Wednesday, April 10, 2013 8:39:22 PM
GILBERTO
Errado está criticar os Juízes, deveriam criticar os Deputados eleitos pelo povo pois são eles que fazem as leis que os Juízes seguem, deveriam criticar o governo que empilha ações judiciais nos fóruns atrasando o julgamento das demais ações que são minorias.
Mas o que fazer quando pessoas semi-analfabetas são eleitas pelo povo para fazerem as leis. Na minha opinião para ser Deputado deveria como pré-requisito conhecer de leis, ou seja, ser no mínimo bacharel em direito, mas enquanto isso não acontece vamos aguentando essas leis contraditórias, omissas ou incompletas, mas só não podemos culpar os Juízes pela morosidade.
http://espaco-vital.jusbrasil.com.br/noticias/100430714/camiseta-regata-proibida
Embora não ache que o pré requisito para ocupar um cargo eletivo seja o citado pelo nobre comentarista, até porque certamente há muitas pessoas com excelente nível de formação dentre os que hoje exercem o mandato parlamentar, e nem por isso estão fazendo a diferença, por n motivos que podem ser discutidos em um outro post, mas quero acrescentar que entra legislatura, sai legislatura...lá estão eles, os mesmos indivíduos ELEITOS NOVAMENTE, os políticos profissionais.
A sociedade providencialmente adotou o hábito de desvincular a causa do efeito - se eu não tenho nada a ver com isso, a culpa não é minha. É como se os eleitores e parlamentares de hoje, não fossem os MESMOS de antes e portanto, os MESMOS responsáveis pela MESMA falta de saúde, educação, segurança, dos desvios de verbas públicas, do apoderamento do orçamento, dos altos salários, das verbas de gabinete milionárias, das PEC's em sua grande maioria inúteis para o conjunto da sociedade. Inaugurou-se assim um verdadeiro ciclo de mesmices.
Esse eleitor que poderia fazer a grande diferença opta pela manutenção do status quo para ter o simples prazer de reclamar pelos próximos quatro anos - senão não tem graça - estranhamente fica apenas esperando as coisas mudarem(!!!!)- não bastasse eximir-se da responsabilidade pelo que acontece nesse país ainda há um certo caráter de passionalidade quando o assunto é política. Resumo assim: Eu não tenho que ser amiga nem gostar do parlamentar para quem votei, desde que ele usufruindo do poder que eu lhe dei, dê retorno em forma de projetos que a curto/médio/longo prazo transforme a sociedade. O que se pode ver ultimamente é que os únicos projetos que são votados em caráter de urgência é o do aumento dos salários de parlamentares.
O pré requisito básico é usando de todo poder de informação do qual dispomos hoje "globalmente" acompanhar se:
-o candidato tem o nome ligado à corrupção mesmo que remotamente.
Caso haja dúvidas acerca da conduta do candidato, aquele que já ocupa algum cargo deve ser afastado da vida política e aquele que não ocupa deve ser impedido de participar dela. É nesse estágio que devemos minar a esperança desse candidato de se tornar um legítimo representante do povo, pois a partir do momento que for eleito, será muito difícil retirar ele de lá sem que o processo seja mais oneroso que fazer uma emenda constitucional.
Muitos dirão que não existindo prova de culpa não devemos julgar e condenar, mas diante das centenas de dispositivos hoje espalhados pelo nosso ordenamento jurídico que dão prerrogativas e benefícios que dificultam a punição de servidores do alto escalão, ocupantes de cargos de confiança e parlamentares, são os eleitores que devem decidir pela medida de precaução já que a chance de vermos a justiça acontecer pelas vias formais é quase impossível - vide o "mensalão".
Cabe àqueles que querem ocupar uma cadeira no Congresso Nacional provar sua idoneidade moral, conduta irrepreensível, ética e valores que sejam compatíveis com moralidade pública, com a vida política, que nada tem tem de ultrajante, MAS QUE NO BRASIL TEM SINÔNIMO DE CORRUPÇÃO.
A única justiça que devia funcionar é a justiça das urnas, já que o juiz é o cidadão tão crítico, mas não funciona porque o mesmo se nega a dar o veredicto, ainda que diante de fatos e provas irrefutáveis.
Lara.












