aclamado tobogã e é super divertido, desce numa velocidade boa, o ruim é tentar desviar das estatuas que não saem da frente esperando ter seus ossos fraturados e acabar com meu passeio com um grande tombo, coisas da inércia. Mas daí você chega lá em baixo todo feliz como uma criancinha e quando olha para trás: - “Que Merda!!! Terei que subir tudo isso!”

Utilizando a caminhada “afunda-e-tira-seu-pé-da-areia” tive que com um esforço herculiano subir tudo aquilo, quis descer do lugar mais alto para ser radical, e esqueci do meu sedentarismo onde meu único esforço é teclar e levantar um garfo de metal, agora tinha que carregar aquele tobogã maldito, com o vento contra cuspindo areia na minha cara que demonstrava meu enorme contentamento.

A primeira coisa a fazer quando chega lá em cima novamente quase automático é jogar aquele peso de madeira na areia com suas últimas forças desejando vê-lo partir em vários pedaços o que infelizmente não acontece, melhor seria se fosse a cabeça do Manézinho que te alugou aquilo com sua lábia afiada, que o fez acredita que aquilo seria divertido.

Alugamos para uma hora, porém em menos de trinta minutos já estávamos todos indo embora da nossa emocionante, fascinante aventura nas dunas de Florianópolis.

Levamos mais areia de lá do que qualquer caminhão conseguiria carregar. Nos bolsos, na blusa, a roupa toda cheia de areia, nem falarei da sensação horrível de ter areia nas partes íntimas que ocorria com quem caía do tobogã, o que por sorte não aconteceu comigo, mas pude ouvir as reclamações.

O ouvido e o nariz também não escaparam. Com papel higiênico tentávamos limpar as fossas nasais que nunca foram tão ocupadas, as orelhas então nem se fala, você passava o dedo e tirava aquela crosta de areia que mesmo lavando não saia, só com vários cotonetes depois poderia te-los limpos.

Para as mulheres foi um pouco pior por causa dos cabelos, minha irmã e Mama voltaram com toneladas de areia na cabeça que não saía facilmente, até nós que temos cabelos mais curtos estava cheio de areia.

As dunas assim não é um lugar tão ruim, estava pensando que se tivéssemos as roupas apropriadas talvez fosse muito divertido, analisando o episódio as melhores roupas para tal ocasião seriam as debaixo:

Ficaria perfeito!!! Agora se não tiver vento pode-se dispensar muitos desses acessórios e ser feliz!

Aula de Meio Ambiente

, , ,

Tenho a disciplina de Meio Ambiente na minha grade curricular, assim tenho que apurar meus instintos para discutir sobre a natureza e sobre o quão estranho o ser humano é nesse mundo (somos um tipo de virus certamente). As duas primeiras perguntas foram essas:

"O texto abaixo se refere a impactos ambientais em curso ou possíveis de acontecer em breve.
Ondas de calor inéditas. furacões avassaladores. Secas intermináveis onde antes havia água em abundância. Enchentes devastadoras. Extinção de milhares de espécies de animais e plantas. Incêndios florestais. Derretimento dos pólos. E todos os desastres naturais que fogem ao controle humano. Em tempos de aquecimento planetário, uma nova entidade internacional tomou as páginas de jornais e revistas de toda a Terra – o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), criado pela ONU para buscar consenso internacional sobre o assunto. Seus aguardados relatórios ganharam destaque por trazer as principais causas do problema, e apontar para possíveis caminhos que podem reverter alguns pontos do quadro.
(Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/aquecimento_global/)

A partir da leitura do texto e dos seus conhecimentos sobre o assunto, responda aos itens que se seguem:
a) Qual é o impacto ambiental a que o texto está se referindo?
b) Aponte duas causas responsáveis por esse impacto ambiental."

Assunto que desde meu nascimento, os professores martelam em minha cabeça assim com todo o conteúdo explendido que a escola nos oferece respondi da seguinte maneira:

"R: Referece principalmente sobre o tão aclamado "aquecimento global" que todos aceitam e temem. O grande responsável como dizem é o CO2 e outros gases que "aumentam" a temperatura da terra como uma grande estufa.
Um dos responsaveis são o grande rebanho bovino. "As emissões de gases pelo gado no mundo somam cerca de 94 teragramas (Tg=milhões de toneladas) por ano, e o Brasil contribuiu com 9,97% do total entre 1986 e 1995." segundo cálculos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Imagine agora em 2008, com grandes exportações de carne por todo o mundo. Isso prova que nossa sede carnivora também contribui para o desastre ambiental, pois a razão da queimada das florestas e a degradação é exclusivamente para pastos ao gado,
Outro fator que contribuiu para o efeito estufa foi os vulções que emitiriam quantidades exorbitantes na atmosfera. Assim conclue-se que o sistema ridiculo de sobrevivência humana em contraste com fatores naturais antigos se responsabilizam por esse impacto ambiental."

Surpreendemente tirei um 10!!! Hehe! :wink:

Direitos????

Hoje, estava no correios, que aqui também é uma agência do Bradesco, quando algo inusitado aconteceu, um senhor de mais de 60 anos queria atendimento preferencial por causa da sua idade, no balcão havia um grande papel dizendo sobre isso, era lei, para idoses, gestantes e deficientes, entretanto a balconista não queria antender, ela seguiria todos pela ficha:
Agora olhe a situação, um senhor querendo que se cumprisse a lei, entretanto fazendo estardalhaços, mesmo sabendo que outros e sua situação haviam aceitado a proposta de esperar sentado na fila.
E uma balconista descumprindo a lei, para que todos fossem atendidos de igual modo, pois não estavam conseguindo atender a todos...
Fiquei pensando naquela cena, quem será que tinha a verdadeira razão, o Senhor ou a Balconista, se for pela lei claramente é o senhor, mas se for ver pelo ponto de falta de respeito com os demais ele estaria errado.
Uma questão dificil de ser discutida e que deveria ter mais disposição dos debatentes..., no final o outro balconista fez uma fila com os idosos e deficientes para serem atendidos, tão fácil não? mas ai veio outra cena "intrigante" o senhor que fez a discução foi a frente na fila, e outro senhor que estava ali a mais tempo queria ir na frente por estar ali antes, e ele não deixo..kkkkk, se fosse por você estariamos ainda sentados ai..., muito interessante, quantas confusões vejo, por causa de leis e pessoas que não são profissinais, mas é bom me diverti bastante hehehe...
Download Opera, the fastest and most secure browser