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Tuesday, 6. November 2007, 10:29:58
Jesus Cristo, Deus, C.S.Lewis, Bíblia
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por C. S. Lewis
Do livro Cristianismo Puro e Simples
"Deus deu à espécie humana aquilo que eu chamo bons sonhos: quero dizer, histórias piegas espalhadas pelas religiões pagãs acerca de um deus que morre e regressa à vida e, pela sua morte, de algum modo, dá vida nova ao homem. Ele também escolheu um povo particular e gastou vários séculos a martelar nas suas cabeças o tipo de Deus que Ele era - que Ele era Um e que Ele se preocupava com a boa conduta. Essa gente eram os Judeus e o Velho Testamento dá-nos conta do processo da martelada.
É aí que entra o verdadeiro choque. Entre estes Judeus, de repente há um homem que começa a falar como se Ele fosse Deus. Ele diz que perdoa os pecados. Ele diz que Ele existiu sempre. Ele diz que vem para julgar o mundo no fim dos tempos. Aqui tenhamos isto claro. Entre os Panteístas, como os Indianos, qualquer um pode dizer que é uma parte de Deus, ou um com Deus: isto não será nada estranho. Mas este homem, que era Judeu, não podia querer dizer que era esse tipo de Deus. Deus na língua daquela gente, significava o Ser fora do mundo que tinha feito o mundo e que era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. E quando se percebe isto, pode-se ver como o que aquele homem dizia era, simplesmente, a coisa mais chocante alguma vez sussurrada por lábios humanos.
Uma parte da pretensão tende a passar ao nosso lado despercebida porque a ouvimos tantas vezes que já não sabemos de que se trata. Estou a falar da pretensão de perdoar os pecados: quaisquer pecados. A não ser que quem diz isto seja Deus, isto é tão prepóstero como cómico. Todos podemos compreender como um homem perdoa as ofensas contra si próprio. Pisas-me o dedo do pé e eu desculpo-te, roubas-me o dinheiro e eu desculpo-te.
Mas o que pensar de um homem, que não foi roubado ou pisado, que anunciou que te perdoou por ter pisado os dedos do pé de outro homem e roubado o dinheiro de outro homem? Fatuidade asinina é a descrição mais moderada que daríamos a esta conduta. Contudo, isto é o que Jesus fez. Ele disse às pessoas que os seus pecados estavam perdoados sem nunca ter esperado para consultar todas as outras pessoas a quem aqueles pecados tinham sem dúvida prejudicado. Ele comportava-se deliberadamente como se Ele fosse a principal parte interessada, a pessoa mais gravemente ofendida com todas as ofensas. Isto só faz sentido se Ele for realmente o Deus cujas leis são quebradas e cujo amor é ferido com cada pecado. Na boca de quem quer que não seja Deus estas palavras implicariam o que eu só consigo classificar como tontice e presunção nunca antes rivalizadas por qualquer personagem na história.
Porém (e isto é a coisa estranha e significativa) mesmo os Seus inimigos quando liam as Escrituras, não ficavam usualmente com a impressão de tontice e presunção. Ainda menos ficarão os leitores sem preconceito. Cristo diz que Ele é humilde e doce e nós acreditamo-lO, não reparando, que se Ele fosse meramente um homem, humildade e doçura são das últimas características que poderíamos atribuir a algumas das Suas palavras.
Estou a tentar aqui evitar que alguém diga a coisa realmente idiota que as pessoas dizem muitas vezes d'Ele: 'Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre de moral, mas não aceito a Sua pretensão de ser Deus.' Esta é a coisa que não devemos dizer. Um homem que fosse meramente homem e dissesse as coisas que Jesus disse não seria um grande mestre de moral. Seria ou um lunático - ao nível de um homem que diz que é um ovo escalfado - ou então seria o Diabo do Inferno.
Temos que fazer a nossa escolha. Ou este homem era, e é, o Filho de Deus ou então é um louco ou qualquer coisa pior. Pode-se ignorá-lo como um louco, pode-se cuspir-Lhe e matá-Lo como um demónio; ou pode-se cair a Seus pés e chamar-Lhe Deus e Senhor. Mas deixemo-nos de vir com disparates condescendentes acerca d'Ele ser um grande mestre humano. Ele não nos deixou essa saída. Ele não fez tenções disso".
"Fazendo-nos conhecer o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que nele propôs para a dispensação da plenitude dos tempos, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra." (Efésios 1:9,10)
Saturday, 15. July 2006, 21:15:08
Deus, cristianismo, evangelho
Que outra prova você quer de Deus?
Assinaturas com firmas registradas de Lucas, João, Marcos e Mateus?
Mais nada???
Não quer um xerox do testamento de Abraão?
Uma foto da despedaçada Arca de Noé?
As folhas secas das parreiras de Eva ou Adão?
Não quer o video-tape das Leis dadas a Moises?
(...)
Quer um "slide" colorido da Torre de Babel?
Quer o sermão da montanha gravado em fita?
Quer a luneta de quem viu abrir o céu?
Quer a mesa da Santa Ceia arrumada e bonita?
Quem sabe o galo que cantou duas vezes?
Ou quer a coroa que rasgou a fronte de Cristo?
(...)
Você quer prova, eu darei, não desisto!
Quer o original do reposter das Oliveiras?
Quer o filme da caminhada do Calvário?
Quer a corda que, talvez, Judas fez a besteira?
Já ví, você quer tirar Deus do seu dicionário!
Pois então, materialista de meia pataca,
Entre com seus sábios num laboratório, de uma vez
E com toda sua ciência imbecil e fraca,
Faça um homem como só Deus fez:
Com raciocínio, personalidade,
Com liberdade unida a responsabilidade,
Coloque fé e graça
E dê-lhe talentos para sair pelo mundo
Assim Deus morrerá na história que passa.
Mas se não conseguir nas tentativas,
Humilhe-se, reconhecendo o erro
E colocando sua genialidade em desterro.
Saiba que somos nada sem Ele,
Viemos e iremos para Ele.
(...)
Eu quero morrer pedindo Sua mão.
Vou caminhando,
Tropicando,
Errando,
Levantando,
Mas reconhecendo que Deus é bom,
E gritando a todo segundo:
Santificai esse mundo!
Shalom! Shalom! Shalom!
(Poema de Neimar de Barros)
“Ah! Senhor Deus! És tu que fizeste os céus e a terra com o teu grande poder, e com o teu braço estendido! Nada há que te seja demasiado difícil!” (Jeremias 32:17)
Friday, 14. April 2006, 21:01:43
mundo, Bíblia, christianism, cristianismo
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Um bom texto que eu encontrei postado no Orkut. Colocando pra compartilhar com todo mundo e pra ficar mais fácil pra eu mesmo encontrar depois. Esses textos costumam se perder rápido no meio dos tópicos.
Robinson Cavalcanti em 29/07/2003
Certa vez, em um congresso de juventude, em um estudo sobre afetividade, um rapaz encaminhou a seguinte pergunta: “O que o senhor acha de se namorar uma moça do mundo?” A minha resposta foi: “Parabéns por sua normalidade. Estaria preocupada se você estivesse namorando uma ET.” Em nossas igrejas, artistas dão testemunho, dizendo que deixaram de cantar ou tocar “no mundo”. Talvez já tenham contratos para atuar em Marte ou Vênus, ou para fazer uma exibição para as potestades angélicas...
O MUNDO
Um problema de tradução de vários termos do grego para um só vocábulo em português tem concorrido para distorções teológicas de trágicas implicações.
Pode parecer contraditório que Jesus Cristo tenha dito que o Seu reino não era deste mundo (Jo 18:36), enquanto afirma que Deus amou o mundo ao ponto de por ele sacrificar o Seu filho. E, ainda, nos ensina em sua oração: “Assim como Tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei as mundo” (Jo. 17:1. O apóstolo do amor, João, também parece contraditório: “Não ameis o mundo, nem as coisas do mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele” ( I Jo. 2:15). Estaria João pedindo que fossemos contrários a Deus, não amando o mundo que Ele amou?
Deus criou o mundo, o universo (kosmos) e ama a sua criação. No universo da criação Ele incluiu o nosso mundo particular, a terra (geo) e também a ama. A terra, a natureza e as criaturas (oikumene) caíram, mas Deus, mas Deus não os desprezou, Deus havia planejado um estado de coisas perfeito, diferente do atual (aion), com o qual devemos nos inconformar, esperando um mundo novo (aiones), quando, por fim, viveremos em um mundo pleno (aionios).
Assim, a questão não é espacial: a rejeição do planeta, da vida, da história, da sociedade, das pessoas, do Estado, do corpo, mas ontológico e moral: as formas de pensar, de agir, de organizar, que são contrários ao projeto de Deus.
Escrevi em meu livro Cristianismo e Política: “Quando amamos os homens estamos rejeitando “O mundo” (que não ama, mas odeia); quando lutamos pela justiça, pela paz e pela liberdade no mundo (valores do Reino) estamos rejeitando “o mundo” (que é injusto, conflituoso e escravizador); quando penetramos no mundo rejeitamos “o mundo” (que é egoísta e alienante). O que assumimos é mais do que vida e ministério em um tempo dado (chronos), mas no tempo marcado pela Providência, designado por Deus para nossa missão (kairós). O que João está rejeitando? “... a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida...”, ou seja, o pecado. A isso ele chama, metaforicamente, de “Mundo”. “A isso rejeitamos; aos homens amamos”.
MUNDANIDADE
Deus entregou às criaturas humanas um mandato cultural, de gerenciar o mundo, dando continuação à obra da criação, segundo o seu projeto original. Deus exerce a sua Providência sobre o mundo, nele estabelece Alianças, a ele se revela e nele encarna. Jesus Cristo foi completamente humano em tudo, menos no pecado, e um ser cultural, completamente integrado à vida social do seu tempo e lugar, assumindo a sua cultura. Por fim, Ele nos enviou ao mundo.
Foi o evangelista Charles Finney quem afirmou que a tarefa do cristão era transformar o mundo. E não se transforma o mundo sem nele participar. É uma heresia dos desobedientes, dos medrosos, dos preconceituosos e dos acomodados a atitudes de isolamento dentro das quatro paredes da igreja, o separatismo, a alienação de um falso “triângulo da felicidade”: “trabalho – lar - igreja”, sem o exercício responsável de cidadania, como “sal” e “luz”.
É a falsa “teologia” do “crente não se mete nisso” ou “isso não é lugar para crente”. Ou essa gente não leu os evangelhos, ou não aprendeu nada com a vida de Jesus. Assim, a desobediência leva à não-influência na vida pública: cidadania, cultura. Assim, nos ausentamos dos esportes, das ciências, da literatura, das artes, das manifestações folclóricas.
Assim, não vivemos, mas somos apenas pré-cadáveres.
No Brasil, uma ênfase particular contra tal “mundo” se refere à nossa cultura, por suas raízes íbero-católicas, ameríndias ou africanas. Por esse raciocínio, des-mundanizar-se seria des-brasileirar-se.
MUNDANOS
Eis o âmago da questão:
1. Somos todos seres humanos, e não anjos, seres sociais e não eremitas, terráqueos e não marcianos, e vivemos culturalmente: língua, roupa, culinária, arte, direito, religião, costumes, valores, estilos, etc. o mundo é um mundo pluricultural, e todos os cristãos vivem em uma cultura, como Jesus viveu na dele;
2. Todos as culturas, por serem produzidas por comunidades de pessoas, são ambíguas, têm aspectos positivos e negativos, refletem tanto a imagem de Deus quanto o pecado. As culturas (para a Antropologia) não são piores ou melhores, são diferentes. Cada uma tem virtudes e fraquezas. As culturas não podem ser nem sacralizadas (tidas como absolutas, imutáveis, e acima de tudo), nem demonizadas (rejeitadas em sua totalidade, como perversos);
3. A cultura judaica não era sagrada, nem normativa, nem pode servir, automaticamente, e em um salto histórico, como paradigma para hoje. Ela foi, em sua ambigüidade, um espaço para a revelação, e tem, por isso, muito que nos ensinar. Mas, seria um absurdo, o cristão desbrasileirar-se para judaizar-se;
4. A igreja primitiva também tem sido mitificada. Apesar de sua proximidade temporal com Jesus, também tinha os seus problemas. Não se pode reproduzi-la dois mil anos depois, o que seria negar a História e a atuação do Espírito Santo nesses vinte séculos;
5. A atitude sectária isolacionista de alguns cristãos contradiz a destinação dos seres humanos na ordem da criação (mandato cultural) e o “ide” para ser “sal” e “luz” no mundo, e não fora dele. Esses cristãos seguem o modelo dos essênios, e não o exemplo de Jesus;
6. É compreensível a valorização das culturas onde o cristianismo (e, particularmente, o cristianismo reformado) teve uma maior influência. Mas não devemos mitificá-las, esquecidos do seu lado pecaminoso, dos seus exageros e esquisitices, tantas vezes erroneamente identificados como Reino de Deus. Não estamos na Alemanha do século XVI, ou na Inglaterra do século XIX, nem devemos querer ser o sul dos Estados Unidos, a Irlanda do Norte, ou a África do Sul do século XX. Enveredar por esse caminho não torna ninguém mais cristão, apenas “americanalhado”...
Pela providência de Deus, somos brasileiros e temos a nossa nacionalidade. Pela graça de Deus, temos a nossa cultura e a nossa maneira de ser. Somente com o nosso amor à brasilidade poderemos questionar e propor mudanças, à luz da Palavra e não de preconceitos importados de outras culturas.
A mundanidade é um fato. O mundanismo (vs. Santidade) não é uma questão de exterioridade, mas o nosso interior (obra da carne vs. Fruto do Espírito). Testemunho não é dado em riste, hipocrisia, anacronismo ou estrangeirismo, mas vida de amor.
"E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2)
Saturday, 24. September 2005, 01:55:09
Creciendo En Gracia, cristianismo, Deus, evangelho
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O porto-riquenho José Luis de Jesus Miranda parece um simples evangelista, mais um como tantos ao redor do mundo. É essa a impressão pra algum desavisado que acesse o site da igreja do Apóstolo José Luis, o ministério Creciendo En Gracia sem se deter muito ao que está escrito. Parece só mais um pastor, só mais uma igreja.
Mas só parece. Acontece que José Luis de Jesus Miranda alega ser Deus. Não, não é metáfora não, é isso mesmo, ele diz ser o Todo-poderoso em forma humana, que veio salvar os seus predestinados deste mundo. Seitas não são coisa incomum na história, mas geralmente seus fundadores se consideram "enviados de Deus", não é esse o caso, José Luis diz que é Deus mesmo.
Vai além até do que o folclórico Inri Cristo. Inri diz ser a reencarnação de Jesus, mas segundo Inri, Jesus (e conseqüentemente ele mesmo) não é e nunca foi Deus, Inri não acredita na Trindade. Já o apóstolo afirma: é Deus-Pai, Iahweh, o Senhor dos Exércitos do Antigo Testamento. E que é Jesus também, José Luis também não crê na Trindade, diz que Deus é um só, então ele é o Pai, o Filho e o Espírito Santo... em carne e osso.
Piada? Loucura? Brincadeira de mau gosto? Bom, pra seus seguidores que já se espalharam por 24 países (inclusive o Brasil), tudo isto é muito sério. É só visitar as comunidades do ministério que existem no Orkut.
Uma membra conta numa das comunidades da emoção de quando viu "Deus" face a face "NOSSA SEM PALAVRAS PRA AKELA NOITE!!!!FOI INESQUECIVEL !!!!!GENTE DEUS BEIJA NA BOCA ...EU VI, NOSSA EMOCIONANTE!!!!". (Nota: devo dizer que também não entendi essa de "Deus" beijar na boca, e não sei porque prefiro continuar não entendendo). Outro comenta: "Foi a realização de um sonho, poder cantar para Deus mesmo, uma idéia que tinhamos que no céu os anjos cantavam e tocavam diante de Deus e de-repente estava eu alí cantando nos céus diante de Deus.... Estar diante de Deus é do caralho o bagulho é foda."
Além de crer que seu líder espiritual é o próprio Deus encarnado, a seita prega, entre outras coisas que o pecado não existe, que todos os apóstolos de Cristo, com excessão de Paulo, são pregadores do falso "Evangelho da Circuncisão", acusando especialmente a Pedro. Têm como verdade apenas os escritos do Apóstolo Paulo, o resto, segundo eles, é "coisa pra judeu". Estas "coisas pra judeu" inclui a maior parte do Novo Testamento.
Os fiéis acreditam também que todas as religiões (especialmente as cristãs) formam um "sistema religioso mentiroso e hipócrita". Afinal, todas as religiões cristãs pregam que existe o pecado (e segundo eles, não existe pecado), e são adeptas do tal do "evangelho da circuncisão" . O único motivo deles não dizerem que todas as outras religiões são do diabo é porque, pra eles, Satanás não existe mais. O Diabo teria morrido quando Jesus morreu na cruz.
Outra coisa que chama atenção nos seguidores é que são de fato muito fanáticos, entram em fóruns evangélicos e católicos para pregar a doutrina, e odeiam ver a doutrina ser difamada ou discutida por outros. Nas comunidades do ministério no Orkut chegam a expulsar quem pergunta demais e apagar as perguntas que não agradam.
Eu sei que é feio desrespeitar a fé dos outros, mas confesso que é extremamente difícil levar tamanha quantidade de baboseira a sério. Quando esteve em São Paulo, "Deus" declarou que não conhecia a cidade, não falou uma palavra em português, e contava com a escolta de seguranças, um tanto estranho pra quem é onisciente e onipotente.
E por falar em onisciência, hoje mandei um e-mail pra "Deus", é que um dos sites do ministério não está abrindo direito no Opera. Apesar de saber que "Deus" não precisa, achei melhor reportar o bug.
Pra quem quer saber mais: [url]http://www.cacp.org.br/cresciendo.htm
Rogério
"Fiel é esta palavra e digna de toda a aceitação; que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais sou eu o principal." (Apóstolo Paulo, em I Timóteo 1:15)