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  • Usinas nucleares Iguape 4 e Iguape 5 na década de 80

    Usinas nucleares Iguape 4 e Iguape 5 na década de 80

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    Decreto Nº 84.771 de 4 de junho de 1980
    Presidente da República João Figueiredo


    "Ficam declaradas de utilidade pública, para fins de desapropriação, no Estado de São Paulo, as áreas de terra e benfeitorias de propriedade particular, com um total de mais ou menos 23.600 Ha (vinte e três mil e seiscentos hectares), necessárias à implantação das Usinas Nucleoelétricas 4 e 5 do Programa Brasileiro de Centrais Nucleares, unidades a água leve pressurizada de 1200 MW, cada, que terão como referência a Usina Núcleo-elétrica nº 2, da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto.
    As áreas de terra e benfeitorias, a que se refere este artigo, são as compreendidas na faixa litorânea do Estado de São Paulo, entre as cidades de Peruíbe e Iguape, compreendida entre 24º20´ e 24º40´ de latitude sul e entre 47º00´ e 47º20´ de longitude oeste, correspondendo a mais ou menos 236 km2 (duzentos e trinta e seis quilômetros quadrados) ou 23.600 (vinte e três mil e seiscentos hectares) e com os seguintes contornos: começa no litoral, no local denominado Porto do Prelado, foz do Rio Una do Prelado, segue pela praia em direção ao norte, passando pelos seguintes acidentes geográficos: Praia da Ponta da Juréia, Praia do Rio Verde, Ponta do Grajaúna, Praia do Una, Porto do Una, na outra foz do Rio Una do Prelado, Praia do Una, Ponta do Carumburé, Costão da Deserta, Ponta do Una, Praia do Juquiá, Ponta do Juquiá, Ilha do Boquete (inclusive a ilha), Ponta do Paranapuã-Guaçu, Ponta do Arpoador, Praia do Arpoador até a foz do Rio Guaraú; segue por este Rio Guaraú em direção a sua nascente até encontrar o seu afluente, o Rio Tetequera, seguindo por este rio até um ponto no vale onde este deflete para o norte, e desse ponto segue por uma linha reta de mais ou menos 600m de extensão, até atingir o Córrego do Morro do Maceno ou Itinguinha; segue por esse córrego até a sua confluência com o Rio Una do Prelado, desse ponto segue para montante do Rio Una do Prelado acompanhando o curso desse rio que contorna a Serra da Juréia, até a sua outra foz no local denominado Porto do Prelado. O Rio Una do Prelado também conhecido como Rio Comprido possui uma foz no Porto do Una e outra no Porto do Prelado.
    Fica a Empresas Nucleares Brasileiras S.A. - NUCLEBRÁS autorizada a promover a desapropriação das referidas áreas de terra e benfeitorias na forma da legislação vigente, com recursos próprios".

  • Ernesto Guilherme Young & Família

    Ernesto Guilherme Young & Família

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    Engenheiro, historiador, jornalista e político, nasceu em Londres no dia 10 de setembro de 1850. Em 1871, com apenas 21 anos, embarcou para o Brasil, atraído pelas grandes possibilidades de um país em pleno desenvolvimento. Escolheu São Paulo para se estabelecer, tendo vindo em seguida para Iguape, onde se fixou definitivamente. Seu nome de batismo era Ernest William Young, passando a assinar Ernesto Guilherme Young após adotar a nacionalidade brasileira. Na época em que chegou ao Brasil, Iguape já era uma cidade cuja decadência se insinuava claramente, mas ainda possuía uma vida agitada, um comércio relativamente abastado e um porto no qual inúmeros navios faziam escala. Casou-se na Inglaterra com Esther Baynes Young, e já no Brasil, foi patriarca de uma família numerosa, sendo pai de Alice Young Petters, casada com Augusto Petters; Ernesto Carlos Young, casado com Sílvia Rebello Young; Júlia Esther Young Gatto, casada com Antônio Ribeiro Gatto; Eduardo João Alfredo Young, casado com Eufrozina Gatto Young; Izabel Young Teixeira, casada com Antônio Zacharias Teixeira; Fernando Guilherme Young, casado com Maria Vieira Young; Sarah Young Moraes, casada com Salvador Moraes; Bertha Young, Horácio Baynes Young e Augusto Young. Alguns de seus descendentes ainda se encontram em Iguape, enquanto outros se estabeleceram na Capital e até mesmo nos EUA. Durante toda a vida residiu com a família em sua bela chácara, que ficava na antiga Rua Direita (hoje 9 de Julho), em cujo prédio atualmente funciona a Casa da Sopa.

  • Engenho Central Casavecchia

    Engenho Central Casavecchia

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    ENGENHO CENTRAL

    Em 5 de dezembro de 1882, era festivamente inaugurado, no Porto do Ribeira, o Engenho Central Casavecchia, de propriedade do oficial da Marinha Mercante Francisco Casavecchia e seu sócio Carlos Tolomei. Esse engenho se tornou notável pela perfeição de suas máquinas, que, além de pilarem 80 sacas de arroz por dia, ainda fabricavam fubá de arroz e de milho “de modo a competir com os fabricados nos melhores estabelecimentos estrangeiros”. Alguns anos depois, esse Engenho Central deve ter sido comprado pelo capitalista português Claudino Pereira da Silva, um dos homens mais ricos de seu tempo em Iguape. Avento essa hipótese levando-se em conta que, do final da década de 1880 em diante, nenhuma referência encontrei sobre o Engenho Casavecchia, mas apenas sobre o de Claudino.

    Vários jornais da época informam que Claudino possuía no Porto do Ribeira, nesse período, um grande engenho central, que era o maior da região. Evidentemente, trata-se do antigo Engenho Casavecchia, pois a história não registra terem existido dois engenhos centrais no Porto do Ribeira. Depois da morte de Claudino, em 1886, esse Engenho Central deve ter passado pelas mãos de outros donos, ou tenha sido desativado. Não foi encontrada mais referências sobre ele a partir da década de 1910.

  • "Diário de uma viagem mineralógica pela Província de S. Paulo no anno de 1805"

    "Diário de uma viagem mineralógica pela Província de S. Paulo no anno de 1805"

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    Publicação completa!

    Transcrito do original:

    "21 de julho.-Sahi da minha morada, andei uma grande parte da Juréa, e vim ter ao porto de Suamerim, onde embarquei, e vim ter á ribeira de Iguape: subi por ella acima cousa de seis leguas até dar no porto da villa, onde me metti em carros: andei cousa de meia legua, pouco mais, e cheguei á villa de Iguape já noite fechada.
    22 a 24.-A villa de Iguape está situada em uma planicie, que é a continuação das margens da ribeira ao sul, e está nas margens do chamado Mar Pequeno, que é como um braço de mar de outra barra que tem a villa mais ao sul: esta é muito baixa, de maneira que não pode entrar embarcações, e mesmo a da ribeira não admitte embarcações grandes carregadas, e é pena, porque as difficuldades são na entrada, e no restante da ribeira ha bom fundo para toda a casta de embarcações. Agora projectam encanar a ribeira com o mar pequeno, afim de transportar os arrozes até o porto da villa: temo sómente que a pouca queda das aguas não fruste esta pretenção, vista a pequena differença de nivel. Esta villa e seu termo contém 5,322 habitantes, entrando a freguesia de Xiririca: uma só igreja, que é a matriz; um capitão mór é o commandante: tem camara: um juiz ordinario conhece da policia e crimes, d'onde se apella para o ouvidor de Paranaguá, porque já é correição d'esta comarca. Sua cultura funda-se em arroz e mandioca, e já ha muito engenh o d'agua de pilar arroz: o restante reduz-se a pouco café, canna, algodão e algum pomar de fructas de espinho. Antigamente trabalhavam muito na construção de embarcações, ramo que vem diminuindo, talvez pela nenhuma bondade das madeiras".


    ANDRADA, Martim Francisco Ribeiro de. "Diário de uma Viagem Mineralógica pela Província de S. Paulo no Anno de 1805". Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, t.9, pp.527-548 1847.

  • Porto de Iguape (Porto Grande)

    Porto de Iguape (Porto Grande)

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    Breve + fotos !!

  • "Historia de Iguape"

    "Historia de Iguape"

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    Atualizando documentos

    Transcrito do original:

    "AO LEITOR
    É muito util, sinão absolutamente necessario a um povo conhecer a historia de seus antepassados. Esta verdade é sediça.
    Si possivel redimir as historias dos municipios, conseguir-se-ia fazer a historia minuciosa e verdadeira de todo o paiz. Neste presupposto, desejando fazer alguma cousa que estimule os competentes á tarefa, árdua sem duvida, de fazer a historia de Iguape, lemos não poucos livros e muito documentos, enfadonhos e sem encantos e apprehendemos factos e costumes dos quaes só existem recordações na poeira dos velhos archivos.
    Dessa leitura nasceram as notas que trazemos neste opúsculo, as quaes offerecemos aos estudiosos, como simples subsidios para a historia de Iguape.
    Verdade seja que factos occoridos em logares taes como Iguape, que paréce parte isolada do portentoso todo do Estado de S. Paulo, pouca ou nenhuma influencia manifesta por terem exercido na evolução social ou no progresso material do paiz. Isto não obsta, entretanto, que o municipio iguapense seja parte integrante deste grandioso paiz e que, mais de uma vez, tenha prestado, em occasião de carestia, relevantes serviços de celleiro aos governos de São Paulo e do Rio de Janeiro.
    Houve época em que a população de Iguape, era mais energica, mais activa, mais válida e a voz de filhos seus levantava-se acatada aos Conselhos Administrativos. Si hoje-raros exceptuados-vivem os iguapenses em estado de somnolencia, devemos lançar a culpa á educação, que não oppõe resistencia ás inclinações da indolencia naturalissima nesta região de maravilhosa fecundidade. Estará ainda remoto o futuro renascimento daquella era de energias? Deus o sabe".


    YOUNG, Ernesto Guilherme, "História de Iguape", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. VIII, pp. 222-375, 1903.

  • "Historia de Iguape"

    "Historia de Iguape"

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    BREVE!

    Transcrito do original:

    "Documento N.° 1

    Parte do <<relatorio das necessidades do Municipio>> apresentado pela Camara em 17 de Fevereiro de 1853.

    Matriz actual - Esta Igreja findada (segunda se lé em hum Livro do tombo della) em 1637 conservava-se excorada por botarios de extenção de seu comprimento de hum lado e de outro, sendo sua duração pouco afiançavel. As obras de nova Matriz com pequeno supprimento pelo coffre Provincial e alguns fez esmolas, e agora com a metade da taxa consedida pela Lei vigente trabalhando-se nella efetivamente apenas tem se podido conseguir cobrir o coprpo da Igreja Capella mor e o corredor do lado do mar e agora trabalha se no assoalho do corpo da Igreja. Não pode porem esta obra ser de pronto levado a effeito, com as pequenas apurações por que sua concluzão depende inda de alguns contos de réis, no entanto que pode a Camara afiançar que ella acha-se no estado em que esta he devido o zelo e assiduidade do Procurador Geral da Irmandade e Tenente Coronel Luiz Alvares da Silva. A Camara Municipal rogo pois a Assemblea Digno se lançar suas sobre este tão importante Templo o qual quaze se pode dizer o primeiro da marinha na Provincia de São Paulo, e espera a Camara que attenta a necessidade desta importante obra, a Assemblea decretará para continuação della huma quota pelo menus de 3:000$ rs com o que se poderá conseguir a por em estado de serem ahi sillibrados os officios Divinos".


    YOUNG, Ernesto Guilherme, "História de Iguape", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. IX, pp. 108-326, 1904.

  • "Esboço Historico da Fundação da cidade de Iguape"

    "Esboço Historico da Fundação da cidade de Iguape"

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    Publicação completa!


    Transcrito do original:

    "N'este pequeno e modesto esboço o escopo principal que pretendo atingir é a averiguação de datas e factos que tiveram relação com a origem do município de Iguape;entretanto, sou forçado a reunir aqui elementos, que parecendo não terem relação alguma com o meu trabalho servem comtudo, para comprovar datas de viagens, indispensaveis á salientação de certos factos que, directa ou indirectamente, se relacionam com os fundadores d'esta povoação.
    Dizem alguns historiadores que o facto de menor importancia o conhecimento do nome do primeiro europeu que pisou o solo d'este paiz, visto não se lhe poder attribuir a fundação das primeiras povoações existentes. Não posso accordar com taes opiniões, visto como si os primeiros não estabeleceram directamente as povoações, pelo menos auxiliaram muito os fundadores, já facultando-lhes o apoio dos indigenas, já indicando-lhes os mais proprios lugares, evitando assim muitas aventuras que redundariam de certo em prejuizos incalculaveis para aquelles que sem conhecimento da zona em que pisavam, teriam ainda de haver-se com um inimigo temivel - o indigena".


    YOUNG, Ernesto Guilherme, "Esboço Histórico da Fundação da cidade de Iguape", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. II, pp. 49-151, 1896.

  • "Subsídios para a historia de Iguape e seus fundadores"

    "Subsídios para a historia de Iguape e seus fundadores"

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    Publicação completa!


    Transcrito do original:

    "Pelos chronistas antigos são citados nomes de diversas pessôas, como existentes neste districto do littoral do Brazil, comprehendido entre S. Vicente e Cananéa, antes do anno de 1532, quando Martim Affonso de Souza estabeleceu aquella villa, dentre cujos nomes podemos citar os de João Ramalho, Antonio Ribeiro, Francisco de Chaves, Duarte Peres e Aleixo Garcia.
    Sobre a data da chegada destes homens a nossa historia é omissa, não tendo sido possivel encontar dados sufficientes para podermos precisar taes acontecimentos; porém, em vista das diversas obras que tratam deste assumpto devemos julgar que João Ramalho chegou a S. Vicente no anno de 1510 ou 1512, como tambem deve ter-se dado por essa epocha a chegada de Antonio Rodrigues.
    Não ha nada com relação a estes homens que nos faça suppôr terem sido elles moradores de Iguape ou de Cananéa".


    YOUNG, Ernesto Guilherme, "Subsídios para a história de Iguape e seus fundadores", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. VII pp. 286-297, 1902.

  • "Subsídios para a Historia de Iguape - Mineração de Ouro"

    "Subsídios para a Historia de Iguape - Mineração de Ouro"

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    Publicação completa!


    Transcrito do original:

    "Não podemos duvidar que uma das primeiras, sinão a primeira expedição organizada com o fim especial de procurar ouro no Brazil, partiu no dia 1° de Setembro de 1531 da frota comandada por Martim Afonso de Souza, quando ancorada ao pé da Ilha do Abrigo, em frente á barra de Cananéa: porém, deixando de parte essa expedição, que foi destruida pelos indígenas, e baseados somente no que pode ser provado por documentos existentes, é innegável que uma das primeiras localidades d'onde se extraiu ouro neste paíz foi a vizinhança de Iguape.
    Por uma carta escripta no dia 26 de Outubro de 1635(Anexo A-Photographia da dita carta) vê-se que naquelle tempo o povo de Iguape usava de ouro em pó em suas transacções commerciaes. Pelo menos, assim se infere da leitura da dita carta".


    YOUNG, Ernesto Guilherme, "Subsídios para a História de Iguape - Mineração de Ouro", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. VI pp. 400-435, 1902.

  • "Quem era o bacharel degradado em Cananéa?"

    "Quem era o bacharel degradado em Cananéa?"

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    Publicação completa!


    Transcrito do original:

    "Da exposição que o Instituto acaba de ouvir, e que muita luz vem lançar sobre a tão controvertida individualidade do famoso bacharel de Cananéa, desta interessante investigação, devida ao nosso digno consocio o sr. Ernesto Guilherme Young, se infere, mui provavelmente, que o bacharel de que se trata não é sinão Cosme Fernandes Pessôa, por tratamento mais usual conhecido por Mestre Cosme.

    O illustre auctor da Historia Geral do Brazil, Adolpho Varnhagem, julga, porém, não ser este o mesmo indivíduo de que falam as primeiras relações de viagem, mas um outro bacharel, apparecido em S. Vicente depois da vinda de Martim Affonso de Souza. Esta opinião do abalisado historiador, constante de uma nota de primeira edição seguinte, o que faz crer que Varnhagem ou a abandonou por improvavel ou nutriu duvidas sobre a authenticidade do documento que lhe deu origem. O que é facto é que não mais se referiu a este assumpto, contiuando, ao contrario, a opinar por Gonçalo da Costa, como sendo o bacharel portuguez degradado em Cananéa em 1501 e alli deixado pela primeira armada exploradora da costa".


    dr. Theodoro Sampaio, "Quem era o bacharel degradado em Cananéa?", Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, vol. VII, pp. 280-285, 1902.

  • outeiro do bacharel

    outeiro do bacharel

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    Morro coberto por vegetação rasteira, e que possui uma trilha de aproximadamente um quilômetro de extensão, saindo do bairro de Icapara, que leva ao mirante, onde encontra-se o farol utilizado para sinalizar às embarcações que adentravam ao Mar Pequeno através da barra do Icapara, foz do Rio Ribeira de Iguape com o Oceano Atlântico.

  • Cruzeiro da Igreja de Nossa Senhora das Neves

    Cruzeiro da Igreja de Nossa Senhora das Neves

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    A partir do ano de 1502, com a chegada do bacharel Cosme Fernandes à região de Cananéia e Iguape, teve início a fixação dos primeiros habitantes na futura Vila de Nossa Senhora das Neves de Iguape(atual bairro Icapara). Anos mais tarde, em 1537, foi construida a primeira igreja, porém exposta a constantes ataques de piratas, a povoação da vila mudou-se para a paragem conhecido como Cubixativa (atual bairro Enseada), como esse novo local era somente uma faixa de terra, entre o Mar Pequeno e o Outeiro do bacharel, de propriedade de Cosme Fernandes, no século XVII foi novamente deslocada, para o lugar onde atualmente encontra-se o núcleo urbano da cidade de Iguape, numa Sesmaria cedida pelo donatário Francisco Alvares Marinho. A construção da nova igreja deu-se em 1614, sendo demolida em 1858, restando apenas sua cruz.

  • O Largo do Rosário

    O Largo do Rosário

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    O Largo do Rosário, que até recentemente era conhecido pelo nome de Praça Duque de Caxias, já teve quatro nomes, sendo chamado, desde a mudança da Vila até 1827, de Largo do Rocio.
    Entre 1827 e 1840, foi chamado de Largo da Cadeia Nova, sendo depois conhecido pelo nome de Largo do Cemitério, por algumas pessoas, e por outras de Largo do Rosário, nome este até hoje ainda usado pelos iguapenses mais antigos.

  • O Largo da Misericórdia

    O Largo da Misericórdia

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    O Largo da Misericórdia era chamado de Largo da Santa Cruz, devido a um cruzeiro de pedra que ali existia, nas imediações da qual eram realizadas cerimônias religiosas em devoção a Santa Cruz. A partir de 1871, quando foi inaugurada a Santa Casa de Misericórdia, a rua que passava em frente ao hospital era chamada de Rua da Misericórdia. Em 1958, a Prefeitura de Iguape, iniciou a construção de casas populares na rua Cônego Braga, a partir de então, essas ruas e suas imediações, passaram a ser conhecidas por “Popular”.

  • O "Funil de cima"

    O "Funil de cima"

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    A Rua das Neves, chamava-se originalmente Rua do Funil, cujo nome é bastante apropriado, pois a rua vai afunilando em direção a Baixada do Ipiranga. No local, estão localizados alguns dos mais importantes pontos históricos da cidade, como a primeira Casa de Fundição de ouro do Brasil, Obelisco do IV Centenário de Iguape, Hotel do Commercio e dezenas de casas que datam dos anos coloniais e imperais.

  • A Baixada do Ipiranga

    A Baixada do Ipiranga

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    O Largo do Comendador Luiz Álvares da Silva era conhecido antigamente por “Pátio do Ipiranga”, devido ao pequeno córrego que ali existia, então chamado de Rio Ipiranga, vindo da Fonte do Senhor, e desaguava no Mar Pequeno. O local era uma grande várzea alagadiça e as canoas vinham encostar nos quintais das velhas casas, construídas nos primeiros anos da Vila de Iguape, que ainda se conservam exatamente iguais.

  • Quatro Cantos

    Quatro Cantos

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    O cruzamento das ruas XV de Novembro e Coronel Jeremias Júnior ficou conhecido antigamente, por "Quatro Cantos". Acredita-se que a origem desse nome foi pela existência de quatro esquinas muito próximas entre elas. Também nesse local ficava o bar do saudoso Betico Martins, onde podiam ser apreciadas as melhores batidas da cidade.

  • O antigo Largo da Matriz

    O antigo Largo da Matriz

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    .: Album em construção :.

  • Obelisco do IV Centenário da cidade de Iguape 1538 - 1938

    Obelisco do IV Centenário da cidade de Iguape 1538 - 1938

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    Até 1938, não se comemorava o dia do Município, pois se desconhecia a data de sua fundação. Foi oficializado a data quando os termos de Iguape e Cananéia se separaram, ou seja, dia 3 de dezembro de 1538. Foi inaugurado um Obelisco, esculpido pelo renomado artista Del Debbio.